segunda-feira, 19 de maio de 2014

S.L.Benfica o campeão dos campeões ....

A LUZ QUE ILUMINA O
                                                    S.L.BENFICA SEMPRE...



 SOMOS LIBERDADE !... SOMOS TODOS UM POR UM !....BENFICA

SOMOS A BANDEIRA DE UM PAIS...

BENFICASEMPREEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEE..

SOMOS S.L.B. S.L.B. S.L.B. S.L.B.




  O PLANETA  S.L. BENFICA


CONTRA TUDO E CONTRA TODOS RUMO AS VITORIAS FINAIS..


               FORÇAAAAAAAAAAAA BENFICAAAAAAAAAAAAAAAAA


                            CARREGAAAAAAA  BENFICAAAAAAAA


                     O DOPING DOS CAMPEÕES


CAMPEÕES ...... CAMPEÕES...... CAMPEÕES. DA TAÇA DE PORTUGAL




A cereja no topo do bolo

19 de Maio de 2014 Partilhar no Facebook

Completou-se ontem a terrível maratona de 57 jogos disputados pelo Benfica na temporada de 2013/14. Com a particularidade do calendário das várias provas internas e externas não ser elaborado com critério desportivo e uniforme de forma a salvaguardar princípios básicos de equidade e preservação dos atletas. Pelo contrário, mais uma vez, foi-o ao sabor de ventos e marés de natureza bem mais apelativa, como seja, por exemplo, a fatia decisiva dos direitos televisivos e dos patrocinadores. E já nem sequer nos referimos aos jogadores internacionais que no âmbito das respectivas Selecções disputam ao longo da época jogos de qualificação e apuramento, com vários deles a estarem sujeitos a sistemáticas viagens transatlânticas altamente desgastantes.

Já tivémos o ensejo de nos referir por diversas vezes a este tema que em vez de se atenuar tende a expandir-se, visto os calendários não serem articulados entre as entidades que dirigem o Futebol (FIFA, UEFA, Confederações, Federações e Ligas). Cada um pugna pela defesa dos seus interesses e quem sofre com isso são em primeira instância os jogadores e por reflexo os clubes. É evidente que os mais abastados e com possibilidade de terem um plantel mais alargado e com melhores soluções estão obviamente em vantagem. Mas até aí se começa a notar o efeito negativo dessa política, pois se olharmos para o mapa europeu, observamos que na dúzia de Ligas mais cotadas no ranking, apenas na Alemanha (o Bayern de Munique) e em Portugal (o Benfica) conseguiram fazer a dobradinha.

Este resultado, permite naturalmente várias leituras. Pode querer significar uma maior competitividade entre os clubes o que, sendo de alguma forma verdade, não permite assumir de forma peremptória essa conclusão, porquanto pelo que voltámos a ver esta época e salvo a excepção inglesa, são praticamente sempre os mesmos dois ou três clubes em cada país a assumirem-se como únicos candidatos a ganhar as provas internas. Mas como são normalmente esses clubes que disputam também as provas europeias, a forma como os calendários são elaborados provoca um enormíssimo desgaste físico e psicológico nessas equipas e acaba por atenuar a diferença competitiva para as restantes.

Olhando para aqui ao lado veja-se o estado em que ficaram os três primeiros classificados e a catadupa de lesões e cansaço muscular que atingiu os jogadores. Até os mais sólidos e resistentes sucumbiram a essa maré dada a sua utilização intensiva. Messi, Cristiano Ronaldo e Diego Costa (para só citar um de cada clube), estão presos por arames. Mas a época ainda não terminou pois o Mundial do Brasil já está a chegar, sendo que a questão que se coloca é em que condições se apresentarão os mesmos depois de uma época tão cansativa com jogos decisivos sucessivos no último terço da época pois coincide com a fase decisória das provas.

Foi um Benfica afectado pelos mesmos males que se apresentou ontem no Jamor para tentar alcançar o que ainda ninguém tinha alcançado. Para além das lesões traumáticas que afectaram alguns dos principais jogadores e sobre isso nada a acrescentar a não ser o azar que os perseguiu e que afectou o Clube que deles ficou privado por largos períodos, dos cartões cirúrgicos que reduziram ainda mais as opções, viu-se bem o estado em que ficaram (depois de um ciclo terrível de jogos todos de capital importância num escasso período de tempo), no fim do prolongamento de Turim.

Apesar de poder contar com 3 jogadores frescos, por mais que os experts argumentem com os períodos de recuperação seria manifestamente impossível no fim de uma época assim, os atletas terem a capacidade de recuperação suficiente para ombrear do ponto de vista físico com um adversário que, felizmente para ele, para um jogo motivador e de oportunidade única, teve a oportunidade de se preparar com todo o tempo do mundo. Mas limitou-se, apenas, a gerir as possibilidades que se lhe ofereceram. Uma calendarização mais cuidada teria atenuado o efeito desgastante que afectou o Benfica. Amanhã poderá ser outra equipa.

Ainda assim, enquanto se mantiveram os níveis físicos, o Benfica marcou a diferença e adiantou-se com toda a justiça no marcador. Pena que só tenham durado uma parte. Mas não podemos deixar de referir algumas entradas merecedoras de outro critério disciplinar do árbitro (mas que se poderia esperar de Xistra?) que ainda diminuiram mais jogadores influentes como Enzo Pérez e Nico Gaitán. Isso fez-se sentir na etapa complementar. Com o afundanço físico dos jogadores encarnados, emergiu a qualidade do Rio Ave que controlou praticamente toda a 2.ª parte e até podia ter forçado o Benfica a prolongamento. Valeu então a força mental, a segurança defensiva e a entreajuda encarnada, para manter a sua baliza inviolada. Uma conquista épica que entusiasmou os benfiquistas e criou ainda mais azia em todos aqueles que não conseguem suportar o êxito dos outros. Mesmo que seja merecido. Para isso só há um remédio…

aqui: http://www.benficauniversal.com/artigos-opiniao/artigosopiniao-artigo.php?id=585


por karlos





O 2º maior clube de portugal anda com uma azia fodida  , o melhor remédio e gelo muito gelo q isso passa




 duas palavras para este gigante profissional  de seu nome LUISÃO .... obrigado capitão ...