quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Eu voto no Luis Filipe Vieira


                                                Força Luis filipe Vieira





 

     
                                            Luis Filipe Vieira
 
                                                                  
  forçaaaa vieiraaa
 
                                                              viva o Benficaaaaaaa                        


A aguia vai voar alto ,muito alto, ao lado de vieiraaaaa

 
                                                                   Forçaaaaa vieiaaaaaaa  forçaaaaaa vieiraaaa


forçaaaaa S.L.Benficaaaaaaaaaaaaa



                                                             
                                                a luz em noite de festa



                                                             o estadio da luz





Falta de controle das emoções
 
Decorre cada vez mais em ritmo acelerado a campanha para as eleições de 6ª feira. Previsível dado que se caminha para o fim e há que utilizar todos os trunfos eleitorais.
Também se percebe o afã da Lista B em tentar provar ser agressiva mas é evidente que está a fazer tudo ao contrário. Era a ela que, em primeira instância, tinha que demonstrar o que queria para o Benfica, qual o programa e as medidas que iria aplicar, que fizesse os benfiquistas concentrar em si o seu sentido de voto. Até porque, a Lista A pelos elementos que a integram nunca diferiria muito do rumo que tem seguido.
Infelizmente, o seu líder parece ter entrado em desvario, provavelmente porque está a ficar cada vez mais sensível aos recados da sua base de apoio em que a sua única ideia e objectivo é impedir que Luis Filipe Vieira seja de novo eleito. E assim, em cada sessão de esclarecimento, em cada declaração ou em cada entrevista, quase nada fala do que se propõe fazer, mas apenas repetir banalidades que todos os benfiquistas já sabem, com remoques de péssimo gosto a elementos da lista contrária.
E é pena porque julgava que Rui Rangel não se deixasse enredar pela teia de pseudo radicais e de ressabiados que o rodeiam. Afinal enganei-me redondamente.
Como ponto de partida comprometi-me com a minha consciência que iria analisar os programas e actuação das Listas de uma forma tanto quanto possível equidistante e isenta e depois manter ou alterar o meu sentido de voto em função daquilo que cada uma das listas demonstrasse. Chego agora à triste conclusão que essa expectativa gorou-se pois se sei o que representa a Lista A (para o bem e para o mal), fico sem conseguir perceber o que é a Lista B e o que defende para o Benfica, dado que parece que o principal elo de ligação e objectivo entre a maioria dos seus elementos (empurrados por minorias espalhafatosas radicais) será apenas o de impedir que Luis Filipe Vieira prossiga ao leme do Benfica.
É pouco, muito pouco, para convencer os benfiquistas que pensam pela sua cabeça e não se deixam enredar por cantos de sereia e lógicas inconsequentes e impraticáveis. Assim sendo, parece não restarem quaisquer alternativas a não ser votar no mal menor…
 
mais uma vez o Anti-Benfica deu uma liçãooooo...

Aqui: http://www.anti-benfica.com/__blog_artigo.php?id=4202


por karlos
                                        
                                             SPORT LISBOA E BENFICA

                                                                     

                                    Um Mundo


 karlos
     


domingo, 16 de setembro de 2012

omo lava mais branco




                                                        o lixivia ....   azul




ARBITRAGEM
Auxiliar diz que lance do golo de Maicon na Luz «foi momento de desconcentração»
Ricardo Santos, árbitro assistente que validou o golo de Maicon no Benfica-FC Porto (2-3) da última época, diz que a decisão resultou de um «momento de desconcentração» e lamenta que tenha tido «influência direta no resultado».








O socio Benfiquista  e mafioso azul/verde




ARBITRAGEM
Proença e o golo de Maicon na Luz: «Houve mais erros e não apenas meus»
Pedro Proença lamenta que o polémico golo de Maicon no Benfica-FC Porto (2-3), da última época, «seja imediatamente lembrado» como um dos lances marcantes, pela negativa, no conjunto das suas prestações





a mafia da fruta nos apitos






Finalmente!

2012-09-16

Talvez influenciado pelo ambiente cúmplice da AF do Porto presidida por um dos membros da dinastia Pinto, um dos mais badalados fiscais de linha dos últimos tempos – Ricardo Santos de seu nome -, falou pela primeira vez em público sobre o celebérrimo erro que doou o último campeonato ao principal clube da Associação anfitreã.
Fiquei então a saber que ‘foi uma aprendizagem’, ficando tal a dever-se a ‘um momento de desconcentração, um erro de avaliação do lance’. Como? E eu, na minha ingenuidade a pensar que ‘a aprendizagem’ tinha sido concluída na altura em que frequentou o curso. Pelos vistos estava enganado! E num lance capital, de bola parada, com dois jogadores adversários plantados em fora-de-jogo durante imenso tempo, como se justifica ‘um erro de avaliação do lance’ e ‘um momento de desconcentração’?
Há momentos em que a grande vantagem é ficar calado, como aliás tinha estado até ontem. Ao tentar justificar-se sem justificações, Ricardo Santos vai ter de arrostar essa inércia decisiva até ao fim da sua carreira e infileirar na categoria dos ‘rapazinhos de cócoras’. Foi um problema nosso e agora vai continuar a ser dele…

mais um alerta do Anti-Benfica.COM

aqui:http://www.anti-benfica.com/__blog_artigo.php?id=3921



por karlos






Faz de conta?

16 de Setembro de 2012



Inúmeras vezes aqui temos abordado aquilo que se nos afigura mais ou menos claro; no Benfica parece haver um défice de comunicação evidente que se revela nos aspectos mais comezinhos mas que todos em conjunto vão causando rombos porventura irreparáveis na estrutura encarnada. Quem acompanha a imprensa diariamente constata esse grave handicap. Não basta apenas identificar os adversários e as suas estratégias nalguns casos demasiado óbvias. É preciso que em cada dia e sempre que se torne necessário, responder cabalmente às suas investidas, às suas mentiras e às suas especulações. Mesmo que em casos extremos seja preciso fazê-lo diariamente.

Entre os benfiquistas, é praticamente unânime a filosofia que o Benfica, por questões muito variadas, ao longo das últimas décadas, foi gradualmente perdendo influência em todos os órgãos de comunicação social, sendo hoje consensual que apenas uma escassa minoria de benfiquistas ocupa espaços nos media, sendo uma pequena parte preenchida por jornalistas e opinadores independentes e a larga maioria de cariz vincadamente anti-benfiquista. Essa distribuição de peças faz com que vários espaços sejam ocupados diariamente por elementos hostis ao emblema encarnado, criticando e especulando sobre temas da actualidade benfiquista sem que encontrem oposição em termos institucionais mas apenas dos vários foruns que preenchem as redes sociais.

Alguma coisa não bate certo. Ao ser permitida a livre actuação desses elementos em que podem sem receio debitar as maiores aleivosias e os maiores disparates sem serem desmentidos ou contraditados, está-se a cometer um erro tremendo e cujas consequências podem revelar-se danosas para a componente desportiva nas suas várias vertentes com reflexos evidentes no dia a dia das equipas das diversas modalidades a começar no futebol, numa altura da época em que todos os cenários são passíveis de serem atingidos. E sabe-se, por experiência, como é importante começar bem porque a componente psicológica é das mais vitais para manter a filosofia de vitória e alcançar o sucesso.

Mau grado o claro défice de influência comunicacional nos media, o Benfica tem actualmente ao seu dispôr instrumentos mais do que suficientes para poder combater aquele handicap. Dispõe de um canal televisivo em permanência durante as 24h, de um site, de um jornal semanal, dos actuais instrumentos das redes sociais, e de uma dedicada blogoesfera. É certo que no seu interior também alberga vozes discordantes justificando a tradicional democraticidade benfiquista que é a sua imagem de marca, e demonstrativa de vitalidade e da pluralidade da imensa mole dos seus adeptos e simpatizantes. Independentemente dos excessos protagonizados por aqueles que têm alguma dificuldade em compreender que o insulto jamais se deveria sobrepôr ao debate de ideias por mais antagónicas que sejam.

Nesse contexto é-nos difícil compreender e ainda mais aceitar, que por força desse défice de comunicação (numa perspectiva global da estrutura), se deixem alastrar assuntos que sendo inevitáveis, poderiam ser esclarecidos ou minimizados no seu ponto de eclosão, de forma a não permitir que qualquer opinador de discurso encomendado pudesse especular à vontade sobre um determinado tema, confundindo e convencendo os benfiquistas mais permeáveis e menos atentos, que na ausência de intervenção da estrutura tende a aceitar de uma forma implícita, não a verdade em si (que desconhece), mas apenas as estórias especulativas que lhe querem impingir partindo de pressupostos em que alguma substância de verdade existe para tornar o discurso mais verosímil.

