segunda-feira, 28 de novembro de 2011

NEM COM " JAULA" OS "VISCONDES " SE COMPORTAM COMO "GENTE " SERIA.


                                             fogo posto por lagartos ,investigue-se os viscondes  ..



Os estragos da  LARGATADA foi tal que ...





 
  Queremos 40 mil bilhetes para Alvalade, pagamos adiantado e não devolveremos nenhum.




   lindoooooooo ....!!!.... lindoooooooooooooooooo .!! lindo!....


 

mais um txt de arrasar os " lagartos " é não só !. pelo Anti-Benfica.COM




Artigos de Opinião

Rescaldo do derby

27 de Novembro de 2011


Na antecâmara ao derby de ontem, pese embora possamos encontrar como em qualquer outro aspectos positivos mas também negativos, estiveram reunidos os ingredientes necessários para que pudéssemos assistir a um derby à moda antiga, o «jogo dos jogos» que se eternizou em Portugal e no Mundo fora por via da sua espectacularidade, frenesim e envolvência.



Aspectos colaterais como as lesões de parte a parte mas principalmente a verborreia leonina em torno de bilhetes e caixas de segurança, foram pois aspectos secundarizados e a espaços ridicularizados por todos aqueles que desde logo compreenderam que se tratava apenas de um discurso unificador e de emergência dos dirigentes sportinguistas. Isto tudo, claro está, a juntar ao habitual aproveitamento mediático, sinergias essas que se materializaram nos habituais esforços titânicos para que se tenha dado voz a algo que, pela sua insignificância, não devia ser merecedora de qualquer crédito. Os inefáveis recordianos Bernardo Ribeiro e António Varela padronizaram esse esforço de tentar tornar em algo determinante o que, conforme já se sabia, era irrelevante.



Pseudo-argumentos em torno do «timing» da instalação da caixa de segurança, ou da premeditação e «provocações» por parte do Benfica, não necessitaram pois de especial atenção por parte da direcção encarnada. Sem grande esforço por parte da estrutura benfiquista - que a espaços até tentou demonstrar a sua boa fé pronunciando-se sobre a medida -, sucederam-se os pareceres da Liga, dos Bombeiros e por último da PSP que acabaram por mostrar quão ténue era a barreira entre a argumentária leonina e o ridículo.



Fez senão bem a direcção encarnada em optar pelo silêncio e, totalmente de acordo com o director de comunicação do Grupo Benfica João Gabriel quando apenas depois do derby criticou a postura «populista e demagógica» dos dirigentes sportinguistas. Por muitas críticas que tenham havido em torno do «silêncio encarnado», seguro é que ainda mais haveriam, caso o Benfica resolvesse ripostar e alimentar polémicas onde não existiam, o que aparte apenas constituir uma vantagem para os media venderem, seria de uma enorme irresponsabilidade.



Sem guerrilhas idiotas, o derby foi de festa e para tal muito contribuiu o Fair Play (e discernimento) de Domingos de Paciência e Jorge Jesus, os quais inteligentemente souberam demarcar-se da ávida tentação da comunicação social, que dentro da aberração que é seu apanágio, primeiro tentaram extremar as opiniões com vista a tirar dividendos e depois passar-se-iam por virgens ofendidas ao criticar os «incendiários».



Sem troco, o dia do derby chegou pois sem crispação (pelo menos correspondida) e num ambiente de aprazível calma e serenidade. Foi por conseguinte apenas já nos acessos ao Estádio da Luz que surgiram os primeiros problemas, previsivelmente junto às hostes sportinguistas que foram nas últimas semanas constantemente bombardeadas com «jaulas», «gaiolas» e quejandos.



Diga-se em abono da verdade, que é perfeitamente natural que o vice-presidente Paulo Pereira Cristóvão e outras personalidades que o acompanharam no seu acto de súbita solidariedade para com os adeptos, considerem estranho e inibidor todo o processo de entrada no estádio, habituados que estão às facilidades, mordomias de acesso e conforto da Tribuna Presidencial. Ao fim ao cabo foi a primeira vez que acompanharam os adeptos, pelo que deverão ter constatado (e estranhado) as substanciais diferenças e dificuldades porque passam os simples adeptos pagadores.



Contudo, em detrimento de sacudir a água do capote e justificar a tensão à entrada do estádio única e exclusivamente com o mau funcionamento do rival, seria pertinente na nossa óptica compreender que o processo de revista sempre foi e sempre será delicado, na Luz ou em qualquer outro estádio, tratando-se de um jogo de alto risco em que a pressa é sempre inimiga da eficiência.



Os quatro perímetros de segurança à entrada do estádio da Luz, ou o efeito funil a que o VP sportinguista aludiu, é por conseguinte um mal necessário, cabendo à organização – e aí não é da única e responsabilidade do Benfica – escolher o timing certo de chegada ao Estádio, em função do número de adeptos.



Resumir o que se passou à responsabilidade do Sport Lisboa e Benfica mostra apenas, além do habitual anti-benfiquismo sempre subjacente a tais afirmações, uma visão deturpadora do que realmente aconteceu, na medida em que o relato dramatizado do que se passou no interior do Estádio tem tanto de falso como de redutor, sendo que a caixa de segurança foi apenas mais uma inovação do Sport Lisboa e Benfica – em Portugal – que se revestiu num tremendo sucesso, pese embora o enorme esforço de alguns adeptos leoninos radicais e que rotularíamos de energúmenos, de tentar demonstrar o contrário instigados pelas sucessivas declarações de dirigentes leoninos.



Aqui neste espaço, já tinhamos, aliás, antecipado esse previsível cenário. Levando em linha de conta o sucedido em fevereiro, em que logo que se goraram as últimas expectativas de entregarem em bandeja de prata a época ao FC Porto no derby, a civilizada claque leonina arremessou tochas, isqueiros e bolas de golfe para o relvado, obrigando inclusive as forças da autoridade a recuar perante a fúria leonina, não era difícil de antever que agora, com o Sporting na mó de cima e face às declarações que precederam o derby, pudesse ser diferente. Para mais quando «os adeptos são eternos» e, da conduta imprópria de uns, em vez de medidas firmes apenas resultam comunicados das próprias direcções onde os únicos culpados são os agentes policiais que usaram uma flagrante dualidade de critérios no tratamento dos adeptos do Sporting e do Benfica, porque enquanto a claque leonina só arremessou petardos, as do Benfica lançaram em maior número para além dos petardos, tochas. As direcções passam mas os episódios sucedem-se.



Em resumo, para o derby lisboeta de ontem que mais atraiu as atenções dos últimos anos e que decorreu dentro da normalidade esperada (foi bonito de ver adeptos leoninos claramente identificados com adereços e cachecóis no meio de benfiquistas sem que mal ao mundo daí adviesse, ao mesmo tempo que repudiamos os lasers vistos durante o desafio) com a incerteza do resultado até final, temos alguma dificuldade em compreender os esforços da ala anti-benfiquista da direcção do Sporting em tentar desviar as atenções com aspectos laterais tentando retirar protagonismo e mérito aos artistas que evoluiram no relvado, avançando e repisando temas de manifesta insignificância.







Obviamente que aparte populismos, demagogias, alguma megalomania e uma incontornável esquisitice própria de quem não está habituado a andar por essas andanças, o vice-presidente Paulo Pereira Cristóvão pretendia apenas, após o jogo, ripostar. E quando escrevemos ripostar subentende-se que não seria com qualquer um, com qualquer outra entidade envolvida na organização do derby, mas única e exclusivamente com o rival.



Também Bruno Carvalho, ex-candidato derrotado nas últimas eleições leoninas que se juntou hoje ao coro sportinguista para somar mais uns pontos, faria pois senão bem, em vez de se juntar à histeria leonina, recordar o grupo simpático que nele votou e que por pouco não escreveu mais uma página negra do Futebol português quando se comunicou que afinal era Godinho Lopes que havia ganho as eleições. Ao fim ao cabo existem muitos denominadores comuns no passado recente dos civilizados adeptos leoninos.



