terça-feira, 18 de maio de 2010

A verdade manda DEUS que se diga

    

 BEEENNNNNFFFFFFFFFIIIIIIIIIICCCCCCCCAAAAA ...







 FORÇA NN NÃO A JUIZ AZUL QUE NOS VERGUE  ....
 
 


Contra tudo e contra todos ! força campeões !


NÓS SÓ QUERMOS ...


 O BENFICA CAMPEÃO, BENFICA CAMPEÃO


Força COMPANHEIROS  ! Força NN O GLORIOSO precisa de vos...... SEMPRE ...




BEEEEEENNNNNNFFFFFIIIIICCCCCAAAAAAAAAAAA

 

 


obrigado campeões......

contra tudo e contra todos  !  BENFICA lutar  ! Lutar! Lutar !





 Força BENFICA ! Força BENFICA ! Força  BENFICA ..Força BENFICA ....




OS SELVAGENS EM BRAGA ...








A verdade manda DEUS que se diga ....


Hospitais de Braga e São João no Porto desmentem morte de adepto

Contactados pelo PÚBLICO.
Os responsáveis dos dois hospitais referem que, de facto, entrou um jovem  no domingo à noite no hospital de Braga, que foi posteriormente transferido para o Hospital de São João, no Porto, por ter um traumatismo oftalmológico. Uma transferência que se deveu ao facto de, em Braga, não existir urgência hospitalar oftalmológica. Mas, segundo o informação prestada pelo Hospital São João, esse jovem acabou por ter alta no passado dia 11.




Vários episódios de violência ocorreram no domingo em Braga e no Porto, após a vitória do Benfica sobre o Rio Ave por 2-1 no Estádio da Luz. Este foi o 32.º campeonato ganho pelo Benfica



NO NAME BOYS......... FORRRRRRRRRRRRCCCCCCCCCCCCCCCAAAAAAAAAAAAAA

QUANDO SOBES AO RELVADO ++


++ SABES BEM Q ESTÁS ACOMPANHADO ++

++ PQ NO TEU TOPO SUL ++

++ ESTÃO OS NN A TEU LADO



Fico feliz por saber que ainda há alguém que realmente se mexe em prol da dignidade HUMANA ...


FORÇA NO NAME BOYS ... 


FORÇA BENFICA VENCE O JOGO ++


++ QUEREMOS Q SEJAS CAMPEÃO ++

++ PORTUGAL E A EUROPA SÃO OS NOSSOS OBJECTIVOS ++

++ TUDO ESTÁ NAS TUAS MÃOS

"Realmente é muito fácil culpar Deus por qualquer coisa que de má que acontece na nossa vida ou na vida das outras pessoas."







E aconteceu que um anjo do Senhor apareceu-lhes e a glória do Senhor resplandeceu ao redor deles; e ficaram aterrorizados. Mas o anjo lhes disse: "Não tenham medo. Estou lhes trazendo boas novas de grande alegria, que são para todo o povo...


Fico feliz por saber que as perguntas não caem em saco roto..



A verdade acima de tudo e todos !



  A VERDADE SÓ A VERDADE, NADA MAIS QUE A VERDADE  ....


 O  Mundo Benfiquista   Dili não foge a regra ...


A "tragédia" que felizmente não foi!


 
Quando nesta última sexta-feira, uma notícia sobre a “morte” de um adepto do Benfica que tinha sido espancado em Braga no domingo anterior, percorreu a net e o rodapé de pelo menos uma estação noticiosa de tv, fiquei chocado.



Aqui, n’O Antitripa, recebemos a notícia cedo, através de um comentário assinado por alguém com o nick name “Benfiquista de Braga”. Sobre isto e com as reservas de quem “já viu muita coisa na vida”, tive o cuidado de lhe responder com um comentário, fazendo-lhe uma solicitação óbvia. Assim, o teor do mesmo foi o seguinte:



- “Benfiquista de Braga,



Põe aqui o nome do rapaz, a data, a hora e o local da ocorrência e a confirmação pelas autoridades ou testemunhas de que efectivamente essa situação aconteceu!”.









Sábado, pela manhã, constatei não só na net como num diário generalista, através de diversas notícias, que felizmente, a tragédia divulgada por alguns orgãos de informação e que tinha sido também referenciada em comentários aqui no blogue, não tinha ocorrido. As notícias recentes, fiáveis, constituíam desmentidos inequívocos e uma outra ainda forneceu dados concretos como o nome do rapaz, a idade e detalhes pormenorizados sobre a sequência do ocorrido, salientando o seu bom estado de saúde.



Certo é que a primeira informação, vaga, pouco fundamentada e não devidamente confirmada, constituiu um erro crasso que poderia ter tido consequências imprevisíveis.









No entanto, nessa sexta-feira à noite, ao reunir-me com os meus catraios ao jantar, olhei-os bem, remirei-os e senti um arrepio de medo. Tínhamos comemorado no domingo, a pé e na praça da nossa cidade, o título do nosso Benfica. A noção de festa e de júbilo clubístico que tiveram, na minha companhia e na de alguns seus amigos, relacionaram-na com a paz, a sã convivência e a diversão.



Por isso, estava incomodado com a dita notícia, sujeita òbviamente a confirmação. Transmiti-a a eles e restante família, que sabendo do que se tinha passado durante as semanas anteriores e no próprio domingo das comemorações e festejos do título, ficaram sèriamente preocupados e num ou noutro caso, indignados, pois a vítima, para além de ter sido espancada, poderia ter morrido.









Ainda perturbado com o sucedido, durante o meu sono da madrugada, fui acometido de um pesadelo terrível. Um pesadelo em que o verosímil, indiferenciadamente se mesclou com o inverosímil.



Vivendo a dúvida da ocorrência de uma triste “morte” anunciada, mas não confirmada, tive uma visão aterradora do que seriam alguns cenários dos dias seguintes.



A quem estaria reservado esse cenário? Quais os protagonistas?



Assim, na hipocrisia das lamentações, nos pêsames de circunstância, nas condenações por conveniência, lá estavam, pesarosos pela “nefasta ocorrência”, os Guilhermes Aguiares, os Dias Ferreiras, os Pôncios Monteiros, os Eduardos Barrosos, os Ruis Moreiras, os Oliveiras e Costas, os Mesquitas Machados, os Domingos Paciências, os Carlos Freitas, os Sousas Tavares, os Olímpios Bentos e quejandos. Todos, mas mesmo todos, com o adequado sentido de oportunidade às circunstâncias do momento, de gravata preta, com cara de enterro, rezando, em tom de voz de falsete, as habituais ladaínhas condenatórias, espelhos fiéis deste triste país.



Outros, como o abominável e impune “Rei de Palermo & das bufas” e sua abjecta quadrilha, rejubilavam pela façanha e pelo derrube de mais um “inimigo”, abrindo mais uma garrafa de champanhe.