Dissemos no lançamento deste espaço que um dos grandes objectivos era que o Benfica pudesse vencer a batalha da informação, sem o qual era muito difícil enfrentar a contra-informação que nos atinge diariamente e tivémos o ensejo de sensibilizar os responsáveis. Mantemos esse desiderato, reconhecendo sem grande esforço que apesar de ter havido uma evolução positiva, estamos aquém do desejável e continuamos a registar lacunas preocupantes que não só não esclarecem os adeptos e simpatizantes que continuam a lutar contra dúvidas existênciais, como animam os anti-benfiquistas que pululam pela comunicação social espalhando a especulação, a maledicência e até o caos.

Urge pois repensar toda esta problemática que tantos danos tem causado no tecido benfiquista, tendo em conta que se trata de uma matéria difícil e complexa e que não pode ser resolvida com um simples pestanejar de olhos. Todas as vertentes devem ser cuidadosamente equacionadas e tomadas as medidas que se afigurarem convenientes, tendo em conta que a actualidade não satisfaz minimamente e em que os resultados estão bem à vista de todos. Em qualquer estrutura (e a benfiquista não foge a esse diapasão) no exercício das suas actividades são sempre, inevitavelmente, cometidos vários erros ao longo dos seus mandatos.

Salvaguardando aqueles aspectos e pormenores de ordem interna que deverão manter-se sigilosos, importa actuar sempre que necessário, para esclarecer os seus sócios e simpatizantes e concomitantemente eliminar a possibilidade de especulação por parte daqueles a quem só interessa lançar a confusão. E, ao fazê-lo, não podendo eliminar por completo essas almas penadas, tem o condão de reduzir ao mínimo o impacto e convida os próprios adeptos e simpatizantes a darem uma ajuda nesse combate. E que pode ser preciosa!


aqui:http://www.anti-benfica.com/artigos-opiniao/faz_de_conta.php


Por karlos

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Forçaaaaaaaaaaaa !..Benficaaaaaaaaaaaaaaaaa






                                                       


Ingenuidades

 Setembro de 2012


É indubitável que para uma percentagem significativa das pessoas que ligam à coisa desportiva, que as já famosas janelas de transferências (ou para sermos exactos dos portões escancarados), permitem um número indeterminável de casos que configuram flagrantes injustiças e permitem que os clubes mais endinheirados mas que em contrapartida têm défices monstruosos (estamos curiosos para ver a aplicação das tão publicitadas regras de fair-play da UEFA), se abasteçam a seu bel-prazer praticamente quando lhes apetece nos que lutam permanentemente com grandes dificuldades para conseguirem manter-se na 1ª divisão europeia.

Foi pois com alguma curiosidade (que não expectativa)que encarámos a intenção do treinador Vítor Pereira (secundado por Jorge Jesus) de ir tentar colocar tão actual questão na ordem de trabalhos do recente forum da UEFA realizado na sua sede em Nyon. Tal como era expectável não houve oportunidade , o que veio confirmar na prática aquilo que já se sabia há muito tempo: – que a UEFA e a FIFA são entidades profundamente corporativas e não estão minimamente interessadas nessa simples questão do futebol. Michel Platini como homem que percorreu um longo caminho na modalidade não ignora concerteza essa questão, o que vem confirmar que o interesse do assunto em ser abordado é pouco ou nenhum, tendo em conta que existem outros aspectos de ordem financeira que são muito mais importantes para a UEFA e de igual modo para a FIFA.

Com efeito, as prioridades para aquelas entidades estão claramente definidas e priorizadas: money, money, money e money ! Tudo o resto só tem interesse de fachada e sofre desvalorizações, e o que conta verdadeiramente é a manutenção no poder e a obtenção de chorudos proventos que fazem das duas entidades em tempo de acentuada crise mundial, duas autênticas máquinas de fazer dinheiro e na maioria dos casos com a maior das facilidades. E como o poder e a influência crescem na proporção directa do aumento do pecúlio financeiro, temos que ambas são intocáveis e estados dentro de outros estados. E nem os indícios claros de corrupção ao mais alto nível afectam a sua imagem, o que comprova o seu poderio no xadrez de todos os tabuleiros.

Veja-se por exemplo a questão das novas tecnologias tão insistentamente reclamadas por diversos agentes do futebol um pouco por toda a parte para evitar os sucessivos escândalos do golo que afinal não foi e que as últimas fases finais dos campeonatos da Europa e do Mundo têm demonstrado, ou dos escandalosos penalties que passam despercebidos apesar do aumento da quantidade de pares de olhos que estamos para saber o que lá estão a fazer realmente, uma vez que têm sucessivamente a visão tapada, ou são do tipo Ricardo Santos cujas imagens do que vêem não são transmitidas atempadamente ao cérebro.

Aliás, se o ex-coronel Joseph Blatter (antigo delfim do quase eterno João Havelange) já de algum modo transigiu, o aspirante ao seu lugar -.Michel Platini – continua a fazer orelhas moucas com argumentos estapafúrdios e inconsequentes, reforçados agora (resta saber em que condições) pela antiga vedeta da arbitragem mundial Pierluigi Collina, o que significa na prática que ainda terão que haver dezenas e dezenas de escândalos para que o assunto volte à ribalta. De facto, numa altura em que o emprego é tema de discussão em todo o universo dada a sua escassez, é de enaltecer a preocupação da FIFA e da UEFA para que num rasgo de pura oportunidade tenham o ensejo de estender aos jogos de futebol mais 2 pares de olhos, o que significa fomentar o emprego para mais uns milhares de pessoas que de outro modo iriam juntar-se aos enxames de desempregados em todo o Mundo. Os escândalos e a inverdade desportiva vão continuar a acontecer? Mas que é isso comparado com os verdadeiros interesses das eminências pardas que gerem aquelas duas entidades?

Por isso, as vozes críticas que se fizeram ouvir sobre o facto (escandaloso convenhamos) do fecho de transferências ser na prática em 5 de Setembro, continuou a ser encarado nas altas esferas da organização europeia e mundial com um sorriso nos lábios, o que significa a certeza que não há o mínimo interesse em mexer em tão candente questão. Pelo menos nos próximos tempos. E o exemplo dado pelo treinador do Benfica sobre as transferências de Hulk e Witsel para o Zénit é perfeitamente enquadrável, atendendo a que o clube russo poderia, por uma questão de sorteio, estar integrado no grupo do FC Porto ou do Benfica. E depois, poder-se-ía chamar a isso lisura de processos, verdade desportiva ou concorrência leal? Não há a mínima dúvida que os senhores Platini e Blatter perderam definitivamente o pingo de vergonha que ainda lhes restava!



aqui: http://www.anti-benfica.com/artigos-opiniao/ingenuidades.php









                                                         Um olhar de leigos


Enquanto o tão massacrado povo português continua a digerir mais uma sessão de canga legislativa do actual inquilino de São Bento que com o sentido de oportunidade que caracteriza os políticos (mesmo os de ocasião) na véspera de um fim de semana e minutos antes do Luxemburgo-Portugal, existe outro tema na área do desporto a querer, ainda que de uma forma ínfima rivalizar, e que os vários opinadores e jornalistas se esforçam por manter no topo da actualidade – o castigo serôdio a Jorge Jesus.

Por aquilo que nos tem sido dado observar é impossível chegar a um consenso, o que é natural dada a diversidade de opiniões e interesses em presença. Seria para nós assunto encerrado, não fossem entretanto terem vindo a lume algumas opiniões deveras curiosas que, em conexão com alguns pontos de outras anteriormente expendidas, seria eventualmente motivo para o lançamento de um novo ‘best-seller’ de sucesso previamente garantido.Os dois factos que congregaram mais atenções e que foram motivo das mais acesas críticas e comentários foram o ‘timing’ do castigo e a declaração de voto de vencido do presidente do Conselho de Disciplina, Herculano Lima. Curiosamente, a brandura do castigo foi pouco criticada, e a lúcida e equilibrada declaração de voto de vencida da vogal Isabel Leira Gonçalves passou sem qualquer reparo e praticamente despercebida. Não há dúvida que se percebe perfeitamente o alcance!

Por uma questão de coerência e verticalidade, da mesma forma que já criticámos outros ´timings’ de decisões dos órgãos disciplinares envolvendo quer o Benfica quer outros clubes, também consideramos desconcertante a altura para a divulgação do castigo (que achamos injusto dada toda a envolvência)e que como se esperava deu azo a aproveitamentos, tal como entendemos como bizarra a declaração de voto de Herculano Lima na sua qualidade de presidente do CD, muito embora na circunstância, ela corresponda integralmente aquilo que pensamos desde 2 de Março de 2012.

