domingo, 16 de setembro de 2012

omo lava mais branco




                                                        o lixivia ....   azul




ARBITRAGEM
Auxiliar diz que lance do golo de Maicon na Luz «foi momento de desconcentração»
Ricardo Santos, árbitro assistente que validou o golo de Maicon no Benfica-FC Porto (2-3) da última época, diz que a decisão resultou de um «momento de desconcentração» e lamenta que tenha tido «influência direta no resultado».








O socio Benfiquista  e mafioso azul/verde




ARBITRAGEM
Proença e o golo de Maicon na Luz: «Houve mais erros e não apenas meus»
Pedro Proença lamenta que o polémico golo de Maicon no Benfica-FC Porto (2-3), da última época, «seja imediatamente lembrado» como um dos lances marcantes, pela negativa, no conjunto das suas prestações





a mafia da fruta nos apitos






Finalmente!

2012-09-16

Talvez influenciado pelo ambiente cúmplice da AF do Porto presidida por um dos membros da dinastia Pinto, um dos mais badalados fiscais de linha dos últimos tempos – Ricardo Santos de seu nome -, falou pela primeira vez em público sobre o celebérrimo erro que doou o último campeonato ao principal clube da Associação anfitreã.
Fiquei então a saber que ‘foi uma aprendizagem’, ficando tal a dever-se a ‘um momento de desconcentração, um erro de avaliação do lance’. Como? E eu, na minha ingenuidade a pensar que ‘a aprendizagem’ tinha sido concluída na altura em que frequentou o curso. Pelos vistos estava enganado! E num lance capital, de bola parada, com dois jogadores adversários plantados em fora-de-jogo durante imenso tempo, como se justifica ‘um erro de avaliação do lance’ e ‘um momento de desconcentração’?
Há momentos em que a grande vantagem é ficar calado, como aliás tinha estado até ontem. Ao tentar justificar-se sem justificações, Ricardo Santos vai ter de arrostar essa inércia decisiva até ao fim da sua carreira e infileirar na categoria dos ‘rapazinhos de cócoras’. Foi um problema nosso e agora vai continuar a ser dele…

mais um alerta do Anti-Benfica.COM

aqui:http://www.anti-benfica.com/__blog_artigo.php?id=3921



por karlos






Faz de conta?

16 de Setembro de 2012



Inúmeras vezes aqui temos abordado aquilo que se nos afigura mais ou menos claro; no Benfica parece haver um défice de comunicação evidente que se revela nos aspectos mais comezinhos mas que todos em conjunto vão causando rombos porventura irreparáveis na estrutura encarnada. Quem acompanha a imprensa diariamente constata esse grave handicap. Não basta apenas identificar os adversários e as suas estratégias nalguns casos demasiado óbvias. É preciso que em cada dia e sempre que se torne necessário, responder cabalmente às suas investidas, às suas mentiras e às suas especulações. Mesmo que em casos extremos seja preciso fazê-lo diariamente.

Entre os benfiquistas, é praticamente unânime a filosofia que o Benfica, por questões muito variadas, ao longo das últimas décadas, foi gradualmente perdendo influência em todos os órgãos de comunicação social, sendo hoje consensual que apenas uma escassa minoria de benfiquistas ocupa espaços nos media, sendo uma pequena parte preenchida por jornalistas e opinadores independentes e a larga maioria de cariz vincadamente anti-benfiquista. Essa distribuição de peças faz com que vários espaços sejam ocupados diariamente por elementos hostis ao emblema encarnado, criticando e especulando sobre temas da actualidade benfiquista sem que encontrem oposição em termos institucionais mas apenas dos vários foruns que preenchem as redes sociais.

Alguma coisa não bate certo. Ao ser permitida a livre actuação desses elementos em que podem sem receio debitar as maiores aleivosias e os maiores disparates sem serem desmentidos ou contraditados, está-se a cometer um erro tremendo e cujas consequências podem revelar-se danosas para a componente desportiva nas suas várias vertentes com reflexos evidentes no dia a dia das equipas das diversas modalidades a começar no futebol, numa altura da época em que todos os cenários são passíveis de serem atingidos. E sabe-se, por experiência, como é importante começar bem porque a componente psicológica é das mais vitais para manter a filosofia de vitória e alcançar o sucesso.

Mau grado o claro défice de influência comunicacional nos media, o Benfica tem actualmente ao seu dispôr instrumentos mais do que suficientes para poder combater aquele handicap. Dispõe de um canal televisivo em permanência durante as 24h, de um site, de um jornal semanal, dos actuais instrumentos das redes sociais, e de uma dedicada blogoesfera. É certo que no seu interior também alberga vozes discordantes justificando a tradicional democraticidade benfiquista que é a sua imagem de marca, e demonstrativa de vitalidade e da pluralidade da imensa mole dos seus adeptos e simpatizantes. Independentemente dos excessos protagonizados por aqueles que têm alguma dificuldade em compreender que o insulto jamais se deveria sobrepôr ao debate de ideias por mais antagónicas que sejam.

