quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

O Benfica!.... sempre.......O Benfica!..

 o maior clube do mundo ....

                                     SPORT LISBOA E BENFICA




Que o 2011 seja  de muitas alegrias ...



                                                SEMPRE BENFICA
                           SEMPRE FIEIS .....SEMPRE .

  UM BOM ANO ! A TODOS ..!


 QUE SEJA  DE PREFERENCIA  UM ANO A BENFICA....



  Nunca caminharão sozinhos os NN nunca ....
Força NN


A diferença entre os verdadeiros Benfiquistas e os não-Benfica primarios esta no ADN Benfiquista , mesmo que seja imortal o inimigo ! Um  Benfiquista jamais se dara por vencido, lutar, lutar ,lutar, lutar, lutar ate cair para o lado ,se for o necessario . ...

 
     Benfica ,o meu eterno amor ....




Adoro ler estes textos mágicos do anti-benfica.com um delírio e poesia nas suas teses contra as máfias dos opinadores jornalistas de pasquins  e letrados, ora leiam isto sff obrigatório né..







Censuras e estratégias



15 de Dezembro de 2010


Com o Natal à porta prestamo-nos a avançar com algumas ideias, na nossa humilde opinião pertinentes, não fossem os meios de comunicação também fazedores de opinião pública ter o exclusivo. Como é apanágio do meio jornalístico (Em que continuamos a defender, o Benfica está mal representado), tudo o que é encarnado ou se presta a algum equilíbrio, sofreu reveses e ataques um pouco por toda a parte.




Doente como o país no qual se insere, a imprensa desportiva e alguns meios de comunicação generalistas prestam-se ao ridículo – haja quem nos faça rir neste cenário apocalíptico. E mesmo que neste circo haja benfiquistas que levem as palhaçadas a sério, ademais que emprenhem pelos ouvidos a troco de uma boa dose de iluminismo, cujas repercussões motivam mau estar e pressão acrescida no clube que nos une – o que por por norma não traz bons resultados – é o que na gíria se intitula de democraticidade benfiquista.


I have a dream... quiçá um dia o Benfica e os seus profissionais não tenham de lutar contra arbitragens e jornalistas inquinados? Não querendo de alguma forma defender que o Benfica está bem e recomenda-se, sendo o futebol o maior barómetro de satisfação para os benfiquistas, compreendemos a necessidade de melhorar sobremaneira, contudo, há sectores bem piores... a Arbitragem e a Imprensa desportiva por exemplo.



Mas de volta ao circo e à hora dos mais pequenos, tivémos oportunidade de ler recentemente num dos artigos de uma grande benfiquista que por norma tem o previlégio de vaiar os profissionais do Benfica - Roberto foi o primeiro, agora divide-se entre César Peixoto e Jorge Jesus – escreveu Marta Rebelo na sua ignorância «(...) dão-me ouvidos neste jornal, faço o que posso com as palavras. Para uns quantos curiosos que por aí andam, não, no Record não há censura». Para além de que, perguntamos,porque havia de haver se por norma se vilipendia o Benfica?

Cortes, cara Marta – à semelhança do que Alexandre Pais fez com o artigo da Ana Anes, isso garantimos que há, a questão é que a Ana Anes não é uma gata reconhecida, tão pouco o jornal A Bola se prestaria ao ridículo de trazer tal facto para a praça pública como o jornal Record e o seu sub-director Bernardo Ribeiro o fez no sentido inverso, com pompa e circunstãncia diga-se... à luz da verdade? Pois, das tiragens...



E já agora cara Marta, como parece ser uma defensora acérrima do pasquinóide para o qual escreve orgulhosamente há meia dúzia de meses, e decerto por acréscimo de outros sensacionalistas no mesmo segmento, porque não esclarece os leitores as coincidências frutos do meio, por norma nocivos ao clube do qual se diz adepta?



Falamos dos ataques sistemáticos à Benfica TV que recentemente celebrou o 2.º aniversário, referimo-nos às grandes referências benfiquistas do jornal A Bola – José Manuel Delgado e Fernando Guerra - que por sinal mereceram reparos do chefe de caixa, o tal GPS da Madalena. Quiçá nos possa explicar se foi apenas coincidência ter corrido tanta tinta derivado do malfadado Vitor Serpa ter censurado o artigo de Zé Diogo Quintela, num jornal desportivo que (ainda assim) continua a ser o menos mau? Ou será que, não fosse o Record o maior beneficiado pela notícia, teriamos assistido a tamanho relambório?



Já agora, porque não explicar aos leitores o atropelo às regras das flash interview, isso em prol desse jornalismo à boa moda da TVI, Correio da Manhã e Record, isto tudo em detrimento de fazer um trinta e um do «então tchau» que embeveceu (merecidamente) os benfiquistas e apenas escandalizou jornalistas que, ou se consideram acima das regras ou, por outro lado, fazem parte de estratégias ditas obscuras?



Certo, não existem campanhas com o patrocínio da dupla Record-Correio da Manhã, o António Tavares-Teles foi um qualquer gambozino e longe de nós assumirmos metamorfoses por aí fora, porque não existe perseguição, não assistimos à Sport TV abrir a emissão a vilipendiar Roberto, tão pouco a esse noticiário de baixo nível da TSF de 29 de Agosto, o que se faz em Portugal é jornalismo e o Benfica é fruto desse hino à informação.


Pois que continuem até ao descalabro final...

AQUI: http://www.anti-benfica.com/artopiniao_censuras_e_estrategias.php
Por sabío


                                 FORÇA BENFICAAAAAA....





Ano Novo vida velha

26 de Dezembro de 2010
É comum e frequente ouvir-se e ver-se escrito que o estado do futebol português é caótico. Mas também acontece amiúde um ensurcedor silêncio daqueles que, beneficiando dos favores do actual sistema e recolhendo os dividendos correspondentes, apenas levantam a voz ou barafustam quando sentem que os lucros começam a correr algum de risco de ficar ameaçados. O tempo tem corrido a seu favor.




O facto de sermos um país pequeno e periférico serve de alguma forma de justificação para o atraso estrutural do futebol que infelizmente se estende a todos os outros sectores da vida nacional. Vivemos numa espécie de feudalismo, em que os senhores que acederam e se têm perpetuado no poder, tudo têm feito para que a inércia continue, porque isso significa em primeira instância que a sua influência se manterá inalterável.




É evidente que todos temos contribuído para este estado de coisas, e não é justo e muito menos coerente, dizer-se que a culpa recai totalmente nos outros. É indubitável que uns por omissão (a grande maioria), outros que se contentam com algumas migalhas caídas da mesa do poder, e ainda outros que se poderiam apelidar de colaboracionistas, contribuiram para a solidificação no poder da actual trupe.


É um facto que se nota uma tendência crescente de denûncia dos atropelos que continuam a acontecer por toda a parte, mas isso, sendo um factor positivo, não é suficiente, porque ninguém se atreva a cometer a ingenuidade de pensar que os senhores do poder abdiquem dele de mão-beijada.




Tal como no passado, os tentáculos continuam a ter ramificações onde quer que o poder vislumbre que poderá haver hipóteses de influências e de benefícios, e se analisarmos os vários centros de poder não existe absolutamente nenhum que nos mereça crédito e confiança, porque cada um à sua maneira está seriamente afectado na sua credibilidade.



Desde a Federação, a Liga, as Associações, a arbitragem, a disciplina, a justiça, a Secretaria de Estado do Desporto e os tribunais, alguém de boa fé pode dizer alto e bom som que confia neles? E os jornalistas, quantos estão verdadeiramente ao serviço do desporto? Quantos praticam um jornalismo sério, isento, imparcial e de denûncia dos cancros que atravessam o desporto português e necessitam de ser extirpados?



Numa atitude que revela alguma indiferença, é frequente ouvir dizer-se que não vale a pena, pois tudo é manipulado e os verdadeiros culpados de ontem são inocentados hoje e provavelmente amanhã. Aquela postura que encerra algo de quixotesco, é obviamente aplaudida por todos os que sendo amiúde arguidos, são declarados not guilty com pompa e circunstância, assumindo uma atitude gozo e de desafio, conscientes que a sua impunidade lhes permite sobreviver a todas as investidas em que os julgadores assumem afinal o papel de réus circunstanciais.



Este estado de circunstâncias está muito para além de meras questões clubísticas ou pseudo-regionalistas. O que está em causa, é toda a credibilidade de um país com cerca de mil anos de história, que quando deveria estar a dar lições à Europa e ao Mundo, luta desesperadamente para sobreviver nesse contêxto territorial, como se tivesse agora mesmo atingido a sua maioridade e a sua independência.



Como já vimos, quem está à frente não dá mostras de pensar em termos nacionais mas tão somente em si próprios e, para além disso, apenas nos interesses de quem lhes poderá ser útil amanhã, sendo que as manobras de bastidores indiciam que os do costume se preparam para mais golpes palacianos nos sectores que consideram vitais para a prossecução dos seus objectivos de manutenção do poder. É pois altura de todos acordarmos e dizermos basta!




Não se trata de substituir o actual poder por outro de sinal contrário. Não é com uma simples mudança de pessoas que se resolve a questão porque o que é urgente e necessário é mudar mentalidades e políticas, de forma a colocarmos o desporto português e o futebol ao serviço de todos e à margem de qualquer suspeita, para podermos atingir os patamares do progresso e desenvolvimento há muito reclamados. Só assim teremos autoridade moral.