Outro aspecto que nos chamou a atenção foi a algo longa dissertação do jornalista Rui Santos ontem no Record. Plenamente de acordo quanto ao ‘timing’ e à declaração de voto feita do presidente do CD feita nessa qualidade. Apraz-nos no entanto registar o facto do jornalista referido frequentar tabernas e ouvir fanáticos-de-painel, situação que não acontece connosco neste último caso. Mas quanto à apreciação da questão factual em si, discordamos de modo acentuado dado que parece grassar na cabeça de Rui Santos alguma inflexibilidade de análise desta questão extensiva a outras do mesmo tipo seja quais forem os intervenientes.

A questão, todas as questões desta natureza, devem ser analisadas e decididas de acordo com os regulamentos e não só. Porque, salvo o devido exagero evidentemente, se fosse única e simplesmente para aplicar singelamente regulamentos, bastava pessoas que soubessem bem português e tivessem boa capacidade interpretativa. Todos sabemos que assim não é, e por alguma razão os lugares são preenchidos por pessoas com formação em Direito. Porque existem outros aspectos importantes. E nesse particular, parece-nos ajustada a declaração de voto da vogal Isabel Leira Gonçalves.

Com efeito, a questão não devia ser apreciada, apenas decidida com base nas declarações (que todos ouvimos) de Jorge Jesus no rescaldo do jogo e depois sancionar de acordo com o artigo regulamentar correspondente. A justiça deve ser fria mas não gelada, porque a legislação que lhe dá suporte é feita por Homens e a sua aplicabilidade é também executada por seres humanos. Com rosto e com emoções e não por autómatos. Assim, o facto das declarações terem sido feitas no calor do momento (logo com emoções mais acentuadas), e terem sido suportadas por provas inequívocas como foi reconhecido até pelos mais insuspeitos, não devia apenas e só merecer das parte dos julgadores uma aplicação stricto sensu dos regulamentos. Tinha que ser analisada em todas as vertentes.

Ademais, o ridículo exemplo que dá de um hipotético assalto não tem, por mais bondade que tenha tido, qualquer analogia com o caso em questão. Porque, perante as provas esmagadoras que apontam para que o bandeirinha Ricardo Santos não se possa refugiar na tese de que não viu porque as imagens televisivas demonstram cabalmente que ele não pode ter deixado de ter visto, só uma justificação do outro mundo serviria para atenuar os sérios prejuízos causados a toda a estrutura do Benfica.

Parece existir uma tentativa séria de considerar que os senhores do apito não podem ser criticados (sobretudo a equipa do melhor árbitro português), para além de lhe quererem atribuir um estatuto de inimputabilidade. Não o têm e muito menos o merecem, e sempre que errem ou tenham atitudes de inércia inexplicáveis como teve Ricardo Santos, podem contar com as críticas de quem não se deixa convencer por balelas venham elas de onde vierem. Ainda sobre esta questão que está a dar pano para mangas, seria curioso conhecer publicamente a versão justificativa que o tão ofendido fiscal de linha deu para dizer que não viu o que, no mínimo devia ter visto, bem como continuar a arbitrar sem que nada tivesse acontecido, como se afinal o crime compensasse. Seria mesmo muito interessante...



aqui: http://www.anti-benfica.com/artigos-opiniao/um_olhar_de_leigos.php


por karlos






O vizinho invejoso




Alvalade continua a ter vistas curtas. Passam os tempos e nada muda nas atitudes e nos procedimentos dos seus dirigentes que vivem eternamente preocupados com o que passa no outro lado da segunda-circular.
Em vez de se preocuparem consigo próprios e com os problemas que têm (que não são poucos), alguns pseudo-dirigentes entretêm-se a atirar bojardas para o ar, na presunção de aproveitar o momento que julgam favorável da aplicação de castigos ao Benfica, para reclamar não se sabe bem o quê, desta vez no futsal.
Deixemos os rapazes botar faladura apesar de não ter graça, porque desde logo não são engraçados. Dizer-lhe para reflectir é demasiado porque a fobia ao Benfica tolhe-os no pensamento e nas atitudes.
Que sigam então o seu destino miserabilista…


Mais uns exelentissimos txt do Anti-Benfica.COM

aqui:http://www.anti-benfica.com/__blog_artigo.php?id=3882

por karlos



sexta-feira, 13 de abril de 2012

Forçaaaaaa Benficaaaaa sempreee

         SPORT LISBOA E BENFICA
o meu amor
                                                                              
Esquecem que antes havia a herança maldita força benficaaaaaaaa


 FORÇA SPORT LISBOA E BENFICAAAAAAA



FORÇA BENFICAAAAAAAAAAAAAAAAA


contra tudo e contra todos vamos ganhar 


viva o glorioso S.L.Benfica Sempreeeeeeeeeeee


                           a troika gloriosa do S.L.Benfica




MAIS UNIDOS hoje  QUE NUNCA!  AI ESTÃO ELES !...força CAMPEÕES


Força Rui  !!!!!!!!!!!!! Força Jesus !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!


 Força Vieira  !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!



S.L.B!!!.. S.L.B.!!! S.L.B.!...



FORÇAAAAA   BENFICAAA SEMPREEEEE






E destes que os Benfiquistas no mundo precisam



estes defendem com unhas e dentes o glorioso S.L.Benfica sempre


aqui: http://www.anti-benfica.com/artigos-opiniao/o_senhor_que_se_segue_iv.php



O senhor que se segue IV




13 de Abril de 2012




O facto da nomeação para a final da Taça da Liga recair sobre o árbitro Jorge Sousa conduziu a algum mau estar na estrutura do Gil Vicente, que compreensivelmente vê no jogo de Sábado uma oportunidade soberana e quiçá única de escrever a página mais célebre da sua história.



Dando de barato mais uma tentativa de condicionar a arbitragem, os supostos argumentos de António Fiúsa e Cª baseiam-se no facto do árbitro da AF Porto os ter prejudicado num jogo frente ao Desportivo das Aves na época 2007/2008, partida que contou com três expulsões de jogadores do Gil Vicente e ainda um penálti inexistente, originado por uma falta cometida fora da área.



O Gil Vicente não gosta de Jorge Sousa, mas o Benfica certamente também não. Poderíamos aliás prosseguir a enumeração do rol de inimizades do ex-Super Dragão, que já na presente época ajudou a afastar o Ajax dos oitavos-de-final da Liga dos Campeões depois de uma arbitragem inqualificável no Ajax-Real Madrid, e no Estádio da Tapadinha mereceu reparos depois de mais uma arbitragem deplorável. Para além do mais, esta época parece revelar claramente que está mesmo fora de forma...



Vitor Pereira decidiu nomear um árbitro que tem indiscutível capacidade caso queira – como já demonstrou esta época em jogos muito exigentes como o FCP-SLB, mas que se enquadra na tipologia de Artur Soares Dias - a dos habilidosos. Nesta temporada Jorge Sousa tem vindo a ser irregular – parece que os árbitros também têm picos e abaixamentos de forma, sendo ainda invariavelmente mal assistido – Marítimo-Benfica, Ajax-Real Madrid, etc., o que representa ainda assim uma ruptura com o passado do árbitro que fez dele internacional, não fosse a par de Pedro Proença sempre ter feito por merecer os elogios de Pinto da Costa, ainda que no seu caso tornados públicos através das sempre discretas conversas entre o timoneiro portista e Pinto de Sousa, audível nas Escutas no Youtube.



Tal não invalida pois que o palmarés de Jorge Sousa seja ainda hoje surpreendente, juntando como cartão de visita quando em 2008/2009 apitou quatro vezes o Benfica e em nenhuma os encarnados conseguiram vencer; quando à boa moda do Sistema empatou o Benfica em Matosinhos na abertura da Bwin Liga 2007/2008 ao não ver um derrube sem margem para dúvidas de Ezequias a Nuno Assis; quando numa final da Taça da Liga conseguiu igualar Benfica e FCPorto em cartões amarelos pese embora as agressões, insultos e entradas violentas dos fogosos Bruno Alves, Meireles e Rúben Micael que fizeram dele o que quiseram; ou ainda, talvez o seu maior feito, quando num célebre SC Braga-Benfica de 2009/2010 conseguiu registar um golo mal anulado a Luisão e ainda a misteriosa expulsão de Cardozo, com base numa alegada agressão que as câmaras do AXA provaram ser fruto do imaginário do árbitro portuense. Mas talvez neste último episódio Jorge Sousa estivesse intimidado por depois do União de Leiria-Benfica que arbitrara um mês antes, ter sido visitado por vários elementos dos Super Dragões, cujas opiniões iam de encontro ao juíz ter beneficiado o clube da Luz com o penalty assinalado sobre Pablo Aimar.



