terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Para os cegos e trafulhas azuis/verdes

  o grunho azul alguidar deve ser ca um trafulha na UEFA é ninguém investiga


 
   Então .... ISTO  não e penalty ! meu grunho!  cala-te,  xulo  azul
 



Mostrem isto ao.....


       iluminado Sr.  Guilherme Aguiar!


A grande penalidade existe porque João Dias agarrou Gaitan.
Jorge Coroado (ex-árbitro)

João Dias, na área, agarra e puxa, pela camisola, o braço esquerdo de Gaitán, impedindo-o desta forma de disputar a bola. Infracção passível de grande penalidade e de cartão amarelo.
Pedro Henriques (ex-árbitro)

Só no limite é que João Dias agarrou e puxou Gaitán, derrubando-o e impedindo-o de prosseguir a jogada. Bem assinalada a grande penalidade.
José Leirós (ex-árbitro)

O triunfo acabou por surgir no último minuto dos cinco minutos (bem dados) de tempo extra e através de um penalty bem assinalado.
António Magalhães (Director Adjunto do Record)

Árbitro ajuiza bem a decisão mais difícil do encontro, ao assinalar grande penalidade de João Dias sobre Gaitán, num puxão dentro da grande área.
João Rui Rodrigues (jornalista do Record)

Boa decisão ao marcar penalty no último minuto.
Hugo Vasconcelos (jornalista de A Bola)

Estava-se já bem dentro do periodo de descontos quando o árbitro Nuno Almeida decidiu que o lance entre João Dias e Gaitán era merecedor de castigo máximo. E era.
Rogério Azevedo (jornalista de A Bola)



De: João Gonçalves


ou só quando trás papeis em nome dos acima citados valem..


por karlos





Benfica-Académica (1-0)

Por António Barreto
              

Ganhámos quando já desesperávamos, graças a uma grande-penalidade indiscutível, superiormente executada por Lima, que o árbitro da partida teve a coragem de assinalar. Estejamos atentos ao trajeto profissional deste árbitro, Nuno Almeida de seu nome.
Só faltou ao Treinador da Académica trazer aplicar um taipal na sua baliza! Este futebol tem que ser banido da primeira liga, visto que nega o direito do público ao espetáculo para o qual pagou bilhete, impedindo, simultaneamente, o crescimento competitivo do futebol nacional. Claro que Pedro Emanuel tratou, não de defender os interesses da Académica, mas os do seu verdadeiro clube; o mostrengo. Não tenho a menor dúvida de que o empate neste jogo teria rendido choruda maquia aos academistas. Daí o desespero.
A equipa da Académica jogou com as linhas muito próximas, em bloco curto, recuadas no terreno – até aos 40 metros -, marcando em cima, bloqueando as alas com vários elementos – dois a três -, esperando numa transição rápida ser bafejada pela sorte. Com grande frescura física, entregou as despesas do jogo ao Benfica, abdicando totalmente dele. Pudera, antes de entrar em campo já tinha um ponto!
A equipa do Benfica, desfalcada cirúrgicamente de Matic e Cardozo, assumiu o jogo, empastelando-o, sem velocidade, sem dinâmica, sem sincronismo. É certo que Jesus negou défice físico, mas ele esteve lá! Por isso houve menos desequilíbrios, houve vários passes e cruzamentos falhados, ganhávamos poucos ressaltos, deixávamo-nos antecipar. Por isso alguns jogadores se agarravam demasiado à bola, sintoma típico da falta de força.
Apesar disso, surgiram algumas oportunidades. Ola John teve o golo nos pés, quis preparar o remate mas acertou no poste! Naquela zona, o remate deve ser espontâneo, caso contrário há vantagem para os defesas. O lance da grande-penalidade surgiu num movimento improvável em que Artur, numa excelente iniciativa, com a equipa adversária toda metida na sua área, sobe no terreno colocando nela a bola, que Kardec penteou para a zona frontal onde apareceu Gaitan, impedido de fuzilar pelo derrube do defesa contrário. Lima não perdoou, marcando a preceito e festejando com merecida euforia.
O Árbitro esteve bem exceto ao não assinalar falta por mão na bola de um defesa da Académica aos 48 minutos.
O Benfica venceu mais um obstáculo, cirúrgicamente planeado pela “exemplar estrutura” para perder pontos, à semelhança do que aconteceu com o Braga, Académica e Porto. Estão a esgotar-se-lhe os argumentos enquanto o pinto esbraceja e esperneia na teia que ele próprio teceu.
AB


aqui: http://www.anti-benfica.com/__blog_artigo_magno.php?id=6126




Pode parecer aleatório mas não é; haja uma decisão do «Tribunal» que indique um erro de arbitragem a favor do Benfica – o que não é difícil quando lá constam pessoas como Jorge Coroado – a capa faz-se com o veredicto. Desta feita não houve qualquer menção, e porquê? Porque o veredicto foi unânime e o painel composto pelos três ex-árbitros admitiu sem tibiezas que houve penálti sobre Gaitán. Controlinveste sempre prestável…



aqui: http://www.anti-benfica.com/__blog_artigo.php?id=6159







Considerações marginais...                             
                                       


de Fevereiro de 2013
                                        
                 
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          Tal como se tinha perspectivado, o Benfica teve ontem à noite vida difícil contra a Académica e esteve iminente a perda de dois pontos. Desta vez, apesar de uma arbitragem que não esteve de modo nenhum isenta de erros sobretudo uma grande penalidade aos 48m que, a ser assinalada e concretizada, poderia abrir o cofre-forte dos estudantes, também pactuou com o manifesto anti-jogo dos academistas. Aparte esses pecados (em particular o penalty), não foi por aí que o Benfica esteve prestes a claudicar, mas por um conjunto alargado de razões que importa sublinhar e reter para que numa previsível próxima situação, a equipa possa reagir de conformidade e com maior assertividade.

Foi deveras interessante de ler e ouvir a pluralidade de opiniões dos opinadores encartados que, como não podia deixar de ser, teceram rasgados elogios à táctica do autocarro que fez furor no passado sempre que uma equipa portuguesa ou a própria Selecção defrontavam uma sua congénere estrangeira. Para quem tenha saudades, sugerimos que reveja o Inglaterra-Portugal disputado em Wembley no já longínquo 20 de Novembro de 1974 e atente se nesse jogo não consegue encontrar enormes semelhanças com a actuação da Académica ontem no jogo da Luz. Provavelmente Pedro Emanuel ter-se-á inspirado nessa actuação old style e congeminado uma táctica a preceito, porque para a história ficará sempre que o Benfica alcançou a vitória no penúltimo minuto e através de uma grande penalidade.