De qualquer das formas, compreendemos a terrível azia que deve ter perpassado pelo estômago de alguns dirigentes sportinguistas que tudo fizeram para desacreditar a organização e o rival, ao fim ao cabo já nos habituámos à crónica desdenha. Já em declarações posteriores, a Sub-Comissária da PSP Paula Duarte historiou os factos mais relevantes e explicou o porquê dos últimos adeptos leoninos terem entrado muito para além do começo do desafio. Seria importante para o esclarecimento público, que P. P. Cristóvão explicasse a razão de haver o dobro dos adeptos leoninos, e que muito contribuiu para as críticas da revista ser demorada e de haverem dois adeptos por cadeira. Ou será que desconhece que os sportinguistas foram aconselhados a adquirirem bilhete para acompanhante de sócio do Benfica e a juntarem-se aos adeptos leoninos?



Pena é que numa altura em que as forças de segurança, Liga de Clubes e os próprios clubes trabalhem conjuntamente para prevenir qualquer tipo de problemas, a histeria dos dirigentes sportinguistas ande mais uma vez em contra-ciclo, antes e depois do espectáculo, que por sinal – objectivamente falando – registou três detenções e foram identificadas 24 pessoas, o que juntando ao que verdadeiramente se passou dentro da caixa de segurança, retrata o sucesso.



E pena é que um VP de um clube faça declarações com uma indisfarçável azia, esquecendo-se de despir a camisola, algo que lhe retira qualquer réstea de objectividade e coerência que pudesse ainda ter. Se os argumentos leoninos são que i) a celeuma à porta do Estádio da Luz foi criada pelas 4/5 portas que não conseguiram dar vazão à multidão e; ii) as condições «pré-históricas» eventualmente contribuíram para as cadeiras incendiadas e nada tem a ver com a verdadeira génese dos adeptos leoninos que legitimaram mais uma vez a necessidade de rédea curta (na forma de «jaula»), então Paulo Pereira Cristovão arriscou-se ontem a escrever as suas declarações no anedotário nacional.



Levando em linha de conta a unanimidade entre alguns responsáveis leoninos em como o Sporting à entrada para a jornada 11 deveria somar jogos por vitórias - «não fossem as arbitragens» -, preferimos pois acreditar que a verborreia do VP sportinguista em sintonia com o próprio presidente Godinho Lopes a «uma só voz» é apenas uma tentativa de manter unido o universo verde e branco. Ao fim ao cabo o Sporting também perde com boas arbitragens.


aqui:http://www.anti-benfica.com/artopiniao_rescaldo_do_derby.php




por karlos





segunda-feira, 24 de outubro de 2011

mais uma roubalheira no ladrão

A roubalheira Nacional  no ladrão
                                   As imagens da VERGONHA tirada do http://benfiliado.blogspot.com/






uma vez mais o Anti-Benfica.COM  mostra o trabalho deste  apito azul







Associação: A F Braga


Árbitro desde: 1992/1993

Nome Completo: Cosme Cunha Machado

Data de Nascimento: 10/12/1975

Profissão: Funcionário público

Associação: A F Braga








Artigos de Opinião




Cosme Machado

23 de Outubro de 2011



2009/2010 - 9.ª Jornada - SCP-Marítimo (Nota 3)

«2 penáltis por marcar (um para cada lado) e falta no golo leonino e mais uma série de erros.»



2009/2010 - 12.ª Jornada - SLB-Académica (Nota 5)

«Não marcou penalty quando David Luiz puxou a camisola a Éder. Não era, porém, um lance fácil de analisar.»



2009/2010 - 22.ª Jornada - FCP-Olhanense (Nota 5)

«Um grande lance de dúvida e outro claro para grande penalidade-um para cada equipa.»



2010/2011 - 1.ª Jornada - SLB-Académica (Nota 4)

«Perdoou um penalty por falta de Sougou s/Javi Garcia. Erros de julgamento a mais.»



2010/2011 - 16.ª Jornada - FCP-Naval (Nota 6)

«Sem erros de grande gravidade, sai penalizado pela fraca actuação dos seus assistentes.»



2010/2011 - 18.ª Jornada - V.Setúbal-SLB (Nota 3)

«Apitou muitas vezes a pedido. Não se percebeu porque anulou o 3º golo ao Benfica. Belo jogo que merecia melhor árbitro.»



2010/2011 - 23.ª Jornada - União Leiria-FCP (Nota 4)

«Teve dois erros graves; dois penalties não assinalados sobre Belluschi.»



2010/2011 - 29.ª Jornada - FCP-Paços Ferreira (Nota 3)

«Tem a marca dos medíocres. O lance anulado a James e o golo validado a Pizzi, os opostos de fora-de-jogo, encimam o rol das asneiras.»



2011/2012 - 6.ª Jornada - SCP-V.Setúbal (Nota 6)

«O jogo não lhe proporcionou decisões complicadas, mas não assinalar mão a João Silva (5m) na cara do golo com 1-0 foi erro grave.»



Os jogos supracitados foram dirigidos por Cosme Machado e quer as notas quer os comentários foram da autoria dos jornalistas do jornal A Bola, concordemos ou não com elas.



Nos primeiros 45 minutos do FCP-Nacional a contar para a 7.ª Jornada da Liga Zon Sagres 2011/2012, a equipa de Cosme Machado desde supostos penalties por assinalar conseguiu ainda sentenciar o jogo ao validar o 2.º golo portista, conseguido em claro fora-de-jogo.



Mais do que as intenções ou motivações que movem Cosme Machado e seus auxiliares, torna-se difícil compreender a insistência numa equipa que vem demonstrando ao longo dos tempos a pouca qualidade que tem. Nos jogos dos grandes propriamente ditos – combinando o resultante das 3 últimas épocas - dos 9 jogos arbitrados (não contando com a partida desta noite), o árbitro famalicense da AF Braga conta com uma média de 4.33 numa escala de 0 a 10.



Muita matemática? Talvez, incontornável é no entanto um padrão de mediocridade traçada ao longo dos anos... Isto tudo dando de barato Cosme Machado ser o tal que se gabou posteriormente ao Benfica - Académica que com ele a apitar o Benfica só ganhava se ele deixasse...



aqui:
http://www.anti-benfica.com/artopiniao_cosme_machado.php



por karlos







quinta-feira, 4 de agosto de 2011

as centopeias no futebol




                                                                                 


Roberto -


Nova novela? de verão ...




 Agosto de 2011



A insígne benfiquista Marta Rebelo deve estar a viver neste momento um misto de sentimentos; por um lado feliz por se ver livre de forma definitiva de um profissional que ela num excesso de desvario incompreensível (???!!!) apelidou de ‘Mancha Amarela – uma qualificação inaceitável para catalogar um profissional do Benfica, e por outro, imensamente triste por ter que arranjar outra vítima para descarregar as suas congénitas frustações. Sendo que outra das suas vítimas preferidas – César Peixoto também se prepara para fazer as malas, sobra apenas Óscar Cardozo. Logo o paraguaio que se cuide especialmente a partir de agora… Ah, e ainda temos Jorge Jesus para qualquer emergência...

Um dos que também irão ficar depauperados depois de se terem esgotado os ecos da especulação e da maledicência, será o pasquim que desde o primeiro momento pensou ter descoberto ali um filão inesgotável. Ainda hoje faz-se surpreendido com o rumo que as coisas levaram, e um dos adjuntos do director Pais – Nuno Farinha, devidamente retemperado do período de ócio estival, dedicou-lhe hoje o seu Bloco de notas.

Nada de novo nem de transcendente. Para além da surpresa, mais achas para alimentar o lume brando que foi ateado desde que o Benfica adquiriu Roberto pelos tais 8,5 Milhões e que tanta confusão fez a tanta gente, e que face ao imenso alarido público para usar uma expressão da opaca Comissão Disciplinar da Liga, mereceu de pronto a atenta investigação do M.P. sobre o seu contrato, sempre diligente quando se trata do Benfica ou dos seus dirigentes.

Como quem não quer a coisa, Farinha interroga-se sobre a capacidade creditícia do Saragoça e cita uma piada de baixo nível (afinal situada na mesma plataforma do pasquim). Indo de encontro ao que ele terá querido escrever, o negócio parece ter contornos estranhos, pelo que perante este alarido, não só o M.P português mas também o espanhol devem investigar quanto antes...