Nesse contexto é-nos difícil compreender e ainda mais aceitar, que por força desse défice de comunicação (numa perspectiva global da estrutura), se deixem alastrar assuntos que sendo inevitáveis, poderiam ser esclarecidos ou minimizados no seu ponto de eclosão, de forma a não permitir que qualquer opinador de discurso encomendado pudesse especular à vontade sobre um determinado tema, confundindo e convencendo os benfiquistas mais permeáveis e menos atentos, que na ausência de intervenção da estrutura tende a aceitar de uma forma implícita, não a verdade em si (que desconhece), mas apenas as estórias especulativas que lhe querem impingir partindo de pressupostos em que alguma substância de verdade existe para tornar o discurso mais verosímil.

Dissemos no lançamento deste espaço que um dos grandes objectivos era que o Benfica pudesse vencer a batalha da informação, sem o qual era muito difícil enfrentar a contra-informação que nos atinge diariamente e tivémos o ensejo de sensibilizar os responsáveis. Mantemos esse desiderato, reconhecendo sem grande esforço que apesar de ter havido uma evolução positiva, estamos aquém do desejável e continuamos a registar lacunas preocupantes que não só não esclarecem os adeptos e simpatizantes que continuam a lutar contra dúvidas existênciais, como animam os anti-benfiquistas que pululam pela comunicação social espalhando a especulação, a maledicência e até o caos.

Urge pois repensar toda esta problemática que tantos danos tem causado no tecido benfiquista, tendo em conta que se trata de uma matéria difícil e complexa e que não pode ser resolvida com um simples pestanejar de olhos. Todas as vertentes devem ser cuidadosamente equacionadas e tomadas as medidas que se afigurarem convenientes, tendo em conta que a actualidade não satisfaz minimamente e em que os resultados estão bem à vista de todos. Em qualquer estrutura (e a benfiquista não foge a esse diapasão) no exercício das suas actividades são sempre, inevitavelmente, cometidos vários erros ao longo dos seus mandatos.

Salvaguardando aqueles aspectos e pormenores de ordem interna que deverão manter-se sigilosos, importa actuar sempre que necessário, para esclarecer os seus sócios e simpatizantes e concomitantemente eliminar a possibilidade de especulação por parte daqueles a quem só interessa lançar a confusão. E, ao fazê-lo, não podendo eliminar por completo essas almas penadas, tem o condão de reduzir ao mínimo o impacto e convida os próprios adeptos e simpatizantes a darem uma ajuda nesse combate. E que pode ser preciosa!


aqui:http://www.anti-benfica.com/artigos-opiniao/faz_de_conta.php


Por karlos

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Forçaaaaaaaaaaaa !..Benficaaaaaaaaaaaaaaaaa






                                                       


Ingenuidades

 Setembro de 2012


É indubitável que para uma percentagem significativa das pessoas que ligam à coisa desportiva, que as já famosas janelas de transferências (ou para sermos exactos dos portões escancarados), permitem um número indeterminável de casos que configuram flagrantes injustiças e permitem que os clubes mais endinheirados mas que em contrapartida têm défices monstruosos (estamos curiosos para ver a aplicação das tão publicitadas regras de fair-play da UEFA), se abasteçam a seu bel-prazer praticamente quando lhes apetece nos que lutam permanentemente com grandes dificuldades para conseguirem manter-se na 1ª divisão europeia.

Foi pois com alguma curiosidade (que não expectativa)que encarámos a intenção do treinador Vítor Pereira (secundado por Jorge Jesus) de ir tentar colocar tão actual questão na ordem de trabalhos do recente forum da UEFA realizado na sua sede em Nyon. Tal como era expectável não houve oportunidade , o que veio confirmar na prática aquilo que já se sabia há muito tempo: – que a UEFA e a FIFA são entidades profundamente corporativas e não estão minimamente interessadas nessa simples questão do futebol. Michel Platini como homem que percorreu um longo caminho na modalidade não ignora concerteza essa questão, o que vem confirmar que o interesse do assunto em ser abordado é pouco ou nenhum, tendo em conta que existem outros aspectos de ordem financeira que são muito mais importantes para a UEFA e de igual modo para a FIFA.