A ter sucedido o empate hoje seria dia de lermos crónicas com, por exemplo, o sugestivo título «Académica: Empate justificado pela forma como soube defender-se». Isso, seja qual for o ponto de vista porque se aborde a questão, é prestar um mau serviço ao futebol e incentivar doravante futuras práticas ultra-defensivas pois as estruturas e os treinadores sentir-se-ão motivados para as adoptar dado que essa sua opção será justificada, entendida e desculpada à posteriori por uma boa parte dos cronistas e comentadores desportivos. Até porque, para além das opções clubistas mal disfarçadas, existe sempre a tendência de acudirmos pelos mais fracos...

É inquestionável que o arsenal de armas à disposição das várias equipas é substancialmente diferente. Não são nem podem ser comparáveis os orçamentos e os plantéis do FC Porto e do Benfica com os das outras equipas, em particular com as da segunda metade da tabela (com excepção do Sporting de início de época). Como já temos defendido, os plantéis não ganham por si só campeonatos embora se saiba que ajuda muito... Agora alguns responsáveis servirem-se disso para justificarem insucessos não colhe, pois se essa realidade fosse imperativa, jamais o Benfica e o FC Porto teriam vencido 2 Taças/Ligas dos Campeões e o Sporting uma Taça das Taças.

Era e é o caso da Académica. E a prova que assim é foram as 3 vitórias obtidas na Luz nas últimas 6 temporadas. E já nesta época, nos anteriores 3 jogos disputados com os encarnados. Logo, não se percebe a mudança de agulha do seu treinador. Qualquer adepto de futebol sabe que pelo menos 95% das equipas quando defrontam um dos chamados grandes em sua casa tomam precauções defensivas que serão, porventura, as mais adequadas às circunstâncias. Mas, sempre na expectativa de a qualquer momento, poderem desenvolver contra-ataques conduzidos normalmente por jogadores rápidos. Compreende-se que assim seja e foi isso que a Académica fez ou tentou fazer nos jogos anteriores em que marcou nada mais nada menos do que 5 golos. Nada mau!

O que não se percebeu no jogo de ontem foi o completo alheamento pela baliza do Benfica em que os alas e até o único avançado funcionaram durante 95 minutos como defesas a tempo inteiro nunca abandonando essa disposição ultra-defensiva. E isso não se deveu desde logo à pressão dos jogadores encarnados, mas tão somente a uma opção dogmática do seu treinador que julgou ser essa a forma mais adequada para manter a inviolabilidade da sua baliza. Foi uma decisão legítima mas sem dúvida um crime lesa-futebol. A Académica já tem feito e é capaz de muito mais pelo que, mesmo que nos nos esforcemos não conseguimos entender a escolha de Pedro Emanuel, que bem podia ter evitado a ridícula comparação com o Man. United em Madrid...

Não estamos a insistir neste ponto para sublinhar apenas as dificuldades encontradas pelo Benfica para concretizar a sua superioridade. Porque não foi pelos estudantes terem utilizado a táctica já abandonada do múltiplo ferrolho que impediu que o Benfica tivesse várias e flagrantes oportunidades. Se por exemplo Rodrigo, Lima, Ola John e Melgarejo (para só falar destes) tivessem concretizado as soberanas chances que tiveram à sua mercê, com toda a certeza os comentários seriam completamente o inverso e neste momento estaria a ser dito e escrito que nem a táctica ultra-defensiva da Académica os tinha salvo do desastre. O que prova que essa táctica só resultou devido a um conjunto de factores, desde alguma sorte à inépcia dos jogadores encarnados, o anti-jogo e natural mérito dos estudantes, do perdão de uma grande penalidade no início da segunda parte ao nervosismo encarnado que se instalou, etc, etc. Mas, seja como for, o jogo de ontem deve constituir um alerta para a estrutura encarnada, atendendo a que vai haver por certo repetições...




aqui:
http://www.anti-benfica.com/artigos-opiniao/artigosopiniao-artigo.php?id=112



Porque o meu tempo de respeitar quem me falta ao respeito acabou. Eu não nasci para ser santo.

FORÇAAAAAAAAAAAAAAA BENFICAAAAAAAAAAAAAAAAA

 Contra tudo e contra todos       

BENFICASEMPREEEEEEEEEEEEEE.

Por k




sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

O Glorioso S.L.BENFICA no Mundo



Benfica sempre mesmo debaixo de neve ...





fabulosas imagens ....


15-02-2013 11:06

Presença decisiva na Alemanha

Adeptos no BayArena: O nosso muito obrigado! (com vídeo)


O nosso jogo ontem em Leverkusen foi especial. Especial pela vitória, mas sobretudo pela tremenda manifestação de benfiquismo vivida nas bancadas de um estádio muitas vezes rendido aos cânticos dos nossos sócios e adeptos.



Aos que viajaram de Lisboa e aos milhares de emigrantes que viajaram de diversas partes da Europa para apoiar - com sacrifício pessoal e em condições climatéricas extremamente difíceis - a nossa equipa, o nosso muito obrigado! Obrigado pela forma como incentivaram e “empurraram” a equipa durante todo o jogo. Foi uma manifestação verdadeiramente tocante só possível num Clube com a grandeza e a dimensão humana do nosso.



Quem tem a força dos sócios e adeptos que ontem estiveram presentes em Leverkusen só pode ficar orgulhoso e optimista em relação ao futuro. Tudo vamos fazer para compensar o vosso esforço e a vossa dedicação ao Clube! Próxima etapa: domingo no nosso Estádio. Não faltes, a tua presença é fundamental.



Fotos: Gualter Fatia / SL Benfica


no youtube
aqui:
http://www.youtube.com/watch?v=yKt0f7LWzqE&feature=player_embedded#!


por karlos

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

AS MAFIAS E O POLVO DOS ANDROIDES



o polvo no futebol luso





esta foi gamada ao benficapower.wordpress.com.. sorry ok...




Mais uma vez a mafia do apito atacou o Benfica ...



Salvio:


«Queres trocar a camisola?»





extremo furioso com tanta falta de marçal com o branqueamento do arbitro e assistente...









Queixas contra Proença duram há nove anos


Águias têm longo historial com o juiz




DOIS PESOS E DUAS MEDIDAS






qual e diferença entre uma jogada [matic grunho] e esta foto tirada no ladrão a mão do escuro esta onde sim esta onde , só q este profissional não se atirou pro chão a gritar como um javardo na choupana , vergonha . vergonhaaaaaaa, vergonhaaaa






O ESTADIO DO POVO









MAIS UM LUXO ...




