terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Os gatunos PROFISSIONAIS da liga profissional de futebol em portugal



OS BANDALHOS OS MAFIOSOS DAS ANTAS  GOSAM DE IMPUNIDADES
PORQUÊ ....

Continua a ROUBALHEIRA ao SPORT LISBOA E BENFICA  ..



A JUSTIÇA DOS JUSTICEIROS DAS TORRES DAS ANTAS
O CASO KLEBER DENUNCIADO PELO MARITIMO


o trio de ataque

um mafioso um corrupto e um gatuno

a mafia da liga profissional...


Comissão da indisciplina  



Composição


Presidente: Herculano Lima




Vogais:


João Manuel Belchior


Manuel Saraiva


Isabel Gonçalves


Maria José Almeida.


 estas são as virgens daltonicas e mafiosas do apito azul na liga profissional.......

 

 
FC Porto: Marítimo denuncia «ameaças» no caso Kléber


O presidente do Marítimo, Carlos Pereira, critica o FC Porto no âmbito do interesse portista no jogador Kléber, alertando que «não é com aliciamentos e não é com ameaças que vão resolver o problema».



Declarações divulgadas pela Rádio Renascença e prestadas pelo dirigente no Aeroporto do Funchal, antes da partida do Marítimo para a República da Irlanda, onde vai defrontar o Sporting Fingal na quinta-feira, na segunda-mão da segunda pré-eliminatória da Liga Europa.



Carlos Pereira reclama que «o Marítimo sem dinheiro não liberta» o atleta, alegando que Kléber tem mais um ano de contrato com o seu clube. O emblema madeirense divide os direitos económicos do jogador com os brasileiros do Atlético Mineiro, mas teria o privilégio dos direitos desportivos do mesmo por mais uma temporada, segundo assegura Carlos Pereira.



«Não é com pressa, não é com aliciamentos e não é com ameaças que vão resolver o problema», avisa o líder dos insulares, ameaçando «resolver a questão nas instâncias jurídicas».



Carlos Pereira diz ainda que «o FC Porto não aceitaria que o Bruno Alves abandonasse o estágio, que fugisse à revelia da instituição». «O Atlético Mineiro não aceitaria que o Tardelli abandonasse a instituição, a conselho de alguém ou com aliciamento de alguém à revelia da instituição a quem o atleta está vinculado», acrescenta.



Kléber deixou a Madeira e rumou ao Brasil sem autorização do clube português, permanecendo do outro lado do Atlântico à espera de um acordo entre Marítimo e FC Porto relativamente ao seu futuro.




2010-08-11 13:38h


Caso Kléber: Marítimo «vai accionar o F.C. Porto»

Carlos Pereira volta a criticar comportamento dos «dragões»

Por Redacção com Jorge Franclim

PUB N AUTO START, um seguro acessível e simples 1 2 3 4 5 0 votosComentários A novela Kléber está longe de ter um fim. Carlos Pereira, presidente do Marítimo, criticou a forma como o F.C Porto tem actuado em todo o processo. O dirigente garante que vai accionar todos os mecanismos possíveis para que o avançado não vista a camisola azul e branca.



«O Marítimo não abdica dos seus princípios e das partes contratuais que tem e lamenta que o F.C. Porto tenha este tipo de comportamento. Nós vamos accionar quer o Porto quer o Atlético de Mineiro ao nível da UEFA. Neste caso serão só os tribunais desportivos, mas as instâncias e os departamentos jurídicos com certeza debaterão aquilo que acharem mais conveniente na defesa intransigente de cada uma das instituições», afirmou Carlos Pereira esta manhã à saída da sede da Liga de clubes.



O presidente do clube insular garante que a conclusão deste moroso processo está nas mãos dos dragões e do clube brasileiro. Carlos Pereira reprovou a forma como dragões actuaram: «Só vai ser resolvido quando o Atlético entender e quando o F.C. Porto entender e se portar à altura dos pergaminhos do F.C. Porto, e deixar de fazer aliciamentos a jogadores com contratos.»



Entretanto, a imprensa brasileira diz que Alexandre Kalil, presidente

do Atlético Mineiro, está em Portugal para tentar que o Marítimo facilite a mudança do jogador para o F.C. Porto, há muito acertada. Carlos Pereira garante que o dirigente brasileiro ainda não «solicitou nenhuma reunião» com o clube madeirense.



O dirigente garante de resto que o Marítimo vai iniciar a Liga frente ao V. Setúbal no Estádio dos Barreiros, depois das obras de remodelação, e mostrou-se muito confiante que o mesmo possa acontecer quando os insulares defrontarem o Bate Borisov, na última pré-eliminatória da Liga Europa.



«O Marítimo vai jogar no Estádio dos Barreiros às 16h, com o V. Setúbal, com as devidas autorizações. Quanto à Liga Europa, nós já solicitamos todas as vistorias da Federação portuguesa de futebol e penso que será no Estádio dos Barreiros, porque se está aprovado para uma liga tão exigente como a nossa não faz sentido nenhum que não esteja licenciado para um play-off da liga Europa», concluiu.


abola.pt -

Últimas Outros Mundos

 «Caso» Kléber nas instâncias internacionaisPor Germano Almeida



O presidente do Marítimo voltou, esta quarta-feira, a criticar o comportamento do FC Porto no que diz respeito ao avançado brasileiro Kléber. O jogador, emprestado aos insulares pelo At. Mineiro, continua no Brasil e Carlos Pereira garante que vai denunciar todo o «caso» às instâncias internacionais.



«O FC Porto tem de respeitar os seus pergaminhos e, em vez de aliciar jogadores que têm contrato com outros clubes, perceber que no futebol não há parceiros e há que respeitar os compromissos», afirmou Carlos Pereira, falando na sede da Liga de Clubes.



O líder do clube insular deixou então a garantia que todo o caso será discutido nos tribunais desportivos, uma vez que o Marítimo não abdica dos seus direitos. «Por isso, vamos denunciar o comportamento do At. Mineiro e do FC Porto», atirou.



Kléber, recorde-se, foi emprestado pelo At. Mineiro ao Marítimo. No clube insular actuou ao longo da última época, tendo despertado o interesse do FC Porto. Os portistas terão então chegado a acordo com o At. Mineiro, mas sem contactar o Marítimo, que, tal como Carlos Pereira referiu, não abdica dos seus direitos. Perante o impasse, o jogador abandonou os trabalhos da presente pré-época no clube insular, rumando ao Brasil. 12:25 - 11-08-2010

 o polvo azul na liga profissional






“O assunto há de ser resolvido quando o Atlético Mineiro e o FC Porto entenderem. Quando o FC Porto se portar à altura dos seus pergaminhos e deixar de fazer aliciamento a jogadores com contrato. Este assunto será certamente discutido nos tribunais”, disse o dirigente, horas antes da Assembleia Geral da Liga de clubes.



Kléber é um jovem avançado brasileiro emprestado pelo Atlético Mineiro ao Marítimo, mas como deseja transferir-se para o FC Porto deixou de treinar com os insulares.



Carlos Pereira garante que “o Marítimo não vai abdicar dos seus princípios e partes contratuais” e, novamente, “lamenta sinceramente que o FC Porto tenha este tipo de comportamento”.



O dirigente foi claro ao admitir o recurso a todas as vias possíveis na defesa dos interesses do clube.