Outros ainda, contavam espingardas, bolas de golfe, isqueiros, telemóveis, rebuçados e calhaus, para uma qualquer batalha campal, esperando sòmente o sinal de ataque proveniente do quartel-general da Pocilga.









Neste momento acordei e voltei à realidade. No entanto, essa realidade não diferiu em nada do que potencialmente poderia ter acontecido.



Durante uma época, nas rádios, nos jornais e nas televisões, os incendiários do costume trataram de fazer o seu sinistro papel, grave e conscientemente. Conseguiram que a turba acéfala, constituída por marginais, vândalos e criminosos, já conhecida pelo seu vergonhoso histórico de contínuos desacatos e mesmo crimes – até relatados em livros publicados – nunca investigados, gerasse um ódio profundo ao Benfica. Incapazes de combater com lealdade, adoptaram sempre uma estratégia miserável de acicate, através de discursos a raiar a demência, onde de uma forma encoberta, apelaram à révanche e ao confronto, acendendo o rastilho da violência.



Esta corja ordinária pactuou com o ilícito, com transgressões, com a alteração da ordem pública, com a coacção, com o terror, com o ódio.



Os crimes cometidos têm de ser denunciados e os responsáveis materiais punidos. Mas também não pode haver contemplações para os autores morais destas tragédias anunciadas.



Nada justifica a escalada de violência, ódio e terror que tomou conta das cidades do Porto, de Braga e de mais umas quantas localidades no litoral norte do país, duas semanas antes de o Benfica se consagrar como um justo campeão nacional de futebol e que se prolongou até ao princípio desta última.









Não vi, até à data, ninguém do grémio condenado por corrupção e do clube bracarense, tomar qualquer posição contra esta onda de criminalidade e violência que varreu uma parte do norte do país, destruindo, vandalizando, molestando, assaltando tudo o que fosse afecto ao Glorioso, tentando impedir que o Glorioso vencesse e os Benfiquistas fizessem a sua festa e se manifestassem livremente.



Antes pelo contrário, continuaram a destilar azia e insolência por todos os poros, lançando culpas a outros pelos seus descalabros.









Pactuando com um submundo criminoso e promíscuo, esta gentalha sem escrúpulos joga sobre si própria o anátema dos proscritos.









Descobrir e identificar o autor ou autores desses actos bárbaros e responsabilizar duramente os seus instigadores mediáticos é imperioso e mandatório.









O Povo, qualquer que seja a sua cor, jamais lhes perdoará!









Mas, mal por mal, ainda bem que a história de uma tragédia irreparável não aconteceu.



No entanto é bom que fique registado para memória futura o seguinte:









Por cada Águia que tombe, outras mil se levantarão, voando livres nos céus justos e gloriosos!

Limpinho!



GRÃO VASCO








A natureza do homem é não satisfazer-se com nada.




Por isso tanta gente o critica e não olha o seu próprio umbigo.



Ainda bem que não sou Deus, senão já teria perdido a paciência e teria exterminado a todos


aguiaR...




As maroscas do polvo  das antas !





"Vai ser um jogo difícil e, por muito que eu tenha boa vontade, que a polícia tenha boa vontade e que toda a gente tenha boa vontade, depois de todos os acontecimentos e de tudo o que se passou neste campeonato, é normal que todos os adeptos se sintam revoltados e com os nervos à flor da pele. Vamos tentar que as coisas corram pelo melhor, mas vai ser muito difícil", disse Fernando Madureira, líder dos Super Dragões, à Antena 1.




Uuuuuuuuuuh! Medo! O que o Fernando Madureira mais deve ter é boa vontade. É que nem vai ser ele o primeiro a incitar os confrontos, nem nada. De certeza que vai estar lá à frente a dizer "tenham calma! Não batam nos benfiquistas que eles são amigos. Nada de apedrejar o benfiquista. Vá, guardem lá as matracas. Não se bate no benfiquista".



Eu também acho normal que os adeptos se sintam revoltados depois do que se passou neste campeonato: o Porto ficou em terceiro e vai ver a Liga dos Campeões na talevisão. Pois, dói, é chato, mas é a vida. Não venham é agora dizer que vão andar à porrada por causa "do que se passou no campeonato". Como se precisassem de argumentos. Se não ganharmos no dragão (assim, com letrinha pequena), fazemos a festa em casa. É igual, por isso acalmem os nervos. Um Serenalzinho no bucho e ficam finos.



Publicada por apipocamaisdoce




 o avençado jorda  bronco e o corrupto das antas ....












Há mais de 20 anos que está instalado um sistema corrupto no futebol Português cujo o autor é o presidente do Fcporto,








Sr. Pinto da Costa, tem oferecido grandes vantagens ao seu clube, e aqui deixo algumas preciosidades de todo o mal que este presidente suspenso por 2 anos (por corrupção) tem feito ao Benfica, o maior clube de Portugal, com mais sócios, mais títulos Nacionais, e simpatizantes por esse mundo fora. (14 milhões, segundo algumas informações dos jornais)





















- Nos primeiros 80 anos (1907 a 1987) nos jogos realizados entre o Fcporto e o Benfica, o Benfica teve 10 jogadores expulsos, e nos últimos 20 anos o Benfica teve 25 jogadores expulsos, nos encontros destes 2 clubes, é obra, expulsar mais do dobro dos jogadores do Benfica (25) em 20 anos, do que expulsar (10) em 80 anos


(fonte jornal Benfica de 14.8.2009)






















- Nos últimos 11 anos incluindo esta época 2009/2010, o Benfica só ganhou 2 jogos na 1ª jornada, sendo a última vitória na época 2004/2005, quando o Benfica foi campeão pela 31ª vez.









Nos outros 9 anos os corruptos não deixaram ganhar o 1º jogo da jornada, como já aconteceu na 1ª jornada desta época (2009/2010)









Nestes 11 anos o Benfica teve 39 amarelos e 8 jogadores expulsos


Publicado por ramos..




SL BENFICA VAIS VENCER !. ESTAMOS CONTIGO ATÉ MORRER

 SOMOS RAPAZES SEM NOME !!!!!!.... NOSSA VOZ É O TEU PODER

FORÇA NN ...... FORÇA NN ..... FORÇA NN ..... FORÇA NN.....
                                            
                                         

Deus só existe para quem acredita e, à face da lei, nada tem. Césares, tem havido muitos e todos eles incapazes de serem DEUSES ..


                                         Força Benfica !



porque a nossa luta não é contra o sangue e a carne, e sim contra os principados e potestades, contra os dominadores deste mundo tenebroso, contra as forças espirituais do mal, nas regiões celestes .


