segunda-feira, 12 de março de 2012

Quem Mudou o Jogo !....










Mais um txt arrasador do Anti-Benfica.COM .....


Obrigada, mais um vez

Camisolas


12 de Março de 2012

Confessamos ter alguma dificuldade em compreender o motivo pelo qual os benfiquistas têm de ter uma infinita paciência para suportar com um sorriso nos lábios comentadores tendenciosos em jogos da sua própria equipa. Apesar de até ser uma evidência que afecta quase todos os orgãos de comunicação, no particular do Paços de Ferreira-Benfica ficou bem patente que se por acaso sintonizássemos a TVI onde alinha Manuel Queirós (também comentador na Antena 1), ou a Rádio Renascença onde marcou presença Bernardino Barros, teríamos um portismo doentio no leme, ou se quisermos, um anti-benfiquismo primário que os leva a adulterar factos quando estamos a assistir precisamente ao contrário.



Poderão alguns dizer que se tratam de meras opiniões mas, face às responsabilidades que lhes advêm de estar a comentar um jogo em directo, estamos no pleno direito de exigir mais objectividade e menos romance, logo mais isenção. Nunca se poderão esquecer que estão a tecer comentários para audiências consideráveis e, como tal, a sua opinião pode influenciar outras opiniões mais susceptíveis e com isso contribuir para posições sectárias com festivais de disparates, ofensas pessoais e até obscenidades que se observam um pouco por todos os on-line e não só. Embora seja uma estratégia inserida na máquina do propaganda portista que entre outros objectivos deseja difundir benefícios ao Benfica e branquear os seus prejuízos, seria pertinente quem de direito debruçar-se sobre o fenómeno, até porque começa a assumir laivos de pornografia.



Se a TVI e a RR (muitos outros existem) não se preocupam com a idoneidade e isenção e não aspiram a que os seus comentadores dispam a camisola, faziam senão bem fazer alinhar benfiquistas em iguais circunstâncias, pelo menos em jogos do Benfica. Assim pelo menos torceríamos todos para o mesmo lado. Desse modo assumia-se sem tibiezas que não se defenderia uma imparcialidade hipócrita, e a maioria que vê o Benfica jogar - supostamente benfiquistas, dizemos nós – não se viam obrigados a ouvir facciosos de outros clubes que pouca química e discernimento trazem face às suas mentes enviesadas.



Se porventura Manuel Queirós e Bernardino Barros acrescentassem uma qualidade que os outros não têm, seríamos os primeiros a dar a mão à palmatória, mas quando mais não se enxerga para além da vulgaridade do que um clubismo doentio que nos faz sentir que o Benfica é uma equipa estrangeira, então ou as suas entidades patronais andam a brincar com a tolerância dos benfiquistas, ou querem apresentar serviço a terceiros.



Admitindo que pontualmente seja um mal necessário, num dérbi ou num clássico em que a audiência se divide, num Paços de Ferreira-Benfica em que a maioria de telespectadores e ouvintes é forçosamente encarnada, dar o microfone a Manuel Queirós e Bernardino Barros é um mau serviço que prestam, porque sendo os mesmos portistas ferrenhos, patenteiam uma gritante falta de objectividade, bastas vezes distorcem os acontecimentos, e como é perfeitamente natural dada a sua génese, vibram com os desaires ou com os momentos de menor fulgor encarnados.



Honestamente não compreendemos a ciência, mas dado que os mesmos jamais terão o mesmo tratamento de Valdemar Duarte porque é um recurso restrito a alguns emblemas, parece-nos de bom tom que as suas entidades patronais se deixem de oferecer contrapartidas a certos indivíduos e se comecem a preocupar em prestar um bom serviço a todo o público em geral e não apenas a sectores minoritários. Até porque se por acaso Manuel Queirós e Bernardino Barros estão como peixes na água na Porto Canal a debitar baboseiras em jogos de juniores, já fora dele esboçam o ridículo.



Por exemplo, ainda ontem no jogo de Paços de Ferreira, houve a tentativa de negar as evidências (Jardel foi abraçado e impedido de saltar dentro da área) e os comentários que ouvimos foi de que se estavam a agarrar mutuamente. Já nos 3 lances em que interveio Bruno César, foram segundo as opiniões sempre de penalização para o jogador encarnado, isto enquanto que nos de Nélson Oliveira deixaram implícito que foram meras simulações.