“Vamos acionar o FC Porto e o próprio Atlético Mineiro ao nível da UEFA. Para se ter aquilo que se quer, tem de se pensar que no mundo desportivo há parceiros e as parcerias são para ser cumpridas, tal como os contratos. Enquanto atletas tem contratos com outras instituições não devem ser aliciados”, explicou.



O presidente maritimista deixou ainda em aberto a possibilidade do clube recorrer a instancias foram do âmbito desportivo: “Os departamentos jurídicos debaterão o que acharem mais importante e conveniente na defesa intransigente de cada uma das instituições



ISTO DEU EM QUÊ! NEPIA !!

ESTA NA GAVETA DOS CORRUPTOS DAS ANTAS



QUE DEU ISTO !

FICARAM IMPUNES

por sabio

Benfica

Jesus responde a Villas-Boas: “Condicionado foi o árbitro do Beira-Mar-FC Porto”

Jorge Jesus fez a antevisão do jogo de quarta-feira com o Rio Ave, para os quartos-de-final da Taça de Portugal. Quem vencer este jogo, enfrentará o FC Porto nas meias-finais. E foi precisamente o clube “azul-e-branco” um dos mencionados nas críticas do técnico, um dia depois de André Villas-Boas ter criticado a atitude de Jesus no final do jogo com o Nacional e os incidentes com o jogador Luís Alberto.




Antes de falar sobre Villas-Boas, que o tratou como “graúdo”, Jesus suspirou. “Primeiro nunca tratei o treinador [do FC Porto] por miúdo, mas sim por jovem treinador. E se ele sente que quem o tratou por miúdo é uma ofensa, tem de perceber que não fui eu [a ofendê-lo]”, começou por dizer.



E defendeu a sua carreira longa como técnico. “No meu caso de graúdo já tenho vinte anos de carreira. Não é como começa, é, muitas vezes, como acaba”, referiu. E mencionou os casos do último jogo dos “dragões” em Aveiro.



"Não tenho por hábito denegrir qualquer colega de profissão e o foco deste fim-de-semana não foi aquilo que se passou no jogo Benfica-Nacional, mas o que se passou no Beira-Mar-FC Porto, onde mais uma vez houve uma grande penalidade inexistente. Neste momento é a sexta grande penalidade que o FC Porto tem durante este campeonato e este é que é o foco da questão", argumentou Jesus, acrescentando que não vale a pena tentar "condicionar" algo.



“Condicionado foi o árbitro do Beira-Mar-FC Porto. E fico por aqui”, concluiu o técnico do Benfica, numa referência às críticas de Villas-Boas à nomeação de João Ferreira para o jogo de Aveiro.



“Queremos estar nas meias-finais”



Sobre o jogo com o Rio Ave, “a eliminar”, é preciso que a equipa imponha as suas ideias. “As nossas ideias é que importam em termos defensivos”, lembrou Jesus.



“Estes jogos a eliminar tudo pode acontecer, é só um jogo. O favoritismo pode não acontecer num só jogo, temos de ter o maior cuidado, mas queremos estar nas meias-finais e, para quem quer estar nas meias-finais, tem de ganhar”, referiu.



“A equipa voltou a fazer com o Nacional um excelente jogo, o mês de Janeiro tem sido 100 por cento produtivo e vamos querer acabá-lo com uma vitoria”, analisou

25.01.2011 - 16:57 PÚBLICO



por sabio

domingo, 23 de janeiro de 2011

os rambos das favelas do brasil no desporto em portugal ...

A   AGRESSÃO de luis alberto ao jorge jesus  não pode ficar impune .....



 QUEREM BRANQUEAR a AGRESSÃO do Brasileiro porquê......






Há que achar uma maneira de colocar termo a isto.

A paciência tem limites e o despudor também basta de Roubar o BENFICA .

Alguém na imprensa escrita e falada  anda a brincar com o fogo e todos temos que ter cabeça fria e não nos deixarmos cair nas armadilhas mas sem sermos anjinhos.




E VER ESTA SELVAJARIA ...
  
http://www.youtube.com/watch?v=kXgjpD2Lark&feature=player_embedded



O defesa portista Lula põe-lhe a mão na cara e empurra com a mão o então treinador do S.L. Benfica, Graeme Souness, no final do Benfica-FC Porto.



  NÃO SERÃO PRECISO PALAVRAS ! Pois não....
mas como foi na freguesia do padre das antas tudo foi normal ...


e só ver é não ter palavras ..


 sera que e só no Benfica ! Sera que o futebol em portugal merece esta cambada ..

 Sera que e só no estadio da luz e que estes bichos brasileiros e não só, se comportam como autenticos selvagens e indios...

Janeiro


O Diário de Notícias publica a notícia da condenação de 2 agentes da PSP a 7 anos por tráfico de droga, um deles, António Barbosa, conhecido por "Tomé mal", é antigo elemento da segurança do FC Porto.



Março, 3

O Sporting recebe o FC Porto para a Taça de Portugal e é afastado da competição, tendo este jogo gerado forte contestação.
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Setembro, 9

Dia de jogo FCPorto - Benfica a contar para a decisão da Supertaça Cândido de Oliveira. Palco de uma das cenas mais caricatas do futebol português: um grupo, liderado por João Pinto e Fernando Couto, em perseguição ao árbitro José Pratas.
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Proibição da entrada de jornalistas nas Antas



Outubro

Declarações de Pinto da Costa desvaloriza as agressões a jornalistas
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Incidentes de violência no Leixões – FC Porto



Árbitro agredido no Sporting – FC Porto em juvenis de futebol



“Corte de relações” entre o Gil Vicente e o FC Porto



Incidentes de violência no FC Porto-Desp. Chaves



Incidentes de violência no Beira Mar-FC Porto



Diferendo na estrutura da arbitragem do futebol



Entrevista a João Santos, ex-Presidente do Sport Lisboa e Benfica, na qual denuncia actividades ilícitas do então "Guarda Costas" de Pinto da Costa e comenta o processo de averiguações em curso.
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1999


Maio

O Desp. Chaves recebe o FC Porto, jogo acaba com a intervenção da polícia de choque.
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Acção disciplinar a dirigentes pela CD da Liga



Diferendos na Liga de Futebol



Incidentes de violência no futebol



Protestos às arbitragens de futebol



Crises de clubes, oposições e demissões



Protestos junto da CD da Liga. Em causa a acção disciplinar dos árbitros



“Queixas - crimes” por afirmações difamatórias



Denúncias de corrupção no futebol portugues



Acção disciplinar a árbitros de futebol



ISTO FICOU TUDO  NA GAVETA DEVEM TER MOFO ESTAS QUEIXAS...

Ou eram tratadas pelo alguidar ou pelo presidente dos das antas..










 VINTE ANOS DE MENTIRA DE A a Z


A justiça do título conquistado pelo F.C.Porto nesta época de 2007-08 é inatacável. Embora beneficiando de dez golos irregulares ao longo da prova - Sporting, U.Leiria (3), P.Ferreira (2), Boavista, Leixões e Belenenses (2) -, cinco expulsões perdoadas (três delas a Bruno Alves em Matosinhos, Alvalade e Amadora, uma a Quaresma e outra a Lisandro nos Barreiros), e pese ainda os treze penáltis subtraídos ao Benfica e descritos em post anterior, tem que se admitir a maior regularidade exibicional dos portistas, a sua maior coesão, e o brilhantismo de alguns dos seus jogadores - nomeadamente os argentinos Lucho e Lisandro, que realizaram uma temporada extraordinária.