Efésios 6:12

aguiaR

 
 

sexta-feira, 14 de maio de 2010

Morreu adepto do Benfica espancado em Braga


"Não há nada escondido que não venha a ser revelado, nem oculto que não venha a se tornar conhecido." (Mateus 10:26)

A dor de ser campeão

"Nada, em toda a criação, está oculto aos olhos de Deus. Tudo está descoberto e exposto diante dos olhos daquele a quem havemos de prestar contas." (Hebreus 4:13)

Prendam os responsáveis por este acto criminoso  CONTRA um jovém de 16 anos

Procurem os responsáveis deste crime Inumerável contra cidadões livres e jovens ..


só queremos justiça contra estes TERRORISTAS e bandidos ..


Um ataque de raiva , traiçoeiro e covarde a um miudo de 16 anos



JUSTIÇA ........JUSTIÇA .......JUSTIÇA ......JUSTIÇA 

 


Morreu adepto do Benfica espancado em Braga um miudo de 16 anos

Queremos JUSTIÇA! Jstiça! ..................Justiça.

 

Morreu adepto do Benfica espancado em Braga ....

 Os que esperam no SENHOR renovam as suas forças, sobem com asas como águias, correm e não se cansam, caminham e não se fatigam.  





Isaías 40:31
 


Queremos justiça !............. justiça !!...      justiça...................... ...justiça  ...

Morreu adepto do Benfica espancado em Braga


2010-05-14 13:39:00

Duarte Monteiro
Um jovem adepto do Benfica que no passado domingo foi espancado em Braga enquanto festejava o título dos encarnados acabou por falecer na noite de quinta-feira.



A notícia foi confirmada esta sexta-feira. O jovem estava internado no hospital desde domingo à noite.


No domingo à noite registaram-se vários episódios de violência em Braga e no Porto onde adeptos do Benfica tentavam celebrar a conquista do 32º título nacional das águias


Morreu adepto do Benfica espancado em Braga


Queremos justiça !............. justiça !!... justiça...................... ...justiça ...


Expressão da Liberdade


por Pe. Nuno Serras Pereira



1. A liberdade de expressão para o ser realmente deve ser uma expressão da liberdade. A liberdade é um “órgão” espiritual que, ao contrário do que muitos pensam, não é indiferente ou neutro perante a realidade, mas sim inclinado ou orientado para a verdade e o bem. A liberdade é a capacidade de se auto-determinar na realização do bem. É certo que em virtude do pecado original, do pecado do mundo (o “ambiente” de pecado) e do pecado actual (o de cada um) esta inclinação encontra resistências, enganos, ilusões, podendo distorcer-se e perverter-se. Por isso, aquilo que é essencialmente uma revelação da dignidade da pessoa no seu decidir e agir pode ser usado para a degradar e corromper. Daqui se costuma concluir que “a liberdade de cada um acaba onde começa a liberdade do outro”. Não conheço a origem deste dito, nem o seu significado genuíno. Mas a formulação, tal como soa, não me parece feliz. De facto, somente a coexistência de liberdades favorece, nutre e vivifica a liberdade de cada um. E uma vez que cada pessoa só se realiza humanamente enquanto é responsável pelo seu decidir e agir, importa exercitar-se na tolerância para com os indivíduos que erram ou caiem (afinal, de algum modo, todos nós) na sua demanda da verdade e do bem. A liberdade de expressão é então um reconhecimento da dignidade da pessoa, uma possibilidade de se auto-comunicar, de contribuir para o bem comum, de aprendizagem, de correcção, de se enriquecer acolhendo os outros na sua auto-doação, pela expressão.



2. Se a liberdade de cada um se afirma na coexistência de liberdades isso significa que estas são entre si co-responsáveis, que, na sua relação, são o húmus que sustenta e possibilita a realização em plenitude da liberdade de cada qual. Por isso, cada um é responsável pelo bem comum, isto é, pelo bem de todos e de cada um, pela liberdade de todos e de cada um. Assim, quem transforma a liberdade de expressão, exorbitando-a, em vontade de poder (na acepção negativa desta expressão), escraviza-se à idolatria de si mesmo – ao procurar dominar os outros, a sua deles liberdade, destrói a seiva que alimenta a sua, acabando por fenecer. Ao mutilar a relação essencial do seu eu com a verdade e o bem na sua entrega aos outros, ao isolar-se, ao ensoberbecer-se, é manipulado pelo caos, tornando-se “missionário” da desagregação, da dissolução, da morte.



Compreende-se, pois, que a liberdade tenha de se defender recorrendo ao direito natural, isto é, à verdade universal, (que por sê-lo é a todos acessível) reconhecida pela razão, capaz de critério e de discernimento justos. O direito positivo, que não pode opor-se ao direito natural sob pena de se transformar na expressão dos interesses dos mais fortes, deve usar as suas capacidades de modo a potencializar as liberdades garantindo a coexistência das mesmas.



3. Compete, pois, ao direito dissuadir, prevenir e punir os abusos da liberdade de expressão. Que num estádio de futebol, por exemplo, alguém grite falsamente que há uma bomba, gerando o pânico, com todas as consequências que daí podem advir é claramente um abuso da liberdade de expressão. Também é evidente que a publicitação do consumo de droga constitui um atentado à liberdade. Reivindicar a liberdade de expressão para incitar ao sexo, fora de um contexto de amor verdadeiro e irrevogável, é claramente um abuso de quem tem poderosos interesses económicos e uma agenda tenebrosa. O direito deve salvaguardar a moralidade pública (o que consta aliás das nossas leis, embora sejam letra morta), porque esta é fonte de liberdade. Do mesmo modo que não é um atentado à liberdade de expressão impedir a publicitação do incesto, da pedofilia ou do consumo de droga, também os grandes meios de comunicação social, por exemplo, que nos dias de hoje são dotados de um poder imenso de modelar e manipular as consciências deviam ser sujeitos a um rigoroso escrutínio jurídico que os penalizasse duramente pelos sistemáticos atentados à dignidade e à liberdade das pessoas. Tanto mais que estas, abandonadas a si mesmas, não têm possibilidade nem capacidade de defesa adequadas ás injustiças de que são vítimas. Em nome da liberdade de expressão estes poderosíssimos meios recorrem habitualmente a uma censura selectiva, ignorando sistematicamente o que não convém aos seus objectivos, e distorcem acontecimentos e opiniões, sem que uma grande multidão dos receptores, possa sequer ter disso consciência.



Num conluio entrecruzado de interesses económicos, políticos/ideológicos e comunicacionais a vontade de poder manipula inclusive os instrumentos jurídicos - elaborados para garantir a liberdade de expressão e prevenir os seus abusos -, para perseguir e silenciar todos aqueles que legitima e responsavelmente se exprimem contra a tirania da mentalidade dominante opondo-se ao totalitarismo que subjuga e aliena a liberdade.


Morreu adepto do Benfica espancado em Braga ...

 
o minimo que se pede e JUSTIÇA queremos JUSTIÇA ,MAIS NADA ...