Falando a sério, diríamos que o negócio só é surpresa para quem se recusa a analisar a situação em todas as suas vertentes. Como várias vezes aqui o escrevemos e apesar de Marta Rebelo se recusar a acreditar nisso, Roberto tem potencialidades para vir a tornar-se um dos bons guarda-redes europeus. É novo, tem presença, é discreto, é forte psicologicamente (poucos aguentariam o que ele teve que suportar ao longo de uma época inteira), e está perfeitamente a tempo de ultrapassar as lacunas que concorreram para a sua não adaptação a uma equipa com o sistema de jogo do Benfica.

Mas não vamos ser ingénuos ao ponto de acreditar que o banzé à sua volta foi apenas pelas suas falhas durante a época. Foi-o essencialmente pela vontade conjugada de várias famílias a que se associou a minoria imberbe e ruidosa em promover suspeitas sobre um negócio de 8,5 milhões, tentando alcançar o seu verdadeiro alvo – Luis Filipe Vieira.

Pelos vistos voltamos a ter repetições em slow-motion agora no caso da venda. Seria exigir muito a um órgão de informação ou a qualquer opinador que antes de comentarem e publicarem textos que possam eventualmente dar azo ao levantamento de suspeitas, fossem prudentes e investigassem o assunto, caso este o justificasse? Pois, já sabemos que é a diferença entre jornais e pasquins e entre comentadores sérios e competentes e outros mortinhos por avançar para a especulação a que temos direito...

Com os dados que foram divulgados publicamente pelas partes interessadas, parece sem sombra de dúvida um bom negócio de cujo mérito (pelo inesperado) não pode ser dissociado o presidente encarnado, a quem desta vez (pelo menos que nos tenhamos apercebido) e ao contrário da sua ida a Madrid para fechar o negócio de Coentrão, não foram endereçadas críticas por na sua qualidade de vendedor se ter deslocado à antiga cidade romana de Caeser Augusta.

Finalmente, porque temos mais que fazer do que perder tempo com as costumeiras manifestações da treta e sobre os habituais e crónicos sintomas de azia que afectam alguns estômagos adum eternum, citamos o ‘nosso’ grande escritor Virgílio Ferreira : «Admiram-se às vezes certas pessoas de que um autor medíocre seja normalmente o triunfador do seu tempo. Mas o autor medíocre é que é admirado pelos medíocres. E a mediocridade é o que há de melhor distribuido pelos homens».


aqui:http://www.anti-benfica.com/


por karlos







Benfica ........Goalkeepers




 Julho de 2011




«Inesperadamente Quim revelou alguma insegurança entre os postes, mormente nos cantos e cruzamentos (…)» - Paulo Pinto - Jornalista de A Bola na análise aos jogadores no recente Gil Vicente-SC Braga.

Esta análise trouxe-nos à memória um conjunto de situações ocorridas nos últimos tempos com o desempenho dos titulares da baliza do Benfica, nomeadamente o massacre a que assistimos na última época com Roberto.

Regressando um pouco atrás, diríamos que foi com surpresa que temos assistido ao desmoronamento da tradicional escola de guarda-redes portugueses. Provavelmente fruto dos novos tempos em que é mais fácil comprar lá fora do que formar cá dentro, uma situação que alastra a todos os sectores da vida nacional e que tem propiciado um aumento galopante da nossa dívida externa. Só lamentamos é que a fobia de importações não tenha ainda contemplado políticos, porque talvez assim estivéssemos menos endividados e mais desenvolvidos...

Como aqui já escrevémos, Quim nunca foi um guarda-redes consensual no Benfica. E na última época que esteve ao serviço dos encarnados, do nosso ponto de vista só assumiu a titularidade porque no jogo da ‘Eusébio Cup’ teve o mérito e a felicidade de defender  4 penalties. A análise crítica que citamos acima coincide com aquilo que sempre vislumbrámos em Quim, muito embora consideremos tratar-se de um bom guarda-redes entre os postes e de ter tido um comportamento que não justificava que o anûncio público da sua não renovação tivesse acontecido como sucedeu.

O sistema de jogo implementado por Jorge Jesus na equipa do Benfica implica que o guarda-redes bastas vezes tenha que ser líbero. E para isso tem que ter muito treino e sobretudo características que se adaptem. E neste caso ou se têm ou não se tem. Em nosso entender Quim não as tem porque toda a sua fase de formação foi feita em equipas cujos compartimentos defensivos foram treinados para jogar dentro da área e não é na última fase da sua carreira que vai aprender. Isso não significa, repetimos, que ele não seja um bom guarda-redes dentro dos condicionalismos que apontámos.

Com Roberto passou-se algo semelhante. Para além de não ter a experiência de Quim, a sua carreira é ainda precoce e nos jogos que disputou fê-los em equipas com um certo pendor defensivo. É conhecida a sua performance no Saragoça da penúltima época em que foi considerado um dos melhores guarda-redes a actuar na Liga Espanhola. Terá sido isso que levou o Benfica a contratá-lo.

Tal como tinha acontecido ao seu antecessor, Roberto por força de um posicionamento a que não estava habituado demonstrou fragilidades idênticas, sendo que rapidamente foi mimoseado com a artilharia pesada dos media a que aderiram os adeptos que encaram os seus comentários e críticas como verdades imutáveis. A partir daí era fácil perceber que só muito dificilmente o ser humano Roberto conseguiria resistir. Mantemos o que repetidamente dissémos: Roberto tem potencial e enquadrado numa equipa em que não esteja sob pressão constante tem todas as condições, até pela sua idade, para se transformar num excelente guarda-redes.

A contratação de Artur Moraes foi tida assim como um facto normal. Tinha tido uma excelente época ao serviço dos bracarenses, era experiente, frio e demonstrava boa atitude nas saídas a cantos e cruzamentos. Os primeiros jogos, apesar de ter que se adaptar ao novo sistema, confirmaram em absoluto aquelas características. Tudo parecia caminhar bem  até que...

... o Benfica contratou Eduardo. De imediato, os habituais desestabilizadores propagandearam que se os encarnados tinham ido buscar o actual titular da selecção nacional e este tinha vindo, era porque lhe tinham prometido a titularidade. E isso constituia um factor de desestabilização tremenda para Artur. No 1º golo sofrido contra o Anderlecht os comissários de serviço do pasquim logo vieram dizer que isso era sinónimo que Artur sentia já o bafo de Eduardo. Veio o jogo com os turcos e Artur manteve a titularidade e teve uma actuação que contrariou aquelas aves agoirentas, assinando uma exibição irrepreensível e demonstrando uma frieza assinalável em toda a partida.

Não sabemos e muito menos prevemos o futuro. Tudo como se sabe pode acontecer: erros, baixas de forma, expulsões, ou até mesmo Eduardo demonstrar que está em melhor forma e assim assumir a titularidade. A acontecer, nessa altura, lá viriam os inefáveis Zandingas dizer que ‘tal como tínhamos previsto...’ .

Neste momento, Artur Moraes é titular com inteira justiça e assim deve continuar. Isso não retira qualquer parcela de mérito a Eduardo que terá certamente ensejo de demonstrar a oportunidade da sua contratação. Mas estarem a insistir no assunto é sinónimo que o seu objectivo é outro completamente diferente – desestabilizar a baliza dos encarnados.

E isso, como é evidente, será denunciado sem quaisquer titubiezas!





aqui:http://www.anti-benfica.com/artopiniao_benfica_goalkeepers.php





Nome completo Roberto Jiménez Data de nasc. 10 de Fevereiro de 1986 (25 anos) Local de nasc. Madrid,  Espanha Nacionalidade  Espanha Altura 1,93 m Peso 87 kg Pé destro Informações profissionais Clube atual Real Zaragoza Número 12 Posição Guarda-redes Clubes profissionais1 Anos Clubes Jogos (golos) 2005–20082005–2008
2007–2008
2008–2009
2009–
2010
2010–2011
2011- Espanha Atlético de Madrid B
Espanha Atlético de Madrid
Espanha Gimnàstic
Espanha Recreativo
Espanha Atlético de Madrid
Espanha Zaragoza
Portugal Sport Lisboa e Benfica
Espanha Zaragoza 40 (0)
01 (0)
28 (0)
00 (0)
03 (0)
15 (0)
25 (0)
0 (0) Seleção nacional3 2002–2003
2003
2004–2005
2005
2007–2008 Flag of Spain.svg Espanha sub-17
Flag of Spain.svg Espanha sub-18
Flag of Spain.svg Espanha sub-19
Flag of Spain.svg Espanha sub-20
Flag of Spain.svg Espanha sub-21 07 (0)
02 (0)
03 (0)
01 (0)
06 (0)

1 Partidas e gols pelo clube profissional
contam apenas partidas do campeonato nacional,
atualizados até 17 de Junho de 2011.