Efectivamente, mesmo sendo - respeitando a "tradição" - a equipa mais beneficiada da competição, tem que se dizer que o F.C.Porto foi também o melhor conjunto e, sobretudo, que não teve culpa dos erros de águias e leões, que cedo se suicidaram neste campeonato quer dentro quer fora das quatro linhas, com erros crassos de gestão desportiva próprios do mais cândido amadorismo. Sem interferências de arbitragem possivelmente a festa não tinha ainda sido feita, mas, mais jornada menos jornada, a equipa de Jesualdo confirmaria o merecido título, até porque muitos dos lances referidos (embora nem todos) ocorreram em jogos nos quais os portistas acabaram por vencer folgadamente.

Isto todavia não apaga, nem pode branquear, todo o caminho histórico percorrido pelos dragões até aqui, designadamente desde o momento em que Jorge Nuno Pinto da Costa assumiu o poder – do F.C.Porto e do futebol português.

Desde os anos oitenta muitos foram os casos, muitas foram as suspeitas. Quando vieram a público as escutas do Apito Dourado quase ninguém foi apanhado de surpresa, pois toda a gente mais ou menos ligada ao futebol sabia o que se passava. Tratando-se de situações difíceis de comprovar, e conhecendo-se a rede de influências e interdependências ardilosamente construída ao longo de duas décadas, tornava-se (e torna-se) difícil ver a justiça chegar a bom porto, para mais conhecendo-se a sua dramática lentidão e ineficácia, verificada nestes e noutros casos no nosso país.

No momento em que se vão julgar em tribunal um F.C.Porto-E.Amadora e um Beira Mar-F.C.Porto, disputados na melhor temporada de sempre dos dragões (com uma grande equipa e um grande treinador), é importante que se perceba que o problema está muito longe de se esgotar nesses dois episódios, nem eles serão certamente os mais relevantes de uma história repleta de mentira, corrupção e tráfico de influências. Pelo contrário, o que deve ser entendido das escutas – mesmo que o tribunal não o possa ou consiga fazer - é um panorama de subversão total e absoluta de uma lógica competitiva de isenção e transparência, que foi sendo a base para benefício de uns e prejuízo de outros, ao longo de muitas temporadas, e que valeu títulos, dinheiro, prestígio europeu, numa espiral que ainda hoje condiciona e subverte a hierarquia competitiva do futebol português.

É em nome da preservação dessa memória que este texto é publicado. É no fundo o repescar de um conjunto de episódios, factos e, nalguns casos, apenas rumores, que por si pouco poderiam representar, mas que em conjunto reflectem uma realidade à qual não podemos fugir, e a qual ninguém de bom senso deverá ignorar ou fingir que não existe ou existiu. Mesmo que, por questões processuais, a justiça acabe por não conseguir desempenhar o seu papel, a verdade não poderá ser esquecida nem branqueada, pois o que está em julgamento não é mais que a ponta de um iceberg escondendo uma sórdida teia de podridão que alicerçou o futebol português ao longo de mais de vinte anos. É importante que nos lembremos, a cada momento, a cada fim-de-semana, a cada jogo, como é que o F.C.Porto se tornou na máquina de vitórias que hoje é, não desfazendo, obviamente, da qualidade e profissionalismo de muitos dos jogadores e técnicos que passaram pelo clube, e aos quais provavelmente até terá escapado muito do lixo arrecadado nas traseiras dos seus triunfos.

Fica pois aqui, de A a Z, a memória de duas décadas de mentira:



A de ACÁCIO – Pouca gente se lembrará deste nome. Trata-se de um guarda-redes brasileiro que passou com discrição pelo Tirsense e pelo Beira Mar, e que só depois de regressar ao Brasil tomou a liberdade de falar sobre a sua aventura europeia. Confessou então que recebera pressões e propostas diversas para facilitar uma vitória do F.C.Porto em Aveiro, que valia (e valeu) o título nacional de 1993. O caso foi pouco falado, vivia-se ainda um clima de medo pré-Apito Dourado. Mas a recordação das suas declarações e desse campeonato permanecem bem vivas no meu espírito. Só não sei se foi nessa ocasião que, também em Aveiro, o jornalista Carlos Pinhão foi barbaramente agredido por elementos ligados ao F.C.Porto.

Uns anos antes havia sido o belga Cadorin, avançado do Portimonense, a acusar o empresário Luciano D’Onófrio de lhe prometer um bom contrato (em Portugal ou no estrangeiro), caso fizesse um penálti nos primeiros minutos de um Portimonense-F.C.Porto (“depois jogas normalmente”, ter-lhe-á dito). Com a saída do belga do futebol português, o caso acabou por morrer.



B de BENQUERENÇA – Olegário Benquerença protagonizou duas das mais escandalosas actuações da arbitragem portuguesa dos últimos anos. Na Luz, em Outubro de 2004, dois meses antes da detenção de Pinto da Costa, o árbitro leiriense e o seu assistente Luís Tavares foram os únicos que não viram (mais alguns que não quiseram ver…) uma bola rematada por Petit ser retirada de dentro da baliza portista por um desesperado Vítor Baía. No mesmo jogo já havia feito vista grossa a uma claríssima grande penalidade de Seitaridis sobre Karadas (que daria expulsão do grego no início da segunda parte), e mostrado um vermelho injusto a Nuno Gomes, que havia sido barbaramente agredido por Pepe. Um ano depois, em jogo da Taça de Portugal, foi o Sporting a vítima deste benemérito portista de longa data. Com mais uma exibição de “luxo”, Benquerença colocou os leões fora da Taça, poupando penáltis, e expulsando jogadores até achar necessário. Já antes de 2004 era um árbitro polémico, com arbitragens invariavelmente favoráveis aos portistas. Talvez por isso viu as portas de uma carreira internacional de sucesso serem-lhe escancaradas e, não se sabe bem como, poderá até estar no Euro 2008.



C de CALHEIROS – Os irmãos Calheiros – quem não se recorda dos gémeos e barbudos fiscais de linha, ladeando Carlos, o irmão mais velho – foram umas das muitas figuras sinistras da arbitragem portuguesa da década de noventa. Recordo particularmente um inacreditável penalti assinalado nas Antas por suposta falta de Mozer no empate 3-3 de 1993-94, bem como um jogo em Aveiro, na época anterior, concretamente na tarde soalheira de 16-5-1993, em que expulsou Yuran e Pacheco por supostas palavras, possibilitando a vitória ao Beira Mar, e dando o título ao F.C.Porto - que à mesma hora via um tal de Marques da Silva, do Funchal, expulsar estranhamente dois jogadores do Desp. Chaves e assinalar um penálti escandaloso que lhe permitiu virar o marcador para de 0-1 para 2-1 na difícil visita a Trás-os-Montes, quando águias e dragões seguiam, a três jornadas do fim, empatados em pontos. Mais do que essa e outras actuações, sempre em benefício dos mesmos, este trio ficou famoso pela célebre viagem ao Brasil, feita através da agência de Joaquim Oliveira, e paga pelo F.C.Porto. A investigação deste caso nunca foi devidamente feita. Com a PJ do Porto e o próprio MP aparentemente alinhados com o sistema, foi difícil durante muitos anos (e continua a sê-lo) avançar pelos caminhos da verdade.