Liberdade de expressão


por João César das Neves



A liberdade de expressão é um dos direitos mais importantes da sociedade moderna. Nós hoje não sofremos da sua falta, não temos os textos censurados, manipulados, cortados, proibidos. Aliás, graças à internet, aos blogs, podemos até dizer que caímos no extremo oposto e vivemos uma bebedeira de liberdade de expressão. Mas isso não nos deve fazer esquecer o grande valor que é podermos dizer o que nos apetece, sem medo de represálias ou, pior, do silêncio imposto. Assim, a primeira coisa que alguém que publica deve dizer, quando comenta a liberdade de expressão, é louvar e agradecer esse precioso dom.



Precisamente porque é precioso, é bom confirmar se ele não corre perigos no nosso tempo. E realmente, apesar de evitadas as piores ameaças, graças às terríveis lições do passado recente, outros problemas se manifestam neste campo, que vale a pena acautelar.



1- A ditadura de opinião



A primeira questão vem da própria orientação do pensamento. Cada um de nós pensa de forma pré-determinada. Ouvimos criticar muito os preconceitos, mas eles são indispensáveis. Qualquer assunto, corrente ou inesperado, é por nós classificado em tipos pré-concebidos, enfrentado com raciocínios habituais, encaixado em modelos familiares. Todos analisamos a realidade e passamos pela paisagem da vida através dos carris traçados pela nossa maneira de pensar.



Essas linhas orientadoras chamam-se educação, cultura, ideologia. Elas são definidos pela religião e a cultura, mas também pela televisão e jornais, escola, meio social e grupo de amigos. Isto não torna o fenómeno recente. Antigamente elas vinham dos mexericos da aldeia, ensinamentos dos avós, pregação da paróquia, tabus da tribo. Muito antes dos comboios já as pessoas pensavam sobre carris.



Este fenómeno explica o nosso espanto com os antigos, que pareciam desconhecer factos e assumir preconceitos que hoje nos desconcertam. Como podiam pessoas inteligentes e sensíveis, por exemplo, aceitar a escravatura, ignorar a democracia, andar com peruca? Essas gerações eram como nós, viviam na mesma região, mas olhavam a existência de outro lado, passavam pela vida por outros carris, que tapavam lados da paisagem que nos são evidentes. Tem graça que, ao criticar os antigos pela sua cegueira, não reparemos que os nossos carris também nos escondem coisas que eles viam. A nossa cegueira será censurada pelas gerações futuras.



Estes preconceitos intelectuais não são maus. São óbvios e naturais, simples princípios de economia do raciocínio. Não se vive sem eles. Não faz sentido abordar qualquer assunto novo como se nunca tivessemos pensado no tema. Tal como os carris e as estradas facilitam a viagem, evitando desbravar terreno agreste a cada passo, também os modelos de pensamento geram a civilização. Os seus inconvenientes têm de ser combatidos, alargando a rede ferroviária e respeitando vias alternativas. Mas as vantagens são esmagadoras.



Tudo isto é natural. O problema é outro. O problema é que hoje isto tem de ser lembrado porque vivemos num tempo que se julga sem preconceitos, sem tabus. Confrontada com a rigidez da anterior sociedade romântica, a cultura actual procurou debravar novos caminhos, romper velhos limites, quebrar moldes estabelecidos. E teve bastante êxito. Mas não admite que estabeleceu novos modelos, tão férreos quanto os anteriores, mesmo que em local diferente.



Hoje a sociedade tem de ser heterodoxa. É esta a nossa ortodoxia tacanha. Os jovens são rebeldes, exigência que se tornou tão imperativa quanto o antigo quadro de referência. A SIC Radical e o Bloco de Esquerda são tão moralistas quanto a antiga Liga da Decência, só que de sinal contrário. O «sexo sem tabus» tornou-se um tabu asfixiante. Nas questões sociais a coisa torna-se ridícula. Agora, quando se fala de mulheres, negros, judeus, operários, só pode ser para repudiar a discriminação. Este chavão é uma obsessão tão limitativa quanto o chavinismo anterior. Quem quiser, sobre esses temas, levantar outros pontos importantes, ventilar questões, notar paradoxos ignorados, é apupado pelos que passam no comboio conformista, de forma tão violenta quanto a dos chavinistas. Isto é um limite terrível à liberdade de expressão.



Vivemos, de facto, numa ditadura do politicamente correcto, do tolerantismo doentio, da mediania enjoante, do chavão sonante, da ideia pronto-a-pensar, como os nossos antepassados viviam na obsessão da honra, do heroísmo, da tradição. O mundo actual não é capaz de olhar para o mundo sem rotular pessoas, classificar ideologias, catalogar formas de actuação. Nisso é igualzinho ao anterior. Mas julga-se livre e sem preconceitos.



É preciso dizer que esta «ditadura» é muito mais benigna que as antigas. Apesar de tudo, podemos escrever e dizer livremente o que se pretenda. Mas isso não impede que se manifeste uma intolerância latente que é muito preocupante. Uma das suas realizações merece alguma atenção.



2- A cultura laica



Portugal tem uma vida cultural intensa. Essa vida cultural nasce do povo, naturalmente, como uma paisagem. De vez em quando, floresce em algum génio incomparável, como uma árvore no meio da estepe, mas é a paisagem comum que constitui a nossa cultura. Mas, por outro lado, a nossa sociedade é a primeira que decidiu promover a cultura.



Sempre houve cultura, mas esta é a primeira era que se promove a cultura. Criou-se a "política cultural", "manifestações culturais", "capitais da cultura", "prémios culturais", os "meios culturais". Quer dizer, que agora há alguns que são cultos e outros não. Ora essa cultura oficial tem alguns elementos básicos, pré-definidos, algumas pessoas que são "cultos".



Os "cultos" são pessoas que, conscientes da sua cultura, se instituem como "cultos". E, enquanto "cultos", passam a produzir e a decidir arte, literatura, pensamento. A História mostra que, em geral, eles falham redondamente nas suas escolhas. Mas isso não os perturba. Eles são a única forma pacífica, segura e rápida de "fazer cultura".



Só eles "promovem" a cultura. Normalmente promovem-se uns aos outros. Amigavelmente. Culturalmente. Da música rock à ópera, do cinema ao romance, os "cultos" controlam a cultura E assim não há problemas, e a cultura fica promovida. Isso tem uma consequência muito desagradável.



Portugal vive hoje um problema sério de fanatismo. Uma ideologia, com laivos fundamentalistas, mina o nosso regime de liberdade. Os fundadores do sistema democrático moderno avisaram-nos quanto à necessidade de defesa contínua da liberdade devido à facilidade com que renasce a intolerância e o chauvinismo. A nossa experiência é uma eloquente prova de como, no meio da normalidade democrática, pode de repente surgir o sectarismo.