Liga Zon Sagres 2012/13 - 10ª Jornada

Estádio da Madeira, 10 de Fevereiro - 18h00


Árbitro Principal: Pedro Proença - AF Lisboa

Árbitros auxiliares: André Campos e Paulo Soares


Benfica (Titulares): Artur Moraes, Maxi Pereira (Kardec 90+2m), Luisão(cap), Garay, Luisinho, Matic, Enzo Pérez, Salvio, Urreta (Cardozo 61m), Rodrigo (Gaitán 46m) e Lima

Benfica (Suplentes): Paulo Lopes, Jardel, Melgarejo, André Almeida, Gaitán, Kardec e Cardozo


Cartões Amarelos: 0 Cartões Vermelhos: 2: Cardozo 89m e Matic 90+6m


Resultado Final: 2-2; 1-0 Diego Barcellos 6m; 1-1 Mexer 16 (p.b.); 1-2 Urreta 37m e 2-2 Mateus 53m


Benfica de regresso à Choupana na procura de voltar à liderança enquando esperava pelo desfecho do FC Porto-Olhanense. Por via de alguns condimentos que passavam pela nomeação de Pedro Proença, defrontar um emblema e jogadores da órbita portista, e ainda no banco adversário se sentar o rivalde Jorge Jesus, Manuel Machado, esperava-se que os pupilos de Jorge Jesus se exibissem em bom plano para evitar alguma aleatoriedade que por norma surge nestas circunstâncias.


Com Urreta titular por via do impedimento de Ola John, lesionado, ainda Luisinho que rendia na lateral esquerda o também lesionado Melgarejo, por último com Cardozo vindo de recuperação no banco cedendo o lugar a Rodrigo que fez dupla com Lima na frente, a equipa de Jorge Jesus viria entrar no entanto algo apática.


E assim seria que num início com mais Nacional, numa desatenção da defesa encarnada Diego Barcellos logo ao minuto 2 levaria perigo à baliza encarnada, depois de uma hesitação entre Luisinho e Artur, com o jogador insular a conseguir o cabeceamento e a levar a bola a passar muito perto do poste. De calafrio em calafrio, novamente muito perigo logo de seguida ao minuto 5, quando depois de uma jogada de Candeias na esquerda, o cruzamento chegava a Keita que sozinho ao segundo poste por pouco não faz o golo inaugural.


Depois de duas ameaças do Nacional com o Benfica a ver jogar, surgiria o golo expectável dos madeirenses; trocas de bolas sucessivas com o esférico a variar da direita para o meio, Luisão a pedir fora-de-jogo a Claudemir que aproveitara as costas de Luisinho para surgir sozinho na área, e a assistência fatal para Diego Barcellos que se limitava a encostar para uma baliza deserta.


Natural festa dos insulares e golo que era justificado tamanha era a supeioridade do Nacional ante uma equipa do Benfica pouco menos que irreconhecível. Aos 7’ e na sequência de uma falta sobre Rodrigo na lateral, Enzo cruzava e Rodrigo cabeceava ao lado naquela que era a primeira tentativa tímida dos encarnados, e os 10 minutos chegavam com o Benfica a evidenciar muitas dificuldades e a ter de correr atrás do prejuízo.


No entanto, com os encarnados a tentarem ainda assentar o seu jogo, o empate cairia do céu numa altura preciosa. Decorrido que estava o minuto 16, incursão de Luisinho pela esquerda e cruzamento chegado à baliza, Mexer na tentativa de interceptar acabava por desviar para a sua própria baliza perante a proximidade de Lima. O empate reestabelecido e também o Nacional a evidenciar problemas defensivos e erros de comunicação na sua defesa.


Crescia naturalmente o Benfica, empurrado pelo golo, e aos 17’ sucedia-se uma perdida incrível dos encarnados, quando depois de Lima ganhar espaço junto à baliza do Nacional desviava a bola de Gottardi e levava-a a embater no poste, e depois Marçal impedia que Matic chegasse a tempo de fazer o golo. Jogo vivo com mais Benfica nesta fase e com o Nacional a tentar sair em contra-ataque, e os primeiros 20 minutos chegavam com os encarnados já donos e senhores da partida e bem mais perto do seu real valor.


O Nacional no entanto demonstrava estar vivo e disposto a discutir o jogo, respondendo de seguida com minutos de algum fulgor. Aos 24’, na sequência de nova bola nas costas de Luisinho, a defesa encarnada cede canto do qual não resultaria qualquer perigo, e aos 26’, depois de uma bela jogada com Candeias do lado esquerdo em evidência, valia Garay a resolver o cruzamento. Ainda aos 27’, depois de uma falta sobre Jota, do livre perigoso contra o Benfica valia novamente Garay a resolver.


Respondia novamente o Benfica aos 28’, com uma bomba da autoria de Rodrigo que Gottardi defendia de forma apertada complementada por um desvio de Miguel Rodrigues pela linha final, e a primeira aparição de Pedro Proença e sua equipa no encontro surgia na sequência do canto; braço na bola nítido na grande área dos insulares mas nem o árbitro nem o seu assistente davam indicação para a respectiva grande penalidade.


Prosseguia o despautério, aos 32’ ficava no bolso um amarelo justificável após uma falta sobre Urreta, e no outro lado do campo o Nacional ia tentando chegar até à baliza de Artur por via de algumas bolas paradas, como aquela aos 33’ em que Revson aproveita um livre lateral para atirar directo à baliza e obrigar Artur defesa atenta. Urreta ia estando em bom plano desequilibrando na esquerda e com diagonais sempre objectivas como aquela aos 35’ da qual acabava por conquistar uma falta perigosa para a sua equipa, e o prémio do uruguaio chegaria na marcação do dito livre; junto à meia lua da grande área, Urreta encarregava-se da marcação e mostrando como se faz, assinalava um golo de levantar o estádio, que contava ainda com uma comemoração a preceito com muitos atletas.


Mais tranquilos agora, sob a batuta de Matic, o Benfica ia estando bem na partida e controlava as operações a seu bel-prazer, e aos 38’ seguia-se nova falta grosseira de Marçal sobre Salvio, com Pedro Proença desta feita a mostrar amarelo. Com algum suspense, direito a compasso de espera, e a muito custo...