Ao pé destes meninos, Calabote era possivelmente apenas um ingénuo aprendiz – e diga-se que o suposto e empolado caso Calabote, nos anos cinquenta, redundou apenas num título para o…F.C.Porto.



D de DUDA – Foi um dos meus primeiros contactos com a suja realidade do futebol português das últimas décadas. Jogava-se, já em plena segunda volta, a liderança do campeonato numa tarde chuvosa na Luz – foi este o célebre jogo em que Toni saiu a chorar por ter involuntariamente partido a perna de Marco Aurélio. O Benfica vencia por 1-0 desde os primeiros minutos com um golo de João Alves, mas já na ponta final do desafio, em recarga a um livre defendido por Bento, o brasileiro Duda em claríssimo fora de jogo empatou a partida. O F.C.Porto de Pedroto, e já com Pinto da Costa no departamento de futebol, seria campeão.

No ano antes, já o F.C.Porto tinha alcançado o título através de um livre duvidoso à entrada da área, que lhe possibilitou por intermédio de Ademir o empate (1-1) frente ao Benfica nos últimos minutos de um jogo nas Antas, em que estivera em desvantagem desde o terceiro minuto com um auto-golo de Simões, e em que se vira a barra devolver uma bola cabeceada por Humberto Coelho. Bento fora expulso na jornada anterior, jogando Fidalgo na baliza encarnada. Era o início de uma longa e podre história.



E de EXPULSÕES – A dualidade de critérios nos jogos do F.C.Porto foi desde os anos setenta uma constante. Todo o anti-jogo lhes foi sempre permitido (recordo por exemplo os empates a zero na Luz em 1989, 1990 e 1993), as agressões de Frasco, Fernando Couto, Paulinho Santos e Jorge Costa raramente foram punidas – este último quando se sentia pressionado atirava-se para o chão e punha assim fim aos lances -, mas aquilo que talvez tenha sido o emblema desta realidade foram as sistemáticas expulsões de jogadores encarnados sempre que jogavam frente aos portistas. Nos últimos vinte anos foram mostrados 23 (!!!) cartões vermelhos a jogadores do Benfica em clássicos com o F.C.Porto para todas as competições. A saber, e por ordem alfabética: Abel Xavier 94-95, Dimas 94-95, Eder 02-03, Escalona 99-00, Hélder 94-95, Isaías 91-92, João Pinto 94-95, 97-98 e 98-99, Miguel 02-03, Mozer 92-93, Nuno Gomes 04-05, Nelo 94-95, Pacheco 88-89, Ricardo Rocha 02-03 e 03-04, Ricardo Gomes 95-96, Rojas 99-00, Rui Bento 91-92, Tahar 96-97, Vítor Paneira 94-95, Veloso 87-88 e Yuran 92-93. Para se ter uma ideia da força deste número, digamos que nos oitenta anos de história anteriores (1907 a 1987) foram expulsos apenas 10 jogadores do Benfica em jogos com o F.C.Porto, ou seja, em apenas vinte anos foram expulsos mais do dobro dos que haviam sido em toda a restante história do futebol português. Este tem sido um aspecto fulcral da perseguição ao Benfica e da protecção ao F.C.Porto, e que muitas vezes impediu outros resultados, nomeadamente a norte, onde a maioria daquelas expulsões teve lugar. Por vezes foi também em vésperas de deslocações às Antas que as expulsões cirurgicamente ocorreram. Foi o caso de Preud’Homme,em 1995-96, e Miccoli no ano passado, curiosamente dois grandes jogadores que nunca haviam sido expulsos em Portugal, e nunca voltaram a sê-lo depois dessas ocasiões.

Também os penáltis marcados a favor do F.C.Porto e subtraídos ao Benfica foram uma constante nas deslocações às Antas (por exemplo 89-90, 92-93, 93-94 no primeiro caso; 91-92 no segundo). Mas até na Luz, em jogo decisivo para o título de 1991-92 isso aconteceu, com o marcador a ser aberto já a meio da segunda parte num lance fora da área entre Rui Bento e Rui Filipe, que valeu o primeiro golo portista e a expulsão do benfiquista. O F.C.Porto, a jogar contra dez, venceria por 2-3. O árbitro era Fortunato Azevedo, que já na primeira volta subtraíra uma grande penalidade ao Benfica e expulsara Isaías, em jogo que terminou empatado a zero.

Os golos anulados a Kandaurov em 1997-98, e Amaral em 1994-95, além do caso Benquerença em 2004-05, também são dignos de figurar neste negro registo de clara e inequívoca parcialidade. Sem falar nas célebres defesas de Vítor Baía fora da área, sem cartão nem punição.



F de FAMALICÃO – Foi um dos muitos escândalos da era Lourenço Pinto/Laureano Gonçalves (fim de oitentas princípio de noventas) – a pior de todas na arbitragem portuguesa. Com o campeonato de 1992-93 ao rubro, o F.C.Porto deslocou-se ao então difícil recinto do Famalicão. Quase seis minutos depois da hora, o árbitro José Guimaro - mais tarde condenado por corrupção no caso Leça - arquitectou um absurdo penálti para dar a vitória ao F.C. Porto. João Pinto converteu e o F.C.Porto, com estas e outras (ver Acácio e lembrar o penálti de Rui Bento sobre Rui Filipe na Luz), alcançou um dos títulos mais nebulosos da história do futebol português.



G de GERALDÃO – O central brasileiro Geraldão, bem como o lateral esquerdo internacional Branco, eram especialistas na cobrança de livres directos. Como tal, as arbitragens mostravam-se extremamente zelosas sempre que algum jogador portista caía nas imediações da área (e eram muitos a fazê-lo de forma deliberada), assinalando de pronto livres que frequentemente acabavam em golos. O F.C.Porto do início da década de noventa venceu muitos jogos assim. Recordo um Benfica-F.C.Porto de 1990 em que foi assinalada perto de uma dezena de livres nas imediações da área encarnada, quase todos simulados. Por sorte, nesse dia Geraldão estava com a pontaria desafinada, e o resultado acabou em branco. Mas o título voou para norte…



H de HILÁRIO – Tal como Acácio e Cadorin, o agora guarda-redes do Chelsea foi outra das figuras sobre a qual se ouviram rumores de possível suborno ou pressão quando defendia, por empréstimo do F.C.Porto, as redes do Estrela da Amadora. Neste caso não foi o próprio a assumir, mas sim terceiros a acusar. Foi uma história que também acabou por morrer nos silêncios do medo. Nos últimos anos falou-se também de Rolando do Belenenses, eternamente apalavrado com os dragões.

Ao longo dos últimos tempos muitos têm sido também os jogadores emprestados pelo F.C.Porto a clubes da primeira divisão (situação que deveria ser proibida), conseguindo com isso atirar algum charme para cima dos seus dirigentes - sempre conveniente na hora das contratações - e simultaneamente amaciar adversários. Durante muitos anos os clubes da Associação de Futebol do Porto (Leça, Leixões, Tirsense, Penafiel, Varzim, Rio Ave, Salgueiros, Paços de Ferreira, etc) foram a este nível verdadeiros parceiros do F.C.Porto na sua rota rumo ao domínio, a bem ou a mal, do futebol português. Isso notava-se com clareza nos resultados e nas exibições. E de certo modo ainda nota, caso estejamos bem atentos.