Jorge Sousa tem de facto qualidade, revela potencialidades mas falta-lhe pois firmeza para não ceder a interesses obscuros, e por via disso conta com algumas aberrações na sua carreira, como ainda esta época o penálti cometido por Emerson no Benfica-Nacional que deveria constar do anedotário nacional, tanto como num também célebre Leixões-FC Porto não ter expulsado Bruno Alves por uma patada nas costas de Jorge Gonçalves, ou ainda a exibição nas meias-finais da Taça de Portugal de 2007/08 que culminou com a eliminação do Benfica em Alvalade por 5-3. As dualidades, sempre as dualidades...



Como se demonstra, razões de queixa de Jorge Sousa tem o Benfica às carradas. Por isso não vamos por aí entrando pelo caminho dos mind-games que estão a fazer furor sobretudo na parte final da temporada em que, por curiosa coincidência, são justamente os que acusam o Benfica de tentar condicionar e desculpar-se com as arbitragens, que tentam fazer esse condicionamento como se viu, por exemplo, com Duarte Gomes e no outro caso que está em segredo de justiça...



Pode pois António Fiúsa estar descansado, isto partindo do princípio óbvio que Jorge Sousa não se prestará a manchar uma competição mal amada pelo seu clã. Demos pois o palco aos artistas...



o Anti-Benfica.COM e de arasar ...


por karlos


                                            SPORT LISBOA E BENFICA


desta cronica tambem gostei muito, obrigada !.... Leonor Pinhão




As 3 teorias que justificam a perda do campeonato pelo Benfica






"A 19 de Fevereiro o Benfica era alegremente o comandante isolado do campeonato com 5 pontos de avanço sobre o segundo classificado.





No dia seguinte jogou em Guimarães e desde aí perdeu 13 pontos. É incompetência a mais para assacar em exclusivo a um quadro tão rico de jogadores e a um treinador com provas dadas como é Jorge Jesus.

Haverá, obviamente, variadas responsabilidades de todos, jogadores e treinadores, neste inacreditável desmoronamento do Benfica.

Mas é por isso mesmo, por ser inacreditável o desmoronamento, que todo o seu entulho não pode caber inteirinho no balneário do Estádio da Luz.

Como seria de esperar, teorias há muitas para explicar a débacle.

A primeira é sempre a teoria dos árbitros e de como eles se conluiaram para oferecer o título ao FCPorto.

Não subscrevo. Os árbitros não se conluiam. Apenas fazem o melhor que podem e que sabem.

Em arbitragem sabem muito mais do que nós.





Eu, por exemplo, não sabia que nos primeiros 41 segundos do jogo não se marcam grandes penalidades porque, enfim, é chato porque houve pessoal que ainda nem se sentou.





A segunda é a teoria da conspiração. O Benfica entregou alegremente o poder na Federação Portuguesa de Futebol a um vice-presidente do FCPorto, entregou alegremente o poder na Liga a um advogado que trabalhou no escritório de onde saiu a defesa de dirigentes acusados no âmbito do Apito Dourado e dá-se por satisfeito, há anos, com a presidência do Conselho de Arbitragem exercida por um sócio de mérito do Sporting.





Também não subscrevo porque bem me lembro de ouvir o senhor Pinto da Costa, tantas e tantas vezes campeão, repetir vezes sem conta que se para o Benfica o importante era meter gente de confiança nos órgãos do futebol, para o FC Porto o importante era ter bons jogadores e bons treinadores que valessem títulos.

Dizem que este FCPorto não terá um bom treinador.





Mas vai um grande exagero daí até dizer-se que passou a ser mais importante para o clube da Invicta meter gente na Liga, na Federação, na RTP e na Avenida dos Aliados do que ter melhores jogadores e treinadores do que os adversários.

A terceira teoria é puro nonsense. Prende-se com matéria audiovisual e financeira.





Há quem garanta que a equipa de Jorge Jesus iniciou a sua débacle mais ou menos pela altura em que a comunicação social anunciou alegremente a renovação do contrato do Benfica com a Olivedesportos.





E há quem jure a pés juntos que o posterior desentendimento entre as duas partes não passa de um arrufo que se extinguirá alegremente no próximo defeso, ou mesmo antes.

Para a história desta temporada, diga-se que o Benfica em Alvalade só teve canetas para 20 minutos.

E para a história do derby, diga-se que depois de 6 vitórias e de 2 empates, o Benfica perdeu ao 8.º jogo com o Sporting e terá perdido também a ténue esperança que levava de ser campeão.

Foi o suficiente para que surgissem as já referidas teorias. E não só. Surgiram também ex-dirigentes do clube a clamar pelo fim de uma era.

Como em Outubro há eleições é de prever uma cuidadosa gestão da insatisfação popular.

Já há algum tempo que não se via disto.»





Leonor Pinhão, 12 de Abril 2012 in jornal A Bola



por karlos


 FORÇA BENFICA VAMOS GANHAR A TAÇA DA LIGA ...



 Estes merecem este quadro de honra


     A verdadeira força Benfiquista ai esta ela ...

 Força BENFICA contra tudo e contra todos  ..


O nosso canto é o desejo de vitória Nosso destino é o de vencer Nosso caminho é de fama e de glória Nada temos que temer Somos leais mas o jogo é pra ganhar Dentro do campo a sofrer As camisolas vermelhas a suar Benfica Vencer Vencer Somos a águia que no céu vai voar Alto mais alto ninguém nos vai parar Somos a raça a força e o querer Benfica Vencer Vencer (ИИ) Sempre Presentes (ИИ )


terça-feira, 3 de abril de 2012

Para a besta do Eugénio Queirós vê lá isto o paineleiro chupa aqui chupa

                            



 Estes nem vergonha na cara tem para fazer isto ,mas tem uns escribas do seu lado sempre a branquear as suas faltas e falacias ...
                                                          
                        este custodio teve a mafia do norte a seu lado e só ver isto..




              

                                      VÊ ONDE PARA A MÃO DO CUSTODIO



   ALGUNS AGARRÕES QUE O DO RECO RECO DEIXOU EM BRANCO ..




                                    isto deve ser jogo sujo!.... digo eu




                        de quem  só pode  CUSTODIO  pois


de principio a fim este guerreiro da equipa do besgo geninho fartou-se de fazer placagens as camisolas do glorioso SPORT LISBOA E BENFICA com o BRANQUEAR dos paineleiros tipo geninho zerolho ..




                                



                      Na tua palestra esqueces-te que este bronco deveria ser expulso ,mas isso são os teus figados que não tem nem moral nem etica ,para falarem a verdade ..


o geninho ,estes lances,mais mais  fora muitos outros dizem-te alguma coisa ,continuas a ser um pateta alegre e aliados convicto dos corruptos que te ajudaram a ver melhor desde belem... ..







agora lê este txt ,que te põe azul e palido de raiva !.apesar de seres de matosinhos, não e o geninho .....



                              O Eugénio Queirós 

O conquistador das depuradoras das antas e da pedreira
                    


Aqui: http://www.anti-benfica.com/comentarios-artigos/jornal_record_2abril2012_eugenio_queiros.php



Panelas de pressão


2 de Abril de 2012


O fim-de-semana foi de emoções fortes e, se o golo de Bruno César serviu por um lado para manter vivo o Benfica na luta pelo título e assim as esperanças encarnadas intactas, por outro é natural que tenha levado muitos ao desespero, para mais quando a vitória foi arrancada a ferros e a próxima jornada até é de desfecho completamente imprevisível - salvo se tivermos os melhores árbitros (logo internacionais) no dérbi - ou não se tratasse de dois jogos altamente complexos e que muito poderão contribuir para o futuro campeão.



Talvez por isso se assistam a alguns excessos, como o de Eugénio Queirós, que resolveu ser bracarense e debruçar-se sobre o suposto penálti cometido sobre Lima. Escreve o jornalista (ou o adepto?) «Paineleiros, digam lá se não foi penálti! Esta imagem de Pedro Ferreira não deixa margem para dúvidas e pode ser apreciada hoje no Record. Javi García empurra Lima e depois agarra-lhe a camisola em plena área encarnada. Nada aconteceu mas 5 minutos depois o árbitro João Ferreira marcou um penálti contra o Sp. Braga. Sempre quero ver o que os paineleiros do regime têm para dizer sobre este lance que pode ter decidido o campeão. Isto já com a certeza de que em nenhum dos canais de televisão iremos encontrar um só paineleiro identificado com o SC Braga... Pelos vistos, em Braga são todos mudos. PS - A propósito das nomeações de árbitros do último fim de semana, achei extraordinária a chamada do rebelde João Ferreira para o jogo da Luz enquanto para o Dragão foi nomeado um não internacional de... Braga.»