Insatisfeito com o decurso do jogo, Manuel Machado mexia e aos 39’ Jota saía para dar o lugar a Mateus, e com o jogo de feição por estar no comando das operações, o Benfica ganhava novo canto numa das muitas vezes que Lima descaía para uma das laterais, desta feita aos 40’ e com a oposição de Miguel Rodrigues. Do mesmo nada resultaria, e sem soluções por parte da equipa da casa, aos 41’ novo livre lateral do qual o Nacional tentava bombear mais uma bola para a área benfiquista, ainda que sem sucesso e resolvida pela defesa encarnada.


A primeira parte não terminaria sem um lance de muito perigo junto à baliza de Artur Moraes. Numa bola perdida por Garay aos 44’, Mateus em fora-de-jogo ao segundo poste cabeceava para golo mas valia Maxi Pereira a desviar pela linha de fundo.


O «melhor árbitro do mundo» apitava para o intervalo e o marcador reflectia um resultado justo, ainda que a margem mínima obrigasse o Benfica a entrar forte na procura de chegar rapidamente ao 3-1, de forma a evitar a habitual fonte de surpresas dos jogos dirigidos por Pedro Proença, onde espreitam sempre perigos inesperados.


Jorge Jesus fazia entrar Gaitán para o lugar de Rodrigo, atleta que havia sido alvo de constantes rectificações no decurso da primeira parte, e Manuel Machado por seu turno predispunha o Nacional com direito a marcação individual a Matic. Mas a batuta pertencia agora a... Gaitán, e assistia-se a um bom arranque do Benfica.


Logo aos 47’, Urreta, isolado por Gaitán, tentava assistir Lima já na cara de Gottardi e levava a bola a sair muito longa sem que o brasileiro pudesse emendar, perdendo-se assim uma excelente oportunidade de golo para decidir o jogo. Ainda com Urreta em evidência, aos 49’ de novo o uruguaio muito bem a romper a defesa dos insulares, a fazer a bola chegar a Salvio ao segundo poste, e este a assistir Enzo que de boa posição mas com o pior pé, rematava desviado. Nova boa oportunidade desperdiçada.


Benfica acercava-se da área do Nacional e controlava as operações, mas quando se adivinhava o golo dos encarnados... chegaria o empate do Nacional. Contra-ataque dos insulares aos 54’, cruzamento da direita com Keita ainda a falhar o primeiro remate, mas a bola a chegar a Mateus que ao segundo poste rematava por baixo do corpo de um Artur em desequilíbrio, deixando-o mal na fotografia, e devolvendo a igualdade ao marcador.


Acusava naturalmente o golo o Benfica que tentava responder logo de imediato mas sem sentido colectivo e apenas por intermédio de acções individuais. Como aquela aos 54’, em que Gaitán rompia pelo meio e ganhava nova falta em zona frontal, lance que valia a admoestação de Miguel Rodrigues. Chamado à conversão, Garay atirava forte mas ao lado do poste esquerdo da baliza de Gottardi.


Pedro Proença lá desencantava mais um livre lateral nas imediações da área encarnada aos 56’, do qual na insistência o remate de Diego Barcellos acabava por sair muito ao lado da baliza de Artur, e notava-se nesta fase do jogo que o Benfica ia estando exposto aos contra-ataques do adversário. Com bolas perdidas e ainda com algumas aberrações de Proença, como aquela que derivava de uma falta sobre Luisão por assinalar, as jogadas junto à grande área encarnada iam-se sucedendo.


Com o Nacional melhor na partida, aos 57’ e depois de novo cruzamento de Candeias da direita, surgia novamente algum perigo junto à baliza de Artur. Ainda assim Manuel Machado mexia novamente aos 61’, fazendo Miguel Rodrigues sair para dar o lugar a Ali Ghazal, enquanto que do lado encarnado era Urreta quem saía para a entrada de Cardozo.


Prosseguia o Nacional na procura do golo, aproveitando o espaço concedido e as bolas perdidas pelo adversário para lançar alguns contra-ataques como aquele aos 62’ do qual Artur apesar do esforço cedia canto, e o Benfica apenas responderia aos 65’, ainda que da incursão de Maxi e do canto respectivo nada resultasse mais uma vez.


Tentava carregar o Benfica, não autorizava Pedro Proença com sistemáticas interrupções, quebrando ritmo e não autorizando a marcação rápida de um livre aos encarnados. Com a defesa insular já organizada, Gaitán cruzava mais uma vez para novo alívio dos insulares.


Ia previlegiando a ala direita o Benfica, aos 69’ Maxi descia pelo flanco e do lance resultaria novo canto, desta feita do lado oposto, e ainda antes da marcação operava-se a última substituição do Nacional decorrido que estava o minuto 70; Revson saía e cedia o lugar a João Aurélio. Da marcação do canto, Luisão levava o perigo à área dos insulares, quase fazendo a bola chegar a Gaitán que ficava a centímetros de encostar.


Ameaçava o Benfica mas faltava clarividência, e aos 73’ Gaitán descobria o recém-entrado Cardozo para em esforço rematar para nova defesa decisiva de Gottardi, que ameaçava já nesta altura ser o homem do jogo. Com muito coração mas com pouca cabeça o Benfica ia falhando passes e perdia por isso alguma profundidade, e sem grandes soluções aos 77’ era Matic quem tentava uma bola nas costas da defesa do Nacional, do qual resultaria novo canto a favorecer os encarnados.


Aos 78’ era Lima quem descobria espaço no meio e rematava fortíssimo mas ao lado do poste esquerdo da baliza de Gottardi, e com a ansiedade cada vez mais a apoderar-se dos jogadores do Benfica de novo canto a favorecer os encarnados aos 80’ nada resultava à primeira, mas na insistência Luisão permitia a Cardozo alvejar a baliza do Nacional, mas para nova boa defesa de Gottardi.


Faltava mais Salvio na direita, cujos cruzamentos nem sempre iam estando bem direccionados, e respondia o Nacional depois de mais uma bola perdida, designadamente aos 83’, lance culminado com um remate de longe que Artur encaixava sem grande dificuldade. De novo o Benfica na procura de golo, a beneficiar de novo canto na esquerda aos 84’ depois de esforço de Matic, e novamente de insistência tentava alvejar a baliza adversária, levando o remate a embater num adversário e a sair pela linha lateral. Pedro Proença no entanto não via e depois de marcado o respectivo pontapé de baliza, aos 85’ de novo o Benfica na procura do terceiro golo, desta vez com Lima na direita a cruzar tenso sem que ninguém chegasse para a emenda.