Vamos pensar nisso?

Aqui: http://www.anti-benfica.com/artopiniao_ano_novo_vida_velha.php
Por sabío



    
                   Força !..força !... campeões!..... força campeões força 

                             OS GLORIOSOS DO S.L.BENFICA



 
 

 
Demagogos, caciques e seguidistas
29 de Dezembro de 2010
Estes últimos dias do derradeiro ano da dezena pós milénio, confirmaram-nos sem sombra de dúvida que, tal como a situação do país, não podemos esperar de ânimo leve qualquer evolução positiva no que ao desporto e ao futebol diz respeito.




Desde logo Pinto da Costa acaba o ano tal como começou; a dizer disparates com fina ironia que os bons samaritanos e os seguidistas em geral logo catalogaram de grandes tiradas de eloquência e outros, ainda mais explícitos, aplaudiram sem reservas. Se estão recordados, logo no início de Janeiro do corrente ano, tivémos aquela sua suprema bacoquice de oferecer o título a Pedroto que como vimos não passou de uma miragem pois nem ao 2º lugar chegaram.



Agora que o ano está prestes a findar, num acto que apenas deveria interessar naturalmente aos portistas (a renovação com o ‘Papagaio’), o GPS da Madalena que nem sequer a idade colabora para lhe dar ponderação, resolveu investir marginalmente em outros assuntos (leia-se o Benfica evidentemente), com pretensas piadas que há muito deixaram de nos causar mossa, para reagirmos com a indiferença própria de quem adora vê-lo fazerfiguras ridículas que, mais a sério, não deveriam ter lugar no principal responsável por um grande clube como é o FCPorto.



Também os caciques regionais liderados por um Pinto da AFPorto que tem afinidades com o líder portista, não só no nome, não apenas por ter sido seu advogado, não só por ser do mesmo clube, mas por padecer dos mesmos males, pretende ser os olhos, os ouvidos e o braço armado do imperador para exercer um domínio quase despótico no império dos antigos xitos, cuja soberania cacique se extende a várias outras Associações colaborantes, das quais destacamos pela sua persistência as de Coimbra e de Leiria. Os caciques continuam activos, sem se aperceberem que as suas manobras ínvias e os seus expedientes dilatórios sistemáticos estão condenados de antemão ao insucesso final onde tudo se decide.




Depois da rábula das providências cautelares contra o despacho governamental que foram sendo negadas pelos tribunais administrativos umas atrás das outras, assistimos com o maior pasmo à marcação de eleições pelo presidente da MAG para o próximo dia 5 de Fevereiro de 2011, sem que houvesse a mínima preocupação de pensar que tal poderia constituir uma afronta num estado de direito.



Agora, o chamado Movimento Associativo voltou a reunir-se ontem em Leiria e, surpresa das surpresas, quando se esperava que saísse fumo branco para avançarem na aprovação dos novos estatutos em consonância com a lei, eis que Júlio Vieira (presidente da Associação local) resolveu tirar um coelho da cartola com o anûncio de um candidato à presidência da FPF, que não é mais nem menos do que o presidente da AFCoimbra, justamente uma das associações mais contestatárias e que gostariam de continuar fora da lei, isto é com os confortáveis 55% dos votos nas assembleias federativas…



Não resistimos contudo a citar as declarações do anfitrião Júlio Vieira quando se referiu à candidatura de Horácio Antunes de Coimbra: «Pretendemos que seja uma candidatura alargada a todos os agentes. É um ciclo novo, nem de mudança, nem de continuidade. Os próximos passos passam por constituir a lista e elaborar programa». Por aqui se observa a leviandade com que se encaram assuntos da maior importância. Ou seja, primeiro arranjaram um nome, agora vão falar com os outros agentes (pensarão que estes são marionetas?). A seguir constituem (na habitual negociata com as outras associações amigas) e só no fim é que vão elaborar o programa, essa minudência que pouco importa mas tem mesmo de ser.



Mas verdadeiramente delicioso é quando Vieira diz que ‘É um ciclo novo (aqui a ordem das palavras por estranho que pareça não está mesmo trocada!), nem de mudança, nem de continuidade’. Esta deve ser uma nova fórmula que certamente espantará toda a Europa. Então se não nada muda e nada continua, o que será? Será que Vieira ao menos poderia ter imaginado que estava a falar para gente muito burra e poderia ao menos ter explicado um bocadinho melhor? É o futebol portoguês no seu melhor! O que vale é que parece que a FIFA está atenta.


Por último uma palavra para os seguidistas, dos quais sublinhamos alguns cronistas, opinadores e jornalistas, que mantêm a tendência que se revela no binómio - seguidismo e fretismo. Para que houvesse transparência, para que a evolução do desporto em geral e do futebol português em particular fosse um dado adquirido, seria deveras importante que a sua actuação fosse no sentido de previligiar as estruturas no sentido global do termo, e não alinhar e potenciar guerras estéreis que a nada conduzem e só criam estagnação e provocam retrocesso.



Para mal dos nossos pecados, isso constitui para eles um leit-motif e anima-os na procura constante de factos anormais e panfletários que dão cachas e aberturas de telejornal que contribuem decisivamente para o aumento das tiragens ou das audiências. Isso é que importa!



Não foi por acaso que um dos escribas que se podem enquadrar nessa categoria –Luís Pedro Sousa- Editor-Chefe Adjunto da Direcção do diário do director Pais dissertou com termos elogiosos sobre o discurso do presidente portista a que não faltou um título deveras sugestivo: ‘À Pinto da Costa’. Quando assim é, o que podemos esperar de concreto?



Que 2011 irá continuar sem quaisquer alterações, prolongando-se o sonho de alguma forma lírico de todos aqueles que sonham com a regeneração do futebol português. Seja como for, já esteve mais complicado, pelo que é preciso acreditar e agir, no sentido positivo e concreto de alterar mentalidades anquilosadas, banir caciques e evitar atropelos como os que se nos têm sido dado observar, e explicar que o futebol português deve funcionar com pessoas capazes, sérias e empenhadas, e que tragam uma aragem de ar fresco a este tão ambiente tão poluído.


Será que não somos capazes?

Aqui: http://www.anti-benfica.com/artopiniao_demagogos_caciques_e_seguidistas.php





Adorei e adoro ver ler e rir com estes magníficos textos de um autor divino e imortal que se chama paulo.a.guerreiro@gmail.com dono do blog. anti-benfica@anti-benfica.com. Este sim um verdadeiro hino BENFIQUISTA bem-haja pois este ilustre Benfiquista que não se deixa levar pelo sistema pelas falsidades e pelos ditos traidores ao nosso querido S.L.Benfica...

QUE seja muito feliz e tenha um ano de 2011 de tudo bom é que seja feito o seu desejo!.

muito obrigada paulo.a. guerreiro por tudo que tem feito em prol do nosso glorioso S.L.Benfica e desculpe o meu atrevimento ..

e continue continue em frente que a águia vai dar voos rasantes ao seu redor sempre ....



PS:Basta ver o nervosismo de quem vai a 8 pontos para se perceber que este Benfica assusta muita gente e muita freguesia a norte ! O branqueamento continua com os do apito azul a lavar com tide e omo tudo o azul palido do ladrão...

Que seja um ano novo cheio de esperança Benfiquista  !..

BOM ANO BENFICA ....

VIVA O BENFICAAAAAAAA ...


Sabio

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Força PRESIDENTE Vieira ! .......Força Vieira ..... Contra tudo e contra todos


O presidente do


                                SPORT LISBOA E BENFICA ..

                                                    Luis filipe vieira


15/12/2010 CLUB

Discurso do presidente do Sport Lisboa e Benfica



Luís Filipe Vieira: “Todos nós somos responsáveis pelo futuro do Clube”



No habitual almoço de Natal do Sport Lisboa e Benfica, Luís Filipe Vieira, deixou esta quarta-feira uma mensagem a todos os presentes: “Todos nós somos responsáveis pelo futuro do Clube e todos devemos ter a noção do enorme investimento que foi feito e da necessidade desse investimento obter o devido retorno.” Leia o discurso do presidente na íntegra.



“Permitam-me que comece esta minha intervenção confessando a satisfação que sinto ao ver reunidas, neste pavilhão, todas as pessoas que diariamente se dedicam a servir o Benfica.



Estão aqui os atletas das nossas modalidades, os jovens da nossa formação, os funcionários dos vários departamentos, estão aqui todos os que têm a responsabilidade de honrar a história deste Clube.



Desde 1904 até aos dias de hoje, o Sport Lisboa e Benfica foi depositário do sentimento de muitas gerações de adeptos que acompanharam o Clube nas suas alegrias e nas suas desilusões, nas suas vitórias e nas suas derrotas. Foi portador das expectativas de milhões de adeptos em todo o mundo que, fosse qual fosse a cara do Benfica, nunca desistiram!



Os valores do Sport Lisboa e Benfica vão muito para além de qualquer vitória material. Porque o sacrifício, o carácter, a solidariedade, a humildade ou a lealdade são valores de uma tradição que nos honra e nos responsabiliza.