Em boa verdade a liberdade de que (felizmente) gozam (quase) todos, incluindo os paineleiros regime e anti-regime, não deveria ser tão condescendente ao ponto de permitir que alguns exprimissem a sua irresistível tentação de criarem uma relação de promiscuidade com as tolices de que se auto-arrogam. Exprimir uma opinião (seja ela qual for) é uma coisa, querer impingir e influenciar os outros é outra completamente diferente. De facto não valerá a pena debruçarmo-nos sobre o início da falta ser fora e não dentro da grande área, ou tão pouco se o contacto de Javi era suficiente para a aparatosa queda de Lima. Também não valerá grande coisa referirmos que o plumitivo foi destacado já há algum tempo pelo seu jornal para acompanhar ‘por dentro’ o SC Braga e ter naturalmente que apresentar serviço.



Importa sim denunciar nesta situação a forma peremptória como Eugénio Queirós aborda um lance baseado numa transmissão de um dos canais da Olivedesportos (logo com razões fundamentadas para suspeita de manipulação), não se limitando a manifestar a sua opinião (e tinha, apesar de equivocado, todo o direito de considerar que o lance era passível de grande penalidade), mas pura e simplesmente querendo demonstrar por A mais B, que ninguém mais tinha direito a outra opinião. É apenas mais um a querer vender gato por lebre.



Apenas umas notas adicionais sobre Eugénio Queirós. Por norma anda camuflado e raramente, devido ao seu ‘low profile’, dá nas vistas. Mas, sempre que se torna necessário, o enviado-especial a Braga não tem o mínimo problema em sair da concha e exceder-se como aconteceu agora. Estamos curiosos para ver como se comporta para a próxima jornada, pois deve travar uma luta interior algo difícil – de um lado a obrigação, do outro o coração. É o efeito panela de pressão.



Não tenha problemas. Extravase aí homem!


por kalos



segunda-feira, 12 de março de 2012

Quem Mudou o Jogo !....










Mais um txt arrasador do Anti-Benfica.COM .....


Obrigada, mais um vez

Camisolas


12 de Março de 2012

Confessamos ter alguma dificuldade em compreender o motivo pelo qual os benfiquistas têm de ter uma infinita paciência para suportar com um sorriso nos lábios comentadores tendenciosos em jogos da sua própria equipa. Apesar de até ser uma evidência que afecta quase todos os orgãos de comunicação, no particular do Paços de Ferreira-Benfica ficou bem patente que se por acaso sintonizássemos a TVI onde alinha Manuel Queirós (também comentador na Antena 1), ou a Rádio Renascença onde marcou presença Bernardino Barros, teríamos um portismo doentio no leme, ou se quisermos, um anti-benfiquismo primário que os leva a adulterar factos quando estamos a assistir precisamente ao contrário.



Poderão alguns dizer que se tratam de meras opiniões mas, face às responsabilidades que lhes advêm de estar a comentar um jogo em directo, estamos no pleno direito de exigir mais objectividade e menos romance, logo mais isenção. Nunca se poderão esquecer que estão a tecer comentários para audiências consideráveis e, como tal, a sua opinião pode influenciar outras opiniões mais susceptíveis e com isso contribuir para posições sectárias com festivais de disparates, ofensas pessoais e até obscenidades que se observam um pouco por todos os on-line e não só. Embora seja uma estratégia inserida na máquina do propaganda portista que entre outros objectivos deseja difundir benefícios ao Benfica e branquear os seus prejuízos, seria pertinente quem de direito debruçar-se sobre o fenómeno, até porque começa a assumir laivos de pornografia.



Se a TVI e a RR (muitos outros existem) não se preocupam com a idoneidade e isenção e não aspiram a que os seus comentadores dispam a camisola, faziam senão bem fazer alinhar benfiquistas em iguais circunstâncias, pelo menos em jogos do Benfica. Assim pelo menos torceríamos todos para o mesmo lado. Desse modo assumia-se sem tibiezas que não se defenderia uma imparcialidade hipócrita, e a maioria que vê o Benfica jogar - supostamente benfiquistas, dizemos nós – não se viam obrigados a ouvir facciosos de outros clubes que pouca química e discernimento trazem face às suas mentes enviesadas.



Se porventura Manuel Queirós e Bernardino Barros acrescentassem uma qualidade que os outros não têm, seríamos os primeiros a dar a mão à palmatória, mas quando mais não se enxerga para além da vulgaridade do que um clubismo doentio que nos faz sentir que o Benfica é uma equipa estrangeira, então ou as suas entidades patronais andam a brincar com a tolerância dos benfiquistas, ou querem apresentar serviço a terceiros.



Admitindo que pontualmente seja um mal necessário, num dérbi ou num clássico em que a audiência se divide, num Paços de Ferreira-Benfica em que a maioria de telespectadores e ouvintes é forçosamente encarnada, dar o microfone a Manuel Queirós e Bernardino Barros é um mau serviço que prestam, porque sendo os mesmos portistas ferrenhos, patenteiam uma gritante falta de objectividade, bastas vezes distorcem os acontecimentos, e como é perfeitamente natural dada a sua génese, vibram com os desaires ou com os momentos de menor fulgor encarnados.



Honestamente não compreendemos a ciência, mas dado que os mesmos jamais terão o mesmo tratamento de Valdemar Duarte porque é um recurso restrito a alguns emblemas, parece-nos de bom tom que as suas entidades patronais se deixem de oferecer contrapartidas a certos indivíduos e se comecem a preocupar em prestar um bom serviço a todo o público em geral e não apenas a sectores minoritários. Até porque se por acaso Manuel Queirós e Bernardino Barros estão como peixes na água na Porto Canal a debitar baboseiras em jogos de juniores, já fora dele esboçam o ridículo.



Por exemplo, ainda ontem no jogo de Paços de Ferreira, houve a tentativa de negar as evidências (Jardel foi abraçado e impedido de saltar dentro da área) e os comentários que ouvimos foi de que se estavam a agarrar mutuamente. Já nos 3 lances em que interveio Bruno César, foram segundo as opiniões sempre de penalização para o jogador encarnado, isto enquanto que nos de Nélson Oliveira deixaram implícito que foram meras simulações.



Sabemos por norma distinguir opiniões feitas com objectividade de outras que não se poderão considerar opiniões mas antes – tentativas de adulterar a verdade dos factos. Até nós benfiquistas conseguimos porventura ser mais isentos. É penalty no lance de Jardel (embora assistamos em cada jornada a placagens do mesmo género em todos os campos - e recordamos que se assinalaram dois penáltis para o FCPorto por muito menos nas duas jornadas iniciais sobre Hulk mas Proença não viu um semelhante no SCBraga-Benfica), é penalty na jogada de Bruno César porque o jogador do Paços de Ferreira não toca na bola e não vai a tempo de evitar o contacto que obsta a progressão do jogador encarnado (sintomática a reacção do jogador pacense) não se compreendendo a amostragem de cartão ao jogador encarnado. Quanto à «agressão» de Bruno César quando pisa o jogador do Paços, será difícil de compreender que o mesmo não é propositado e o atleta encarnado não procurou atingir Luisinho, mas que o contacto é originado pela sua perna de apoio? Então o soco de James Rodriguez no Feirense-FCPorto não era - segundo Manuel Queirós - passível de expulsão e este já era? Porquê? Um magoou e outro não, um é jogador do FCPorto e outro do Benfica, é isso? Então e a intenção não conta? E na jogada da 2ª expulsão pacense, face a entradas imprudentes de pitons em riste, atinjam ou não as mesmas os jogadores adversários, quais são afinal as leis de jogo aplicáveis? O que devia ter determinado a expulsão não era o contacto ou não do carrinho em si mas sim o facto do tackle ter sido feito com os pitons em riste, logo puníveis com cartão vermelho directo de acordo com as leis que visam prevenir assim lesões graves por entradas inconscientes. Que Bruno Esteves tivesse sido induzido em erro por o seu assistente lhe ter dito que houve de facto contacto, isso é irrelevante e algo do qual se revela manifestamente desonesto tirar «benefícios ao Benfica». Ademais, não vislumbrámos falta para penalty na 1ª queda de Nélson Oliveira dentro da área, mas entendemos que na 2ª se justificava o castigo máximo.