Com cada vez mais ansiedade, pedia-se penálti sobre Gaitán quando o argentino nas alturas acaba por ser abalroado por um jogador adversário, e acentuava-se o domínio do Benfica. Aos 87’, de novo Gottardi a revelar-se decisivo quando Cardozo assiste Salvio que remata para grande defesa do guarda-redes da equipa anfitriã.


Aos 89’ estalava o verniz, com o jogo parado Cardozo ao tentar reaver não aceitava de ânimo leve o anti-jogo do jogador insular e depois de o pontapear e de algum espalhafato do seu adversário acabava mesmo por ser expulso. Vermelho directo para Cardozo, segundo amarelo para o seu adversário, e ambas as equipas reduzidas a 10. Visivelmente irritado, Cardozo ainda agarrava Pedro Proença e instalava-se a confusão, e reatado o jogo, na marcação do canto Lima via João Aurélio tirar-lhe o pão da boca in extremis, ao qual se seguia o anti-jogo de Gottardi, que trazia ainda mais nervos à recta final da partida.


Com cinco minutos de tempo de compensação mas com mais coração do que cabeça o Nacional conseguiria manter o perigo longe da sua baliza, e ainda antes de o jogo terminar e depois de nova troca de Kardec por Maxi Pereira, nova invencionice da equipa de Pedro Proença; lance dividido entre Matic e Candeias, encenação de Candeias e o mesmo assistente que não vira a grande penalidade na primeira parte a descortinar agressão do sérvio. Vermelho directo e uma recta final em beleza...


Pedro Proença apitaria de seguida para o final do jogo e confirmava a perda de dois pontos por parte dos encarnados, que viam ainda Cardozo e Matic fora do(s) próximo(s) confronto(s), expectável sendo que o Benfica, contrariamente ao SC Braga, não verá o CD rectificar a decisão incorrecta da equipa de arbitragem.


Na flash interview, Urreta defendia que o Benfica tem sempre de ganhar em todos os campos, mas que todos sabem que ainda estão muitos pontos em disputa e os jogadores têm de estar tranquilos. O uruguaio, que assinou uma boa exibição, defendia ainda que já sabiam que ia ser difícil.


Manuel Machado, visivelmente satisfeito por ter conseguido uma vingançazinha pessoal, apresentava-se invulgarmente ofegante e contrariando o seu habitual discurso monocórdico defendia que este era o elã necessário que a sua equipa precisava, e Jorge Jesus por seu turno dizia que esperavam um jogo intenso, difícil, e que depois de terem entrado a perder conseguiram o mais difícil que era inverter o resultado. Defendia no entanto o técnico encarnado que no melhor período sofreram o 2-2 depois passou a jogar-se contra o tempo, tendo ainda algumas oportunidades não concretizadas. Comentário ainda ao reflexo das expulsões, defendeu que fruto das mesmas os 5/6 minutos finais não revelaram poder ofensivo da sua equipa, e quanto a eventuais repecussões deste empate disse não vir a afectar no futuro. O técnico subscreveria ainda que o título não se decidirá na penúltima jornada e quanto à actuação da equipa de arbitragem nem um comentário.


Comentário Final: Quer a estrutura quer os adeptos sabiam que face às envolventes que começaram a surgir de vários lados, que iria ser um jogo difícil e só um Benfica quase a roçar a perfeição poderia alimentar veleidades de sair da Choupana vitorioso. Até porque havia Pedro Proença...


Foi de facto um jogo complicado por que o Benfica entrou praticamente a perder. Desconcentrados, hesitantes, lentos e permeáveis, os encarnados deram todos os trunfos ao Nacional que nos primeiros 5 minutos já tinham construído 3 oportunidades. Reequilibrado o marcador ainda que com felicidade quando já se notava algum crescimento da equipa, os encarnados tiveram então um bom período e haveria de chegar ao desempate através de um livre superiormente marcado por Urreta e assim se chegou ao intervalo.


Esperava-se, como é evidente, que no recomeço o Benfica persistisse na procura do 3º golo que poderia matar o jogo de vez e que esteve por várias vezes para acontecer mas, como noutras ocasiões, foi o Nacional que chegou ao empate com Artur a não ter feito tudo o que estava ao seu alcance para o evitar.


A partir daí o jogo só teve um sentido com o Benfica a atacar e o Nacional a responder através de contra-ataques, com os encarnados com pouca cabeça e muito coração mas ainda assim a criarem várias oportunidades uns defendidas por Gottardi e outras desperdiçadas ao lado da baliza.


Finalmente, nos 5 minutos finais apareceu Pedro Proença que até aí só tinha dado umas pinceladas do seu incomensurável talento e então sim. Sem punir um braço na bola que daria penalty nem o anti-jogo (no final) dos jogadores do Nacional que acabaram por dar origem à expulsão (justa) de Cardozo, haveria de cumprir o pedido de várias famílias; Querem o Matic expulso? Então contem comigo.... Valeu na circunstância que Maxi Pereira se portou como um menino de coro, senão... bem chega de poluição...


Exibição global do Benfica uns furos abaixo daquilo de que é capaz, sendo que o empate resulta essencialmente de culpas próprias.


Garay na defesa, Matic no meio campo e Lima no ataque apesar de infeliz, foram quanto a nós os que se aproximaram mais do seu rendimento habitual...




Mais um tx de se lhe tirar o chapéu


aqui: http://www.anti-benfica.com/artigos-opiniao/artigosopiniao-artigo.php?id=102

obrigada Anti-Benfica.COM







forçaaaaaaaaaaaaaa Benficaaaaaaaaaa contra tudo e contra todossssss
















FALAR VERDADE ......









(TESTEMUNHOS (4) A MAFIA DA PALERMO PORTUGUESA (86)




Ao longo deste ano e meio de existência do blogue publicámos muitos testemunhos de todo o tipo de pessoase de todos os tipos de fontes. Foram tantos e tão díspares que deitam por terra toda e qualquer tentativa de branqueamento de tudo aquilo que toda a gente conhece e que esses testemunhos tão eloquentemente descrevem.






“Quem esquece o passado está condenado a repeti-lo”.








Hoje publicamos o nº 4.








Testemunho



De Jornalista para Jornalista. Bons Tempos…



E aquele clássico de 1991? Bons tempos esses do Guarda Abel em que as ameaças de morte ao Presidente João Santos quase passavam despercebidas...



E aquelas faixas de boas vindas, «Ides sofrer como cães», lembras-te? Talvez não, mas decerto recordas-te de Pinto da Costa ter dado ordem para impregnar os balneários do Benfica com aquele cheiro nauseabundo, o que obrigou os jogadores do Benfica a equiparem-se nos corredores e também o Eriksson a dar a palestra que tanto gostava por lá? Como Pinto da Costa disse ao Eriksson, «guerra é guerra».