É por isso que tenho orgulho em ser Presidente do Sport Lisboa e Benfica. É que o Grupo que lidero reúne todas as virtudes que um Presidente poderia desejar.



Ainda há dias, um jornal falava em “revolução” e a verdade é que o que se fez em pouco mais de dez anos neste Clube foi uma autêntica revolução.



A revolução da credibilidade, da recuperação financeira, a revolução do crescimento dos sócios, da recuperação das modalidades, a revolução da inovação. Tudo isto graças a uma equipa de pessoas que sempre acreditou que era possível inverter a situação que tínhamos herdado.



O Natal é um tempo de memórias e, portanto, é natural que olhemos para trás e recordemos o caminho percorrido, nunca com a intenção de nos acomodarmos, mas apenas para nos lembrar que neste Clube há sempre novos desafios a enfrentar.



Neste clube não se pode viver do passado, mas é verdade que é o passado que nos dá a noção da nossa verdadeira dimensão e responsabilidade. E o nosso passado diz-nos que a nossa dimensão é universal!



Quem me conhece sabe o valor que dou ao trabalho de equipa. Porque só assim se conseguem vencer as dificuldades e alcançar os objectivos propostos.



Cada tempo traz as suas dificuldades, mas não serão os incidentes de percurso que nos irão distrair da necessidade de mantermos o rumo traçado.



Todos nós somos responsáveis pelo futuro do Clube e todos devemos ter a noção do enorme investimento que foi feito e da necessidade desse investimento obter o devido retorno. Conto por isso com o vosso empenho e o vosso profissionalismo!



Vivemos um tempo de muitas exigências e de muitos desafios, de muitas dificuldades e alguns riscos. Mas ao falar das dificuldades e dos riscos estou também a falar da nossa capacidade e da nossa energia para as ultrapassar e vencer!



A terminar, não posso esquecer todos aqueles que durante estes anos me têm sabido acompanhar nos momentos de maior dificuldade. Falo dos Órgãos Sociais do Clube, daqueles que com sacrifício da sua vida pessoal e profissional me têm apoiado diariamente nesta imensa tarefa diária. A todos eles o meu muito obrigado!



A todos um excelente Natal e um 2011 à medida dos nosso desejos e expectativas!!”


Muito obrigado senhor presidente e continue ,continue a fazer do nosso BENFICA ! um clube mundial sempre na frente de tudo e todos os antibenfica deste planeta ..



viva o Benficaaaaaaaaa...

   

a chama nunca jamais se apagara enquanto os Benfiquistas caminharem juntos


                              

Parabens ao  king .

 EUSEBIO DA SILVA FERREIRA



EUSEBIO

Eusébio da Silva Ferreira GCIH, GCM (Lourenço Marques, 25 de Janeiro de 1942) é um ex-futebolista português, de origem moçambicana. É considerado um dos melhores futebolistas de todos os tempos. Marcou 733 golos em jogos oficiais e 1137 golos na carreira

Nascido na então Lourenço Marques, hoje Maputo, capital da colónia portuguesa de Moçambique, ficou conhecido como Pantera Negra. Eusébio, como também é conhecido, é descendente de pai natural de Malange, província angolana situada no norte do país.




Desde cedo, Eusébio mostrou uma ligação muito forte ao chamado "desporto-rei", tendo mesmo entrado numa pequena equipa de bairro criada para as crianças se divertirem e passarem o tempo com uma ocupação útil. A equipa chamava-se "Os Brasileiros", em honra dos heróis das crianças, que actuavam na selecção "canarinha". A admiração pelos craques era tal que as crianças adoptaram como alcunhas, os nomes pelos quais eram conhecidos os internacionais da selecção sul-americana. No que toca a Eusébio, adoptou o nome de "Cid". Para muitos, Cid foi o grande craque da selecção brasileira "pré-Pelé", e jogava no meio-campo, essencialmente com uma função de criador de jogo.



Mais tarde, Eusébio procurou inscrever-se no clube "O Desportivo", mas não foi aceite, por causa de ter um problema no joelho. A vontade de jogar futebol falou mais alto do que o clubismo, por isso, dirigiu-se ao Sporting de Lourenço Marques. Tendo sido aceite nesta filial moçambicana do clube leonino de Lisboa, Eusébio jogou de leão ao peito até à sua ida para Portugal. Antes disso, chegou a ser indicado à equipa brasileira do São Paulo, após o ex-jogador do clube José Carlos Bauer, que havia participado dos Campeonatos Mundiais de 1950 e 1954, observá-lo em Lourenço Marques, em 1960.[1] O Tricolor Paulista, entretanto, desdenhou do investimento. Bauer então conversou com Béla Guttmann, que fora seu treinador no São Paulo, sobre o jovem. Guttmann já treinava o Benfica na época.[1]



O negócio da transferência do menino de 18 anos ficou então marcado pela polémica, devido à luta que houve entre os dois rivais de Lisboa para conseguir o passe do rapaz. Foi então que terá sido sequestrado por um funcionário do Benfica que o levou até a uma casa no Algarve e o fez assinar um contrato com o clube, rumando assim à Luz. Ainda corria o ano de 1960. Logo na primeira época de camisola vermelha vestida, o "Pantera Negra" ajudou o Benfica a conquistar a sua segunda Taça dos Campeões Europeus consecutiva.



[editar] Eusébio e o Sport Lisboa e Benfica

Foi pouco antes do Natal de 1960 que chegou a Lisboa depois de ter assinado um contrato de 350 contos (equivalente a €136.000 em 2009) com o Benfica. Estreou-se no Estádio da Luz a 23 de Maio de 1961, num jogo amigável contra o Atlético em que marcou 3 dos quatro golos do Benfica. As peripécias que se sucederam desde a sua chegada atrasaram a assinatura do contrato, o que iria impedir de estar presente em Berna, na noite do primeiro triunfo europeu do Benfica. A sua fama internacional vem do jogo da segunda final europeia do Benfica em 1962, contra o Real Madrid. Não só marcou dois golos como fez uma exibição de luxo com as características que o iriam tornar famoso: a velocidade estonteante e o remate fortíssimo. o France Footbal considera-o já,nesse ano, o segundo melhor jogador do mundo. Os convites para jogar no estrangeiro obviamente surgiram. A Juventus oferece-lhe 16000 contos, em 1964, numa altura em que ganhava 300 contos no Benfica. A tentação era tão grande que o governo de então o envia para a tropa, não permitindo que se venda um tesouro nacional deste tamanho. O Benfica acabaria por lhe aumentar o salário para 4000 contos. No mundial de 1966 em Inglaterra, torna-se definitivamente uma estrela mundial, um digno rival de Pelé. O epíteto de "Pantera Negra" vai correr o mundo. A facilidade em marcar golos torna-o no melhor marcador do mundial com 9 golos, ajudando a levar Portugal ao terceiro lugar. Após o mundial, os italianos fazem uma nova oferta a Eusébio: 90000 contos… Quando parecia que desta vez nem o governo poderia impedi-lo de aceitar, surge a notícia que os clubes italianos deixam de poder contratar jogadores estrangeiros. A carreira de Eusébio foi recheada de lesóes, tendo sido operado 6 vezes ao joelho esquerdo e 1 ao direito. Nunca deixou de jogar, mesmo em condições dolorosas, até porque sabia que o Benfica dependia muito dele e que os espectadores não aceitariam bem a sua ausência. Realizaram-lhe uma festa de despedida, em Setembro de 1973, mas continuou ainda a jogar até 1979. Em 1975, aventurou-se nos EUA, mas ao fim de 5 meses estava de volta a Portugal. Jogou ainda pelo Beira-Mar e pelo União de Tomar. Foi 1 vez campeão europeu e 3 vezes finalista europeu, ganhou 11 campeonatos nacionais e 5 taças de Portugal, recebeu 7 vezes a bola de prata, como melhor marcador do campeonato nacional e duas vezes a bota de ouro como melhor marcador europeu. Em toda a carreira marcou 733 golos em 745 jogos, de referir, que ao contrário de outros jogadores de fama internacional, Eusébio não contabilizou os golos realizados nas categorias de base, também de salientar, que, os golos marcados antes de Eusébio se transferir para o Sport Lisboa e Benfica, não estão contabilizados, o que significa que oficialmente para efeitos estatisticos a carreira de Eusébio, apenas começa após a sua transferência para o Sport Lisboa e Benfica, facto esse, que vem prejudicar a contagem oficial dos golos marcados pelo jogador.



[editar] Selecção Portuguesa

Estreou-se então na selecção portuguesa a 8 de outubro de 1961. Em 1966, vestindo a camisola das quinas, foi um dos principais protagonistas do Campeonato do Mundo jogado em Inglaterra. Com uma prestação fenomenal, Eusébio foi uma das principais armas portuguesas para uma das melhores campanhas internacionais de sempre. Logo no primeiro Mundial, Portugal chegou aos quartos-de-final, deixando pelo caminho equipas como a da Coreia do Norte (a grande surpresa do torneio, logo depois de Portugal), Hungria e Brasil (um dos principais favoritos, sendo que de entre uma equipa genial se destacava o número 10, Pelé). Portugal acabou por sair derrotado contra a equipa da casa, num jogo que ficou conhecido pelo "Jogo das Lágrimas", e que ficou marcado por contestações à organização do torneio. A marca de Eusébio no Mundial de 66 chegou ainda à lista dos melhores marcadores de golos, tendo ficado no topo da lista como o maior goleador da prova.