Nesta mesma edição da liga, o F.C.Porto tem jogadores emprestados a Sp.Braga, Belenenses, Leixões, V.Guimarães, V.Setúbal, Académica e E.Amadora. Também U.Leiria e Marítimo têm tido relações privilegiadas com os dragões, sem contar a Liga de Honra, território quase todo submerso na rede de interdependências criada pelo F.C.Porto e seus próximos, ou não tivesse sido ela criada mesmo para esse efeito. O Alverca foi filial do Benfica (embora depois tenha servido para retirar jogadores como Deco da Luz e vender-lhe monos a preços de luxo), mas a satelização de clubes da primeira divisão tem sido ao longo dos anos uma das armas do F.C.Porto. Alguns clubes chegaram a receber quase meia equipa emprestada pelos dragões. Refira-se ainda que a quantidade de treinadores ex-jogadores portistas, conotados com o F.C.Porto e imbuídos da cultura do clube, orientando clubes da liga principal nos últimos anos, é extraordinariamente vasta: Carlos Carvalhal (que ainda na Taça da Liga festejou um golo virando-se para o banco encarnado e gritando f....s d. p...), Carlos Brito, Jaime Pacheco, Jorge Costa, Domingos Paciência, António Sousa, António Conceição, José Mota, Augusto Inácio, Eurico Gomes, Octávio Machado, António Oliveira, Rodolfo Reis, Paulo Alves, José Alberto Costa, para referir apenas os que me vêm no imediato à memória. Se em muitos destes casos seria injusto especular acerca do menor empenho das equipas, percebeu-se quase sempre, por exemplo nas flash-inteviews, um pudor extremo em falar de arbitragens nos jogos contra os dragões, e uma fúria incontida caso os supostos prejuízos se dessem com outros clubes, designadamente o Benfica.



I de ISIDORO RODRIGUES – Este árbitro viseense foi um verdadeiro Benquerença da década de noventa. Muitos foram os jogos em que beneficiou o “seu” F.C.Porto, e sobretudo aqueles em que prejudicou o Benfica, bastas vezes sem sequer se preocupar com as aparências. Recordo com particularidade um Benfica-Boavista (1995-96) em que Isidoro virou o resultado quase sozinho, expulsando três jogadores do Benfica (entre os quais João Pinto), assinalando um penálti fantasma e validando um golo em fora-de-jogo; bem como um Varzim-Benfica para a primeira jornada de 2001-02, em que o árbitro só apitou para o final do jogo quando o Varzim chegou ao empate, nove (!!) minutos depois da hora, e já depois de ter expulsado os benfiquistas Cabral e Porfírio, e marcado o penáltizinho da ordem, começando a liquidar desde logo as aspirações benfiquistas numa época em que muito apostavam (contratações de Simão, Drulovic, Zahovic, Mantorras etc).



J de JOÃO ROSA – Estava-se em 1985-86 e o campeonato seguia animado com a luta Benfica-F.C.Porto na frente da tabela. Este árbitro eborense foi nomeado para um Salgueiros-Benfica, no qual acabou por apenas não meter a bola dentro da baliza dos da Luz com as suas próprias mãos. De resto fez tudo para o Benfica perder pontos, acabando por “conseguir” um empate a um golo. O sistema estava a atingir o auge dos seus tempos mais tenebrosos.

Outro Rosa, mas este Santos (embora apenas de nome…), foi também figura de proa do sistema que construiu a hierarquia do futebol português que hoje temos. Uma vez em Loulé, permitiu a marcação de um livre sem ter apitado nem os jogadores algarvios terem formado barreira. Esse lance valeu uma eliminatória da taça para o F.C.Porto. Hoje continua a fazer alguns favores aos dragões, comentando arbitragem no jornal “O Jogo”.



K de KANDAUROV – Seria necessário muita pesquisa ou imaginação para encontrar na história do desporto-rei um golo anulado tão limpo como o que este médio ucraniano marcou no Estádio das Antas em 1997-98, num jogo que poderia dar novo rumo a esse campeonato. O F.C.Porto venceu por 2-0, golos de Artur, depois de se ver dominado na maior parte do tempo, fruto, sobretudo, de uma grande exibição de Poborsky, que se estreava de águia ao peito. Uma arbitragem ultra-tendenciosa de António Costa não permitiu a vitória encarnada.

Outro golo limpo anulado igualmente célebre foi na Supertaça de 1994-95, também nas Antas (onde, assim, se tornava naturalmente difícil marcar), ao extremo campeão de Riad, Amaral. Isto para não falar uma vez mais em Benquerença.



L de LOURENÇO PINTO –O advogado de Valentim Loureiro no início do caso Apito Dourado, o homem que avisou Pinto da Costa das buscas a sua casa e lhe permitiu a fuga, foi, por surreal que pareça, presidente do Conselho de Arbitragem da FPF no início dos anos noventa, por indicação (claro!) da Associação de Futebol do Porto, presidida por o recentemente falecido Adriano Pinto, e que, sendo maioritária, pôde sempre optar por manter na sua “posse” aquele “precioso” instrumento, em detrimento até mesmo da própria presidência da FPF (que deixava para Lisboa, mas que praticamente só tratava da selecção nacional). Os seus tempos foram dos piores da história da arbitragem portuguesa e valeram vários títulos ao F.C.Porto, que tão bem protegido nem precisava de jogar muito para vencer. Com equipas onde pontificavam Vlk, Bandeirinha, Tozé, Paulinho César, Kiki, Raudnei, Barriga ou António Carlos, conseguiu vencer campeonatos ao Benfica de Paulo Sousa, Rui Costa, João Pinto, Vítor Paneira, Futre, Isaías, Mozer etc. Lourenço Pinto teve pois o efeito de um verdadeiro Maradona no campeonato português. Laureano Gonçalves e Fernando Marques seguir-lhe-iam o exemplo. Sobre Pinto de Sousa não é necessário acrescentar muito mais aquilo que tem sido veiculado no âmbito do Apito Dourado.

O caso Francisco Silva – que se terá autonomizado do sistema, depois de ser um dos seus principais interpretes – é algo que merecia ser melhor estudado e investigado, e no qual talvez se encontrassem algumas das origens de todo este tenebroso caminho. O juiz algarvio terá sido, nas suas próprias palavras, “tramado” por Lourenço Pinto - certamente por saber demais -, vendo-se assim irradiado da arbitragem. Recorde-se que foi apanhado com um cheque na mão num balneário de Penafiel.



M de MAIA – Quando vejo toda a polémica em torno do Estoril-Benfica de 2005, disputado no Algarve, e me lembro da quantidade de jogos que o F.C.Porto disputou fora de casa na…Maia, até me dá vontade de rir. Com o pretexto das transmissões televisivas – negociadas pela Olivedesportos – o Estádio Municipal da Maia, um bocadinho mais perto das Antas que o Algarve da Luz, serviu para diversas equipas “receberem” o F.C.Porto. Os resultados eram óbvios, e suponho que os portistas nunca tenham perdido um ponto que fosse nessas “deslocações”. Com Damásio na presidência do Benfica, estes eram aspectos que passavam totalmente em claro. Pinto da Costa e o F.C.Porto agradeciam. Foram os anos do “penta”.