3 Partidas e gols da seleção nacional estão atualizados
até 15:00, 25 de Junho de 2010 (UTC






Matches of Roberto Jiménez Gago

Dia Data Competição  Equipe da casa Resultado/Hora Equipe Visitante Events
Sun 08/05/11 PRL Rio Ave 1 - 2 Benfica

Thu 05/05/11 UEL Sporting Braga 1 - 0 Benfica

Sun 01/05/11 PRL Olhanense 1 - 1 Benfica

Thu 28/04/11 UEL Benfica 2 - 1 Sporting Braga

Sat 23/04/11 LEC Benfica 2 - 1 Paços de Ferreira

Thu 14/04/11 UEL PSV 2 - 2 Benfica

Thu 07/04/11 UEL Benfica 4 - 1 PSV

Sun 03/04/11 PRL Benfica 1 - 2 Porto

Mon 21/03/11 PRL Paços de Ferreira 1 - 5 Benfica
Thu 17/03/11 UEL PSG 1 - 1 Benfica






Obs: obrigado  Roberto Jiménez e sejas muito feliz ,sempre

viva o Benficaaaaaaaaaaaaaaaa, sempre

por karlos




quinta-feira, 5 de maio de 2011

Eu sou Benfica... .Força presidente VIEIRA ...... Força Jorge Jesus ..

Força  SPORT LISBOA E BENFICA  Força presidente Vieira  

Mesmo na noite mais triste em tempo de servidão há sempre alguém que resiste há

sempre alguém que diz não. Manuel Alegre
 
 
O nosso Benfica não vai morrer nunca ,nem nunca caminhara sozinho nunca....
 
 
 
 
FORÇA PRESIDENTE VIEIRA FORÇA JORGE JESUS FORÇA BENFICA ...
 
Um poema de Manuel Alegre, cantado por Adriano Correia de Oliveira.



«Trova do Vento que Passa»



Pergunto ao vento que passa

notícias do meu país

e o vento cala a desgraça

o vento nada me diz.



Pergunto aos rios que levam

tanto sonho à flor das águas

e os rios não me sossegam

levam sonhos deixam mágoas.



Levam sonhos deixam mágoas

ai rios do meu país

minha pátria à flor das águas

para onde vais? Ninguém diz.



Se o verde trevo desfolhas

pede notícias e diz

ao trevo de quatro folhas

que morro por meu país.



Pergunto à gente que passa

por que vai de olhos no chão.

Silêncio — é tudo o que tem

quem vive na servidão.



Vi florir os verdes ramos

direitos e ao céu voltados.

E a quem gosta de ter amos


vi sempre os ombros curvados.



E o vento não me diz nada

ninguém diz nada de novo.

Vi minha pátria pregada

nos braços em cruz do povo.



Vi minha pátria na margem

dos rios que vão pró mar

como quem ama a viagem

mas tem sempre de ficar.



Vi navios a partir

(minha pátria à flor das águas)

vi minha pátria florir

(verdes folhas verdes mágoas).



Há quem te queira ignorada

e fale pátria em teu nome.

Eu vi-te crucificada

nos braços negros da fome.



E o vento não me diz nada

só o silêncio persiste.

Vi minha pátria parada

à beira de um rio triste.



Ninguém diz nada de novo

se notícias vou pedindo

nas mãos vazias do povo

vi minha pátria florindo.



E a noite cresce por dentro

dos homens do meu país.

Peço notícias ao vento

e o vento nada me diz.



Mas há sempre uma candeia

dentro da própria desgraça

há sempre alguém que semeia

canções no vento que passa.



Mesmo na noite mais triste

em tempo de servidão

há sempre alguém que resiste

há sempre alguém que diz não.
 
 
 
                                     FORÇA  LUIS FILIPE VIEIRA  FORÇA
 
 

Força presidente luis filipe vieira força Benfica ,FORÇA BENFICAAAAAAAAA.
 
 
por sabio

quarta-feira, 4 de maio de 2011

As bestas é as mentiras jornalisticas .






A MÁFIA NO JORNALISMO DESPORTIVO EM PORTUGAL


"O homem é o reflexo dos que o rodeiam", ensina o filósofo alemão Nietzsche. O trabalho de reeducação e ressocialização deve ser dirigido tanto ao delinqüente quanto ao grupo de origem. E esse trabalho deve ser feito por meio da educação para todos, em fim das condição básicas para a sobrevivência e dignidade humana. Somente uma política criminal dirigida não apenas ao delinquente jornais rádios e tv  mas a toda sociedade angariará proveitos verdadeiros.


NA QUINTA DO CARECA AZUL. 



Muito bem expõe o mestre italiano Giorgio Del Vecchio quando diz:
"O crime não é simplesmente um fato individual pelo qual deve responder, de modo exclusivo, seu autor, para repará-lo; é também - e precisamente nas formas graves e constantes - um fato social que revela desequilíbrio na estrutura da sociedade onde se produz. Por seguinte, suscita problemas muito além da pena e da reparação devida pelo criminoso".



 Mais do mesmo,no jornal record

Tem de serem desmentidos todos os dias este jornal !..

Para serem isentos e honestos estes jornalistas de baixa moral .
Vai ser preciso todos os dias queixas crimes contra estes mentirosos jornalistas vendidos

 a falsidade não pode ficar impune com quem ganha euros a custa das mentiras.
Agora a ERC não investiga estas notícias e estes jornalistas MENTIROSOS, porquê.

Como explica Kelsen: o grupo é tão culpado pelo crime, quanto o próprio delinqüente

Aqui esta a resposta do SPORT LISBOA E BENFICA as batotas do jornal record .....


04/05/2011 CLUBE


Desmentido


"Delinquentes da Pena"



Exigem os jornalistas máxima responsabilidade e fair-play aos dirigentes desportivos, mas em muitos casos a responsabilidade que pedem é aquela que eles próprios não assumem. O jornal Record, na sua edição de hoje, decidiu avançar com algumas notícias tão estéreis quanto falsas.



Faltaram à responsabilidade que tanto reclamam, porque nem Sidnei recusou qualquer braçadeira de capitão, nem o alojamento da equipa representa qualquer problema ou motivou o mínimo desencontro, como o verdadeiro prémio da equipa em ganhar a Liga Europa será honrar a história e a tradição do Sport Lisboa e Benfica.



Lamentáveis as notícias e as suas intenções. Enquanto continuam a reclamar a falta de responsabilidade de alguns dirigentes desportivos, a verdade é que continuam à solta alguns “delinquentes da pena”.



É preciso mais para desestabilizar o Sport Lisboa e Benfica. Este tipo de notícias pode vender, mas não é sério. Os benfiquistas normalmente são generosos, mas há limites que não devem ultrapassar





Simplesmente vergonhosa e de gente sem escrúpulos a notícia.





por sábio


domingo, 17 de abril de 2011

convem lembrar aos iluminados mafiosos ....

Em tempos de servidão
a sempre alguem que diz basta
     a sempre alguem que diz não...




Mais uma lembrança do Anti-Benfica.COM de uma qualidade sublime e de leitura sempre mas sempre  obrigatória ...


Cassetes em tempo de MP3 - Parte II


16 de Abril de 2011

«Não somos especialistas em túneis», disse Jorge Nuno Pinto da Costa. Na obrigação de justificar o falhanço redondo da época 2009/2010 o grande timoneiro tinha-o dito há um ano e desde então repetiu-o vezes, vezes, e vezes sem conta. Hoje foi mais uma vez.


Num fim-de-semana em que Vieira do outro lado do Atlântico prometeu respeitar o FC Porto mas sem contudo esquecer o passado, Pinto da Costa retomou a cassete perante uma comunicação social que rejubila com estes devaneios e shows bacocos do líder azul e branco.



Já aqui explicámos porque o faz, não é de todo inovador, é somente uma reedição da estratégia da repetição que a máquina de propaganda nazi usou para as lavagens cerebrais ao povo alemão, fabricando a verdade a que temos direito – a nossa!