Eusébio obteve a sua última internacionalização a 13 de Outubro de 1973. Em outubro de 1963 foi seleccionado para representar a equipa da FIFA no festival das "Bodas de Ouro" da "Football Association", no Estádio de Wembley.



[editar] Final de carreira

Já em final de carreira, Eusébio teve passagens rápidas e menos brilhantes por equipas menores, nomeadamente o Beira-Mar e duas equipas norte-americanas. Em 2004, foi eleito o melhor futebolista de Portugal dos 50 anos da UEFA, nas Premiações do Jubileu da entidade e eleito o terceiro melhor jogador do século atrás de Pelé e de Maradona.



Terminou a carreira em 1979, e actualmente faz parte da comitiva técnica da Selecção Nacional Portuguesa.


Obrigado muito obrigado senhor Eusébio da Silva Ferreira além de português és um homem com um H grande.




Muitos parabéns e que DEUS te de tudo de bom na companhia dos teus.


 VIVA O BENFICA.....

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

FORÇA !... SPORT LISBOA E BENFICA !... FORÇA CONTRA TUDO E CONTRA TODOS

                                    

  Isto sera  para memoria futura ...
                           
                                    A MAFIA DO APITO AZUL

                  


  O NATAL dos  GATUNOS do  APITO AZUL

«Há um penalty claro. Seria o 2-0 e acabava com o jogo. É um erro claro que muda o sentido do jogo. Parece-me demasiado claro para deixarem passar.» - André Villas Boas, treinador do FC Porto, em comentários ao Vitória de Guimarães - FC Porto de 4 de Outubro de 2010.


Já que não podem alterar o conteúdo das escutas, eles querem esconde-las, querem que se finja que não existem, que se coloquem debaixo da carpete, quando todos sabemos como elas ainda são actuais como se viu neste fim de semana com os roubos ao Vitória de Guimarães  e ao Benfica. A verdade é que os murcões do porto são corruptos e convencidos .






a mesa dos porcos ...




Futebol: Apito Final - FC Porto perde seis pontos, Pinto da Costa suspenso por dois anos, Boavista despromovido


09 de Maio de 2008, 16:30

Porto, 09 Mai (Lusa) - O FC Porto foi hoje punido com a perda de seis pontos e o seu presidente, Pinto da Costa, suspenso por dois anos, enquanto o Boavista foi condenado à descida de divisão, no âmbito do processo Apito Final, sobre corrupção no futebol.

A decisão foi anunciada por Ricardo Costa, presidente da Comissão Disciplinar (CD) da Liga Portuguesa de Futebol Profissional (LPFP).

A CD puniu também João Loureiro, antigo presidente da SAD do Boavista, com uma suspensão de quatro anos e uma multa de 25.000 euros.

Além da perda de seis pontos, o FC Porto foi punido com uma multa total de 150.000 euros, e Pinto da Costa condenado ao pagamento de 10.000 euros, na sequência de dois processos instaurados pela LPFP, por corrupção tentada, que condenaram ainda os árbitros Jacinto Paixão (quatro anos), José Chilrito e Manuel Quadrado (dois anos e meio).

O Boavista foi igualmente punido, em cúmulo jurídico, com uma multa de 180.000.

Num dos sete processos disciplinares abertos pela LPFP, a União de Leiria, já despromovida à Liga de Honra, foi punida com subtracção de três pontos e condenada ao pagamento de uma multa de 40.000 euros, enquanto o seu presidente, João Bartolomeu, suspenso por um ano.

Todas as decisões são passíveis de recurso para o Conselho de Justiça da Federação Portuguesa de Futebol.

O processo "Apito Final" foi instaurado pela CD da LPFP na sequência do processo judicial por corrupção no futebol conhecido por "Apito Dourado" e envolveu o FC Porto, Boavista e a União Leiria bem como o actual presidente portista, Pinto da Costa, e o anterior líder boavisteiro João Loureiro.

O FC Porto, tricampeão nacional era acusado de tentativa de corrupção ao árbitro de dois jogos - com o Beira-Mar e Estrela da Amadora, na época 2003/04 - incorrendo por isso numa penalização de perda de seis pontos, enquanto Pinto da Costa podia ser suspenso por um período entre seis meses e dois anos.

O Boavista foi acusado de coacção sobre a equipa de arbitragem de três jogos disputados no mesma época - com o Benfica, Belenenses e Académica - podendo ser condenado à despromoção à Liga de Honra, enquanto João Loureiro incorre numa pena de suspensão por dois anos.

A União de Leiria era acusada de corrupção sob a forma tentada e arrisca três pontos pelo jogo em casa com o Belenenses na época de 2003/2004 enquanto o seu presidente João Bartolomeu uma suspensão igualmente de seis meses a dois anos.

AO/VR

Lusa/fim







Apito Final: Conselho de Justiça nega provimento a recurso do FC Porto


23.12.2008 - 20:42 Por Lusa

A Federação Portuguesa de Futebol anunciou hoje que foi negado provimento ao recurso apresentado pelo FC Porto há duas semanas, relativamente aos castigos impostos ao clube campeão nacional no âmbito do processo Apito Final.




Fc Porto..... Elmano Santos com nota negativa no FC Porto-V. Setúbal
deve ser por ter dado milho aos pombos no ladrão ou nass torres das antas AOS carapaus de setubal....... ....



Uma história o título e doutor..

«Pergunto: são capazes de recordar quando foi a última vez que o Benfica teve razão de queixas de arbitragem de um jogo no Dragão ou nas Antas? E quando foi a última vez que o FCPorto teve queixas? - Miguel Sousa Tavares - Adepto do FCPorto, A Bola, 2 de Novembro de 2010.


isto para não falar deste na luz ![mais um roubo contra o benfica ]
O suposto penalti do lucho vai pelo menos caminho teve ou não intensidade para provocar a queda? pelos vistos não o lucho não caiu...» fez-se ao penalty mas foi validado pelo guru dos super dragões ..


para avivar esta memoria selectiva ..

 O penalty "cavado" por Lisandro aos 70 minutos do FC Porto x SLB de ontem vai ficar para a história do futebol português. Sim, porque conforme diz 'A Bola', "Lisandro cavou penalty que salvou FC Porto da derrota". Sem mais nem menos


ou paraão falar dos  CRITERIOS dos arbitros no ladrão seja com quem for ! sera que a fruta continua ao sabor da noite

Atendendo à verdadeira palhaçada que é o futebol nesta espécie de Pais, confesso que me parece muito bem que este promiscuo, arrogante, e sobretudo incompetente, leve uma sova a valer, para que aprenda a não brincar com o esforço, empenho, e com o profissionalismo de toda uma equipaque se chama S.L.BENFICA


O FCPorto, farto de ser prejudicado pelos árbitros.(...)» - Miguel Sousa Tavares - Cronista e adepto portista, em A Bola, de 4 de Maio de 2010.

sera que esta besta este escritor porco  sabe do que fala ! um andor completo a esse clube da fruta ainda quer mais so se for punir todos os outros clubes que jogam com os corruptos do ladrão..



                                                 as mafias do futebol tuga
                                 



(...) É que o andor anda por aí e, em tempo de Natal, ninguém quer fazer figura de mártir no presépio dos corruptos das antas »

ou sera que o setubal e anjinho!  nem com a mão de ELMANO la vão os porcos de cedofeita

sábio

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Comunicado do S.L.Benfica



29/11/2010 CLUBE


Director de comunicação

João Gabriel: "O que se passou em Aveiro foi premeditado"



O director de comunicação do Sport Lisboa e Benfica, João Gabriel, esclareceu, esta segunda-feira, que a flash interview do treinador Jorge Jesus após o jogo com o Beira-Mar não obedeceu aos regulamentos da Liga, pelo que o Clube já fez uma exposição ao organismo sobre a matéria.



“A flash interview é por definição uma zona de entrevistas rápidas do operador televisivo que, segundo o artigo 26 dos regulamentos de competição, deve ter uma duração máxima de 90 segundos e deve versar apenas sobre o jogo”, começou por recordar o director de comunicação.



João Gabriel reforçou que “a zona de entrevistas rápidas não é para perguntar sobre o jogador A ou B, não é garantidamente para perguntar se um Governo teve ou não interferência editorial na informação da TVI e não é garantidamente para perguntar se a Manuela Moura Guedes foi ou não censurada enquanto esteve na TVI”.



O director de comunicação lembrou que a situação da véspera não foi inédita: “O Benfica já tinha anteriormente alertado os operadores televisivos sobre essa matéria e devo dizer que a Liga também o já tinha feito. Portanto, mantendo-se a mesma situação à 12.ª jornada da Liga, não podemos ter outra leitura de que aquilo que se passou em Aveiro foi premeditado. Foi um acto provocatório e, portanto, o jornalista deve cumprir não só com o dever de isenção e objectividade, mas também com aquilo que está estipulado nos regulamentos da Liga.”



Caso a situação se mantenha, João Gabriel anunciou que “o Benfica reserva-se no direito de não comparecer na flash interview”.