Afirmou-se recentemente entre nós uma linha ideológica, com elementos de fé mística e dogmática. Em princípio, tal desenvolvimento seria bem vindo, integrando-se no proveitoso diálogo entre posições culturais que vigora em Portugal. O problema é que esta doutrina cedeu à tentação totalitária. Pretende-se superior e absoluta, erigindo-se em juiz de todas as outras, procurando determinar os termos em que elas e a sociedade podem existir.



Esta filosofia é apresentada com vários nomes: “moral laica”, “humanismo individualista”, “ética republicana”, etc. Estes princípios, enunciados com fervor religioso, surgem em artigos de jornal, discursos políticos ou debates parlamentares. Não teriam mal nenhum, se não se arrogassem ser o critério determinante e o julgamento definitivo. Os seus oráculos assumem-se como indiscutíveis e pretendem estabelecer as regras de funcionamento da sociedade, informar as portarias governamentais e orientar as decisões das repartições. Assim, perdem a razão.



A sua lógica está ligada a uma das armadilha de intolerância mais clássicas. Parte-se do princípio de que todas as tradições, culturas e religiões são subjectivas e, portanto, inválidas. Aliás, o simples facto de existirem outras tradições, culturas e religiões chega para demonstrar que nenhuma delas é verdadeira. Deste modo, a moral laica, que diz ser neutra e não se radicar em nenhuma tradição, pode assumir-se como a verdade objectiva. Daí até se erigir como juiz das demais é um passo. Em nome da “ética republicana” ou dos “valores seculares” são assim impostas as opiniões de uma minoria.



As suas manifestações são cada vez mais frequentes. Se alguém inventa uma regra de proporcionalidade arbitrária ou decreta a igualdade entre duas coisas diferentes, tal torna-se o critério laico e, por isso, supremo nessa questão. Se alguém detesta o tabaco ou os hamburgers, se admira a poesia beirã ou o ciclismo, e o justifica como valores republicanos, torna-se indiscutível. Vemos apregoar as opiniões mais arbitrárias como verdades supremas, desde que o proponente se diga laico, republicano e humanista.



Na educação estão os casos mais gritantes. A escola privada é vista como dogmática e arbitrária. Apenas a escola pública, com a pureza dos valores cívicos, pode administrar uma verdadeira educação equilibrada. Deste modo ensina-se ao sabor do capricho dos funcionários do ministério. A História secular condena regimes, mitifica personagens e distorce civilizações. A ciência quer regular tudo, incluindo os valores. Agora até pretende ensinar o deboche e vulgarizar a promiscuidade em nome da tal moral laica e republicana.



É curioso como se insinuaram no domínio intelectual. Hoje é comum as pessoas terem medo de enunciar convicções, relativizando as suas próprias opiniões, para não serem acusadas de falta de compreensão. Apenas estes valores politicamente correctos podem ser afirmados com certeza.



Como se explica um dogmatismo tão devoto em pensadores alegadamente tão democráticos e tolerantes ? A ciência, a democracia e a técnica ocupam hoje o lugar que antes tinham a autoridade, a fé e a tradição. Assim, dá-se uma transposição psicológica simples, e os novos sacerdotes reinvindicam privilégios iguais aos antigos. O político e o laboratório ocupam o lugar do druida e do catecismo.



Mas, afinal, qual é tal referida moral cívica e republicana ? Responder a esta pergunta não é fácil. Ela parece ser uma concha vazia. Exteriormente mostram os valores essenciais da liberdade, tolerância, os métodos democráticos e são a favor de coisas abstractas, como o progresso, a justiça, a solidariedade, o ambiente, tal como toda a gente séria. Mas nos problemas concretos, a moral cívica é vaga. Pode ser naturista, socialista, libertária, tecnocrata ou jacobina, defender o instinto animal ou a sofisticação marxista, o cientifismo ou a anarquia. No fundo, não tem princípios éticos.



Mas a tentação totalitária quebra a própria concha. Na prática, o consenso dessa moral faz-se apenas na perseguição. Sabemos muito bem aquilo a que eles se opõem. Rejeitam basicamente as tradições, as morais e religiões, atacam a família, os mercados e outras instituições sociais.



Os pais da liberdade ensinaram-nos a construir a harmonia num espírito de respeito. Para isso são essenciais os pilares fundamentais da nossa identidade. Rejeitando-os, a moral laica torna-se inimiga da liberdade que diz defender. Esta é a segunda tentação contra a liberdade de expressão.



3- Excessos de liberdade



O terceiro problema da liberdade de expressão advém do excesso de comunicação, da referida «bebedeira de liberdade de expressão.



Vivemos hoje mergulhados em informação. Ora a informação sempre teve as características duplas da areia. Ela pode ser verdade, permitindo-nos então andar por cima e até construir belos edifícios. Mas também pode ser mentira, tornando-se então em areia movediça onde nos enterramos impiedosamente. Perante a mentira, a única solução é a rocha sólida para nos agarrarmos. E, à primeira vista, nunca há forma de saber se é verdade ou mentira.



Com o aparecimento da “sociedade e informação”, a multiplicação da areia criou novos problemas. Hoje, a areia é tanta que vivemos num deserto. E num deserto, para além da areia movediça, o problema é a vastidão onde nos perdemos. A mentira multiplicou-se com a multiplicação da informação. Mas, mesmo que boa parte da informação seja verdade, o seu excesso faz perder o sentido do caminho.



Além disso, temos de dizer que a nossa informação, na sua esmagadora maioria, é estritamente mentira. Dos filmes de aventuras à publicidade, dos jogos de computador às campanhas eleitorais, nós sabemos bem que o que vimos e ouvimos é falso. Hoje, no tempo da imagem e da ilusão, vivemos num mundo de ficção, de exagero, de mentira. O prestígio social reside, não tanto na política desacreditada ou na economia suspeita, mas na sedução e no espectáculo. Com o domínio da televisão, as referências populares deixaram de ser os líderes ou os militares. São os cómicos. O povo tem fé nos milagres, não dos santos, mas dos apresentadores de concursos e autarcas populistas.



Uma prova disso vem de uma actividade hoje florescente que, à falta de melhor, se pode denominar «teoria da conspiração». Partindo de um acontecimento perturbador, insinuam-se suspeitas, esboçam-se relações sugestivas, aduzem-se aspectos reais mas laterais, contrói-se um edifício atraente de meias-verdades, deduções deficientes, teorias possíveis. O resultado é infâmia.



Existem muitos exemplos. O documentário Loose Change de Dylan Avery (2005), transmitido em Setembro de 2006 na RTP culpa a administração americana pelos atentados de 11 de Setembro de 2001. As supostas provas seguem-se a uma velocidade espantosa, garantindo que nenhuma é vista em detalhe. O espectador fica esmagado pela quantidade, sem pensar na qualidade. Nenhuma referência válida é fornecida, a não ser em elementos espúrios. A imaginação domina. Sobretudo nunca se aplica à própria tese o mesmo tipo de crítica usado na versão oficial. Será credível que centenas de pessoas envolvidas em tão horrenda conspiração ficassem caladas? Algum presidente arriscaria tal barbaridade?