Há piadinhas que por não terem sumo nenhum não pegam mesmo, como foi o caso dos trocadilhos em torno das «estrelas» de Luís Filipe Vieira que Jorge Nuno Pinto da Costa tentou ingloriamente inverter. Outras há que pegam, como foi o caso do já mundialmente famoso «Apagão». E outros mais remotos existem, caso do «Calabote» ou do «Clube do Regime».


Com uma massa adepta domesticada e fã do yes man, torna-se fácil e ainda mais se torna quando a comunicação social se presta a dar voz ao discurso bafiento, demodé e truculento do presidente azul e branco. Com o mote dado pela Torre das Antas seguem-se então os pombos-correio, os Moreiras, os Tavares, os Viegas, os Varelas, os Pintos, os Vianas entre outros, ávidos de prestar vassalagem.


Evidentemente há uma gritante falta de matéria prima nos media. Com o recente encontro FCPorto-V.Guimarães a contar para o campeonato de juniores a ficar marcado pela confusão ao intervalo no túnel de acesso aos balneários, algo que aliás foi perceptível do exterior, só mesmo com monólogos e jornalistas domesticados se pode continuar a vender esta cassete, que sendo repetitiva e de mau gosto, ainda consegue compradores.


Ora perguntem lá ao treinador vimaranense Armando Evangelista se não foi insultado e os seus jogadores agredidos por jogadores e staff do FCPorto? Já sabemos que este fim-de-semana o FC Porto recebeu e venceu o Sporting por 3-1 e está a uma vitória do título, deve ser isso apenas que importa...


Certo é que o simples facto de Pinto da Costa continuar com o seu discurso gasto e repetitivo e não haja vivalma que condene, só contribui para conclusões negativas; desde logo demonstra bem que a obsessão do anti-benfiquismo coabita na sua mente esclerosada, mas isso é lá com ele; por outro demonstra a falta de identidade do portismo actual mas isso só a eles lhes diz respeito; por último demonstra a pouca solidariedade para com grandes senhores, que remaram contra estratégias obscuras no futebol português, e isso já nos diz respeito.


Recordemos e acordemos;



- 1983; Interdição das Antas à entrada de um jornalista devido a declarações;



- 1985; Proibição da entrada de jornalistas do Record nas Antas;



- 20 de Novembro de 1988; Carlos Pinhão é barbaramente agredido em Aveiro, depois de jogo Beira Mar-FC Porto, por elementos ligados ao FCP. Processo judicial viria a ser arquivado por "falta de provas". No mesmo dia em que Carlos Pinhão é agredido, Martins Morim é também alvo da fúria dos adeptos do clube da cidade invicta. Entre os agressores destacava-se Tónio Maluco, conhecido adepto portista. O guarda Abel diz aos jornalistas que «era melhor do que cair por uma ribanceira»;



- Ainda em 1988; Jornalista agredido por um jogador na carrinha oficial do FC Porto;



- 5 de Março de 1989; Eugénio Queiroz, jornalista do jornal Record, é agredido no Estádio do Restelo por seguranças de Jorge Nuno Pinto da Costa. Violentamente empurrado para fora do corredor de acesso à cabine do FC Porto, o jornalista viria a apresentar queixa na PJ mas acabaria arquivada por "não se conseguir identificar os agressores";



- 24 de Setembro de 1989; João Freitas, jornalista de A Bola, é agredido barbaramente perto dos balneários do Estádio das Antas. Foi assistido no Hospital de Santo António e identificou Vergílio Jesus e um tal Armando entre os agressores. A queixa foi arquivada porque a testemunha principal, o agente da PSP Oliveira Pinto, disse que não se lembrava de nada;



- 4 de Outubro de 1990; Na véspera do jogo Portadown-FCPorto, Manuela Freitas do jornal Público foi ameaçada e insultada no hall do hotel por integrantes da comitiva portista;



- 24 de Outubro de 1990; José Saraiva, director do Jornal de Notícias, é agredido à porta de casa por dois indivíduos. O JN tinha publicado uma notícia envolvendo Pinto da Costa no famoso caso "Aveirogate". Nunca chegou a haver queixa judicial;



- Ainda em 1990; João Martins, jornalista ligado ao automobilismo, trabalhava na rádio do filho de Pinto da Costa e "roubou" a namorada ao Alexandre. Agredido à porta de casa por dois indivíduos, acabaria por não apresentar qualquer queixa porque lhe pediram desculpas;



- Santos Neves, jornalista de A Bola, quase que se despista em plena estrada no Porto, por alguém lhe ter desapertado as jantes do carro. Nunca se provou quem foi o autor;



- “Corte de relações” entre o FC Porto e o jornal A Bola;



- 1 de Setembro de 1992; António Paulino, jornalista do Expresso é agredido à porta do seu jornal na redacção do Porto, segundo o próprio, por Pinto da Costa, o filho e Joaquim Pinheiro. Tudo acontece porque queriam saber quem teria sido o jornalista responsável pela notícia sobre um processo de Alexandre Pinto da Costa;



- Ainda em 1992; Proibição da entrada de jornalistas nas Antas;



- Outubro de 1992; Pinto da Costa desvaloriza as agressões a jornalistas;



- 10 de Março de 1993; Agressões à equipa da RTP (Paulo Martins/Pedro Figueiredo) no relvado nas Antas no final do Porto-Famalicão, o jornalista Paulo Martins está no relvado a tecer os comentários finais a um jogo entre o FC Porto 0 Famalicão 1 quando um elemento não identificado do público entrou pelo campo dentro e agride à palmada a equipa da reportagem da RTP. Tudo foi transmitido em directo, toda a gente viu, contudo o jornalista da RTP e a própria RTP não apresentaram queixa à Justiça. As frases de Pedro Figueiredo ficam para a história, «Estou a ser cuspido (...), estão a pôr em causa a minha integridade física»;



- Ainda em 1993; Pedro Figueiredo, jornalista da RTP1, é agredido no Estádio do Bessa no final de um Boavista-FC Porto. Não houve queixa judicial porque a empresa não autorizou;



- 11 de Dezembro de 1994; Marinho Neves, jornalista da Gazeta dos Desportos e autor do livro sobre corrupção na arbitragem "Golde de Estádio" é alvo de uma emboscada à porta de casa por dois indivíduos. Processo judicial vem a ser arquivado na PJ do Porto por falta de provas, apesar de haver cinco testemunhas que nunca foram ouvidas e de acompanhar a queixa com uma fotografia dos agressores;



- 1994; Agressão de um jornalista nas Antas;



- Etc, etc, etc...



Inúmeros blackouts depois, volvido um indeterminável número de pressões, temos o que temos, a miséria é tanta que dizemos que um papagaio é poeta e domina a fina ironia.



Chega de cassete?


aqui: http://www.anti-benfica.com/artopiniao_cassetes_em_tempos_de_mp3_II.php


por sabio






               A máfia .....               o    clube da  fruta azul



MARINHO NEVES


Muitos jornalistas tentaram há alguns anos atrás denunciar e expôr a MAFIA do futebol. Mas foram ameaçados e espancados pelos capangas do FCP(cujo nome oficial é Corpo de Segurança Privado).

Marinho Neves foi um corajoso jornalista. Escreveu o livro 'Golpe de Estádio' onde de forma romanceada ele conta a história da MAFIA com nomes falsos. Antigo jornalista do Norte Desportivo e Gazeta dos Desportos já o espancaram várias vezes, para ele se calar. Colaborou com a SIC nos Donos da Bola. O livro teve algum sucesso há 3/4 anos, mas agora está esquecido.



Por falar em G. Abel ele está todos os domingos que o Vilanovense(Gaia) joga em casa lá está ele no campo. Talvez ele diga algo, uma vez que foi traído pelos ex-amigos do sistema. Benfiquistas do Norte vejam se lhe conseguem arrancar alguma coisa.



Agradeço a um benfiquista de Gaia pela sua ajuda.



Estas denúncias chegaram-me de um tipo que se diz antigo jornalista do jornal O Jogo.



O Reinaldo Teles passou as casas de prostitutas para nome de um tipo que ainda não sei quem é porque dava muito nas vistas, visto que o Granada, o Calor da Noite, Diamante Negro, entre outros, que eram os mais frequentados na altura, era onde se faziam algumas transacções de droga.