Não achas que é um tanto ou quanto hipócrita os portistas andarem por aí a chamar incendiário a Luís Filipe Vieira? Nós cá achamos que sim, parece que se esquecem de episódios como os de anunciarem que o FC Porto não compareceria na final da Taça a ser disputada no Estádio Nacional (perdão no Estádio do Oeiras), exigindo que a mesma fosse disputada no Estádio das Antas... 





Por essa altura os portistas ainda foram multados pelo apedrejamento da camioneta do Sporting, depois no ano seguinte foi o acidente na bancada no Salgueiros – FC Porto, seguiram-se os incidentes com jornalistas nas Antas no FC Porto – Varzim, ainda a suspensão do jogador do FC Porto que agrediu o árbitro num jogo da UEFA, isso pouco antes dos incidentes de violência no FC Porto – Sporting em hóquei em patins.

Pouco depois foi a violência no FC Porto – Boavista, o corte de relações entre o FC Porto e o Sporting e o Boavista, e como os teus ex-colegas já andavam a falar demasiando deu-se a proibição da entrada de jornalistas do Record nas Antas. 





Belos tempos, e quando o avançado Cadorin do Portimonense revelou que D'Onofrio lhe prometera 500 contos e uma transferência para o FC Porto ou um clube da Itália ou da Suíça se Cadorin provocasse um penálti no início do jogo Portimonense-FC Porto? E como esquecer os incidentes de violência na Académica – FC Porto de 1986? Até nos esquecemos de te dizer, começamos a enunciar todos estes acontecimentos e ainda só sintetizamos muito resumidamente 4 belos anos da era Pinto da Costa...



Esperamos que não te importes.

Mas continuando, e quando o Carlos Pinhão de A Bola levou umas pinhas no final de Beira Mar - FC Porto por elementos ligados ao FC Porto? Aí era só aviar nos teus homólogos, pouco depois foi outro jornalista agredido por um jogador na carrinha oficial do FC Porto.



E recordas quando o dirigente do Belenenses foi agredido por elementos da comitiva do FC Porto? Não sabemos se merecia, lá isso é verdade... pela mesma medida levou o jornalista de A Bola em 1989, dessa feita não lhes chamavam stewards, eram apenas seguranças do FC Porto.

Isto assim de cabeça...



Não vale a pena alongarmo-nos mais, ainda nem chegámos a 1990, queres acreditar nisto? Curiosamente o líder lá de cima era o mesmo de agora. Compreendemos que possas estar de alguma forma confundido com a tal do denominador comum do comunicado do ano passado, eles são efectivamente bons a passar boatos, queres acreditar que ainda hoje temos o rótulo de Clube do Regime e muitos acreditam piamente que o Calabote nos beneficiou intencionalmente?





De facto achámos enternecedora aquela entrevista de Pinto da Costa à Revista ‘Mais Alentejo’, contámos por aqui 3 pacotes de lenços... Pinto da Costa agora quer fazer as pazes, é isso? Olha que deve ser por causa do clássico, convém começar a alinhar os réus no acaso de haver molho, assim só culpam o homólogo, não será? Também defendes uma reedição do que tívémos com Manuel Damásio, pondo de parte princípios? Parece que sim, ou isso ou estarmos calados, depois da algazarra de tantos papagaios azuis queres ver que o LFV enquanto Presidente do Benfica ainda vai pagar as favas?





Olha, sabes que mais, estamos capazes de prolongar isto mais uns minutinhos, a ver se contribuímos para separar as águas, é que colaborar com o Record deve baralhar, parece que somos todos facciosos e parecidos, não é? Pois bem, a ver se isto contribui para a terapia...





Aquele gajo do círculo do FC Porto, Lourenço Pinto, sabes quem é? Lembras-te quando ele era presidente do Conselho de Arbitragem e entrou no balneário do árbitro e ordenou que lhe fosse entregue um envelope com 2 mil contos? Que grande filme que foi! Nesse ano de 1990 ainda assistimos a incidentes de violência no Portimonense - FC Porto, aos dramas relativos às classificações dos árbitros e às insinuações de corrupção...



Nem o hóquei escapava, recordas os 2 jogadores do FC Porto que jogavam dopados? Lá pagou o massagista... Imagina o que seria o Laurentino Dias nessa altura... bem, na volta como anda a vetar o Ricardo Costa e a apoiar o Guilheme Aguiar se calhar até se coíbia de apoiar os amigos da Comissão AntiDopagem.




Ainda te lembras da violência no Farense - FC Porto? Se calhar não, e da condenação de 2 agentes da PSP a 7 anos por tráfico de droga, um deles, António Barbosa, conhecido por "Tomé mal", antigo elemento da segurança do FC Porto? 





Temos de dar razão ao André Villas-Boas numa coisa, caricato e ridículo foi aquele grupo liderado pelo João Pinto e Fernando Couto em perseguição ao árbitro José Pratas no FC Porto – Benfica, a contar para a decisão da Supertaça Cândido de Oliveira de 1992. 





E os black outs? Recordas-te da proibição da entrada de jornalistas nas Antas por essa altura? Aí não havia AACS, e se falassem muito ainda levavam por cima. Andavam todos embevecidos pelo humor pútrido da altura, recordas as declarações de Pinto da Costa a desvalorizar as agressões a jornalistas e a dizer que ia abrir um hospital? 





Ficávamos aqui o resto do dia, entre as agressões do Leixões – FC Porto, FC Porto - Desp. Chaves, Beira Mar - FC Porto, por essa altura só havia umas tímidas entrevistas de João Santos, a denunciar actividades ilícitas dos "Guarda-Costas" de Pinto da Costa e a comentar os processos de averiguações em curso, que nunca davam em nada, lá isso pouca coisa mudou entre 1992 e 2010, o Apito Dourado é apenas uma das provas vivas disso.









As Irmãs Salgado. AS MENTIRAS.