Um dos problemas com que nos deparamos e que gera estas pretensas polémicas de que alguns tiram sistematicamente proveito, é o facto dos árbitros não seguirem um critério uniforme na marcação de faltas e no ajuizar das várias jogadas. Se o fizessem (independentemente dos clubes e dos jogadores envolvidos), os comentadores e os espectadores deixariam de ter pretexto para exercerem um escrutínio tão apertado sobre os juízes de campo e respectivos assistentes, sendo reduzido substancialmente o ruído com as arbitragens.



Outro factor de peso conforme já várias vezes referimos, são as transmissões televisivas que exercem uma concorrência desleal sobre o sector da arbitragem com as inúmeras repetições em slow-motion e de vários ângulos... quando interessa. É gritante que até nisso a opinião pública seja enganada, pois a apresentação dos pormenores é grosso modo sempre feita à medida de outros interesses, enfatizando-se certas situações e omitindo convenientemente outras, dependendo sempre dos clubes envolvidos. Basta analisarmos quais foram os lances polémicos do FCPorto-Académica e do Paços de Ferreira-Benfica...



Estas anomalias não são de fácil resolução, devido aos factores que todos conhecemos e que interessa a alguns para exercerem pressões despudoradas para conseguirem atingir os seus interesses que invariavelmente colidem com a verdade desportiva. Enquanto estas questões não forem ultrapassadas teremos sempre esta conjuntura periclitante e sem solução à vista. Compete-nos a todos estarmos atentos e tomarmos as medidas que se nos afigurarem convenientes.

Entretanto o Bernardino Barros e o Manuel Queirós que vão vender a banha da cobra para o Porto Canal.

 
 



por karlos
 
          
paços -1-benfica-2
 
 
 
 
Estratégia ou acordar?


11 de Março de 2012



Rui Gomes da Silva demonstrou descontentamento pela transmissão do jogo FC Porto-Académica. Disse o administrador da Benfica SAD; «O não do Benfica tem muito a ver com os critérios editoriais que têm sido apresentados pela Sport TV, que parece disposta a passar uma esponja em possíveis benefícios que o FC Porto possa ter. Ao contrário do que se possa pensar, este não à Olivedesportos não aconteceu apenas por questões financeiras.»



Fazemos votos para que seja um acordar tardio para uma questão premente, embora tenhamos as nossas reservas sobre se não se enquadrarão numa estratégia negocial. Sendo o branqueamento um problema transversal da comunicação social portuguesa, é de facto importante que os responsáveis encarnados continuem a compreender o impacto que os orgãos de comunicação têm sobre a opinião pública e, no particular da Sport TV, quantos milhões justificarão que se continue a ouvir contar uma história diferente; camuflada, distorcida, e à medida dos adversários. Será esta a verdade que os homens de boa vontade querem para o futebol português?



Embora compreendamos o quão abstracto é para muitos a envolvência da Olivedesportos no Sistema, já o facto da renovação ser nociva aos interesses do Sport Lisboa e Benfica afigura-se-nos por seu turno bem mais consensual, de tal modo que se a questão fosse colocada à votação numa AG duvidamos seriamente que a percentagem dos votos favoráveis excedesse porventura um terço. Ao fim ao cabo, como poderemos pugnar pela verdade desportiva quando iríamos renovar contrato com quem editorialmente não serve os interesses do Benfica, do futebol português mas apenas, para além dos interesses próprios, tão só os de terceiros?



E se o têm feito é por via da inoperância das sucessivas direcções do Benfica (pese embora algumas limitações decisórias obstativas) mais tolerantes e permeáveis a opiniões contrárias, e cumulativamente sem poderem neutralizar uma estratégia regionalista e pacóvia por via da dimensão do emblema que representam. Mas, também contribuindo de uma forma decidida para que se propale a ideia quanto às sensíveis susceptibilidades portistas e seus aliados, submersas em inimigos fictícios e perseguições mirabolantes dos «orgãos de comunicação do sul» e contíguas demagogias, que materializam por um lado uma compreensível protecção ao emblema da Invicta, enquanto que por outro lado reflectem o mau trato dado ao Benfica que tem sido recorrentemente intolerável.



Se nas décadas de 80 e 90 a comunicação social contava com profissionais de mão cheia que apenas mais não podiam fazer porque não conseguiam desbravar por entre um conjunto de circunstâncias – eram práticas frequentes as intimidações, as agressões, as queixas arquivadas ou nunca feitas pela entidade patronal à luz de interesses, etc, etc. – hoje em dia contamos com uma maioria avassaladora de profissionais que constituem uma verdadeira máquina de propaganda.



Enquanto não surge uma decisão final, estas tomadas de posição valendo o que valem começam ainda assim a causar mau estar nas hostes do Sistema, não fossem estas últimas defensoras da perpetuação da mediocridade que se constata actualmente. Não surgiu pois por acaso, a teoria da balela dada à luz pelo inefável António Varela que, mau grado as suas limitações congénitas, esforça-se por fazer passar que tudo não passa de uma estratégia eleitoral de LFV. Retemos algumas expressões e frases ilustrativas «Como Vieira trabalha para ser eleito», «Superproposta da Olivedesportos...»; «Em que país pensa o presidente do Benfica que vive?»; «Num país em profundíssima crise, 111 milhões de euros são um preço mais do que justo», blá, blá, blá, que não fosse António Varela um anti-benfiquista de longa data e previsivelmente estar a servir propósitos alheios, poderíamos distraidamente presumir que estaria preocupado com o bem estar do clube.



A questão que se põe é: quem é e o que representa Varela, para assumir este papel de freteiro descarado e lídimo representante da Olivedesportos? Passar-lhe-á porventura pela cabeça que com estes dichotes de nível rastejante, consegue influenciar e obrigar o Benfica a submeter-se ao que não pretende? Ou é sua intenção desinformar os sócios do Benfica que virão a eleger o próximo presidente do Benfica? Seja qual for o cenário, é evidente que para além da verba a contratualizar que é sempre muito importante num ‘país em profundíssima crise’, existem questões pendentes que a esmagadora maioria dos benfiquistas já não tolera e muito menos aceita. Essa é a questão de fundo e que muito dificilmente será ultrapassável.



Não é dificil, até a Varela, perceber isso. Logo esta estratégia de pressão não colhe, porque mesmo com todas as vicissitudes, há sempre opções para (quase) tudo. Não sabemos obviamente como acabará esta novela, mas de uma coisa estão os benfiquistas certos: é que no caso de vir a renovar com a Olivedesportos e independentemente das verbas envolvidas, significará que continuaremos a assistir ao domínio do Sistema que continuará solidamente implantado e a ditar as suas regras enviezadas e de sistemático prejuízo do Benfica como já não restam dúvidas a ninguém, embora alguns oficiosos continuem a levantar poeira.



O receio que a ruptura esteja efectivamente em equação parece estar a preocupar seriamente os principais rostos do dito cujo, pelo que é certo que iremos assistir cada vez mais ao aparecimento de peões de brega tipo Varela, tentando manipular e influenciar as regras do jogo, aumentando a temperatura sobre a ctual direcção e promovendo alguns opositores. Sobre as eleições do Benfica que ainda vêm longe, aconselhamos Varela a não se preocupar. Na altura certa os benfiquistas na perspectiva democrática que sempre os caracterizou, saberão escolher quem irá liderar os seus destinos para o próximo futuro e não se irão desfocar agora do prioritário e essencial. Podem existir as mais variadas tentativas que eles não se irão distrair...



Entretanto, por entre as cortinas de fumo das avenças, seria pois importante que Rui Gomes da Silva e seus pares medissem o verdadeiro impacto que uma hipotética renovação com a Olivedesportos terá, até porque segundo vem ficando provado desde o Gil Vicente-FCPorto, os açaimes sobre o Sistema são afinais débeis e de efeitos quase nulos.



mais uma vez OBRIGADO ao Anti-Benfca.COM


Por karlos

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

roubalheira e batota ao glorioso continuaaaaaaaa

 Mais um roubo total  na Académica - Benfica

roubalheiraaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa ....

gatunossssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssss

nimguem investiga estes juizes corruptos azuis ,porquê





Não será melhor mudar as leis Vigente do desporto em Portugal!...


 Os CACETEIROS, OS TRAFULHAS,OS CORRUPTOS VIVEM acima das leis em PORTUGAL como a imagem bem DEMONSTRA...