O estilo hoje tornou-se profissional. Os realizadores Michael Moore, em obras como Roger & Me (1989) sobre a General Motors e Fahrenheit 9/11 (2004) também sobre o 11 de Setembro, e Robert Greenwald em Wal-Mart: The High Cost of Low Price (2005), apresentam como reportagem rigorosa a mais descarada manipulação. Em alguns casos a coisa fica caricata. Morgan Spurlock em Super Size Me (2005) faz-se cobaia, comendo um mês apenas nos restaurantes MacDonalds. O filme, que inclui exames médicos detalhados e lágrimas dos familiares, consegue provar o que todos já sabemos: que se se comer à bruta sempre a mesma coisa fica-se gordo e mal-disposto.



Neste processo nada há sagrado. O livro O Sangue de Cristo e o Santo Graal de M. Baigent, R. Leigh e H. Lincoln (1982, Livros do Brasil) aplicou a abordagem a Jesus e lançou uma indústria, de que O Código da Vinci de Dan Brown (2003, Bertrand) é o caso mais famoso. Também os canais de divulgação científica., como Discovery, Odisseia e História, têm abandonado o rigor divertido dos seus inícios para usarem a sua reputação em especulações mirabolantes ou mesmo desonestas.



No entanto, o reino por excelência deste tipo de intervenção são os blogs, os sites de opinião, como este que publica o presente texto. Temos de admitir que essa curiosa realidade, que democratizou a informação e o debate, fez também explodir o disparate, o mau gosto, a maledicência. Podemos lutar contra ela em sites com este, mas isso é a prova do problema.



A peça fundamental desse estilo é o ódio. Qualquer dessas histórias centra-se sempre em alguém que se detesta. Os adeptos querem mesmo acreditar o pior de Bush, Santana Lopes, da GM ou da Igreja. Por isso, mais do que confiar na tese, eles proclamam a sua fúria e assim tornam-se fanáticos. Quanto mais louca fôr a teoria, maior o fervor. A raiva, não a lógica, é o cimento que mantém o edifício.



Mas o problema vai mais fundo. O fenómeno das «teorias da conspiração» manifesta o exílio da verdade, o problema do deserto da areia informativa. Após duvidar da existência da Verdade absoluta, o Ocidente agora não sabe em quem confiar. A coisa, por enquanto, ainda se limita a ociosos amantes de emoções fortes. Mas é já muito destruidora.



Pode parecer que estes reparos são exagerados, mas vemos já efeitos na nossa vida. A droga, que leva as pessoas a preferir viver num mundo de ilusão a enfrentar a verdade das coisas, é uma consequência directa da mentira no mundo. Mas não é preciso ir ao extremo. A falta de confiança nos políticos, nos jornais, ou até na qualidade da comida ou da água que bebemos vem deste aumento da mentira, que nos faz mais desconfiados. Não foi assim em qualquer outra época. Este é o terceiro problema da liberdade de expressão.



4- Conclusões



Para muitos, isto representa o fim do mundo. Mas estamos apenas diante dos problemas específicos do nosso tempo, com os quais temos de aprender a lidar. Felizmente desapareceram as antigas «censuras» que amordaçavam a liberdade de expressão. Mas o nosso tempo, quer nas ditaduras de opinião quer nos desertos do excesso de informação, tornou essencial para a vida não perder o caminho e saber identificar a verdade.



O papa João Paulo II referiu-se directamente ao cerne deste problema na sua encíclica Veritatis Splendor (VS) de 1993: «A questão fundamental (...) é a da relação entre a liberdade do homem e a lei de Deus: é, em última análise, a questão da relação entre a liberdade e a verdade.



Segundo a Fé cristã e a doutrina da Igreja, somente a liberdade que se submete à Verdade, conduz a pessoa humana ao seu verdadeiro bem. O bem da pessoa é estar na Verdade e praticar a Verdade.» (VS 84)



É evidente para João Paulo II que o nosso tempo se apaixonou pela liberdade. E tem razão em fazê-lo, de tal modo esta criatura de Deus é bela e valiosa. Mas, para que possa realizar todo o seu potencial, ela tem de estar intimamente ligada à sua origem. A liberdade só é viva quando está em íntima relação com a verdade. Liberdade sem verdade é a destruição.



«Este laço essencial entre Verdade-Bem-Liberdade foi perdido em grande parte pela cultura contemporânea, e, portanto, levar o homem a redescobri-lo é hoje uma das exigências próprias da missão da Igreja, para a salvação do mundo.»(VS 84)



Este facto torna o nosso tempo semelhante a uma das figuras mais paradoxais da história da salvação. «A pergunta de Pilatos: "O que é a verdade?" emerge também da desoladora perplexidade de um homem que frequentemente já não sabe quem é, donde vem e para aonde vai. E é assim que não raro assistimos à tremenda derrocada da pessoa humana em situações de autodestruição progressiva. Se fôssemos dar ouvidos a certas vozes, parece que não mais se deveria reconhecer o indestrutível carácter absoluto de qualquer valor moral» (ibidem) Assim se manifesta toda a profundidade do nosso drama e da nossa desorientação.



No encadear do raciocínio do Papa, aparece uma das frases mais dramática que alguma vez um papa teve de dizer: «Está patente aos olhos de todos o desprezo da vida humana já concebida e ainda não nascida; a violação permanente de direitos fundamentais da pessoa; a destruição iníqua dos bens necessários para uma vida verdadeiramente humana. Mas algo de mais grave aconteceu: ...» O que pode ser mais grave que isto ? João Paulo parece ter acabado de enumerar os piores dramas do mundo actual, o aborto, a violação dos direitos humanos, a exploração da miséria alheia. O que pode ser pior do que isto ? «... o homem já não está convencido de que só na verdade pode encontrar a salvação.» (ibidem)



Esta é o verdadeiro problema do nosso tempo, a causa profunda dos outros todos. É por isso que um mundo que tem recursos suficientes para viver muito melhor, continua paradoxalmente a manter velhos flagelos, e não apenas quanto à verdadeira liberdade de expressão.



A resposta para este problema é só uma. Porque só houve uma pessoa em toda a História que disse ser “o Caminho, a Verdade e a Vida” (Jo,14,6).

Morreu adepto do Benfica espancado em Braga
Queremos justiça !............. justiça !!... justiça...................... ...justiça ...

Pensamento: É fácil para nós vivermos vitoriosamente para o Senhor quando voamos na asas de águias. É empolgante quando corremos e não nos cansamos no trabalho do Senhor, apoiado pelo Seu poder e presença. Mas muitas vezes só sendo heróis para continuar andando e não cansar quando as dificuldades vêm. Continue andando, irmão e irmã. O Senhor está com você mesmo quando você mais teme que Ele esqueceu de você

Oração: Majestoso Deus, cuja voz segura nosso universo, dê força àqueles que mal têm a força para continuar a enfrentar o stress e os ataques de Satanás. Especificamente, quero orar por aqueles que conheço pessoalmente que estão enfrentando tempos difíceis. Por favor, querido Senhor, dê a eles a força que precisam e supra as suas necessidades. Através de Jesus, que conquistou Satanás, o pecado e a morte, e no poder do Seu santo nome eu oro. Amém.