Sabemos por norma distinguir opiniões feitas com objectividade de outras que não se poderão considerar opiniões mas antes – tentativas de adulterar a verdade dos factos. Até nós benfiquistas conseguimos porventura ser mais isentos. É penalty no lance de Jardel (embora assistamos em cada jornada a placagens do mesmo género em todos os campos - e recordamos que se assinalaram dois penáltis para o FCPorto por muito menos nas duas jornadas iniciais sobre Hulk mas Proença não viu um semelhante no SCBraga-Benfica), é penalty na jogada de Bruno César porque o jogador do Paços de Ferreira não toca na bola e não vai a tempo de evitar o contacto que obsta a progressão do jogador encarnado (sintomática a reacção do jogador pacense) não se compreendendo a amostragem de cartão ao jogador encarnado. Quanto à «agressão» de Bruno César quando pisa o jogador do Paços, será difícil de compreender que o mesmo não é propositado e o atleta encarnado não procurou atingir Luisinho, mas que o contacto é originado pela sua perna de apoio? Então o soco de James Rodriguez no Feirense-FCPorto não era - segundo Manuel Queirós - passível de expulsão e este já era? Porquê? Um magoou e outro não, um é jogador do FCPorto e outro do Benfica, é isso? Então e a intenção não conta? E na jogada da 2ª expulsão pacense, face a entradas imprudentes de pitons em riste, atinjam ou não as mesmas os jogadores adversários, quais são afinal as leis de jogo aplicáveis? O que devia ter determinado a expulsão não era o contacto ou não do carrinho em si mas sim o facto do tackle ter sido feito com os pitons em riste, logo puníveis com cartão vermelho directo de acordo com as leis que visam prevenir assim lesões graves por entradas inconscientes. Que Bruno Esteves tivesse sido induzido em erro por o seu assistente lhe ter dito que houve de facto contacto, isso é irrelevante e algo do qual se revela manifestamente desonesto tirar «benefícios ao Benfica». Ademais, não vislumbrámos falta para penalty na 1ª queda de Nélson Oliveira dentro da área, mas entendemos que na 2ª se justificava o castigo máximo.



Um dos problemas com que nos deparamos e que gera estas pretensas polémicas de que alguns tiram sistematicamente proveito, é o facto dos árbitros não seguirem um critério uniforme na marcação de faltas e no ajuizar das várias jogadas. Se o fizessem (independentemente dos clubes e dos jogadores envolvidos), os comentadores e os espectadores deixariam de ter pretexto para exercerem um escrutínio tão apertado sobre os juízes de campo e respectivos assistentes, sendo reduzido substancialmente o ruído com as arbitragens.



Outro factor de peso conforme já várias vezes referimos, são as transmissões televisivas que exercem uma concorrência desleal sobre o sector da arbitragem com as inúmeras repetições em slow-motion e de vários ângulos... quando interessa. É gritante que até nisso a opinião pública seja enganada, pois a apresentação dos pormenores é grosso modo sempre feita à medida de outros interesses, enfatizando-se certas situações e omitindo convenientemente outras, dependendo sempre dos clubes envolvidos. Basta analisarmos quais foram os lances polémicos do FCPorto-Académica e do Paços de Ferreira-Benfica...



Estas anomalias não são de fácil resolução, devido aos factores que todos conhecemos e que interessa a alguns para exercerem pressões despudoradas para conseguirem atingir os seus interesses que invariavelmente colidem com a verdade desportiva. Enquanto estas questões não forem ultrapassadas teremos sempre esta conjuntura periclitante e sem solução à vista. Compete-nos a todos estarmos atentos e tomarmos as medidas que se nos afigurarem convenientes.

Entretanto o Bernardino Barros e o Manuel Queirós que vão vender a banha da cobra para o Porto Canal.

 
 



por karlos
 
          
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Estratégia ou acordar?


11 de Março de 2012



Rui Gomes da Silva demonstrou descontentamento pela transmissão do jogo FC Porto-Académica. Disse o administrador da Benfica SAD; «O não do Benfica tem muito a ver com os critérios editoriais que têm sido apresentados pela Sport TV, que parece disposta a passar uma esponja em possíveis benefícios que o FC Porto possa ter. Ao contrário do que se possa pensar, este não à Olivedesportos não aconteceu apenas por questões financeiras.»



Fazemos votos para que seja um acordar tardio para uma questão premente, embora tenhamos as nossas reservas sobre se não se enquadrarão numa estratégia negocial. Sendo o branqueamento um problema transversal da comunicação social portuguesa, é de facto importante que os responsáveis encarnados continuem a compreender o impacto que os orgãos de comunicação têm sobre a opinião pública e, no particular da Sport TV, quantos milhões justificarão que se continue a ouvir contar uma história diferente; camuflada, distorcida, e à medida dos adversários. Será esta a verdade que os homens de boa vontade querem para o futebol português?



Embora compreendamos o quão abstracto é para muitos a envolvência da Olivedesportos no Sistema, já o facto da renovação ser nociva aos interesses do Sport Lisboa e Benfica afigura-se-nos por seu turno bem mais consensual, de tal modo que se a questão fosse colocada à votação numa AG duvidamos seriamente que a percentagem dos votos favoráveis excedesse porventura um terço. Ao fim ao cabo, como poderemos pugnar pela verdade desportiva quando iríamos renovar contrato com quem editorialmente não serve os interesses do Benfica, do futebol português mas apenas, para além dos interesses próprios, tão só os de terceiros?