O próprio Reinaldo Teles foi apanhado em frente á alfândega do Porto num mercedes cheio de droga, mas muita gente 'comeu' às custas disso e nunca se soube nada, até um jornalista do 'Público' teve uma 'prenda' do Reinaldo Teles quando o próprio descobriu a história.



Em relação ao guarda Abel, ele não foi traído, mas sim 'aconselhado', mas ficou bem na vida... Só que ele é um granda putanheiro que estourou tudo no jogo e nas putas, agora tem umas tipas a render para ele.



Em relação á Olivedesportos, quando o Benfica quebrou o contracto, depois do Vale e Azevedo se tornar presidente, o Guilherme Aguiar, o Pinto da Costa, Manuel Tavares(editor do jornal O Jogo), Ronaldo Oliveira(filho do Oliveira), António Oliveira(o ex-treinador do Porto) e mais uns tipos que não me recordo agora, reuniram-se na sala de reuniões do jornal O Jogo, para tomar medidas no 'sistema' para o Benfica sofrer represálias intimidatórias, tanto a nível de imprensa como a nível federativo (Liga incluída). Obviamente que esta reunião foi 'off-the-record'. E muitas mais merdas. As mais banais eram as notícias fabricadas ou as inflamadas. Porque segundo o Jorge não sei das quantas, o responsável financeiro ou qualquer coisa do género do jornal O Jogo, 'o Benfica é que vende'.

Mandaram um sócio do Porto pagar a um cunhado para dizer que o jornal o tinha subornado para dizer mal do FCP. Este caso até passou nos 3 canais de TV."



E agora, a notícia do Record...





PC VIU VALIDADO MANDADO DE DETENÇÃO

Araújo implica os dragões



Acusado de cinco crimes de corrupção desportiva, António Araújo foi ao mesmo tempo impedido pela juíza que tutela o processo Apito Dourado de frequentar "o Estádio do Dragão ou qualquer casa de alterne". O empresário de Diego e de Leandro terá de entregar o seu passaporte e só saiu em liberdade mediante uma caução de 100 mil euros, estando também proibido de contactar Pinto da Costa, Augusto Duarte, Jacinto Paixão, Manuel Quadrado, José Chilrito, José António Pinto de Sousa (ex-presidente do Conselho de Arbitragem da FPF), Francisco Costa (ex-vogal do CA da FPF), outros árbitros de futebol e dirigentes do FC Porto ou da sua SAD.



Pinto da Costa, por seu lado, viu o mandado de detenção emitido pelo Ministério Público ser validado pela juíza Ana Cláudia Nogueira, tendo-lhe sido "restituída a liberdade" devido à demora no interrogatório a António Araújo e pelo facto de o presidente portista se ter apresentado no tribunal de forma "voluntária e espontânea". O que terá de fazer novamente 3ª feira, às 9 horas, pois na 2ª feira a juíza não tem agenda.



António Araújo começou a ser ouvido às 20 horas de sexta-feira e o interrogatório terminou poucos minutos antes das três horas de ontem. Na próxima 2ª feira, o empresário terá de entregar o seu passaporte na secretaria do Tribunal de Gondomar e tem dez dias para prestar a caução que o vai manter em liberdade.



Face às medidas de coacção que lhe foram aplicadas, é de admitir que as acusações que visam António Araújo envolvam o FC Porto e alguns dos seus dirigentes, como o atesta o facto de estar impedido de frequentar o Estádio do Dragão e de contactar dirigentes do clube e da SAD.



O processo Apito Dourado acumula agora um total de 177 crimes e são conhecidos 22 arguidos.



Prostitutas brasileiras em foco



Todos os indícios continuam a apontar para factos ocorridos na noite anterior ao jogo FC Porto-Estrela da Amadora (mas não só), disputado no passado dia 24 de Janeiro, com os dragões a vencerem por 2-0. Prostitutas brasileiras, entretanto ouvidas pelo MP, terão prestado serviços a terceiros, tendo António Araújo conduzido a operação após ordem superior. As buscas entretanto realizadas tiveram como objectivo encontrar documentação que reforce a acusação que estará pendente.



por sabio ..



                 Mais uma vez lembrar os corruptos dos ANDRADES no desporto em portugal...


Atente-se a esta espantosa entrevista de Octávio Machado ao Correio da Manhã de Sábado, 11 de Dezembro de 2004




Da mesma, fica esta pequena transcrição.



"CM: Ficou surpreendido com as evoluções do processo ‘Apito Dourado’?



OM: – Eu, que ando há quarenta anos no futebol?! Fui a primeira pessoa a falar do sistema. Dez anos antes de Dias da Cunha o fazer. Pensa que alguma vez vou esquecer o que vivi antes do jogo Gil-Vicente-FC Porto na época de Carlos Alberto Silva. Foram os momentos mais traumatizantes da minha vida e da minha carreira. Esse jogo determinava a descida de divisão do Gil Vicente, treinado por António Oliveira, caso a equipa perdesse contra o FC Porto, na altura do jogo já campeão nacional.



Não esquece porquê?



– Porque tive de lutar para que mantivéssemos a nossa dignidade.



Sofreu pressões para que o FC Porto facilitasse a vida ao Gil Vicente?

– Num telefonema chegaram a dizer-me que eu era a única pessoa do FC Porto que desejava a vitória da equipa frente ao Gil Vicente.



Quem lhe telefonou?

– Um amigo. De facto, bem vi aqueles que foram ao balneário do Gil Vicente festejar a vitória da equipa. Perdemos por 1-0, mas não perdemos a dignidade porque não cedo a pressões e disse isso mesmo aos meus jogadores no fim do jogo.



Pinto da Costa deu-lhe a entender que o FC Porto devia facilitar?

– Nunca me diria isso porque me conhece.



Algum dirigente do FC Porto o fez?



– Há muitas maneiras de fazer pressão. Posso apenas dizer que vivi momentos muito difíceis, mas tenho que deixar alguma coisa para revelar no meu livro. Mas não foi a única vez que me aconteceu. Num jogo entre a Académica e o FC Porto em que se discutia a descida de divisão da Académica, também passei por situações difíceis. Acabamos por ganhar com um golo de Raudnei, infelizmente para alguns, porque não era suposto o FC Porto ter ganho esse jogo à Académia.



Em que época se passa esse segundo episódio?



– Quando Ivic era treinador do FC Porto.



O treinador da Académica era António Oliveira...



– Exactamente.



Foi pressionado, por duas vezes, para não prejudicar duas equipas, treinadas por António Oliveira?



– Vivi momentos muito difíceis."



A julgar pela entrevista, se o sucessor do Papa no FCP for o Oliveirinha, temos que o legado de trafulhice tem a transição assegurada...



Àh pois é!...





PARTE 3



A Mafia do futebol III

Enquanto estiver disponível, é de leitura obrigatória o artigo de opinião que Daniel Reis (uma espécie de Leonor Pinhão, a nossa mentora, só que para os lagartos...) escreve n' A Bola de 10 de Dezembro.



Deixo aqui algumas passagens (o artigo divide-se em vários pontos), mas sem dúvida que todo artigo é excelente...



"(...)



5 - Reporta-se essa história ao tempo emque os cartões começaram a fazer mossa no futebol profissional. A Associação do Porto já por essa altura comandava a arbitragem e escolhia os seus chefes com o placet não declarado do Papa do futebol. Treinadores conheci, então, que juravam adivinhar que árbitro lhes seria destinado, na jornada precedente ao seu jogo com o FC Porto. E não é que acertavam, sempre, pois eram-lhes enviados osmais famosos na arte de amarelar quem estava no limite da suspensão?



6 - Um dia perguntei a um desses treinadores se acusava alguém, especificamente, por este controlo à distância das nomeações, para afastar indirectamente dos jogos com o FC Porto os jogadoresX,YouZ.Ejáporessetempo o objecto de todas as suspeições era outro (o seu famosíssimo treinador à época) e não o dirigente que mandava no futebol portista.



7 - Como se previa, não foi a voz de Pinto da Costa a apanhada nas velhas escutas telefónicas da Judiciária, quando alguém pelo FC Porto negociou os quinhentinhos com o árbitro José Guímaro. Foi a de Reinaldo Teles. E na ordem de pagamento das férias do árbitro Calheiros, gozadas no Brasil, a assinatura válida era também a de um subalterno qualquer, subitamente investido da autonomia adequada a tal acto.



(...)