N de NORTE – O povo do norte tem sangue na guelra. Para o melhor o para o pior. Nas Antas, por exemplo, não eram só os jogadores e os árbitros que tinham de enfrentar a pressão de figuras como o Guarda Abel (que exibia armas em pleno túnel de acesso aos balneários), ou os simpáticos “Super Dragões”. Também os jornalistas sofreram na pele sempre que revelaram a coragem de afrontar o super-poder tentacular e mafioso que por ali reinava. Lembro-me de um célebre F.C.Porto-Nacional, em que foram os próprios repórteres televisivos a serem objecto da fúria dos adeptos, sem que ninguém lhes tivesse valido, qual território sem lei, qual fanatismo elevado aos máximos limites .

Fala-se também aqui da agressão a Carlos Pinhão, das ameaças de morte a João Santos e Gaspar Ramos, e podia-se falar das agressões a Marinho Neves, a Ricardo Bexiga, a Rui Santos e a muitos outros anónimos que, como inclusivamente eu próprio, já foram objecto de ameaças várias.

Noutras modalidades, esta pressão intimidatória tem sido e continua a ser uma das armas dos dragões que, ao contrário do que se passa em Lisboa, parecem contar no seu território com forças policiais domesticadas (para além do MP, da PJ, também a PSP lá parece funcionar de forma diferente). No Hóquei em Patins já caíram petardos na cabeça de jogadores do Benfica, sem que tivesse acontecido nada. No Basquetebol ainda no ano passado houve distúrbios que passaram impunes.

O ódio a Lisboa foi sempre uma matriz de Pinto da Costa e do seu F.C.Porto, mistificando o facto de haver muitos benfiquistas no norte, e o Benfica não ser, longe disso, representativo exclusivo da capital portuguesa, onde existem dois clubes grandes. Na verdade, esse ódio – de consequências por apurar na coesão do nosso pequeno país – não foi mais que um instrumento de aglutinação de tropas e manutenção e endeusamento de um poder com laivos fascizantes quanto ao seu fanatismo. Isto virou-se sempre contra a selecção nacional, a qual foi amplamente penalizada pelo desprezo e/ou instrumentalização de que foi alvo. Até chegar Scolari.



O de OLIVEIRAS – Juntamente com o irmão António, Joaquim Oliveira foi elemento determinante na consolidação do poder portista. Ainda hoje o clube da Luz tem as suas transmissões televisivas extremamente sub-avaliadas, face à popularidade e audiências de que desfruta. Faz-me alguma confusão Joaquim Oliveira ser accionista de referência da SAD benfiquista, e ninguém se preocupar muito com isso.

Já o irmão António (o do caso Paula, dos carimbos falsificados no caso N’Dinga, e das polémicas do Coreia-Japão), ex jogador e treinador do clube portista, protagonizou em 1992 um episódio curioso e revelador. Treinava o Gil Vicente e na primeira volta, nas Antas, fez entrar um tal de Remko Boere a um minuto do fim com o resultado em branco. Esse jogador, que quase nunca havia jogado na equipa, nesse minuto apenas fez um penálti caricato e recebeu ordem de expulsão. O F.C.Porto venceu 1-0. Na segunda volta, em Barcelos, com o F.C.Porto já campeão, o Gil venceu por 2-1 e salvou-se da descida à segunda divisão. Tudo em família portanto…



P de PROSTITUTAS – Já muito antes de rebentar o Apito Dourado se ouvia falar de orgias de prostitutas com árbitros. Até na segunda divisão isso acontecia, e quem conheça pessoalmente alguém ligado à arbitragem facilmente perceberá do que estou a falar. Marinho Neves também já havia falado dessa realidade, muitos anos antes de António Araújo entrar no mundo do futebol, e de se ouvir falar em Apito Dourado.

O envolvimento com prostitutas é uma forma de pressão extremamente eficaz. Se por um lado premeia e vicia, por outro permite sempre chantagear, mantendo nas mãos, quais marionetas, quem por uma vez cai nessa rede, nomeadamente através de câmaras de filmar ocultas. Estando muitas das casas de alterne da zona do grande Porto ligadas a Reinaldo Teles, é fácil perceber a potencialidade deste esquema.



Q de QUINHENTINHOS – Por falar nele, Reinaldo Teles tem passado estranhamente pelo meio dos pingos da chuva do processo Apito Dourado. Mas foi ele que apareceu ligado ao célebre caso dos “quinhentinhos” em finais dos anos noventa, numa conversa ouvida no âmbito do caso Guímaro, e que nunca foi devidamente esclarecida. Outro dos casos que se perderam na impunidade com que toda esta temática se debateu ao longo dos anos. Sobre ele, há também quem diga que parte do dinheiro da venda de Ricardo Carvalho e Paulo Ferreira foi para pagar dívidas pessoais no casino de Espinho. Mas isso são contas de outro rosário e pouco interessam ao caso.



R de RAÇA – A equipa do F.C.Porto sempre foi admirada pela sua raça, mas algumas foram as vozes que, à boca pequena, se referiram à natureza dessa “raça”. Luciano d’Onofrio, o bruxo “brasileirinho” e sobretudo o Dr.Domingos Gomes, talvez saibam mais do que a generalidade dos adeptos acerca da capacidade competitiva com que os jogadores do F.C.Porto sempre se apresentaram em campo, mesmo quando muitos deles não apresentavam os mesmos índices, nem pela selecção, nem quando saíam para outros clubes. O Dr. Domingos Gomes era, e é, um dos grandes especialistas europeus em (anti) dopagem, e os jogadores portistas tinham, nos anos noventa, fama de levar frascos dentro dos bolsos do roupão, já cheios, para o controlo anti-doping.



S de SPORTING – Sempre me pareceu incompreensível o posicionamento do Sporting em toda esta história. O clube de Alvalade sempre se queixou, e muito,das arbitragensm, nunca percebendo, ou não querendo perceber, onde estava realmente a origem do problema. Apenas Dias da Cunha pareceu a dado passo ter entendido tudo, mas acabou escorraçado da presidência do clube, muito fruto de um pacto que estabelecera com o Benfica a este propósito, e que foi muito mal aceite em Alvalade pelos ortodoxos da rivalidade lisboeta.

O Sporting, seus adeptos, e muitos dos seus dirigentes, na cegueira de uma fratricida rivalidade com o Benfica, sempre olharam de lado tudo o que se pudesse parecer com corrupção, mas não envolvesse o clube da Luz. Se o Apito Dourado tem atingido o Benfica, outro galo certamente cantaria, pois ferir o Benfica era tudo o que muitos sportinguistas mais quereriam, mesmo não tendo o clube da Luz vencido mais que um campeonato nos últimos catorze anos. Sendo com o Porto, pouco lhes pareceu interessar. Aliás, suspeito que cada vez mais as vitórias portistas vão sendo compartilhadas pelos leões – só pelo prazer de ver o odiado Benfica perder -, bastando olhar ao que se passou e Lisboa nas comemorações deste tri.

Compreende-se de algum modo a questão emocional, mas esta postura não encerra qualquer tipo de racionalidade, acabando por ser responsável, por omissão, por muito do que tem sido o futebol português. Exemplo disto foi a época 2004-05, em que com Pinto da Costa no banco dos réus, o Sporting e as suas vozes, ao invés de aproveitarem a ocasião para, juntamente com o Benfica, varrerem de vez toda a porcaria do futebol português, viraram agulhas para um rol de acusações ao Benfica, a Vieira e a Veiga, que acabou por beneficiar objectivamente o F.C.Porto, num momento em que este estava verdadeiramente de gatas, e em risco de tão depressa se não levantar. Resultado: o Benfica foi igualmente campeão, e o F.C.Porto reergueu-se, conquistando este tri, não sobrando nada para Alvalade.