VERGONHOSO !....  VERGONHOSO!......VERGONHOSO!....


obrigado ao  http://www.facebook.com/chamagloriosa


Por karlos
 
                
O BATOTEIRO



 
 
Pedro Proença



 
"Fw: Arbitro SLB-FCP Urgente!!


"No domingo passado eu e a minha namorada fomos às compras no Shopping Dolce Vita. Faltavam poucos minutos para acabar o jogo, FCPorto-Feirense, e decidimos ir embora para não apanhar a confusão dos adeptos a saírem do estádio. Quando íamos em direcção ao meu carro, estacionado junto ao Dragão Caixa, vejo sair do estacionamento subterrâneo do estádio, um BMW, com o Sr Pedro Proença no banco de passageiro da frente. Estranhei esse facto por este arbitro não ser habitante da cidade do Porto, e até comentei que seria engraçado se ele fosse o nomeado para o jogo de sexta-feira. Hoje fiquei sem reacção, quando soube pelo jornal a Bola que este tinha sido o escolhido. A sua aparição no Dragão pode até não ter nada a ver com as nomeações, mas é tudo muito estranho... cheira-me a algo de errado! Obrigado pela atenção."

Seria bom que o próprio Pedro Proença desmentisse o conteúdo deste e-mail, que foi enviado às redacções de alguns jornais por um leitor devidamente identificado.

Caso isto não seja desmentido rapidamente, tomarei o caso por verdadeiro, e, como tal, bastante preocupante.

Ao contrário de muitos, nunca confiei em Pedro Proença, que já afastou (ou tentou afastar) o Benfica da luta pelo título em diversas ocasiões.

Em 2002 (arbitragem inqualificável num Boavista-Benfica, com dois penáltis escamoetados aos encarnados); em 2004 (com um penálti assinalado a simulação grosseira de Silva no Benfica-Sporting); em 2005 (uma das piores arbitragens de que me lembro no futebol português, em Penafiel, na ante-penúltima jornada, com quatro penáltis por assinalar a favor do Benfica); em 2006 (num Benfica-Belenenses, que terminou zero a zero, e em que deixou passar uma grande penalidade evidente cometida sobre Nuno Assis); em 2009 (com o famoso lance entre Yebda e Lisandro); em 2010 (penálti claro por marcar no Benfica-Sp.Braga, por mão de Rodriguez); em 2011 (logo na segunda jornada, mais dois penáltis surripiados ao Benfica, na Choupana); e já esta época, com o penálti assinalado em Braga, a Emerson, quase sempre o árbitro lisboeta foi protagonista, pelas piores razões.

Desde 2002, em 8 jogos decisivos, ou muito importantes, Pedro Proença escamoteou 10 grandes penalidades (!!!!) ao Benfica, assinalando mal, nalguns casos de forma grosseia, 3 penáltis contra o clube de que dizem ser sócio (o que, ou é mentira, ou parece mais uma simples manobra de diversão). Isto contrasta com o facto de nunca, mas mesmo nunca, Proença se ter equivocado em favor do Benfica.

Se tudo isto não justifica uns valentes murros levados no "Colombo", justifica, pelo menos, muita desconfiança, e muita apreensão.

AQUI: http://vedetadabola.blogspot.com/
 
 
Pedro Proença


29 de Fevereiro de 2012


Ricardo Costa escreveu há tempos que o Apito Dourado contribuiu indelevelmente para uma nova era na arbitragem. Sendo tentados a concordar com o ex-Presidente da Comissão Disciplinar da Liga, ressalvamos no entanto que continua a ser insuficiente. Até que se consiga erradicar a ideia que prejudicar uns é proibitivo e outros bem-vindo, a verdade desportiva continuará a ser mera utopia e os árbitros continuarão a ter um papel de relevo que não deveriam ter. Não sendo possível eliminar todos os erros e todas as decisões desajustadas, urge acabar pelo menos com a dualidade de critérios e com a suspeição, até porque existem padrões facilmente identificados de há décadas a esta parte, mas que por muitos não terem a coragem de questionar, resultam em tabus que apenas promovem a continuidade da mediocridade.



Habilmente, Pedro Proença fez-se sócio do Benfica e fruto da boa imprensa que faz por vender que é benfiquista, curiosamente ou nem tanto, beneficia de condições especiais às quais mais nenhum outro tem direito. Por um simples facto, tem um registo em prejuízo dos encarnados que por esta altura já concorre com Guimaros e Calheiros, sendo como tal bem visto por todos menos benfiquistas sem voz. Os mesmos que souberam ouvir o que Marinho Neves ainda recentemente disse numa rede social; «Vocês pensam que o Pedro Proença é benfiquista porque ele é sócio do Benfica mas enganam-se porque ele é o maior anti-benfiquista que anda por aí no futebol...»



É um árbitro que não engana; recorrentemente chamado aos grandes palcos, em 2008/2009 decidiu a Liga no Dragão no Clássico decisivo com um penálti vergonhoso que salvou o FCPorto de uma derrota eminente. Já esta Liga no jogo grande da jornada - SCBraga-Benfica - não só perdoou um penálti aos bracarenses como ainda assinalou um muito duvidoso contra os benfiquistas, o qual se ocorresse ao contrário decerto mereceria juízo díspar. Resta aos benfiquistas pois prepararem-se, até porque a nomeação não é de todo inesperada - Proença havia feito birra na Taça de Portugal (o Nacional que o diga!), logo já se antevia que fosse ressarcido por Vitor Pereira que sempre poderia ter optado por Artur Soares Dias.



E cabe também - de acordo com a nova inovação do Futebol Mundial; os treinadores serem obrigados a analisar árbitros tal é o carácter decisivo dos mesmos - que não se dê azo a mergulhos de Hulk e Cª, que se amarre os braços bem quietinhos atrás das costas em cruzamentos, e que os jogadores encarnados não se deixem irritar logo que Pedro Proença comece a parar o jogo sistematicamente em função das tendências do mesmo e caso esteja muito vivo, condicionando os atletas do Benfica com aquele seu ar paternalista de brilhantina e com admoestações precoces, que os cronistas de serviço se encarregarão de justificar por querer segurar o jogo.



Por muito que se esperneie e se tente deturpar a verdade, assuma-se frontalmente que não existe qualquer outro árbitro que tenha um registo tão positivo em jogos do Benfica. Assim, na linha das aberrações que o futebol luso é pródigo, Proença é compensado com a chamada aos grandes palcos, beneficia de elogios do «grande timoneiro» e um reconhecimento transversal de uma imprensa que já se sabe ao que anda. Marcará aliás presença no Euro-2012, fruto do bom serviço prestado- «Orgulho Nacional...».



Contudo os benfiquistas têm memória; não esquecem a vista grossa do juíz no Bessa num jogo em que Simão Sabrosa foi abalroado dentro da área sem que nada tenha sido assinalado, não esquecem as 4 penalidades não assinaladas em Penafiel em 2005, não esquecem o facto de ter inquinado a Liga 2008/2009 ao assinalar um penálti inexistente a castigar uma hipotética falta de Yebda sobre Lizandro, e entre muitas outras, não esquecerão o que ainda recentemente se passou no Axa, onde um empate caído do céu ajudou a que os danos fossem menores.



Pedro Proença – que de parvo tem pouco – vive a arbitragem de uma forma peculiar, de braço dado com o poder instituído, sócio do Benfica para os mais incautos comerem, e confortavelmente amarrado a paradigmas que fazem do prejuízo do Sport Lisboa e Benfica um mal necessário e o caminho para o sucesso. Infelizmente para nós - e para a verdade desportiva, já ninguém é trucidado por espoliar indecentemente um clube, bem pelo contrário. Como aliás dá para perceber as infelicidades de Hugo Miguel em Coimbra, as quais na sua maioria passaram despercebidas, foram secundarizadas, e assim legitimaram mais uma vez a facilidade com que se pode prejudicar o Sport Lisboa e Benfica. Prova disso é que um jornal que tentam passar como encarnado - A Bola - deu nota positiva ao juíz de Lisboa (5), enquanto que a Bruno Paixão no célebre Gil Vicente-FCPorto, deram... 2. Como diriam alguns jornalistas, comentadores, e experts do ramo, foram dois penalties duvidosos ou ainda que nem a TV esclareceu. Mas a melhor definição claramente candidata ao ‘Prémio Embuste do Ano’ foi a de que Pablo Aimar tinha parado repentinamente à espera de ser abalroado. Só não percebemos foi a razão porque o juiz Miguel marcou falta... Obstrução? Deve ter sido isso...