Relativamente ao comentário realizado pelo jornalista sobre a Benfica TV, o director de comunicação lembrou que o treinador Jorge Jesus marca presença em conferências de imprensa. “Em relação à antevisão da jornada [habitualmente na Benfica TV] isso não colide com o vosso direito à informação nem com o acesso às fontes. Significa que estamos a valorizar um projecto que é nosso, que teve um determinado investimento e no qual apostamos. Isso não significa de forma alguma que não tenham direito a estar e a confrontar o nosso treinador ou os nossos jogadores, porque Jorge Jesus está seguramente uma vez por semana com os jornalistas numa sala de imprensa em qualquer ponto do país”, recordou.

Informação para esclarecer... em Tribunal

Instado a comentar a notícia sobre uma alegada agressão a um jornalista, após o jogo em Aveiro, o responsável do Clube foi claro: “É curioso que muitos jornalistas hoje em vários meios de comunicação tenham reproduzido uma determinada informação que foi veiculada por um determinado site, que pertence ao grupo Media Capital, o mesmo da TVI. Não é grave que o tenham reproduzido, o que é grave e deontologicamente incorrecto é que o tenham feito sem terem confrontado o Benfica. O que podemos dizer é que o absurdo é tal que não merece comentário. Quem divulgou essa informação vai ter seguramente de a esclarecer no sítio certo, que é num tribunal.”

Texto: Rui Manuel Mendes



                                                   O heroi porkista




O ZURRAR  DAS EGUAS



Solidariedade espúria


André Villas-Boas, ao Trio d’Ataque, reprodução de A Bola
21 de Novembro de 2010





As luzes da ribalta são uma atracção irresistível para André Villas-Boas (AVB). Tomou-lhe o gosto e agora é vê-lo dissertar em cada conferência de imprensa ou em cada oportunidade, sobre os seus próprios méritos (o que se compreende dado possuir o estilo inconfundível dos vaidosos), mas também sobre os pássaros do quintal do vizinho, tentado acertar-lhe sempre que há ensejo para o fazer.



Como não acreditamos que tudo faça parte da sua auto-motivação, seremos forçados a concluir que a mensagem original advém da Torre das Antas, o que configura a figura de um papagaio amestrado, a menos que não seja o treinador do FCPorto que está a falar, nem AVB, mas simplesmente o adepto portista desde pequenino, cujo aparecimento no mundo quase coincidiu com o início do reinado do GPS da Madalena.



A solidariedade manifestada com um seu colega de profissão emociona-nos. Se de repente chegassemos a Portugal e não soubessemos as estórias, o modus-operandi, em resumo o estado do futebol português, acharíamos do mais terno, do mais solidário, este bonito gesto de AVB que não é normal na profissão de treinador, onde por norma os desempregados estão sempre à espera que aconteçam problemas aos seus colegas e o telemóvel toque para irem a correr ocupar o lugar que acabou de ficar vago.



Só que sabendo, pomos seriamente em dúvida que esta recorrente convergência de sentimentos corresponda no modo mas sobretudo no sentido, a um sentimento genuino. Soa a encomenda e a uma estratégia mal disfarçada, sendo nossa convicção que AVB manifestou solidariedade com a pessoa de Jorge Jesus, mas não com a do treinador do Benfica.



A questão que sem dúvida se coloca é: porquê esta recorrência? Que terá feito Jorge Jesus de mal para merecer esta tão ampla solidariedade vindo de onde menos se espera? Como explicar que escribas que se têm entretido a desancar no treinador do Benfica, subitamente se revelem tão flexíveis e tão compreensíveis? A explicação está á vista de toda a gente.



Esta tendência generalizada de tentar impôr aos outros os nossos pontos de vista e considerar que eles deveriam ter feito isto ou aquilo, apenas porque nas mesmas circunstâncias assim teríamos procedido, é um tremendo erro de palmatória que declinamos totalmente.



O Benfica possui uma história repleta de exemplos de democracia desde a sua fundação. Por via disso é um clube aberto (ao contrário do que pensa Bernardo Ribeiro do Record) para o bem e para o mal, não se confundindo com outros em que a autocracia se sobrepõe e é aceite sem discussão pelos seus membros e seguidores, e enaltecida por adeptos que nas horas vagas se disfarçam de jornalistas.



Nesse tal clube que é apresentado como o suprasumo dos modelos de gestão- eficaz e exemplar, ainda não se esfumaram os ecos do tratamento exemplar a que esteve sujeito o seu treinador da época passada que arrostou o calvário de uma perseguição feroz e persistente que lhe foi movida de dentro do seu próprio clube e por alguns cronistas oficiosos do regime cujos nomes continuam por aí. Dos nossos registos não consta que alguma palavra de alento ou algum incentivo tenham sido pronunciados ao nível das mais altas instâncias.



Depois do grito de Ipiranga em Milão, AVB já se encontrava em Portugal de passagem por Coimbra. E como é óbvio, estranhámos que o então treinador da Académica não tenha transmitido nenhum sinal e nunca tenha pronunciado uma simples palavra de compreensão e solidariedade para com o seu colega, treinador português que apenas tinha conquistado 3 (três) campeonatos consecutivos para o seu clube.



Daí que as palavras incoerência e oportunismo se nos afigurem fazer todo o sentido nestas declarações repetitivas de AVB. Se é a mando ou a pedido, ou é de motu próprio, pouco importa neste momento. Soa a falso sem sombra de dúvida.



Contrariamente ao que querem fazer passar, a cabeça de J.J. não está a prémio, nem precisa de abaixo assinados ou manifestações de solidariedade, nem sequer está com julgamento marcado na praça pública. Como qualquer treinador em qualquer clube onde a palavra pressão faça algum sentido, estará sempre dependente dos resultados para ser amado ou vipendiado pelas massas. E a situação pode inverter-se (para cima ou para baixo) numa simples semana.



Para além disto, tudo o que se possa dizer ou fazer, são puras manobras de diversão!


http://www.anti-benfica.com/comartigos_declaracoes_andre_villas_boas_21novembro2010.php


Anti-Benfica. com

sabio


                        A seita dos apitos Azuis .. 
                          
        








Caso perdido


António Varela

28 de Novembro de 2010



Continuamente enamorado do chorrilho de disparates que pulsa na sua Semanada, o jornalista-adepto azul e branco António Varela (AV) voltou a fazer das suas esta semana.



Ao confundir os papéis, AV debita um conjunto de aleivosias sob o pomposo título de ‘Um caso sério’, o que não surpreende se tivermos em conta que o plumitivo não consegue ultrapassar os traumas com que convive diariamente e com a obsessão que o persegue e não lhe dá um mínimo de tréguas.



Porque o seu relambório fala por si mesmo, desta vez nem sequer o vamos comentar deixando ao livre arbítrio de cada um que o lê, a possibilidade de fazer o juizo que muito bem entenda.



«A eliminação do Benfica na fase de grupos da Champions, frente ao poderoso Hapoel, é uma catástrofe do ponto de vista desportivo e terá repercussões financeiras que o administrador Soares de Oliveira se encarregará de suavizar um dia destes. Centremo-nos no problema desportivo. Que é desta vez uma questão de liderança. Jorge Jesus convenceu-se que para continuar a ganhar bastava manter os jogadores debaixo de uma pressão insuportável, não os deixando viver as suas vidas com a família e os amigos, para além dos muros do centro de estágio, levando-os aos limites da paciência. E como não percebeu isso, agora desabafa sobre as perseguições da imprensa. Está perdido.»

Há alturas que perante verdadeiros tratados atentatórios do bom senso e de convite descarado ao disparate, devemos saber optar por manter o silêncio, porque assim ao menos não contribuimos para o aumento da poluição mental.



Finalmente, sobre as perseguições da imprensa a que alude AV, remetemos para o texto que publicamos nesta mesma data sobre o título: Jorge Jesus e os ´jornaleiros'.

http://www.anti-benfica.com/comartigos_record28novembro2010_antonio_varela.php
Anti-Benfica. com...

por sabio





Beira Mar - Benfica


28 de Novembro de 2010





Constituição da equipa do Benfica: Roberto, Maxi Pereira, Luisão, David Luiz e Fábio Coentrão; Javi Garcia; Ruben Amorim, Carlos Martins e Nico Gaitán; Saviola e Cardozo.



Substituições: Cardozo por Kardec (76m); Carlos Martins por Sálvio (81m) e Saviola por Jara (85m)

Árbitro: Bruno Paixão da A.F.de Setúbal



Antes de mais cremos ser importante referir - enquadrando-se o Beira Mar-Benfica num período conturbado em que escribas dos mais diversos quadrantes propagandeiam mau estar entre Jorge Jesus e jogadores, jogadores desmotivados e contrariados -, se assim fosse, parece-nos, os jogadores não teriam entrado em campo com tamanha disposição de marcar cedo, pressionando o Beira Mar por todo o campo.



Diga-se também, esse tal esforço dos homens de Jorge Jesus poderia ter simplificado o jogo de imediato, um prémio que se afigurava justo levando em linha de conta a tendência da partida. Contudo, como vem sendo apanágio na presente Liga, em caso de dúvida não se assinalam(vam) penalties a favor do Benfica. Nem a favor do Benfica nem contra o FC Porto, não fosse Bruno Paixão o senhor de um certo Nacional - F.C.P...