Os sportinguistas deveriam reflectir sobre isto: Em 1982 o Sporting era claramente o segundo maior clube português, agora é claramente o terceiro…



T de TÍTULOS – Se o título de 2003-04, com Mourinho, foi de justiça indiscutível, mau grado as investigações terem incidido sobre essa época, outros houve em que as coisas não foram assim tão cristalinas. 85-86, 89-90, 91-92 e 92-93 foram temporadas em que a verdade desportiva foi completamente adulterada, e em que o campeão deveria ter sido, tem que se dizer, o Benfica. No final dos anos 90, já com o poder sedimentado, e fruto da desorganização interna do Benfica, a facilidade com que o F.C.Porto chegou ao penta não permite afirmar que, sem sistema, não fosse igualmente campeão. Mas a embalagem já era grande. Neste século as coisas melhoraram ligeiramente, mas ainda assim, as épocas de 2001-02 e 2002-03, talvez por haver um maior temor do Benfica pós-Vale e Azevedo, foram épocas de mentira. Lembram-se do Benfica-Sporting 2-2 apitado por Duarte Gomes (o afilhado de Guilherme Aguiar, então director executivo da Liga), ou do Boavista-Benfica 1-0 da semana seguinte apitado por Pedro Proença, em que Simão foi abalroado dentro da área sem que nada acontecesse ?.

A estratégia foi nesta fase sempre a mesma: beneficiar o F.C.Porto e prejudicar o Benfica nas primeiras dez jornadas (em que com menos dramatismo as coisas passavam melhor…), ganhar vantagem, e assim desmobilizar adversários e galvanizar acólitos. Quase sempre deu bons resultados.



U de ÚLTIMOS TEMPOS – A partir de 2004, fruto das vicissitudes do Apito Dourado, a situação melhorou consideravelmente. A incompetência dos árbitros naturalmente não desapareceu por magia, mas passou a haver a sensação de errarem para todos os lados de forma menos discriminada. Contudo, na época de 2004-05, a pressão anti-benfiquista e a respectiva tentativa de condicionamento foi tanta, que por pouco não tinha retirado o título aos encarnados na época de Benquerença, da roubalheira de Penafiel (Pedro Proença não quis ver quatro grandes penalidades !!), do penalti por marcar em Coimbra sobre Sokota, do golo limpo anulado a Nuno Gomes frente ao Marítimo com o resultado em 3-3, do agarrão pelas costas a Nuno Gomes com o Belenenses, do golo sofrido directamente de livre indirecto contra o Nacional, do penálti fantasma marcado por Jorge Sousa em Guimarães num salto de Romeu com Luisão, do penálti sobre Geovanni em Setúbal não assinalado com o resultado ainda em branco, e por outro lado, nos jogos dos dragões, de uma expulsão surrealista de Juninho Petrolina num jogo contra o Belenenses ainda na primeira parte, do golo de Fabiano nos Barreiros dois metros fora-de-jogo, do golo também off-side de McCarthy ao Penafiel em casa, do golo validado após falta de Jorge Costa sobre Ricardo no Porto-Sporting, das agressões impunes de McCarthy, Fabiano, Costinha e Jorge Costa, do penálti escamoteado a Lourenço no Restelo, do domínio com a mão de McCarthy no golo ao Rio Ave, etc etc.

Em 2006-07 o campeão podia ter sido o Sporting, não fosse o golo com a mão do Paços de Ferreira em Alvalade, e em 2007-08, caso os seis pontos tivessem sido retirados em tempo útil aos portistas, o campeonato poderia ter sido outro. Isto no pressuposto que o clube de Pinto da Costa não tinha descido à segunda divisão na época 2005-06, como teria acontecido se estivéssemos em Itália, França, Espanha, Alemanha ou Inglaterra, e a nossa justiça não tivesse um “quê” de tanzaniana.

Destaque nestas últimas épocas para as arbitragens do portuense Paulo Costa. Uma na Amadora há dois anos, e uma na Luz recentemente com o Leixões, em que ficou demonstrado existirem ainda resquícios de um tempo que se julgava já passado. Lucílio Baptista, particularmente nos dois últimos domingos, também mostrou algum zelo em deixar essa ideia bem vincada.



V de VERY-LIGHT – O termo entrou na história na sequência da final da Taça de 1995-96, em que um adepto irresponsável atirou um para a bancada oposta, matando um adepto do Sporting. Sem a mesma gravidade humana, mas com influência desportiva acrescida, houve um caso nas Antas (pois claro), pouco tempo depois, que raia o surrealismo. No momento da marcação de um penálti contra o Farense, com o resultado a zero, cai um very-light perto da cabeça do guarda-redes nigeriano Peter Rufai. Com ele total e naturalmente desconcentrado, Domingos atirou para o fundo da baliza e o árbitro validou inacreditavelmente o golo, perante os protestos dos atónitos jogadores algarvios. Este caso simboliza o motivo porque técnicos estrangeiros respeitados como Camacho, Koeman ou Trapattoni, sempre disseram ver o F.C.Porto ser muito “respeitado” nos estádios portugueses.

Nas Antas aliás passava-se de tudo. Em 1991 no jogo decisivo para o título, os jogadores do Benfica foram obrigados a equipar-se nos corredores, pois o balneário tinha sido empestado de um estranho cheiro aparentemente tóxico. Nesse dia o presidente João Santos e Gaspar Ramos foram ameaçados de morte pelo guarda-Abel, e a comitiva benfiquista foi apedrejada logo desde a saída do hotel, o que aliás era comum sempre que se deslocava ao Porto – ao contrário, diga-se, do que acontece em Lisboa, onde os jogadores do F.C.Porto se passeiam a pé livremente nas imediações do hotel Altis onde costumam pernoitar.



X de XISTRA – É um dos artistas da nova vaga. Nas últimas épocas realizou na Luz uma das arbitragens mais escandalosas de que me lembro ultimamente, em jogo do Benfica frente ao Estrela da Amadora no qual expulsou de forma alarve Miccoli, impedindo-o de jogar no Estádio do Dragão na jornada seguinte. Na época anterior viu e assinalou de forma anedótica um penálti a favor do F.C.Porto, quando um jogador do Marítimo cortou com a cabeça uma bola que ia para a baliza. O lance seria corrigido pelo árbitro auxiliar, mas mostrou bem porque é que Xistra começa por X.

Y de YURAN - Serguei Yuran, assim como Kulkov, Pedro Henriques, Panduru, Fernando Mendes, Silvino, Eurico, Maniche, Jankauskas, Dito, Rui Águas, Cândido Costa, Ovchinikov, Deco, Caju, Fonseca, Eduardo Luís, Romeu, Hugo Leal, Sokota, Paulo Santos, Sousa, Kenedy e alguns outros, foram jogadores que, nos últimos trinta e cinco anos, depois de alinharem no Benfica, se tranferiram para o F.C.Porto, nalguns dos casos em circunstâncias mais ou menos estranhas. Se a Deco ou Rui Águas o clube nortenho naturalmente pretendeu pela sua qualidade futebolística, outros há naquele lote que ninguém compreendia muito bem porque motivo eram contratados, suscitando a desconfiança mesmo entre os adeptos portistas.