Mais uma águia no seu eterno descanço num voar a  campeão  !!




Obrigado campeão os BENFIQUISTAS jamais te esquecerão .





 Nunca caminharas sozinho O SPORT LISBOA E BENFICA e os Benfiquistas estarão  la sempre contigo campeão .... .

"Nela jamais entrará algo impuro, nem alguém que pratique o que é vergonhoso ou enganoso, mas unicamente aqueles cujos nomes estão escritos no livro da vida do Cordeiro." (Bíblia, Apocalipse 21:27)


Ainda haverá uma essência de MIM em algum lugar? Existe mesmo vida após a morte?".

que Deus seja bom!  para este miudo BENFIQUISTA sempre ..

À sua família, as nossas sentidas condolências.

 Que descanse em paz.

sexta-feira, 7 de maio de 2010

Contra Tudo e Contra Todos.......................... Força SPORT LISBOA E BENFICA



O Cardozo merece ser o REI
Força tacuara cardozo ,vamos ganhar força ..


No name boys


Um pedido excepcional aos NN voltem, voltem....

 Os Benfiquistas precisam de vocês, voltem sff...

A luta e desigual ! os SELVAGENS  do fcp é juve leo 

 Continuam a bater em miudos e Benfiquistas .









OS nn voltem





os nn sempre na frente





cardozo





criança chora



GLORIOSO SLB SLB SLB GLORIOSO SLB SLB ...





Força toi Força toi Força toi doente só da dor de barriga ...

vamos ser campeões porra aparece para beber uma tacinha ok ..


para todos os GLORIOSOS do S.L.Benfica



meu eterno amor






segunda-feira, 3 de maio de 2010

Agressão ao treinador do S.L.BENFICA

SO NÃO O CASTIGAM SE NÃO QUISEREM

AS IMAGENS DA AGRESSÃO COVARDE AO TREINADOR DO SPORT LISBOA E BENFICA


Retirado do blog Vermelho e aproveito para chamar a atenção para esta reportagem da BenficaTV no blog JJD. A Gloriosaesfera em defesa do SLBenfica.




... Está identificado o lugar no estádio deste sócio do FCPorto, está documentado com imagens o acto de agressão, está identificada a cara do agressor. O que falta para punir a pessoa e o Clube? Ou será que neste jornada ainda vao sobrar mais multas para o SLBenfica?
 
 
Publicada por GeracaoBenfica ...
 
Aqui:http://geracaobenfica.blogspot.com/
 
aguiaR
 
 
 
 

Monday, May 3, 2010


Faixa de Gaza do F.C.PORCOS


 
Aqui: http://jjd-gloriosofotogenico.blogspot.com/2010/05/faixa-de-gaza-do-fcporcos.html
 





FC Porto-Estrela da Amadora, 2-0 (19.ª jornada)








Horas antes do início do jogo, o empresário de jogadores, António Araújo, pergunta a Pinto da Costa se pode mandar entregar fruta de dormir (prostitutas) para a equipa de arbitragem do jogo, liderada por Jacinto Paixão. O presidente do FC Porto concorda e diz que já foi mandada. Ambos combinam encontro no Estádio das Antas. António Araújo pede a Fernando Gomes, administrador do FC Porto, bilhetes para três "deusas".







Conversa entre Pinto da Costa e António Araújo







24/1/2004







PC: Estou?







AA: Estou, presidente?







PC: Sim senhor Araújo! Como está o meu amigo?







AA: Como está? Tudo bem? Ligaram para mim, a pedir-me... a pedir-me fruta para logo à noite. Posso... posso levar a fruta à vontade??







PC: Não é preciso que já está... já foi mandada!







AA: Não, não é isso! É para... é para... é para dormir!!!







PC: Mas quem pediu?







AA: O homem que vai ter consigo, de tarde







PC: Ahhhh! Mas sabe... o JP?







AA: Sim caralho! Ele ligou para mim a pedir-me... a pedir-me rebuçado, para logo à noite







PC: Ahhhh! Sim sim! Diga que sim senhor!







AA: E... mas eu já... já estou... já lhe disse a ele se ele queria... se ele queria café com leite, muito escuro ou claro e ele disse... que... eu disse-lhe a ele: "E qual é o teu número da habitação social?!... E ele disse: ! Ó pá, quando chegar quando chegar, eu digo-te, depois, direitinho!"







PC: OK OK







AA: Tá presidente? É que se não..., sempre para o mesmo é...







PC: Não não! Diga... como é que havemos... ?







AA: Não há problema eu trato de tudo! Só lhe estou... só estou a dar-lhe...







PC: OK OK OK







AA: A dar conhecimento ao presidente senão isso fica... é que eu... eu... é que estou sempre a dispor, a dispor, também não há necessidade!







PC: Não não não não não! Diga que há... uma coisa...







AA: Não, não é... é... é... é só... é só salada de fruta







PC: Está bem!







AA: Está presidente?







PC: OK







PC: Olhe, mas se o senhor puder passar no hotel, a gente falava pessoalmente







AA: Está bem







PC: Eu, agora, estou no "Dom Manoel". Vou almoçar ao "Dom Manoel"...







AA: Está







PC: ... É uma hora... lá para as quatro, se o senhor às quatro horas puder passar no hotel falávamos







AA: Olhe, eu vou-lhe... o... eu... eu só vou poder estar lá por volta das cinco! Eu vou-lhe dizer porquê!







AA: Sabe porquê presidente? Porque o João joga... hoje é um jogo... é o segundo contra o terceiro... o meu... o segundo contra o terceiro, é do nacional, eu também queria ver esse esse jogo!







PC: OK, às cinco horas!







AA: Mas não se... está tudo bem... está tudo bem só que... também de onde se tira, não se mete...







PC: Ó senhor Araújo, vamos fazer uma coisa... então eu às cinco e meia...







AA: Ó presidente, eu cinco horas... eu cinco horas, eu estou lá no hotel, está bem?







PC: Tá combinado. Tá um abraço







AA: Está, até logo











Conversa entre Pinto da Costa e António Araújo









24/1/2004









AA: Estou?







PC: Senhor Araújo! Como está o meu amigo? Olhe senhor Araújo, eu já estou nas Antas!







AA: Está bem senhor presidente







PC: Portanto o meu amigo quando chegar, por favor, sobe lá acima!







AA: Está bem senhor presidente







PC: Antas, estádio







AA: Exacto, OK senhor presidente







PC: Está! Até já, um abraço











Conversa entre Pinto da Costa e António Araújo









24/1/2004













PC: Estou, senhor Araújo?