Maria José Morgado (MJM), a procuradora-adjunta, aludiu à importância de Carolina Salgado como testemunha no processo agora reaberto. Mas as recentes declarações de Ana Maria, mais do que tentar descredibilar Carolina, puseram em causa aprópria justiça e os métodos utilizados nas inquirições. As acusações (de Ana Salgado) GERARAM REVOLTA entre os investigadores e, acima de tudo, ENORME SUSPEITA. Ana Maria acusou elementos da equipa de MJM de instruírem CS cirúrgicamente. "A gravidade do depoimento, entre outras acusações, envolvendo, por exemplo, LFV, alegado "patrocinador" não só do livro, "Eu, Carolina", mas também da colaboração desta com as autoridades já motivou a reacção de MJM. Para além disso Ana S. acusou Leonor Pinhão de ter patrocinado a aproximação de CS a LFV, afirmando que um inspector da equipa de MJM tinha facultado provas para dar credibilidade ao livro e incriminar determianadas pessoas.



O DN sabe que a equipa de Maria José Morgado vai AVANÇAR COM PROCESSOS CRIME contra a irmã de Carolina.




E será por isso que as declarações de Ana Maria “no que as implicações processuais diz respeito, não deverão ter repercussões". 





"Entre os investigadores, os argumentos de Ana Maria estão longe de convencer. Até o "TIMING" escolhido para "repor a verdade" é considerado... SUSPEITO. Um dia antes, entregou uma série de obras de arte que havia guardado, a pedido de Carolina, a Pinto da Costa".





"MJM diz mais, "As pessoas que têm trabalhado comigo no processo Apito Dourado são pessoas de elite e não são de fácil intimidação". “Vou apresentar queixa por difamação, denúncia caluniosa e falsas declarações”. Diz que tem mais de 30 anos de magistratura e nunca assistiu à practica de quaisquer métodos de investigações ilícitos por parte dos magistrados quer das forças policiais.



“São manobras de intimidação que não irão afectar o trabalho que está a ser feito no combate à corrupção no futebol. São uma manobra de um tal D. Corleone que se revela desesperado”, Carolina Salgado.





Já o advogado de PC, Gil dos Santos, (o verdadeiro mentor das falsas declarações e Ana Maria) diz que as declarações pecam por tardias e devem ser juntas ao processo.



De acordo com Carolina, a irmã Ana encontrou-se com Gil dos Santos, o advogado de PC, a 19 de Junho.



Noutro jornal:





"O depoimento da irmã de CS - que só agora se lembrou (porque será?) de falar - é uma óbvia tentativa de DESACREDITAR o processo e toda a equipa dirigida por MJM. Neste caso aconteceu o que alguns dos principais arguidos julgavam já não ser possível: o MP acusou. Todos os episódios que ficaram para trás, desde o execrável processo de afastamento da equipa da PJ do Porto que fez a investigação à forma como o procurador de Gondomar foi pressionado são hoje uma inestimável MARCA DO ALARME que este caso causou. Tanto no MUNDO DO FUTEBOL COMO DA POLÍTICA.



A própria desacreditação de Carolina Salgado com a ESTIGMATIZAÇÂO do seu passado profissional mais não foi do que uma ESTRATÉGIA TORPE.



A questão é que o regime de intocabilidade de alguns acabou e só isso chega para se sentirem um pouco menos seguros. Por isso, daqui até à instrução dos processos muitos depoimentos instantâneos hão-de aparecer".





Carolina Salgado afirma:





“Foi mais uma das muitas tentivas para me descredibilizar. Em local próprio falarei sobre o chorrilho de mentiras que a minha irmã disse. Ela terá de provar o que disse porque será alvo de processo. ALGUÉM ANDA MUITO DESESPERADO E LHE PEDIU PARA DIZER AQUILO".





Joaquim Salgado, PAI de Ana Maria e Carolina Salgado, está convito que alguém pagou à filha para que desmentisse Carolina:





“Já lhe perdoei quando bateu na mãe e roubou a irmã. A Ana Maria é uma traidora”. "Eles não tinham dinheiro e, de repente,começam a fazer uma vida de luxo. Será que lhes saiu o Euromilhões? Será que César, marido de Ana Maria, é um futebolista de renome? De onde apareceu o dinheiro?".
E afirma, "A ganância da minha filha (Ana Maria) é tão grande que é capaz de vender as filhas".





E o pai diz mais, "Estou apenas do lado da verdade. Sinto uma profunda mágoa e tristeza por ter uma filha, Ana Maria, que se permite aos mais terríveis papéis". “Ela, Ana Maria, mente compulsivamente. Se não é um problema de saúde é um problema de carácter". Segundo o empresário as acusações feitas pela irmã de CS são uma vingança.



“Estou muito preocupado com o seu estado de saúde. Ela já esteve internada com problemas mentais. Tenho medo que estekja a ser explorada e a ser manipulada para colocar em causa a credibilidade da Carolina. Podem estarse a proveitar do problema dela. Por isso é urgente que as autoridades a localizassem”. 




"A minha mulher contou-me que o César (marido de Ana Maria) disse à Carolina que se se juntassem ao velho (PC) eram 500 mil euros".



(N.R. Meio milhão de euros de "gratificação" para mentirem à justiça! 
Então quem mente e quem compra as pessoas para mentir?)







Doping do Semedo



Recuamos no tempo até à temporada de 94/95, e vamos até ao estádio das Antas onde proliferava naquele tempo como nos tempos que correm um autêntico laboratório de receitas obscuras, que procuravam aumentar a capacidade física de um atleta de alta competição, até aos obscuros esquemas de troca de urina de juniores/juvenis vulgarmente escondidas em gabardines que visavam sobretudo cobrir um jogador até aos pés que continham o maravilhoso líquido que seria entregue para o controle anti-doping e que limparia o jogador escolhido. As artimanhas eram conhecidas nas esferas da alta competição e médicos do laboratório de anti-dopagem limitavam-se a assobiar para o lado e a fazer de conta que nada viam.






O caso que recordamos é antigo e leva-nos a falar de um jogador que deu tudo à causa do FC Porto, António Orlando Vinha Rocha Semedo, tinha à data cerca de 30 anos de idade quando foi um dos escolhidos juntamente com Emerson Moisés Costa para o dito controle anti-doping a táctica utilizada estava mais que gasta e caia em descrédito pelo que a solução encontrada foi trocar a urina dos 2 atletas, até porque Emerson recentemente contratado ao Belenenses e num excelente momento de forma e que poderia render ao clube alguns milhões não poderia de forma alguma ser suspenso, perdendo assim o FC Porto o seu melhor homem do meio-campo e perdendo milhões com uma eventual suspensão do atleta.






Resultado de toda a situação, as culpas recaíram sobre Semedo que acusou positivo no teste de doping sendo assim suspenso pelo período de 1 ano de jogar.