E se o têm feito é por via da inoperância das sucessivas direcções do Benfica (pese embora algumas limitações decisórias obstativas) mais tolerantes e permeáveis a opiniões contrárias, e cumulativamente sem poderem neutralizar uma estratégia regionalista e pacóvia por via da dimensão do emblema que representam. Mas, também contribuindo de uma forma decidida para que se propale a ideia quanto às sensíveis susceptibilidades portistas e seus aliados, submersas em inimigos fictícios e perseguições mirabolantes dos «orgãos de comunicação do sul» e contíguas demagogias, que materializam por um lado uma compreensível protecção ao emblema da Invicta, enquanto que por outro lado reflectem o mau trato dado ao Benfica que tem sido recorrentemente intolerável.



Se nas décadas de 80 e 90 a comunicação social contava com profissionais de mão cheia que apenas mais não podiam fazer porque não conseguiam desbravar por entre um conjunto de circunstâncias – eram práticas frequentes as intimidações, as agressões, as queixas arquivadas ou nunca feitas pela entidade patronal à luz de interesses, etc, etc. – hoje em dia contamos com uma maioria avassaladora de profissionais que constituem uma verdadeira máquina de propaganda.



Enquanto não surge uma decisão final, estas tomadas de posição valendo o que valem começam ainda assim a causar mau estar nas hostes do Sistema, não fossem estas últimas defensoras da perpetuação da mediocridade que se constata actualmente. Não surgiu pois por acaso, a teoria da balela dada à luz pelo inefável António Varela que, mau grado as suas limitações congénitas, esforça-se por fazer passar que tudo não passa de uma estratégia eleitoral de LFV. Retemos algumas expressões e frases ilustrativas «Como Vieira trabalha para ser eleito», «Superproposta da Olivedesportos...»; «Em que país pensa o presidente do Benfica que vive?»; «Num país em profundíssima crise, 111 milhões de euros são um preço mais do que justo», blá, blá, blá, que não fosse António Varela um anti-benfiquista de longa data e previsivelmente estar a servir propósitos alheios, poderíamos distraidamente presumir que estaria preocupado com o bem estar do clube.



A questão que se põe é: quem é e o que representa Varela, para assumir este papel de freteiro descarado e lídimo representante da Olivedesportos? Passar-lhe-á porventura pela cabeça que com estes dichotes de nível rastejante, consegue influenciar e obrigar o Benfica a submeter-se ao que não pretende? Ou é sua intenção desinformar os sócios do Benfica que virão a eleger o próximo presidente do Benfica? Seja qual for o cenário, é evidente que para além da verba a contratualizar que é sempre muito importante num ‘país em profundíssima crise’, existem questões pendentes que a esmagadora maioria dos benfiquistas já não tolera e muito menos aceita. Essa é a questão de fundo e que muito dificilmente será ultrapassável.



Não é dificil, até a Varela, perceber isso. Logo esta estratégia de pressão não colhe, porque mesmo com todas as vicissitudes, há sempre opções para (quase) tudo. Não sabemos obviamente como acabará esta novela, mas de uma coisa estão os benfiquistas certos: é que no caso de vir a renovar com a Olivedesportos e independentemente das verbas envolvidas, significará que continuaremos a assistir ao domínio do Sistema que continuará solidamente implantado e a ditar as suas regras enviezadas e de sistemático prejuízo do Benfica como já não restam dúvidas a ninguém, embora alguns oficiosos continuem a levantar poeira.



O receio que a ruptura esteja efectivamente em equação parece estar a preocupar seriamente os principais rostos do dito cujo, pelo que é certo que iremos assistir cada vez mais ao aparecimento de peões de brega tipo Varela, tentando manipular e influenciar as regras do jogo, aumentando a temperatura sobre a ctual direcção e promovendo alguns opositores. Sobre as eleições do Benfica que ainda vêm longe, aconselhamos Varela a não se preocupar. Na altura certa os benfiquistas na perspectiva democrática que sempre os caracterizou, saberão escolher quem irá liderar os seus destinos para o próximo futuro e não se irão desfocar agora do prioritário e essencial. Podem existir as mais variadas tentativas que eles não se irão distrair...



Entretanto, por entre as cortinas de fumo das avenças, seria pois importante que Rui Gomes da Silva e seus pares medissem o verdadeiro impacto que uma hipotética renovação com a Olivedesportos terá, até porque segundo vem ficando provado desde o Gil Vicente-FCPorto, os açaimes sobre o Sistema são afinais débeis e de efeitos quase nulos.



mais uma vez OBRIGADO ao Anti-Benfca.COM


Por karlos