Com efeito, as prioridades para aquelas entidades estão claramente definidas e priorizadas: money, money, money e money ! Tudo o resto só tem interesse de fachada e sofre desvalorizações, e o que conta verdadeiramente é a manutenção no poder e a obtenção de chorudos proventos que fazem das duas entidades em tempo de acentuada crise mundial, duas autênticas máquinas de fazer dinheiro e na maioria dos casos com a maior das facilidades. E como o poder e a influência crescem na proporção directa do aumento do pecúlio financeiro, temos que ambas são intocáveis e estados dentro de outros estados. E nem os indícios claros de corrupção ao mais alto nível afectam a sua imagem, o que comprova o seu poderio no xadrez de todos os tabuleiros.

Veja-se por exemplo a questão das novas tecnologias tão insistentamente reclamadas por diversos agentes do futebol um pouco por toda a parte para evitar os sucessivos escândalos do golo que afinal não foi e que as últimas fases finais dos campeonatos da Europa e do Mundo têm demonstrado, ou dos escandalosos penalties que passam despercebidos apesar do aumento da quantidade de pares de olhos que estamos para saber o que lá estão a fazer realmente, uma vez que têm sucessivamente a visão tapada, ou são do tipo Ricardo Santos cujas imagens do que vêem não são transmitidas atempadamente ao cérebro.

Aliás, se o ex-coronel Joseph Blatter (antigo delfim do quase eterno João Havelange) já de algum modo transigiu, o aspirante ao seu lugar -.Michel Platini – continua a fazer orelhas moucas com argumentos estapafúrdios e inconsequentes, reforçados agora (resta saber em que condições) pela antiga vedeta da arbitragem mundial Pierluigi Collina, o que significa na prática que ainda terão que haver dezenas e dezenas de escândalos para que o assunto volte à ribalta. De facto, numa altura em que o emprego é tema de discussão em todo o universo dada a sua escassez, é de enaltecer a preocupação da FIFA e da UEFA para que num rasgo de pura oportunidade tenham o ensejo de estender aos jogos de futebol mais 2 pares de olhos, o que significa fomentar o emprego para mais uns milhares de pessoas que de outro modo iriam juntar-se aos enxames de desempregados em todo o Mundo. Os escândalos e a inverdade desportiva vão continuar a acontecer? Mas que é isso comparado com os verdadeiros interesses das eminências pardas que gerem aquelas duas entidades?

Por isso, as vozes críticas que se fizeram ouvir sobre o facto (escandaloso convenhamos) do fecho de transferências ser na prática em 5 de Setembro, continuou a ser encarado nas altas esferas da organização europeia e mundial com um sorriso nos lábios, o que significa a certeza que não há o mínimo interesse em mexer em tão candente questão. Pelo menos nos próximos tempos. E o exemplo dado pelo treinador do Benfica sobre as transferências de Hulk e Witsel para o Zénit é perfeitamente enquadrável, atendendo a que o clube russo poderia, por uma questão de sorteio, estar integrado no grupo do FC Porto ou do Benfica. E depois, poder-se-ía chamar a isso lisura de processos, verdade desportiva ou concorrência leal? Não há a mínima dúvida que os senhores Platini e Blatter perderam definitivamente o pingo de vergonha que ainda lhes restava!



aqui: http://www.anti-benfica.com/artigos-opiniao/ingenuidades.php









                                                         Um olhar de leigos


Enquanto o tão massacrado povo português continua a digerir mais uma sessão de canga legislativa do actual inquilino de São Bento que com o sentido de oportunidade que caracteriza os políticos (mesmo os de ocasião) na véspera de um fim de semana e minutos antes do Luxemburgo-Portugal, existe outro tema na área do desporto a querer, ainda que de uma forma ínfima rivalizar, e que os vários opinadores e jornalistas se esforçam por manter no topo da actualidade – o castigo serôdio a Jorge Jesus.

Por aquilo que nos tem sido dado observar é impossível chegar a um consenso, o que é natural dada a diversidade de opiniões e interesses em presença. Seria para nós assunto encerrado, não fossem entretanto terem vindo a lume algumas opiniões deveras curiosas que, em conexão com alguns pontos de outras anteriormente expendidas, seria eventualmente motivo para o lançamento de um novo ‘best-seller’ de sucesso previamente garantido.Os dois factos que congregaram mais atenções e que foram motivo das mais acesas críticas e comentários foram o ‘timing’ do castigo e a declaração de voto de vencido do presidente do Conselho de Disciplina, Herculano Lima. Curiosamente, a brandura do castigo foi pouco criticada, e a lúcida e equilibrada declaração de voto de vencida da vogal Isabel Leira Gonçalves passou sem qualquer reparo e praticamente despercebida. Não há dúvida que se percebe perfeitamente o alcance!

