segunda-feira, 2 de setembro de 2013

Os gatunos em Portugal são como os camaleões ...


 ui e ninguem diz nada ! COMO E PORRRAAAA pra tanto ROUBOOOOOO.


SR arbitro SR arbitro isto nao foi na MADALENA  foi um roubo de SANTUARIO no WC do lumiar como o HUGO MIGUEL sabe fazer ao SPORT LISBOA E BENFICA..





até metem nojo, roubar à descarada, podiam ter-se esforçado para fazerem um jogo limpo, enfim, nada de surpreendente com gente como esta no futebol ...


SIMPLESMENTE VERGONHOSO!.........  VERGONHOSO!.. .....VERGONHOSO...



                                    
                                                  MAIS UM FRETE AO SISTEMA ...


Árbitro: Hugo Miguel ( AF Lisboa )



Árbitros Assistentes: Nuno Pereira * Hernâni Fernandes
 
 
Árbitro (4.º): Duarte Gomes
 
 
Observador: Humberto Gonçalves
 
 
Delegados: Baptista Rodrigues * Ana Santos
 
 

vale tudo contra o Benfica ate com a mão dentro da grande área ....





  A LIGA PORTUGUESA " HUGO MIGUEL"     E UMA BATOTAAAAAA..

                                  

 
 
VERGONHOSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSOO
 
 
 
A LIGA HUGO MIGUEL E DURA E DURA E DURA E DURA
 
 
 
 
 
 
Árbitro: Hugo Miguel ( AF Lisboa )
 
                                         continua a roubalheira ao Benfica...

 
 
 
 

Setembro de 2013


Parece haver alguma consensualidade na justeza do resultado de ontem do derby. O Sporting moralizado pelos resultados anteriores, apoiado pelo seu público que encheu Alvalade e pelo facto de ter pela frente o Benfica, demonstrou enorme empenho e contrabalançou a menor valia dos seus jogadores jogando com entreajuda e assumindo-se como um colectivo onde nesse particular suplantou os encarnados, e estes, através de rasgos individuais, criaram perigo e oportunidades suficientes para terem vencido o jogo. Tudo somado o empate acaba por ser salomónico para os dois conjuntos. Independentemente de todas as nuances ocorridas.

As lesões em três jogadores nucleares condicionaram toda a estratégia do conjunto de Jorge Jesus e a ter de fazer substituições que provavelmente não contava vir a fazer. Mas isso foram apenas incidências do próprio jogo e nas quais o Sporting passou ao lado. Sem que queiramos fazer disto um cavalo de batalha, o jogo, como afinal todos os derbies, teve vários erros de arbitragem. No último derby na Luz, como estamos todos recordados, houve um autêntico alarido público (imprensa incluída) durante semanas relativamente à arbitragem de João Capela que foi acusado de ter influenciado o resultado final. Até se juntaram ao coro de indignados os mensageiros daquele clube que nunca foi e jamais será favorecido pelas arbitragens.

Compreendemos que quando o clube interveniente se sente prejudicado deve manifestar-se. Mas quem viu o derby de ontem não pode em consciência escamotear que a equipa de arbitragem teve influência no resultado, a despeito do Sporting ter jogado melhor como equipa em certos períodos e ter 'a seu favor todas as estatísticas excepto as das faltas'… Mas, quem olhou para a imprensa de hoje e leu a apreciação ao trabalho da arbitragem viu, com surpresa, que afinal, o único e grande erro de Hugo Miguel terá sido o facto de não ter expulso Maxi Pereira o que só não terá acontecido porque a sua preocupação foi a de favorecer o espectáculo… E, nessa linha de coerência, teve nota positiva quando a arbitragem sancionou o fora-de-jogo de que acabaria por resultar o golo leonino e perdou uma gravata de largos segundos de Maurício a Cardozo em plena área de rigor. Mas como se afectou o desfecho final?

Dirão os habituais branqueadores (obviamente consoante os clubes envolvidos) e os eternos defensores da confraria arbitral para justificarem as suas teses dualistas que no lance do golo, o fora-de-jogo foi milimétrico e que na jogada sobre Cardozo era complicado descortinar a ilegalidade cometida. Ou, como afirmou um ex-defesa leonino que fez o circuito dos três grandes que daqueles lances há dezenas e se o árbitro assinalasse todas as infracções haveria 20 penalties por jogo. Descodificando a sua linha de pensamento, afinal a arbitragem vê (pelo menos a maior parte) mas ignora para não estar sempre a marcar grandes penalidades…

É naturalmente uma forma redutora de abordar esta temática. Todos sabemos que em particular em lances de bola parada acontecem com frequência puxões, empurrões e agarrões entre os jogadores das duas equipas. Ah, e os bloqueios ofensivos como alertou Leonardo Jardim numa perfeita imitação do seu colega Vítor Pereira. A tal ponto que por vezes o árbitro tem que intervir para lhe pôr cobro. O que significa que os observa e logo deveriam ser assinalados. Abstraindo de quem sejam os jogadores ou clube afectados. Porque perfilhando a teoria do ex-jogador e continuando a ignorar as maiores evidências (como a de ontem) dentro da grande e pequena área, isso implica um incentivo por omissão aos jogadores (sobretudo os que estão a defender) a continuarem a praticar ilegalidades cada vez mais. E a adulterar a verdade dos jogos. Está pois na altura de a arbitragem olhar para esta questão de uma forma mais rigorosa. Doa a quem doer.

Puxamos isto à colação para sublinhar a dualidade de abordagem das questões de arbitragem, sobretudo da imprensa tida como independente que não ignora nem pode ignorar a influência que exerce na grande legião de adeptos dos clubes. E já agora também um pouco de clarividência. Maxi Pereira sempre teve o mesmo estilo de jogar – impetuoso mas sem revelar maldade. E por isso desde muito cedo ficou marcado pelos adeptos dos clubes rivais e por alguns árbitros. Neste momento, por razões compreensíveis, parece apresentar um défice de condição física que o leva, por vezes a chegar atrasado a determinados lances e a cometer faltas dando origem a lances espalhafatosos. Como o de ontem. Mas Maxi, apesar do aparato da queda do jogador leonino, acertou primeiro na bola o que revela a sua intenção. Esta é uma diferença importante e que terá justificado apenas o cartão amarelo. Embora, como sempre, prevaleça a apreciação do árbitro.


aqui:
http://www.anti-benfica.com/artigos-opiniao/artigosopiniao-artigo.php?id=327