9 - Para meu espanto, já foi a voz do presidente, em pessoa, que apareceu ao telefone com Pinto de Sousa (segundo relatos do Apito Dourado- I) a encomendar um árbitro para um jogo da Taça. Talvez se explique o deslize pelo facilitismo, que o demandante não cultivava noutros tempos. Mas compreende-se: quem tantas encomendas do género fez com sucesso, directamente ou por interpostos mensageiros, ia lá agora admitir que as coisas mudaram e até um simples favorzinho, de presidente a presidente, levantasse suspeitas?





10 - Recordam-se da sugestão de Dias da Cunha, para serem apurados os montantes em trânsito e os destinatários efectivos do dinheiro pago a mais pelo FC Porto para desviar o jogador Paulo Assunção do Sporting? Presumo que esta transferência seja uma das que estão sob investigação. Mas Pinto da Costa também nada deve ter a ver com o caso. Nem ele, nem o presidente do Nacional. E o mais certo é provar-se que o tal empresário Araújo, também apanhado na teia, foi o único que lidou com esta e outras massas menos recomendáveis."



PARTE 4





Não se Liga ao futebol!

No seu Bilhete, no MaisFutebol, Luís Sobral fala de uma certa passividade, lentidão e mão branda da Comissão Disciplinar da Liga, em casos recentes:





Comissão Disciplinar: atirar baldes a árbitros sai barato

[ 2004/12/15
12:43 ] Luís Sobral



A Superliga está em roda livre.



O presidente da Liga encontra-se impedido de exercer funções, no âmbito de um processo de corrupção desportiva.



A Liga está desde Abril com um presidente interino, o director executivo Cunha Leal, naturalmente sem a força que deveria ter.



O presidente do F.C. Porto é arguido no processo «Apito dourado».



O presidente do Sporting diz que a investigação judicial em curso é coisa pouca e abre uma nova frente, o dinheiro sujo das transferências.



O presidente do Benfica acusa toda a gente de cobardia, mas à excepção de um «DVD voador» e da mais triste conferência de imprensa do futebol português recente, desconhece-se qualquer ideia construtiva.



Há árbitros e auxiliares impedidos de exercer a sua actividade, também arguidos no processo de corrupção desportiva.



No meio de tudo isto, exigia-se que pelo menos a Comissão Disciplinar da Liga desse alguns sinais de empenho e procurasse ser exemplar.



No entanto, é exactamente o contrário que se verifica.



Esta terça-feira ficámos a saber que finalmente, dois meses depois (!), haverá um inquérito ao caso dos bilhetes no Benfica-F.C. Porto. Recorde-se que esse tema valeu uma semana de tensão e contribuiu para instalar um clima de guerra no jogo mais importante da Superliga até ao momento.



A mesma CD decidiu punir com 3500 euros o Penafiel e abrir um inquérito ao presidente do clube, António Oliveira.



A multa até parece elevada, mas se virmos as imagens percebemos que é profundamente inadequada ao que de facto se passou. Um auxiliar foi alvejado com uma garrafa e um balde. O jogo esteve interrompido dez minutos.



Na prática, é como se nada se tivesse passado. O clube pagará a multa e na próxima jornada lá estarão os mesmos adeptos, incapazes de um comportamento cívico e desportivo, a tentar pressionar a equipa de arbitragem. Recorrendo para isso a todos os meios.



Resta apenas uma dúvida: se da próxima vez o balde acertar na cabeça do árbitro qual será a multa? Aposto em 4500 euros...





Em primeiro lugar, tenho estranhado que estas pequenas crónicas de Luís Sobral apareceçam cada vez mais escondidas no site. Nem a uma referência na página inicial têm direito, o que é, no mínimo, bizarro, sendo Luís Sobral o director da publicação.



Voltando ao essencial, este reparo à Comissão Disciplinar só peca por tardio. Desde que o futebol profissional passou a ser tutelado e organizado pela Liga de Clubes que se tem assistido a decisões perfeitamente bizarras, de ambas as Comissões (Disciplinar e Arbitral). Castigos que já não são castigos, processos arquivados com provas mais do que evidentes, jogadores castigados 2 meses depois da infracção em véspera de jogo importante (sim, estou a falar de Jardel num Sporting-Benfica) são apenas as asneiras mais sonantes.



Mas, quanto a mim, o que mais me choca é a incapacidade da Liga exercer a disciplina sem contemplações, protegendo sobretudo o espectador e o intérprete do futebol espectáculo. Vejamos:



Manuel Fernandes rasteirou um adversário por trás, sem bola. É expulso e castigado com 2 jogos. Benny McCarthy deu 2 socos a um adversário. É expulso e castigado com 2 jogos. Qual é a diferença entre estes 2 lances para lá da cor da camisola? Será difícil perceber quem deveria ter tido um castigo de 5 ou 6 jogos? Este tipo de atitudes pedagógicas só iriam proteger o nosso já débil futebol, afastando cada vez mais os jogadores violentos e sarrafeiros. Há falta de coragem.



António Oliveira é presidente do Penafiel e agora dono de 10% da SAD do FCP. Em primeiro lugar, ainda não ouvi ninguém d'O Jogo a referir que esta situação é imoral, como ouvi acerca de José Veiga e referi aqui no blog. Atira baldes e garrafas ao árbitro, incita à violência, é multado em 3500 euros. Até o pobre Avelino Ferreira Torres já deve estar a pensar comprar acções do FCP para que o Marco não seja castigado na sua próxima explosão. Aparentemente, o investimento em títulos compensa, mesmo quando a economia aperta! Melhor: Miguel e Nuno Gomes aparecem no balneário do Benfica-Estoril, sem estarem sequer na ficha de jogo, e são alvo de processos disciplinares da Liga, graças ao inefável Delegado que não perdeu tempo a anotar as gravíssimas infracções dos cidadãos (porque naquele jogo não eram jogadores)! Se eu lá estivesse, também seria?



Luís Fabiano foi inscrito já com o campeonato a decorrer. O FCP adiou o seu jogo com o U.Leiria, que deveria ter sido disputado ainda sem Luís Fabiano. Claro que a Liga baralhou todos os regulamentos e voltou a dar, perdendo-se em precisosismos da linguagem dos regulamentos para explicar o inexplicável e abrir este espantoso precedente. Mais uma vez, falta de coragem.



Jorge Costa, em Guimarães, atropelou o fiscal de linha (e não me digam que foi sem querer!). Ninguém falou, ninguém viu, ninguém se queixou. Na Premier League, tocar no árbitro dá castigo, quanto mais intimidá-lo e agredi-lo fisicamente. Falta de coragem.



O Sporting acaba de antecipar o seu jogo para a Taça de Portugal para limpar o cartão de Liedson. Embora os pobres regulamentos o permitam (se calhar mais pelo seu vazio do que pelo texto propriamente dito), isto é incrivelmente promíscuo, anti-desportivo e vergonhoso. A Liga não se pronunciou, a Federação também não. É tempo de acabar com a troca de castigos entre provas. Ou então, punir de forma mais severa um jogador que tenta ser admoestado.



O Benfica vai ser alvo de processo disciplinar por causa dos bilhetes do Benfica-FCP. Era assumido pela Direcção que tal ia acontecer. Mas continuo a não ver regulamentação no sentido de baixar os preços dos bilhetes para mpedir que se paguem mais de 50 euros por um jogo num campo sem condições, entre uma equipa que só defende e outra que tenta fazer pela vida. Isto acontece em todos os jogos fora do Benfica. Também não há Liga para isto.



Quanto a adeptos, já nem vale a pena falar. Onde há azul e branco, há confusão. Na Luz, em Alvalade, em Guimarães, no Bessa, em qualquer lado. E se não fosse A Bola pouco saberíamos das perseguições automobilísticas que os Super-Escarretas fazem à sua equipa quando há derrotas. E nem quero começar a pensar nas facadas em Alvalade ou nas pilhagens das Auto-Estradas. Ou serão só os desordeiros da Luz que atiram pedras?



O futebol profissional é uma realidade. A regulamentação, gestão e organização profissional são uma miragem. E quem é que ganha com isso?



PARTE 5



Não se Liga ao futebol! (II acto)

Ainda a propósito do que falámos no anterior post, Luís Sobral escreve novo comentário endereçado à Liga e que aqui reproduzimos:



Liga: apenas mais um exemplo ridículo



Nuno Gomes e o Benfica vão ter pagar a mais elevada multa desta época, 3200 euros, por o avançado ter faltado à «flash interview», no final do Benfica-F.C. Porto.