Desvalorizando uma nítida mão na bola de um jogador aveirense ao minuto 13, Bruno Paixão contribuiu sobremaneira para que o esforço inicial dos jogadores benfiquistas fosse esbatido, na medida que o 0-0 começou de alguma forma a intranquilizar o Benfica, cuja fluidez de jogo foi caindo. Ainda assim, a partida desenrolou-se num sentido único com as oportunidades benfiquistas a sucederem-se. Contamos uma bola na trave da autoria de Saviola e um bom número de oportunidades de golo para o Benfica, golo esse apenas adiado pelo acerto do experiente central Hugo e pelos jogadores benfiquistas estarem algo perdulários.



Foi com um injusto 0-0 que a partida se encaminhou para o intervalo, sem que antes, já em tempo de descontos, o Benfica finalmente chegasse ao golo através de uma grande penalidade a castigar um puxão a Óscar Cardozo dentro da área. Da cobrança do castigo máximo o próprio paraguaio converteria com toda a classe. O intervalo chegava com mais justiça no marcador, o resultado apenas e só pecava por escasso, sendo que o Beira Mar nunca importunou Roberto, e só de bolas paradas conseguia chegar à área benfiquista.



Na 2.ª parte o Beira Mar transfigurou-se e o jogo começou bem mais repartido, com oportunidades em ambas as balizas. A única semelhança com a 1.ª parte foi mesmo a deficiente arbitragem de Bruno Paixão apitando a tudo o que mexia, o que retirou fluidez ao jogo em si. De registar que também foi mal auxiliado sobretudo por um dos fiscais de linha que acompanhou o ataque do Benfica na 1ª parte, pois conseguiu transformar em pontapés de baliza dois cantos nítidos, e revelando coerência na 2ª ao proceder de igual modo a uma situação idêntica do ataque do Beira-Mar.



De qualquer forma, com um maior acerto nos passes e rapidez nas transições, o Benfica criou algumas situações de golo eminente, sobressaindo então o regressado Óscar Cardozo que sentenciou o jogo, primeiro com um fabuloso remate em arco e colocado a fazer o 2º golo e depois, com uma magnífica jogada individual retirando Hugo do lance e assistindo Saviola que deu um passo atrás iludindo o defesa e rematou de primeira para o fundo das redes, fazendo assim o 3º golo.



Daí até final o Beira-Mar apesar de nunca ter desistido interiorizou que já não tinha hipótese de discutir o resultado, mas a entrada de dois jogadores rápidos para a frente de ataque deu-lhe um novo élan, conseguindo marcar o ponto de honra aos 84m em mais um lance de bola parada e após corte infeliz de Luisão que fez a bola subir até à cabeça do jogador aveirense.



Principais incidências:



1ª Parte:



12m-Remate fortíssimo de Saviola à barra da baliza do Beira-Mar.



13m-Na sequência de um canto, penalty por assinalar por mão na bola de um jogador aveirense em cima da linha de golo a impedir a entrada da bola.



45 +2m-Também no seguimento de um canto, Cardozo foi agarrado e derrubado por Kanu, dando origem a penalty que o mesmo transformou.



2ª Parte:



46m: Ruben Amorim esgueira-se pela direita, faz um centro rasteiro cruzado e Cardozo falha frente à baliza, pois a bola parece ter sofrido um ressalto na relva inesperado.



48m: Oportunidade para o Beira-Mar: livre contra o Benfica e o jogador isolado remate de cabeça para as mãos de Roberto.



50m: Fora de jogo mal assinalado a Saviola que seguia isolado dentro da grande área do Beira-Mar.



54m: Contra-ataque rápido do Beira-Mar por Ronny que descaido sobre a direita arranca um remate forte cruzado, Roberto estira-se, mas a bola acerta no poste direito.



58m: Ataque do Benfica, a bola chega a Cardozo que após jogada individual, remate forte, cruzado e em arco com o pé esquerdo, obtendo um golo de grande execução técnica.



65m: Nova grande jogada individual de Cardozo que depois de fintar Hugo dentro da área, cruza de pé direito para a entrada de Saviola que iludiu o defesa e marcou com um remate de primeira.



84m: Livre contra o Benfica, a bola é metida dentro da área, Luisão tenta cortar com o pé esquerdo, a bola sobe e de cabeça, Rui Varela encostou para o golo do Beira-Mar.



90+1m: Amarelo mostrado a Fábio Coentrão numa disputa de bola a meio-campo.



Duas Notas:



1ª: Foi interessante de ver nas comemorações dos golos, todos os jogadores do Benfica a festejar em clima de grande união, como foi bom ver J.J. a abraçar David Luiz.



2ª: Na ‘flash-interview’, o repórter da TVI bem podia ter evitado a infeliz figura que fez. Estas entrevistas rápidas são destinadas a obter declarações sobre as incidências do jogo que se acaba de disputar e não, contrariamente ao que disse o repórter, com aspectos marginais que nada têm a ver com o jogo. Já Saviola tinha sido confrontado com o mesmo tipo de pergunta. Neste tipo de situações, se os entrevistados nunca comentassem como fez J.J. qualquer aspecto que não tivesse a ver com o jogo em si, talvez os repórteres acabassem de vez com perguntas de quadrilhice. Fica o registo
aqui: http://www.anti-benfica.com/artopiniao_beira_mar_benfica.php

por sabio ..

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Quentes e boas ! quentinhas ....



As Vozes do Crime

"Quando a mensagem não agrada, ataca-se o mensageiro. Foi assim em tempos antigos, e no futebol português, muitos séculos depois, a máxima continua a aplicar-se.

Perante a publicação de conversas que expõem, de forma pornográfica, o clima de podridão em que muitos campeonatos nacionais de futebol decorreram, perante a revelação de obscuras manobras de influência e viciação de resultados, o que interessa a alguns puristas deste país é salientar (e castigar) a atitude de quem – decerto indignado com a impunidade que brotou dos tribunais - as trouxe aos nossos incrédulos ouvidos. Perante graves crimes de corrupção, estas virgens ofendidas preocupam-se com pequenos ilícitos processuais, pretendendo, sob as asas do acessório, abafar o essencial.

Aos Ruis Moreiras deste país, pouco importa o conteúdo das escutas. Nada interessa que elas demonstrem, passo por passo, os métodos seguidos, durante anos, pelo seu clube, e que deixem a nu o aspecto central de toda esta questão: a justiça civil portuguesa, mergulhada num mar de insuficiências e equívocos, falhou neste processo. A eles apenas interessa o silêncio. Ou antes, uma cortina de fumo que transforme culpados em vítimas, e crimes graves em coisa nenhuma. Interessa, sobretudo, manter a capa de legitimidade que muitos dos títulos conquistados pelo FC Porto se percebe não merecerem.

As escutas telefónicas não são uma prática simpática, e ninguém gostaria de viver num país em que qualquer conversa pudesse ser escutada sob qualquer pretexto. Mas muito pior do que isso é viver num país em que os crimes ficam invariavelmente impunes, e os seus autores são objectivamente convidados a reincidir, em nome de um sistema ultra-garantístico, de operacionalidade labiríntica, de isenção questionável, e de eficácia nula, que é capaz de absolver mesmo dispondo de provas óbvias diante do seu nariz, virando cinicamente as costas às evidências. Neste caso concreto, nenhum cidadão de boa fé entende como puderam ser desprezadas escutas que já existiam, e provavam claramente os actos em apreço. E quando um sistema de justiça deixa de ser entendido pelo cidadão comum, deixa de cumprir a sua missão. Deixa de ter utilidade. Não serve para nada.

É ilegal a publicação das escutas? Pois que seja. Em face de uma “justiça” entorpecida, decadente e moribunda, quase se torna moralmente legítimo que o cidadão ignore algumas das obtusas normas com que o pretendem afastar da verdade. Há muito que não acredito na justiça em Portugal. Logo, não acredito no equilíbrio ou pertinência das suas vielas processuais, que na maioria das vezes - e suspeito que seja precisamente essa a sua razão de ser – apenas conduzem a becos de impunidade. Mais do que um “Estado de Direito” de fachada, interessa ao país um “Estado de Justiça”, em que a verdade seja devidamente apurada, e o crime seja devidamente punido. O Apito Dourado, e todos os seus contornos, mostram que, lamentavelmente, vivemos muito longe dessa realidade.

De resto, não estamos aqui perante qualquer violação gratuita da privacidade de ninguém. Nenhuma das escutas publicadas revela conversas de teor familiar, ou remete para qualquer circunstância privada da vida dos indivíduos em causa. Todas as escutas tratam de esquemas de favorecimento. Todas tratam de jogos de bastidores. Todas tratam de corrupção desportiva. Todas tratam de crimes. Por isso tanto nos interessam. Por isso tanto interessam ao futebol português, e deviam interessar também aos tribunais.

É em nome da justiça, e, sobretudo, em nome da verdade, que elas devem ser ouvidas, divulgadas, debatidas e comentadas. Há quem as tente desesperadamente silenciar, mas se ainda existem alguns aspectos positivos nesta globalizada sociedade da informação, um deles é precisamente o facto de permitir aos cidadãos fazer ouvir democraticamente a sua indignação, sem que os bloqueios das forças do situacionismo, do medo, ou da subserviência, o possam impedir.