Por uma questão de coerência e verticalidade, da mesma forma que já criticámos outros ´timings’ de decisões dos órgãos disciplinares envolvendo quer o Benfica quer outros clubes, também consideramos desconcertante a altura para a divulgação do castigo (que achamos injusto dada toda a envolvência)e que como se esperava deu azo a aproveitamentos, tal como entendemos como bizarra a declaração de voto de Herculano Lima na sua qualidade de presidente do CD, muito embora na circunstância, ela corresponda integralmente aquilo que pensamos desde 2 de Março de 2012.

Outro aspecto que nos chamou a atenção foi a algo longa dissertação do jornalista Rui Santos ontem no Record. Plenamente de acordo quanto ao ‘timing’ e à declaração de voto feita do presidente do CD feita nessa qualidade. Apraz-nos no entanto registar o facto do jornalista referido frequentar tabernas e ouvir fanáticos-de-painel, situação que não acontece connosco neste último caso. Mas quanto à apreciação da questão factual em si, discordamos de modo acentuado dado que parece grassar na cabeça de Rui Santos alguma inflexibilidade de análise desta questão extensiva a outras do mesmo tipo seja quais forem os intervenientes.

A questão, todas as questões desta natureza, devem ser analisadas e decididas de acordo com os regulamentos e não só. Porque, salvo o devido exagero evidentemente, se fosse única e simplesmente para aplicar singelamente regulamentos, bastava pessoas que soubessem bem português e tivessem boa capacidade interpretativa. Todos sabemos que assim não é, e por alguma razão os lugares são preenchidos por pessoas com formação em Direito. Porque existem outros aspectos importantes. E nesse particular, parece-nos ajustada a declaração de voto da vogal Isabel Leira Gonçalves.

Com efeito, a questão não devia ser apreciada, apenas decidida com base nas declarações (que todos ouvimos) de Jorge Jesus no rescaldo do jogo e depois sancionar de acordo com o artigo regulamentar correspondente. A justiça deve ser fria mas não gelada, porque a legislação que lhe dá suporte é feita por Homens e a sua aplicabilidade é também executada por seres humanos. Com rosto e com emoções e não por autómatos. Assim, o facto das declarações terem sido feitas no calor do momento (logo com emoções mais acentuadas), e terem sido suportadas por provas inequívocas como foi reconhecido até pelos mais insuspeitos, não devia apenas e só merecer das parte dos julgadores uma aplicação stricto sensu dos regulamentos. Tinha que ser analisada em todas as vertentes.

Ademais, o ridículo exemplo que dá de um hipotético assalto não tem, por mais bondade que tenha tido, qualquer analogia com o caso em questão. Porque, perante as provas esmagadoras que apontam para que o bandeirinha Ricardo Santos não se possa refugiar na tese de que não viu porque as imagens televisivas demonstram cabalmente que ele não pode ter deixado de ter visto, só uma justificação do outro mundo serviria para atenuar os sérios prejuízos causados a toda a estrutura do Benfica.

Parece existir uma tentativa séria de considerar que os senhores do apito não podem ser criticados (sobretudo a equipa do melhor árbitro português), para além de lhe quererem atribuir um estatuto de inimputabilidade. Não o têm e muito menos o merecem, e sempre que errem ou tenham atitudes de inércia inexplicáveis como teve Ricardo Santos, podem contar com as críticas de quem não se deixa convencer por balelas venham elas de onde vierem. Ainda sobre esta questão que está a dar pano para mangas, seria curioso conhecer publicamente a versão justificativa que o tão ofendido fiscal de linha deu para dizer que não viu o que, no mínimo devia ter visto, bem como continuar a arbitrar sem que nada tivesse acontecido, como se afinal o crime compensasse. Seria mesmo muito interessante...



aqui: http://www.anti-benfica.com/artigos-opiniao/um_olhar_de_leigos.php


por karlos






O vizinho invejoso




Alvalade continua a ter vistas curtas. Passam os tempos e nada muda nas atitudes e nos procedimentos dos seus dirigentes que vivem eternamente preocupados com o que passa no outro lado da segunda-circular.
Em vez de se preocuparem consigo próprios e com os problemas que têm (que não são poucos), alguns pseudo-dirigentes entretêm-se a atirar bojardas para o ar, na presunção de aproveitar o momento que julgam favorável da aplicação de castigos ao Benfica, para reclamar não se sabe bem o quê, desta vez no futsal.
Deixemos os rapazes botar faladura apesar de não ter graça, porque desde logo não são engraçados. Dizer-lhe para reflectir é demasiado porque a fobia ao Benfica tolhe-os no pensamento e nas atitudes.
Que sigam então o seu destino miserabilista…


Mais uns exelentissimos txt do Anti-Benfica.COM

aqui:http://www.anti-benfica.com/__blog_artigo.php?id=3882

por karlos