À primeira vista até nem parece muito, para quem comete aquilo que o regulamento da Liga designa por falta grave. Mas quando percebemos que é a multa mais cara até agora começamos a desconfiar.



Uma pequena pesquisa causa espanto.



Um caso grave como o que sucedeu em Guimarães (Vitória-Sporting, cadeiras arremessadas em direcção ao árbitro) custou aos minhotos 1500 euros.



A agressão em Penafiel, também num jogo com o Vitória de Guimarães, custou 2000 euros. A tentativa de agressão, uns minutos antes, valeu 1500 euros.



As palavras de José Veiga sobre Olegário Benquerença, outro exemplo (no final do Benfica-F.C. Porto), custaram-lhe 1500 euros e um mês de suspensão (já agora, suspenso de quê se não tomou posse como administrador da SAD?).



Ou seja, tudo isto (e são apenas alguns exemplos sem recurso à violência entre jogadores, no jogo, ou a declarações de treinadores no final dos mesmos) é menos grave do que faltar a uma flash interview. Pelo menos para a Comissão Disciplinar da Liga.



Desculpem lá, se isto não é ridículo, mandem por favor a vossa sugestão.



Mais nada!



(os meus agradecimentos ao site www.antiantibenfica.blogspot.com)



Por sabio ....




 A mafia dos apitos azuis ...... a mafia dos apitos azuis ....


CAMPEONATO ROUBADO 2010/2011...




CAMPEONATO ROUBADO 2010/2011




Com o aproximar do final do campeonato onde tudo aponta para que o Benfica não renove o titulo de Campeão Nacional, oferece-me transcrever para todos os benfiquistas uma cronica brilhante escrita por Luís Fialho, publicado em 11MAR2011, no melhor jornal Nacional - " Jornal O Benfica".



PARA NÃO ESQUECER



"Na 1.ª jornada, Benfica-Académica, 1-2: quatro penáltis por assinalar a favor dos 'encarnados' (pontapé a Saviola, corte com a mão, empurrão a Saviola, e carga nas costas de Javi Garcia).

Cinco cartões amarelo exibidos a uma equipa que atacou quase sempre.

Três pontos subtraídos por C. Machado, logo na alvorada do Campeonato.



Naval-FC Porto, 0-1: golo portista obtido perto do fim, na sequência de uma grande penalidade inexistente assinalada por Paulo Baptista (bola tocou involuntariamente na mão do defesa figueirense). Dois pontos acrescentados ao FC Porto.



2.ª jornada, Nacional-Benfica, 2-1: dois penaltis por assinalar a favor do Benfica (rasteira sobre Coentrão, e corte com a mão de um defesa madeirense).

Um dos golos do Nacional surge na sequência de um livre inexistente. P. Proença retirou mais três pontos aos 'encarnados', enchendo-os, também, de cartões amarelos (sete, só nesta partida).



FC Porto-Beira Mar, 3-0: segundo golo portista obtido à beira do intervalo, na sequência de um livre mal assinalado por João Capela.



3.ª jornada, Rio Ave-FC Porto, 0-2: primeiro golo irregular, com dupla carga de Falcao, primeiro sobre um defesa, e depois sobre o guarda-redes.

Penálti inacreditavelmente perdoado por Jorge Sousa a Álvaro Pereira, em empurrão e rasteira a avançado vilacondense no interior da área.

Três pontos oferecidos ao FC Porto.



4.ª jornada, V. Guimarães-Benfica, 2-1: dois penalties por marcar a favor do Benfica (pontapé na perna de Aimar e rasteira a Carlos Martins).

Dois foras-de-jogo mal assinalados a Saviola e Cardozo, quando ficavam isolados diante da baliza. Mais sete cartões amarelos mostrados a jogadores benfiquistas.

Uma arbitragem à Benquerença, subtraindo pontos à equipa de Jesus.



FC Porto-Sp. Braga, 3-2: carga de Belluschi sobre Paulo César no último minuto, não assinalada por Pedro Proença. Mais 2 pontos para o FC Porto.



5.ª jornada, Benfica-Sporting, 2-0: seis amarelos para jogadores do Benfica, perfazendo um total de 26 (!!!) cartões em apenas cinco jogos.



Nacional-FC Porto, 0-2: corte com a mão de Rolando na sua área de rigor, sem que Bruno Paixão assinalasse a respectiva grande penalidade, com o resultado em 0-1.



6.ª jornada, Marítimo.Benfica, 0-1: carga sobre Saviola na área madeirense, com o resultado ainda em branco, e com João Capela a mandar jogar.



7.ª jornada, V. Guimarães-FC Porto, 1-1: penálti claro cometido por Fucile, e ignorado por Carlos Xistra. Mais um ponto para o FC Porto.



12.ª jornada, Beira Mar-Benfica, 1-3: corte com a mão na área aveirense, com o marcador ainda em branco, e sem que Bruno Paixão fizesse o que lhe competia.



13.ª jornada, FC Porto-V. Setúbal, 1-0: penálti fantasma assinalado por Elmano Santos a mergulho de Falcão na área.

Repetição inexplicável de penálti convertido por Jaílson no último minuto, que originou o falhanço do mesmo jogador, garantido dois pontos para o FC Porto.



14.ª jornada, Benfica-Rio Ave, 5-2: mais um penálti por assinalar, por falta sobre Coentrão que Hugo Miguel não sancionou, e um penálti mal assinalado contra os 'encarnados'.



Paços de Ferreira- FC Porto, 0-3: o primeiro golo nasce de um livre inexistente, e o segundo (já em tempo de descontos) de uma grande penalidade fantasma assinalada por Soares Dias.



16.ª jornada, Académica-Benfica, 0-1: golo irregular do Benfica, mas dois penáltis por assinalar a seu favor - um sobre Coentrão, que ainda lhe valeu um cartão amarelo injusto (mais tarde seria expulso), e outro por corte com a mão após cruzamento de Salvio, a que Elmano Santos e o auxiliar fizeram 'vista grossa'.



FC Porto-Naval, 3-1: um dos golos do FC Porto foi obtido com duas bolas em campo, e com a equipa adversária praticamente parada, ante a indiferença de Cosme Machado.



17.ª jornada, Benfica-Nacional, 4-2: penálti sobre Salvio no lance que antecede o primeiro golo, que o árbitro Rui Costa, deixou passar em claro.



Beira Mar-FC Porto, 0-1: golo obtido através de penálti altamente duvidoso (teatro de Hulk) assinalado por João Ferreira.



18.ª jornada, V. Setúbal-Benfica, 0-2: golo limpo anulado por C. Machado a J. Garcia já perto do fim.



19.ª jornada, Benfica-V. Guimarães, 3-0: golo limpo invalidado por João Ferreira a Saviola.



20.ª jornada, Sporting-Benfica, 0-2: expulsão exagerada de Sidnei, após primeiro cartão amarelo mal mostrado por Soares Dias.



21.ª jornada, Benfica-Marítimo, 2-1: penálti por assinalar em corte de Roberge com o braço, ainda na primeira parte, com o resultado a zero. Cartão amarelo ridículo a Aimar, após sofrer falta não sancionada por Vasco Santos sobre a linha da área.



Olhanense-FC Porto, 0-3: penálti perdoado por João Capela a Otamendi, com o resultado em 0-0.



22.ª jornada, Sp. Braga-Benfica, 2-1: primeiro golo bracarense resultante de falta marcada por Carlos Xistra ao contrário, em lance de onde resultou também a expulsão injusta de Javi Garcia. Três jogadores do Braga por expulsar.

Dois ataques cortados erradamente ao Benfica, um por alegada falta de Saviola, outro por inexistente fora-de-jogo de Cardozo.

Oitavo(!) jogo da Liga em que o Benfica viu mais de cinco cartões.



É esta a triste história deste Campeonato. Trata-se, provavelmente, do mais subvertido da última década.

O FC Porto não reconquistou o título. Deram-lhe!

O Benfica não o perdeu. Roubaram-lho!"

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NOTA: E assim se FAZ um Campeão, na base da MENTIRA e FALSIDADE.

Bravo caro Luís Fialho.



por sabío