Ninguém nos vai devolver os campeonatos perdidos. Ninguém nos vai ressarcir dos danos directos e indirectos que décadas de vício nos impuseram. Se a justiça não fez o seu papel, se os prevaricadores continuam a rir-se dela, do futebol, do país e de todos nós, pouco mais nos resta do que a revolta. E perante ela, pedirem-nos para tomar em conta aspectos de ilicitude lateral não é mais do que um desprezível insulto à nossa inteligência."

Luís Fialho, in Vedeta da Bola (e O Benfica)



Publicada por Sabio ...








O indefensável


VERDE NA BOLA

18:00Autor: DANIEL OLIVEIRA

O futebol põe as pessoas a dizer coisas extraordinárias. Os mais inteligentes tornam-se básicos, os mais lúcidos mentecaptos, os mais equilibrados talibãs, os mais frontais cordeiros, os mais coerentes demagogos profissionais.

E um excelente exemplo foi buscá-lo recentemente Ricardo Araújo Pereira: Miguel Sousa Tavares e Rui Moreira ficaram danados com as escutas a José Sócrates no caso Face Oculta. Com razão. As escutas só podem ser públicas quando têm como função a persecução da justiça. E a justiça não se faz nos jornais ou no YouTube. Mas sobre as escutas a Sócrates, acrescentou nessa altura Miguel Sousa Tavares: “Uma vez que as conhecemos, não podemos fingir que não conhecemos.” Rui Moreira explicou este raciocínio, que subscrevo: “Ninguém se pode alhear do que é público e das suas consequências. Diferente é o ato de divulgar e promover escutas ou tentar reabrir, na praça pública, processos já julgados em tribunal.” Mas isso deve aplicar-se aos dois casos. Devemos condenar a divulgação das escutas a Sócrates e a Pinto da Costa. Não podemos ignorar nenhuma delas. Só que quer Moreira quer Sousa Tavares condenam as duas mas decidem ignorar o conteúdo de apenas uma delas.

O que eu não posso ignorar, mesmo que quisesse, é que há um dirigente de futebol que não tem meias-medidas nas suas relações promíscuas com a arbitragem. Queria não saber. Mas sei. Ouvi. E imagino que Rui Moreira e Sousa Tavares ouviram. O problema do futebol é que, ao contrário do que acontece com a política, nunca mudamos de lado. E não mudando, ficamos sem palavras quando o nosso clube se porta mal. O problema de Rui Moreira e Miguel Sousa Tavares é que não ficaram sem palavras. Prestam-se a defender o indefensável.





Publicado por sabio









Carlos Móia: «Batalha por um futebol respirável»

presidente da fundação benfica homenageado

07:01

domingo, 17 outubro de 2010

O presidente da Fundação Benfica, Carlos Móia, teceu duras críticas ao FC Porto no seu discurso de agradecimento à homenagem de que foi ontem alvo na Casa do Benfica de Ovar, cidade de onde é natural. O empresário, de 64 anos, começou por explicar por que, nascendo tão perto da Invicta, preferiu apoiar a equipa de Lisboa.

“Ser do FC Porto era ser o que o FC Porto era: um clube a fechar-se dentro de uma região, a olhar todo o resto de Portugal como um espaço de inimigos em delírio, de mouros a abater. O Benfica dava-me a imagem oposta: a ilusão de um universo sem limites”, começou Móia por dizer, considerando que se “o FC Porto ganhou mais do que nós, não soube aprender a ganhar o que ganhou.”

Ditadura

Mantendo o mote, o responsável pela fundação encarnada fez uma referência histórica aos tempos da ditadura. “Naquele tempo, ser Benfica era escolher simbolicamente a liberdade. Enquanto os nossos adversários tinham a dirigi-los homens da Legião, deputados da União Nacional, magnatas e burocratas enfeudados no salazarismo, nós, no Benfica, tínhamos presidentes que tinham sido operários e sindicalistas, que tinham sido deportados e perseguidos pela PIDE, que não se resignavam à ditadura, antes pelo contrário”, disse.

E concluiu: “Não, o Benfica nunca foi o clube do regime, foi sempre o clube que o regime teve de suportar a contragosto e de que, depois, se apoderou para, na sua propaganda, lhe parasitar a glória.”

Ida ao Dragão

Móia, que recordou o papel da Fundação do Benfica na ajuda às vítimas das cheias na Madeira e na criação de um projeto na Amadora de combate ao absentismo e insucesso escolar, não se furtou ainda a comentar a próxima visita das águias ao Estádio do Dragão.

“Acusaram-nos de sermos ridículos por ameaçarmos não jogar no Dragão se não nos derem condições de segurança. Ridículos? Só assim, levando essa nossa luta para além dos 3 pontos que estão em jogo, poderemos ganhar o que é preciso ganhar: a batalha por um futebol mais respirável, menos subterrâneo. Onde a viagem a um estádio não se transforme na vertigem de uma intifada com meia dúzia de aprendizes de talibãs escondidos a rirem-se dos vidros partidos, dos desaforos, dos insultos, do sangue talvez”, concluiu acusador.

Record

Publicada por sabio





segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Ao futebol clube dos porcos



Presidente do Benfica

Carta de Luís Filipe Vieira aos sócios

O presidente do Sport Lisboa e Benfica, Luís Filipe Vieira, escreveu uma carta aos sócios do Clube. Leia na íntegra a mensagem enviada esta segunda-feira aos associados.

“Quando o Presidente do Clube escreve a todos os Sócios isso significa que considera o momento tão importante que justifica um contacto mais próximo com aqueles que, verdadeiramente, se interessam pela vida, pela imagem e pelo futuro do nosso Benfica.

A delicadeza da situação impõe que se fale com clareza, sem que a verdade das palavras possa ser interpretada como justificação para uma época que não começou como todos desejaríamos, ou desculpa para culpas próprias que possam ter influenciado resultados abaixo das expectativas de um bom começo de época, que eram inteiramente legítimas tendo em conta o valor dos nossos profissionais.

A vitória no campeonato da época passada, as excelentes exibições e a valia da equipa causaram preocupação a muita gente. Acreditávamos que começavam a ser criadas condições para o regresso a um clima de boas práticas, em que os resultados desportivos fossem o espelho do valor das equipas e do desempenho no terreno de jogo. Mas, o que se passou neste início de campeonato faz-nos temer - ao contrário - que o futebol português esteja, de novo, a ser armadilhado por jogadas de bastidores.

Lamentavelmente, já se registaram atropelos demasiado graves e abusos demasiado evidentes para que possam passar sem uma reacção enérgica. O Director Desportivo, o Treinador e eu próprio, denunciámos o embuste que está a atraiçoar a prática desportiva e voltaremos a fazê-lo tantas vezes quantas as necessárias para que a mentira não seja a regra do nosso futebol e para que os seus autores e aliados sejam desmascarados. Porque é de mentiras que estamos a falar!

O prestígio do Benfica é um valor demasiado sério para que alguém se atreva a brincar com o interesse da instituição. O nosso protesto foi o adequado às circunstâncias e o convite que fizemos aos nossos adeptos, para não comparecerem nos estádios dos nossos adversários, é a medida justa para que sejam todos, e não apenas o Benfica, a reagir para pôr fim a uma situação insustentável. Movem-nos razões de legítima defesa.

Compete aos Sócios e adeptos ajudar esta Direcção a lutar pela verdade e pela transparência no futebol português. Comparecer aos jogos fora significa pactuar com o actual estado do futebol português!

Os dirigentes, a equipa técnica e os atletas não vacilam na vontade de contribuir para que a verdade desportiva prevaleça. Estamos determinados a fazer tudo o que seja necessário para que o clube não seja mais prejudicado. Acima de tudo, exigimos respeito!

Os meus votos são os de que este assunto não me obrigue a voltar a contactar os Sócios do clube, mas não hesitarei em fazê-lo caso não se ponha um ponto final na sucessão de atropelos a que temos vindo a assistir.”




Difícil um homem ter as questões tão claras na cabeça e
 sabê-las comunicá-las tão bem.



muito obrigado presidente sr Luis Filipe Vieira



CONTINUA a luta contra as mafias do clube da fruta ...

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

O polvo das antas continua vivo

Continua a roubalheira nos jogos do Benfica

Vamos ser claros, a grande diferença entre o porto e o Benfica até agora têm sido as arbitragens, roubaram 6 pontos ao Benfica e ofereceram 5 ao fcp. Para branquear podem lavar com OMO ou lexivia pois o sabão azul fez todo o trabalho de casa ,não e sr lourenço pinto facista e ex juiz e ex 


Lourenço Pinto, um portista assumido, contesta a marcação da final da Taça da Liga para o Algarve: sendo disputada ao início da noite de domingo, torna-se complicado para os adeptos portistas do norte deslocarem-se ao outro extremo do País.