Nada anormal em toda esta situação afinal Semedo era já um jogador em final de carreira e com uma lesão gravíssima que o levaria a estar parado por um longo tempo, o elevado prémio financeiro que posteriormente viria a receber para arcar com as culpas assim jogadores e clube teriam assim a sua recompensa. Afinal de contas o plano era perfeito pois Semedo estava a contas com uma lesão gravíssima.






Semedo saiu posteriormente para o Salgueiros clube que representou ainda durante 3 anos e Emerson transferiu-se para o Middlesbrough a troco de alguns milhões de Euros, na 1ª época foi o titular da equipa, mas aos poucos a amarelinha foi-se esfumando e aquele que parecia um jogador de topo começou a transformar-se num jogador banal, tendo no ano seguinte sido transferido para o humilde Tenerife de Espanha onde ficou por 3 épocas, indo depois parar ao Deportivo onde jogou durante 2 anos indo depois para o At. de Madrid de onde foi dispensado no ano seguinte com guia de marcha para o Rangers onde fez apenas 2 jogos para a meio do ano seguir para o Vasco da Gama onde não fez um único jogo, acabou posteriormente por acabar a carreira no modesto Madureira do Rio de Janeiro, cidade que o viu nascer.






Assim, de autênticos pés de chumbo e jogadores banais se fabricam jogadores bomba, que assim que saem do FC Porto para outros clubes se transformam em jogadores banais e sem qualidade...






O crime vai continuando a compensar para aqueles lados já que nem UEFA nem Lab. Anti-dopagem nacional nada querem com aquela gente que têm como cientista o já conhecido e famoso Dr. Póvoas e a sua amarelinha e que conseguiu colocar no seio do control de anti-dopagem da UEFA um tal de Domingos Gomes que durante anos a fio foi o responsável pelo laboratório de amarelinha das Antas.






Testemunho de Fernando Mendes






"Injecções e comprimidos para jogar melhor, jovens que serviam de cobaias para o doping, prostitutas nos estágios, treinadores que exigiam dinheiro a jogadores para os colocar a jogar e benefícios de arbitragem."






“Os incentivos para correr eram sempre apresentados pelo massagista. Passado pouco tempo de estar no clube, ele aproximou-se de mim, e de outros novos jogadores (...) Disse-me claramente que aquilo que ia dar-me era doping, embora nunca tivesse falado de eventuais efeitos secundários. (...) Com o passar do tempo assumi os riscos e tomei doping de todas as vezes que me foi dado."






“No meu tempo, o doping era tomado de duas formas: através de injecção ou por recurso a comprimido. Podia ser antes do jogo, no intervalo, ou com a partida a decorrer, no caso daqueles que saíam do banco (...) A injecção tinha efeito imediato, enquanto os comprimidos precisavam de ser tomados cerca de uma hora antes do jogo.”






“Em alguns clubes onde joguei tomei Pervitin, Centramina, Ozotine, cafeína, entre muitas outras coisas das quais nunca soube o nome.”






“Cada jogador tomava uma dose personalizada, mediante o seu peso, condição física ou última vez que tinha ingerido a substância (...) Porém, nos jogos importantes era sempre certo (...) Quando se sabia que não iria haver controlo antidoping, nunca falhava.”






“Em certos treinos víamos um ou dois juniores que apareciam para treinar connosco. Esses juniores não estavam ali porque eram muito bons ou porque tinham de ganhar experiência. Estavam ali para servirem de cobaias a novas dosagens. Um elemento do corpo clínico dava cápsulas ou injecções com composições ilegais a miúdos dos juniores (...) Diziam-lhes que eram vitaminas e que a urina era para controlo interno.”






“Se um jogo fosse ao domingo, o nosso médico sabia na sexta ou no sábado quais as partidas que iriam estar sob a tutela do controlo antidoping. Mal tinha acesso à informação, avisava todo o plantel e o dia de jogo acabava por ser directamente influenciado por essa dica.”






“Depois do apito final, as bolinhas eram retiradas do congelador e colocadas ao lado das outras dentro de um saco. Quando o médico ia escolher o atleta que tinha de ir ao controlo [antidoping], já sabia que não podia tirar nenhuma das bolinhas geladas (que eram as dos jogadores dopados)."






“Em determinada temporada (...) sou convocado para um encontro particular da selecção Nacional. (...) Faço uma primeira parte fantástica, mas ao intervalo começo a sentir-me cansado e tenho medo de não aguentar o ritmo (...) O jogo realiza-se num estádio português (...) Estão lá um médico e um massagista de um clube onde jogo (...) No intervalo, peço a esse médico para me dar uma das suas injecções de doping. Saio do balneário da selecção, sem que ninguém se aperceba, e entro numa salinha ao lado. É aí que me dão a injecção pedida por mim. Volto a frisar que ninguém da selecção se apercebeu.”






O doping em Portugal: “Era sempre certo”.



“Em determinado período da minha carreira cheguei a um clube que tinha uma grande equipa, um belíssimo treinador e um presidente carismático. Para além destas qualidades, existiram outros ingredientes que facilitaram o nosso percurso vitorioso. Devo dizer que antes de ir para este clube nunca tinha tido qualquer experiência com doping (pelo menos conscientemente)”







Testemunho



Expliquem lá como é que o Porto foi fundado em 1893 pela junção de um clube de póker de bairro e outro de setas, ambos com nomes que NADA ESTÃO ASSOCIADOS ao FCPorto, e que foram extintos em 1898 porque os amigos se cansaram do divertimento. Tem mais anos o Vianense fundado em 1898 por portugueses para confrontar marinheiros ingleses que desembarcavam em Viana.






Testemunho



É que desde o caso dos Quinhentinhos o Reinaldo Teles deixou de tratar dos “assuntos” por telemóvel. Curioso é saber, ou talvez não, porque um certo procurador o passou de arguido a testemunha de acusação, e em que ninguém foi preso.






Perguntem a Reinaldo Teles o que respondeu ao inspector da PJ quando este no decorrer da investigação no caso Guímaro, lhe perguntou de que “quinhentinhos” estava a falar na conversa gravada com o árbitro de Coimbra. Eu digo-vos e está no processo: “Não me lembro”.







Há quem afirme a pés juntos que parte do dinheiro da venda de Ricardo Carvalho e Paulo Ferreira foi para pagar dívidas pessoais de Reinaldo Teles no casino de Espinho.








a verdade vai ter de vir a tona ,como o azeite ........





este e muitos mais txt de se lhe tirar o chapéu estão





aqui_http://pulpuscorruptus.blogspot.pt/






CARREGAAAAAAAAAAAAAAAAAA BENFICAAAAAAAAAAAAAAAAAA










Por karlos