Numa perspectiva mais positiva, os benfiquistas sabem porém as sinergias que envolvem o futebol português, e cada vez mais vão sendo capazes de denunciar episódios que pouco têm a ver com desportivismo e se resumem única e exclusivamente a clubismo doentio, promiscuidades, e jogo sujo. Apesar de muitas vezes ficarmos aquém do ruído oriundo das hábeis convergências em tom azul-esverdeado dos experts televisivos e dos jornais, dos direitos reclamados pela Sportinvest, SA no Youtube, e de todo esse rol de escumalha que faz todos os possíveis para contar uma história diferente do que acontece na realidade, sabemos de antemão que o Benfica tem de se transcender para conquistar seja o que for.



A nomeação de Pedro Proença é por tudo isso naturalmente bem-vinda pelos portistas, não fosse inserir-se na velha táctica de ter um sócio do Benfica que, não sendo benfiquista e garantindo de antemão que jamais se engana a favor dos encarnados, garante vantagens num jogo de importância vital. Esperemos pois que ele desta vez desiluda os fãs e faça, para variar, uma boa arbitragem em que nenhum dos dois contendores possa vir a ter razões de queixa. Já se sabe que uma boa arbitragem para os portistas tem um significado diferente, mas isso apenas tem a ver com resultados menos favoráveis e a necessidade de se encontrarem bodes expiatórios.
 
 
 
aqui: http://www.anti-benfica.com/artigos-opiniao/pedro_proenca.php
 
 
 
 
 
 
 
 
 
  
 





Aqui: http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=EtT9xrB_pQM


simplesmente nojento e vergonhoso este juiz trapaceiro ...

por karlos

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

A Bomba !.... Oliveira!.... A Liga ! a SPORKTV !

                                    O CLUBE DO SISTEMA "HOJE CORRUPTO"


Perspectiva real do Sistema


9 de Janeiro de 201
A entrevista que o ex-jogador e ex-treinador do FC Porto, ex-seleccionador nacional e ex-sócio da Olivedesportos António Oliveira concedeu ao canal televisivo RTP Informação, só pode surpreender quem não tem acompanhado de perto o fenómeno futebolístico dos últimos anos e as consequentes mutações que o mesmo tem sofrido.



O Sistema que o ex-presidente leonino António Dias de Cunha popularizou (com êxito diga-se de passagem) mas que além da Arbitragem não conseguiu introduzir a totalidade dos seus intérpretes, foi mais uma vez posto a nu, de uma forma desassombrada, desta feita por uma pessoa insuspeita e que tem profundos conhecimentos das estratégias under the table, gizadas e protagonizadas pelos mais proeminentes estrategas da organização. Sendo logicamente desvalorizado pelos seus principais intérpretes e por aqueles que colhem mais benefícios, e não obstante a Comunicação Social ser também ela refém da teia de influências - a par aliás de outros sectores como a Política e a Justiça -, torna-se cada vez mais difícil esconder a transversalidade dos jogos de bastidores e a teia de influências que compõem não apenas o futebol nacional, mas por tabela a sociedade portuguesa.



Ao longo de toda a entrevista (a espaços um monólogo face à surpresa do pivot da estação e dos comentadores ‘residentes’), António Oliveira dissertou sobre várias matérias de uma forma perfeitamente natural, revelando conhecimento, segurança, e sobretudo desassombro e coragem, coisas que não são normais num país em que se sabe que as coisas existem e que são abordadas nos bastidores, mas por razões da mais diversa índole - i.e. resignação e receio por via das variadíssimas experiências fracassadas e dos inúmeros processos arquivados ou favoráveis ao círculo - poucos o assumem em público de uma forma peremptória, aumentando por isso o grau de especulação e não contribuindo para o esclarecimento dos temas, evitando assim a possibilidade de desenvolvimentos de outra ordem, quiçá mesmo de natureza legal.



Não se poderá por isso falar de polémica tal a forma como António Oliveira expôs os assuntos e a crueza com que os abordou sem subterfúgios ou simulações. Transmitiu a sua opinião com o conhecimento que lhe advém de ter estado por dentro da temática, focou pormenores e não se constrangiu em falar de pessoas que, em sua opinião influenciaram, e de outras que se deixaram influenciar com o simples aceno da cadeira do poder, ou até mesmo de simples migalhas. Para dar maior verosimilhança até falou dele próprio, assumindo mea culpa do tempo em que ocupou o lugar de seleccionador nacional... promovido pelo Sistema.



Afirmar como afirmou que quer Gilberto Madaíl quer agora Fernando Gomes foram colocados no lugar de presidentes da Federação a instâncias do Sistema, não pareceram, de forma nenhuma afirmações gratuitas ou com meras intenções de denegrir as personalidades em causa. Pelo contrário, vieram confirmar as múltiplas reservas que sempre mereceram aos mais desligados e independentes, a forma de eleição de pessoas para cargos da maior relevância desportiva.



Mas, a afirmação mais contundente foi sem dúvida o pragmatismo com que se referiu ao lóbi da Olivesportos, defendendo que enquanto se mantenha a influência que tem, jamais o futebol português caminhará para o tão desejado progresso e desenvolvimento, o que confirma, preto no branco, o que neste e noutros espaços vem sendo defendido e que muitos optam por designar de teorias de conspiração. Da mesma forma que foi preciso esperarmos pelo Youtube para materializar certezas, esperamos que as declarações de AO, por serem por demais evidentes, possam contribuir para que se abandonem em definitivo as teses mais puristas e do mar de rosas que se vive.



Enquanto os clubes da I e II Ligas se mantiverem agrilhoados e dependentes das nuances do Sistema, não haverá progresso, porque não só nunca poderão impôr as suas ideias, como estão sujeitos às suas imposições. Veja-se por exemplo a ditadura dos direitos televisivos que amarra os clubes aos superiores interesses de outrem e que obriga a que os espectadores interessados (sejam eles dos estádios ou televisivos) tenham que ter uma maratona de jogos fora dos dias e a horas impróprias. E veja-se também o que se passa com a renovação dos citados direitos por parte do Benfica e que depois do próprio presidente ter referido que eram para fechar até 31 de Dezembro de 2010, ainda persiste a discussão não se sabendo ainda qual a solução final para a questão.



Esta é a prova provada dos interesses poderosos que se movimentam na área e que tentam obstar por todos os meios, que alguém se comporte como ovelha tresmalhada. Já acontecera com Vale e Azevedo que foi alvo de uma perseguição insana logo que assumiu a presidência encarnada em 1997 e denunciou o acordo. Acontecendo a deserção do Benfica, tal facto poder-se-ia vir a revelar extremamente perigoso para o Sistema, pois aparte o natural rombo financeiro, abrir-se-ia um grave precedente que poderia a vir a ser seguido por outros clubes no futuro. Ora isso não pode de maneira nenhuma acontecer... e quiçá as negociações colectivas contribuam para a solução? Com as condições da outorgada Olivedesportos, obviamente...



Se olharmos para aquilo que se passa em algumas Ligas europeias, observamos que a negociação dos direitos televisivos é negociada globalmente, sendo depois o bolo distribuído com base em critérios previamente definidos e onde são considerados vários factores, nomeadamente a importância dos clubes e o seu contributo para as audiências verificadas. Cá pelo burgo, já várias opiniões se têm manifestado a favor da adopção desse princípio. Ainda agora, na entrevista programática que concedeu, o candidato a presidente da Liga Portuguesa de Futebol Profissional António Laranjo, referiu que esse é um dos pontos do seu programa, que, no entanto, só pode avançar com o beneplácito dos clubes da I e da II Liga o que porventura será complicado dado que praticamente todos eles estão engessados (para utilizar a expressão tão cara a António Oliveira), tendo mesmo alguns acordos com prazos dilatados e com cláusulas de salvaguarda. O Sporting por exemplo negociou até 2018 e o direito de preferência cabe inclusive à própria Olivedesportos, podendo renovar até 2021.



Seja como for, esta é uma matéria de capital importância e, quando mais se adiar a ruptura com a Olivedesportos, mais tempo vai imperar a influência nefasta do Sistema no futebol português. Será que os clubes não pagaram já a sua dívida e contribuiram q.b. para o império de Joaquim Oliveira coadjuvado pela banca - que certamente não terá grande interesse que os seus devedores caiam? No imediato, o encerramento do capítulo da renegociação dos direitos televisivos por parte do Benfica assume, assim, foros de grande importância, não sendo por isso difícil adivinhar as expectativas que está a criar...



Já dizia Martin Luther King, Jr. que «Devemos aceitar a decepção finita, mas nunca perder a esperança infinita.»




obrigado ao Anti-Benfica.COM

aqui:http://www.anti-benfica.com/artopiniao_perspectiva_real_do_sistema.php
por karlos