                                          A SEITA DOS PORKOS


 Carolina paga 5 mil euros a Lourenço Pinto


ABSOLVIDA DE FALSO TESTEMUNHO NO "CASO DA FRUTA"

Embora tenha sido absolvida de sete crimes de que estava pronunciada, Carolina Salgado foi esta sexta-feira, no Tribunal de S. João Novo, no Porto, condenada a pagar uma indemnização de 5 mil euros ao advogado Lourenço Pinto por difamação agravada resultante do polémico livro "Eu, Carolina". A antiga companheira de Pinto da Costa foi também condenada a uma multa de 1250 euros, o que perfaz um total de 6250 euros resultantes deste único processo. Afonso Ribeiro, motorista de Pinto da Costa, e Nuno Santos, também foram condenados por agressão a Carolina Salgado e à sua irmã geméa num episódio no qual também esteve presente Pinto da Costa. Ribeiro foi condenado a uma multa de 600 euros e Santos a uma multa de 500 euros, tendo o primeiro de pagar 600 euros às visadas e o segundo 500 euros. Quanto a Pinto da Costa, o colectivo de juízes presidido por Rafael Moreira considerou que foram levantadas sérias reservas que não permitem confirmar que, conforme afirmou Carolina, o presidente do FC Porto agrediu a ex-companheira com duas bofetadas, pelo que na dúvida o réu foi defendido. Quanto à acusação que pendia sobre Carolina de um crime de falso testemunho, o colectivo contrariou a tese do juiz de instrução que por esta razão arquivou o processo relativo ao jogo FC Porto-Estrela da Amadora (o chamado caso da fruta). considerando que não ficou provado que Carolina não pudesse ter ouvido a conversa entre Pinto da Costa e o empresário António Araújo.


CONTINUA UMA VERGONHA A JUSTIÇA PORTUGUESA ..



    O presidente da Associação de Futebol do Porto, Lourenço Pinto, considera que a recandidatura de Gilberto Madail à presidência da Federação Portuguesa de Futebol ainda está em aberto e transmite-lhe o apoio do organismo nortenho que dirige.   

A MÁFIA CONTINUA A  RIR DA JUSTIÇA

José Lourenço Pinto, presidente da Associação de Futebol do Porto (AFP), recusou nesta segunda-feira a ideia de que esteja a chegar ao fim o ciclo de Pinto da Costa na presidência do FC Porto, elogiando o trabalho do actual líder portista.




“Pinto da Costa é o melhor presidente a nível nacional”, disse Lourenço Pinto, que não vislumbra alternativas ao actual líder: “O presidente do FC Porto é forte

 Continua a roubalheira nos jogos do Benfica

Andamos a gastar dinheiro para reforçar a equipa, procurando lutar dentro do relvado por resultados positivos e estes ladrões destroiem tudo em segundos. Vale a pena? É hora de agir, é hora de virar tudo isto de pernas para o ar. É hora do Sport Lisboa e Benfica demonstrar a sua força. É hora de dizer, de uma vez por todas, BASTA!!!!!


 O Benfica é a vítima nessa história. Será que em Portugal está tão louco assim?",






sabio

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

o SPORT LISBOA E BENFICA comunicado




13/09/2010 CLUBE

Após reunião desta segunda-feira

Comunicado do plenário dos órgãos sociais do Sport Lisboa e Benfica



Há momentos que exigem ponderação de análise e firmeza na acção. Há momentos que obrigam a uma participação alargada na tomada de decisões porque isso fortalece a decisão. Razões suficientes que justificaram a convocação de um plenário dos órgãos sociais do Sport Lisboa e Benfica. Nunca defendemos condições de privilégio, o que sempre reclamámos na nossa história foi igualdade de tratamento, isenção no momento de tomar decisões e verdade.



São estes princípios que garantem a credibilidade em qualquer sector de actividade, seja na política, na economia ou no desporto. São estes princípios que, infelizmente, têm faltado ao campeonato de futebol profissional da primeira Liga nestas primeiras quatro jornadas.



Perante a evidência de tantos erros em tão pouco tempo, a esperança de um campeonato sério ainda não morreu, mas foi fortemente atingida. Aceitar com ligeireza o que se tem passado neste início de campeonato é negar o obvio e pactuar com a mentira.



Qualquer generalização é perigosa e nós não o queremos fazer. Há árbitros competentes – temos essa consciência e essa certeza – mas, infelizmente, por acção de alguns, todos são postos em causa.



O Benfica agirá sempre no estrito cumprimento da lei, não estando disponível para trilhar caminhos sinuosos que outros percorreram sem problemas de consciência e sem reparo ou castigo da justiça.



Se for outro caminho que os benfiquistas querem seguir, então estes órgãos sociais não servem. No nosso mandato não vamos montar uma estrutura organizada à margem da lei, nem um modelo de violência e intimidação de agentes desportivos ou jornalistas. Essa não é a nossa postura, nem a nossa forma de agir. Ganhar dessa forma é apenas alimentar uma mentira.



Da reunião do plenário dos órgãos sociais do Sport Lisboa e Benfica foram assumidas as seguintes orientações:



a) Reafirmar a total confiança do Clube nos seus atletas e na sua equipa técnica, e a garantia de que ninguém vai desistir dos objectivos propostos no inicio da presente temporada. Resistir é próprio dos que nesta casa se bateram e continuarão a bater pela verdade no futebol português.



A falta de credibilidade que está a atingir a arbitragem enfraquece o futebol e só quem não está preocupado com o futebol pode estar satisfeito com a presente situação. Não é ilibando, nem protegendo aqueles que reiteradamente erram que se protege o futebol. Há quem veja e queira fazer-se de cego. A esses, essa cegueira tem de custar-lhes caro.



O futebol protege-se agindo, assumindo as medidas necessárias para que a transparência regresse à nossa arbitragem. Quem tem responsabilidades perante a actual situação tem de se fazer ouvir.



O futebol não é viável sem verdade e sem acções. O senhor Vítor Pereira deve pronunciar-se sobre o que se passou, sobre o que pensa fazer para o futuro e sobre o entendimento que tem – na forma e no tempo - sobre a homenagem promovida no dia 5 de Setembro, pela Associação de Futebol do Porto, ao senhor Olegário Benquerença.



Citando o Presidente da UEFA, Michel Platini “os árbitros incompetentes devem ser varridos do futebol”. Pela nossa parte, acabou a tolerância com árbitros incompetentes ou habilidosos.



Cada um deve assumir as suas responsabilidades e o senhor Vítor Pereira tem a obrigação de garantir condições de igualdade nos critérios e na acção dos árbitros a todos os clubes em Portugal. Algo que até aqui não aconteceu.



b) Compreendemos e associamo-nos ao movimento de indignação que desde sexta-feira varre o país. Face à adulteração da verdade desportiva, queremos pedir aos sócios e adeptos do Benfica que continuem a apoiar, de forma inequívoca e sem reservas, a equipa nos jogos que o Benfica realiza no Estádio da Luz, mas que se abstenham de se deslocar aos jogos fora de casa.



A equipa já sabe que vai ter de lutar contra muitas adversidades, algumas previstas, outras totalmente imprevistas - já o sentiu neste início de época - e vai conseguir superá-las, mas os sócios e adeptos do Sport Lisboa e Benfica não devem continuar a ser lesados económica e emocionalmente.



A nossa ausência será o melhor indicador da nossa indignação.



c) Solicitar ao Presidente do Sport Lisboa e Benfica a suspensão imediata de quaisquer negociações relativas aos direitos televisivos relativos aos jogos da sua equipa profissional a partir da época 2012/13 que possam estar a decorrer com a Olivedesportos. Mais, foi igualmente solicitada uma avaliação no sentido de apurar a possibilidade do Clube passar a gerir de forma autónoma os seus direitos audiovisuais.



Não podemos continuar a tolerar que a falta de seriedade dentro de campo tenha a cumplicidade daqueles que, tendo os nossos direitos televisivos, não revelam isenção na análise e camuflam os erros daqueles que sistematicamente nos prejudicam.



d) Equacionar, em face do desgaste e da falta de garantias de isenção na arbitragem agora evidenciadas, a participação na presente edição da Taça da Liga.



e) Solicitar à comunicação social que, fazendo o seu trabalho, denuncie quem adultera as regras. Que investigue as notas que alguns observadores têm atribuído a algumas actuações de árbitros. Que compare aquilo que sucedeu no campo com a nota posteriormente atribuída.



f) Solicitar ao Senhor Ministro da Administração Interna uma audiência para debater a violência de que a equipa do Benfica tem sido alvo cada vez que se desloca ao Porto. Não queremos confundir as gentes do Porto – que seguramente não se revêem neste tipo de comportamento – com um grupo de delinquentes que organizada e reiteradamente e de forma impune têm vandalizado o autocarro do Benfica e atentado contra a integridade física dos seus atletas.



g) Declarar o Secretário de Estado ‘persona non grata’ pelo trabalho que prestou ao futebol português. Abandonou a anterior Direcção da Liga no seu combate pela credibilização do futebol português, alheou-se – por completo – do processo “apito Dourado”. É, ainda, o responsável por nada fazer para aplicar a lei, pelo que a arbitragem e a Comissão Disciplinar continuam na Liga, quando já deviam estar na Federação Portuguesa de Futebol desde 1 de Julho.



Para além de tudo isto, lamentar as declarações desrespeitosas que o Secretário de Estado teve para com o Sport Lisboa e Benfica e que branqueiam o comportamento daqueles que adulteram a verdade desportiva.



Quem se demite das suas responsabilidades, deve saber que isso tem consequências.



Queremos concluir dizendo que compete aos benfiquistas defender o Benfica e apelando a todos para amanhã, no nosso estádio, darmos uma grande demonstração da nossa força e da nossa união.



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