AA: Estou... eu já estou a chegar senhor presidente







PC: Depois o senhor já não pode falar com ele







AA: Não não, eu já... eu já... já falei o que tinha a falar







PC: Não sei se falou tudo...!







AA: Ahhh, pronto! Está bem está bem







PC: Tá, até já







AA: Até já até já











Conversa entre Fernando Gomes e António Araújo









25/2/2004









AA: Estão aqui três deusas! Você não tem como arranjar esses três bilhetes, ó doutor?







FG: Ó Araújo! Eu só tenho hipótese de arranjar três bilhetes...







AA: Pagando, eu pago!!







FG: Ó pá... que é das tribunas de sócios, são 25 contos cada uma...







AA: Hiiii...!!!!







FG: Ó pá mas depois fazemos... é... é daquele assunto que falámos, não é?







AA: É, é...







FG: Ó pá depois quando meter a factura, a factura da, da, da... das outras despesas de, de... de restaurante, mete isso







AA: Está bem doutor.







FG: Percebe? É melhor assim







AA: Mas sabe porquê? Porque...







FG: Mas é melhor assim.







AA: Ãh??







FG: Mas faça assim: vá ao 14º andar...







AA: Hum...







FG: Ao 14º andar... fala com a Manuela Cunha







AA: Manuela Cunha... ???







FG: Manuela Cunha e eu dou-lhe a indicação que o... que o Araújo vai lá buscar isso às três horas ou às duas e meia







AA: OK, está bem.


Após o jogo, Pinto da Costa combina com o jornalista Tavares Teles uma notícia falsa sobre a possibilidade de Deco recusar jogar pela Seleção no Euro'2004 se fosse castigado no caso da bota atirada contra o árbitro Paulo Paraty. Pinto da Costa combina tudo com Deco. Antero Henrique dá os parabéns a Pinto da Costa pela genial chantagem.




PC: Estou?



TT: Sim, Jorge Nuno?



PC: Então?



TT: Então? Olha pá, eu... eu já escrevi aquela história... do...do Deco...opá, aquilo... o Manuel Tavares estava... a querer pôr aquilo... em grande destaque pá!



PC: Tem mais impacto aí do que...



TT: Pronto! Ouve lá, e...e...e... entretanto, o FC Porto vai jogar...e...e os gajos vão perguntar ao Deco! O Deco o que é que vai dizer?



PC: O Deco vai dizer que está a pensar!



TT: Que está a pensar, não é?



PC: É.



TT: Está... o gajo não é maluco o suficiente para dizer que não... que não é nada, que é tudo mentira?



PC: Não. Eu falo com o Antero e ele avisa.



TT: Fala... fala com ele a dizer que lhe vão perguntar.



PC: Ok.



TT: Está bom?



PC:Está bem.



TT: Pronto... um abração... tem aqui muitas coisas giras! Lê isto, amanhã, que tem aqui coisas muito giras.



DECO E PC



Deco: Fala.



PC: Tou, Deco?



Deco: Sim.



PC: Estou, é o presidente. Tás bom Deco?



Deco: Ó presidente, então, tudo bem?



PC: Olha, estou-te a falar pelo seguinte... amanhã, como sabes, nós metemos o recurso do teu castigo, não é?



Deco: Sim, sim.



PC: Amanhã, vai sair naquele coiso do Pato...



PC: ... uma coisa a dizer... do género de: pode estourar uma bomba... ofendido com o que foi dito... aquele termo de indigno e o castigo...



PC: Então pode estourar uma bomba, que é possível que o Deco, desgostoso com a perseguição, dentro daquilo que tu disseste hoje



Deco: Sim, sim.



PC: Ofendido com a perseguição que lhe está a ser feita, se calhar, vai pedir dispensa de jogar na Seleção ou no Europeu... uma coisa assim, estás a perceber?



Deco: Hum, hum.



PC: Que é como forma de pressão para...



Deco: Hum, hum.



PC: Para o Conselho! Portanto, se amanhã alguém te perguntar se isso é verdade, se não é, ou que é que pensas, tu dizes: desculpe, sobre isto eu não falo nem uma palavra! Na altura própria, eu... eu direi o que tiver a dizer.



Deco: Claro, está bem.



PC: Compreendes?



Deco: Só que é assim... hoje... hoje, eu dei uma entrevista para a Bola... porque eu... tinha marcado já com o gajo e o Antero tinha falado comigo, por acaso... e então, se for o caso... fala com o Antero para poder então a entrevista não sair.



PC: Mas o que é que dizias na entrevista?



Deco: Não... disse o básico, o normal como... aquilo que eu já disse mas agora não se isso prejudica de alguma forma...



PC: Não, não prejudica, não! É só se te perguntarem... se te perguntarem alguma coisa: Isso é verdade não é? E o que é que há? Dizes "desculpe, sobre isso eu não digo nada, falarei na altura devida".



Deco: Tá bem, tá bem.



PC: Compreendes?



Deco: Tá bem.



PC: Falarei na altura devida... que é para eles ficarem a dizer assim: Epá, isto é uma bronca dos diabos, deixa lá reduzir isto.



Deco: Claro, claro.



PC: Agora nem dizes nem que sim nem que não nem que estás... nada! "Na altura própria, eu falarei"...



Deco: Está bem, está bem.



PC: Deco, um abraço. Até amanhã.



Deco: Está. Um abraço



PC E ANTERO



PC: Sim?



Antero: Presidente, bom dia.



PC: Então?



Antero: Esta do Pato, do Deco... vou-lhe dizer uma coisa pá! Eu já sabia que o presidente era um génio, mas esta... foda-se!



PC: Como é que vem?



Antero: Vem espectacular pá!



PC: Como é que está?



Antero: Acho que é uma chantagem fantástica!



PC: Como é que está?



Antero: Por aquilo que o Pato sabe, pode rebentar, muito em breve, uma bomba dos diabos! Deco ofendido com os termos que a comissão disciplinar da Liga utilizou para qualificar o seu comportamento no já famoso caso da bota, entre outras coisas comportamento indigno e intimidatório consabidamente descabelado e indisciplinado com redobrado intento de desonrar, desprestigiar e fazer ver ao árbitro do que era capaz, parece estar na disposição de pedir escusa da Seleção Nacional, pelo menos enquanto a dita comissão disciplinar não se retratar daquilo que ele considera ser um atentado ao seu nome, pelo que Scolari pode ter de reduzir o número de jogadores que fazem parte da sua primeira Seleção de 28 para 27.



PC: Ahahahahahahah



Antero: Espectáculo pá !!



PC: E o que é que traz mais?



Antero: Espectacular presidente! Espectacular pá.



Antero: Está presidente. Olhe, um abraço, até logo.



PC: Ok.
                                                                       O PORKO


                                            A

aguiaR