Essas aquisições explicam-se à luz de uma estratégia que procurava um conhecimento privilegiado daquilo que constituia o interior do balneário rival. Contratando ano após ano um elemento do Benfica (mesmo que uma "estrela" como Caju ou Panduru), a estrutura portista mantinha-se por dentro de tudo o que se ia passando no Benfica, podendo assim explorar melhor, dentro e fora dos relvados, as eventuais fragilidades detectadas.

Com José Veiga, e as contratações de João Manuel Pinto, Argel, Drulovic, Zahovic, Marco Ferreira, Rodolfo Moura etc, tentou-se fazer algo semelhante no Benfica. Mas os resultados não foram aparentemente tão conseguidos.



Z de ZÉ PRATAS – Zé Pratas é da minha terra e é bom rapaz. Não creio que tenha estado alguma vez directa e decididamente ligado a corrupção, e talvez por isso nunca chegou a internacional. Chamo-o para aqui por me recordar de uma Supertaça disputada em Coimbra, na qual após assinalar um penálti, Fernando Couto correu metade do campo atrás dele, e ele sempre a recuar, a recuar, sem que sentisse força para tomar a atitude que se exigia: expulsar o irmão da actual directora executiva da Liga de Clubes.

Essa imagem, define bem o ambiente que se vivia no futebol português da altura. Como uma imagem vale mais que mil palavras (foto no início do post), essa espelhou bem o que era o medo e o poder. O medo terá entretanto desaparecido, mas o poder ainda prevalece. Até quando ?



ANEXO:

“Golpe de Estádio” de MARINHO NEVES, devidamente "traduzido":



Capítulo 1



Capítulo 2



Capítulo 3



Capítulo 4



Capítulo 5



Capítulo 6

posted by LF at 8.4.08



287 Comments:

Pedro Neto said...

Possivelmente o post do ano 2008, da blogosfera desportiva. Parabéns.



8.4.08

1benfiquista na Inbicta said...

Excelente exercicio de investigação. Parabéns.



8.4.08

Lampião do Norte said...

Concordo com o Pedro Neto. Parabéns!



8.4.08

Ricardo Sebastião said...

Assim se vê a força da máfia em Portugal.



Ah, e como verdadeiro mafioso que se preze, após tornar-se milionário vai largando progressivamente os negócios ilegais tentando mascarar o seu passado sujo e corrupto sem o qual nunca teria passado da cepa torta!



8.4.08

Ricardo Sebastião said...

Acrescento que os tentáculos da máfia vão muito para além do futebol ou das casas de alterne:



O inspector da PJ que avisou o pdc que ia ser preso permitindo-lhe fugir para Espanha;



Os pedidos de escusa de juízes relativamente ao julgamento do apito dourado;



As ligações à "noite branca" do porto



O Madureira dos SD que declara um rendimento mensal de 1000€ e já comprou 2 porches

                                A CORTE DOS CORRUPTOS NO LADRÃO

Penso que a viagem do Calheiros, esteve relacionada com um jogo em Santo Tirso, onde mais uma vez, o Baia defendeu com as Mãos fora da área.




Com os Oliveiras, existiu um ano, em que três equipas assinaram por outra empressa, os jogos eram transmitidos na SIC, e curiosamente foram essas três equipas que desceram de divisão, o Leiria, o Tirsense, e a outra não me recordo...



Falta uma menção ao António Garrido, ele aparece com destaque no livro do Marinho Neves, e foi essencial no controle dos árbitros, por exemplo o Benquerença é um protegido seu, são inclusive vizinhos, e creio que tem relações familiares, através de casamento...



Os anos do Artur Jorge, como treinador do Porto, foram dos mais descarados, a equipa jogava à 'Jaime Pacheco', e ninguém era expulso...



Sobre o Doping, recordo as declarações do Demol quando saiu do Porto(o melhor marcador dessa época, do campeonato, só com os golos marcados de penalty), onde disse: ia-se embora porque não queria ficar careca!!!

Dizia-se que as substâncias que eles tomavam, provocavam calvice precose...



Não me recordo a época, mas houve um jogo, com nevoeiro nas Antas, que o apanha-bolas colocou a bola dentro da baliza, e o árbitro considerou golo!!!



O Paulo Costa, também merecia uma referência, aquele jogo, da expulsão do Éder, e do Miguel foi vergonhoso, não era o Juju o nosso treinador?



Existiu o jogo em Coimbra, onde a roubalheira foi tanta que até os dirigentes do FCP levaram porrada, creio que o FCP ganhou por 2-1, com um penalty que não existiu, mais de 5 minutos depois da hora, já perguntei aqui na Net se alguém se lembrava, o Bakero na altura respondeu-me, mas infelizmente já me esqueci do nome do árbitro. Este só não foi irradiado, porque quando foi chamado para prestar declarações não compareceu, e portanto o processo foi arquivado, e ele nunca mais apitou um jogo de futebol...



O Portimomense foi dos poucos clubes que fizeram frente ao PORCO, e depois de muitas ameaças públicas, veja-se o que lhe aconteceu...



Existe ainda o aliciamento dos jogadores do Benfica, por exemplo nas vésperas da final com o PSV, o Rui Águas, o Dito, o Silvino, e até o César Brito, entre outros...



Sobre o Mito do Calabote, nada se passou como ELES dizem, noutra ocasião poderei explicar o que aconteceu, mas para não deixar a dúvida no ar, posso adiantar que o que está escrito no acordão da irradiação, é que o Calabote mentiu no relatório, já que disse que o jogo começou com 4 minutos de atraso, e o delegado ao jogo diz que começou com 7 minutos de atraso, e por isso foi IRRADIADO!!!


TUDO SOBRE OS CORRUPTOS DA FREGUESIA DAS ANTAS O PINTAS ...



Força S.L.Benfica contra tudo e contra todos ...


                                        na outrora cidade invicta mora la um "polvo"


A coisa não tem funcionado lá muito bem com as últimas nomeações, mas tantas vezes vai o cântaro à fonte, que um dia... resulta em cheio!!!




A vergonha, o que é isso vergonha para esta corja de FdP das  injustiças desportivas???



Não é nada... até um dia que um tipo se farte de ouvir sempre a mesma banda dos bombeiros corruptos a tocar e parta para o ajuste de contas...depois, lá regressa a história que as gentes do BENFICA é que são estas e aquelas.



Então se assim é, que se faça tudo tb por ter o proveito, já que à fama, a essa, parece que não podemos fugir.


Suponho que se júlio magalhães continuasse a sua crónica começaria a falar dos telefonemas para árbitros, dos sorteios arranjados, das viagens ao Brasil, etc...




Alguém acredita que júlio magalhães não sabe dos crimes cometidos pelo presidente do seu clube ?

Sendo assim júlio magalhães é hipócrita e não é capaz de meter a verdade desportiva e profissionalismo à frente do seu fanatismo.



Esse senhor antes de falar do Benfica devia lavar a boca e olhar para a máfia que sabe gerir o seu clube






Vamos ser Campeões S.L.Benficaaaaaa :
sem Prostitutas, Sem Fruta e Sem Pancadaria".
contra tudo e contra todos ......
 CARREGA BENFICA .....






Ps: isto e só um cheirinho da podridão que reina no DESPORTO e na mídia em jornalistica em PORTUGAL


por sabio